Mensagem a mensagem: Avaliação contínua versus sumativa 10/05/2012

11 05 2012

Valeria Benevolo França Boa noite estamos prontos? Em 3 minutos: “Avaliação contínua versus sumativa”

Parte superior do formulárioBruno Andrade Present!

Giselle Santos ready

Kelly Amorim ready :)

Valeria Benevolo França Olá

Giselle Santos Boa noite =)

Alan Seabra A caminho de casa e atento!

Bruno Andrade Quais são as vantagens e desvantagens de se avaliar continuamente ou “sumativamente”?

Giselle Santos a avaliaçao continua abre maior espaço para um trabalho personalizado,

Aline Guimarães A avaliação contínua estimula o aprendizado

Aline Guimarães Oi pessoal!

Shirley Rodrigues Oi gente!

Giselle Santos com foco no learner e não necessariamente com foco nos lesson aims

Giselle Santos Olá meninas

Jossely Oliveira Boa noite! :) A avaliação contínua, dentre outras vantagens, permite que o professor observe o desenvolvimento do aluno respeitando o tempo de aprendizagem dele (do aluno). A avaliação sumativa dá ao aluno, de modo formal e documentado e com um valor numérico (tão valorizado hoje em dia), a noção de progresso.

Bruno Andrade Pois eh, Aline (olá!) eu acho que independente do trípode avaliação escolhida (acatada) Eh importante que seja um processo utilizado como um meio de se obter informações e subsídios para favorecer o desenvolvimento do aluno e ampliação de seus conhecimentos.

Teresa Gomes de Carvalho ola!

Natália Guerreiro o q vcs estão chamando de “sumativa”?

Cadu Souza Sou super a favor da avaliação contínua, mas a avaliação sumativa serve como uma amostragem do que foi ensinado x aprendido.

Bruno Andrade Sumativa = somativa, acumultiva. Nathalia

Jossely Oliveira acho que na avaliação contínua, o professor é quem tem mais noção do progresso do aluno, enquanto que na sumativa, o aluno tem como verificar como ele está indo.

Aline Guimarães Concordo Bruno Andrade. Acredito que uma das maiores vantagens da avaliação continua é justamente nos fornecer mais informações para customizar nosso trabalho com base nas necessidades do nosso aluno

Teresa Gomes de Carvalho A avaliação sumativa estimula o aluno a só estudar em determinado dia para memorizar conteúdos por curto tempo.

Bruno Andrade Mas como ter insumo suficiente para “provar” tal progresso, Jossely?

Aline Guimarães Uma complementa a outra e as duas são necessárias.

Natália Guerreiro eu não estava entendendo as aspas.

Shirley Rodrigues Divagando aqui: quando pensamos que a aprendizagem é um PROCESSO, não soa natural e desejável que a avaliação seja feita de forma contínua? Quer dizer, processos tem etapas e seguem num continuum até um resultado… :/

Aline Guimarães Os objetivos são distintos…

Kelly Amorim Teoricamente a avaliação continua é menos excludente que a avaliação sumativa. Como educadora sinto cada vez mais a necessidade de sermos capazes de utilizar essa avaliação. Porém, acho difícil colocarmos em prática somente a avaliação continuada porque depende também, em grande parte, do aluno entender que “não tem nota, mas, tem que estudar”…a cultura que foi criada no Brasil gera uma necessidade de termos também a sumativa..então concordo plenamente com a Aline Guimarães, de que ambas são complementares.

Bruno Andrade ‎Natália Guerreiro, eh que eu conjuguei e não sabia se esse verbo existia… Rs

Natália Guerreiro mas se a somativa tiver um pré e um pós-teste, tvz com testes intermediários tb, não se capturará o processo? (fazendo papel de adv do diabo)

Cadu Souza Nós, professores, entendemos e conseguimos avaliar o progresso do aluno através de uma avaliação contínua, mas nem todos os alunos (ou responsáveis) conseguem entender esse tipo de avaliação e, nesse momento, a sumativa é mais propícia.

Jossely Oliveira ‎Bruno Andrade, a nota na avaliação sumativa não seria uma prova do progresso do aluno?

Shirley Rodrigues A avaliação somativa (sim eu prefiro o termo com a letra “o” ^^) atende a uma demanda da sociedade que pede provas documentais de aprendizado…

Teresa Gomes de Carvalho Memorizar conteúdo não é necessariamente aprender este conteúdo. Se não há como evitar, a avaliação sumativa deve ser voltada para situações de comunicação tais como criar um diálogo entre um vendedor e um cliente ou um email, por exemplo.

Natália Guerreiro eu tb prefiro, Shirley Rodrigues! haha já estava me sentindo uma e.t.

Cadu Souza O problema da avaliação sumativa é que, por ser uma amostragem do que foi aprendido, uma pessoa que não esteja se sentindo bem no dia da avaliação, por motivos diversos, pode ter um desempenho inferior ao que normalmente teria.

Natália Guerreiro da sociedade, do governo, de vários lugares.

Natália Guerreiro ‎Cadu Souza… ou superior pq decorou um monte de coisas na véspera.

Bruno Andrade Eu estava falando do tipo continua, Jossely Oliveira

Cadu Souza Sim, Natália, com certeza.

Jossely Oliveira Concordo, Cadu Souza. Daí isso deve ficar claro para alunos e responsáveis: que a nota não é 100% fiel ao real desempenho do aluno

Natália Guerreiro aaah, sim! a avaliação somativa não precisa ser uma avaliação ruim, nem inadequada ao propósito! não precisa ser múltipla escolha ou fill in the gaps. pode ser um teste de desempenho.

Valeria Benevolo França ‎Natália Guerreiro entendo sim seu ponto, mas sempre acho que uma avaliação somativa acaba medindo o momento da “fotografia”, então pode sair nebulosa (caso onde aluno está doente etc), e já a contínua irá mostrar de outra forma o processo…talvez nos mostrando os momentos diferentes através de diferentes tangentes.

Teresa Gomes de Carvalho Os alunos e responsaveis estao acostumados a esta tradição das avaliaçoes sumativas e já perguntam qual a materia da prova como se idioma pudesse ser memorizado e estudado como geografia — sem desmerecer a geografia, claro, mas uma lingua nao pode ser vista como uma materia que deve ser estudada antes da prova, alias materia nenhuma deve ser vista deste modo, mas…

Bruno Andrade Para mim, as avaliacoes sumativas verificam o quanto os alunos incorporaram dos objetivos propostos; informar ao estudante, aos pais e responsáveis sobre a quantidade e qualidade rendimento escolar; passar o estudante ou não para o próximo novel

Bruno Andrade ‎*nível

Cadu Souza É por isso que defendo a avaliação sumativa, ou somativa, com questões que representem melhor situações passíveis de serem vividas pelos alunos. Nem nossas provas orais fazem esse papel muito bem, em minha opinião.

Kelly Amorim A grande desvantagem da avaliação contínua é que ela só funciona em salas com poucos alunos. Afinal, o professor deve conhecer cada um deles. Não só o nome, mas também o jeito de ser, aprender e pensar. É preciso conhecer seus gostos e expectativas.

Shirley Rodrigues Acho mesmo que o ideal é que elas sejam complementares, como a Aline falou. Que a “nota” seja dividida entre vários instrumentos de avaliação para que nõ se caracterize uma “aferição” de conteúdo, como se fossemos medidores da companhia de energia eletrica…

Natália Guerreiro hahahaha, mas Kelly Amorim, tiraste o pensamento da minha cabeça! eu só não ia falar pq sou sempre eu jogando areia aqui. já tive turma de 24 alunos numa sala para metade. não consegui nem ouvir a voz de vários até a prova oral pq monitoring era inexistente (não havia espaço na sala para circular)

Bruno Andrade Em que tipo de avaliacao vcs se sentem mais confiantes em deduzir as mudanças necessárias? (segurar a matéria, acelerar, revisar, etc…)

Natália Guerreiro huauhuhuhuhuahua, Shirley Rodrigues, me acabei com a metáfora da energia elétrica.

Shirley Rodrigues ‎Kelly, o tamanho da turma influencia sim no bom uso de uma avaliação continua… Mas, dependendo da idade e do tipo de público, ela funciona a contento – ou peto do que seria “a contento” (^^)

Jossely Oliveira ‎Bruno Andrade, o aluno e responsáveis precisam confiar no ‘diagnóstico’ do professor e o professor, por sua vez, produzir algum tipo de relatório de desempenho, seja com pequenos comentários na agenda ou de maneira mais formal, como comunicados.

Cadu Souza No início de cada semestre gravo meus alunos falando sobre alguma coisa, um tópico qualquer. No final do semestre fazemos outra sessão de filmagem e eles conseguem ‘ver’ o quanto progrediram…

Valeria Benevolo França Concordo que a somativa não é necessáriamente uma avaliação ruim, ainda mais quando bem elaborada (gente, todos nós fizemos algum exame de língua em algum momento), e acreditamos no resultado que obtivemos, não? Podemos ter avaliações somativas que vão além de um simples teste de multipla escolha. Uma redação com um questão bem formulada, e com critérios e “descriptors” claros podem fornecer um resultado somativo mas que realmente permite o aluno ir além? O que acham disso?

Cadu Souza Essa é uma maneira de fazer a avaliação contínua mais significativa para os alunos…

Teresa Gomes de Carvalho A avaliação sumativa pode acabar sendo subjetiva se não forem definidos critérios específicos.

Natália Guerreiro ‎Bruno Andrade, pra ser honesta, eu percebo esse tipo de coisa na prova oral somativa. se tiver apresentação de role play e tal, eu vejo continuamente. mas no grupão eu confesso q não consigo ver, salvo qd o grupo tem menos de 12.

Kelly Amorim ‎Shirley Rodrigues você acredita, de coração, que conseguiria avaliar de forma justa, continuada, uma turma com 25 alunos de 9 anos?

Valeria Benevolo França Mas isso Cadu Souza é uma avaliação contínua, o tipo de coisa que é excelente para um “assessment portfolio”, não é?

Natália Guerreiro teresa, acho q esse eh um mal de qq avaliação, mas sobretudo da contínua, pois é mais raro haver critérios delimitados nesta.

Shirley Rodrigues A equipe da escola publica estadual onde trabalho luta para avaliar sempre de forma continua… mesmo em turmas gigantescas… A duras penas, I must say, mas, temos tido resultados bem positivos.

Cadu Souza Concordo com Valéria que uma questão bem formulada pode nos fornecer um resultado somativo.

Kelly Amorim Sou a favor de uma união das duas, de forma que uma complemente a outra, porque uma precisa excluir a outra?

Shirley Rodrigues ‎Teresa coberta de razão quando diz : “mas uma lingua nao pode ser vista como uma materia que deve ser estudada antes da prova”

Valeria Benevolo França ‎Kelly Amorim e Shirley Rodrigues eu acho possível mas eu teria que bolar com muito cuidado os elementos que entrariam nesta avaliação para no fim do semestre ter uma clareza de amostra para justifcar minha avaliação baseada no trabalho do aluno. Não precisa ser uma coisa grande e elaborada. As vezes é algo bem pequeno que depois fará parte de uma tarefa maior. Agora, é muito mais trabalho para o professor com certeza…..

Bruno Andrade Concordo com a Teresa Gomes de Carvalho - muitas vezes nos esquecemos que ensinamos uma língua e o processo de estudo para avalicao (que na maioria ainda eh somativa) deve ser completamente diferenciada de outras matérias como Geografia ou História. Gosto de dizer pros meus alunos que eles podem aprender muito fora de sala do que comigo, e que meu trabalho eh, além de ensinar como funciona a língua, maneiras de estar em contato com ela da forma mais prazerosa possível.

Teresa Gomes de Carvalho Falei errado, a avaliação continua deve obedecer criterios muito bem definidos. alias toda avaliaçao deve obedecer criterios bem definidos, mas a avaliação continia depende do conhecimento tecnico maior do professor.

Natália Guerreiro sabe, eu tô achando q eu tô confusa com os conceitos.

Shirley Rodrigues Não Kelly, por isso q te disse que depende da idade e do publico. trabalhar em áreas de risco,por exemplo, te dá um público difícil demais de fazer isso! Como criar um ambiente para avaliação contínua em uma escola onde um colega senta na sala dos profs e diz que “virou agente penitenciário”?

Natália Guerreiro achei um dicionário online de educação:

“AVAL. SOMATIVA Tipo de avaliação que ocorre ao final da instrução com a finalidade de verificar o que o aluno efetivamente aprendeu. Inclui conteúdos mais relevantes e os objetivos mais amplos do período de instrução; visa à atribuição de notas; fornece feedback ao aluno (informa-o quanto ao nível de aprendizagem alcançado), se este for o objetivo central da avaliação formativa; e presta-se à comparação de resultados obtidos com diferentes alunos, métodos e materiais de ensino. Foi assim classificada por Benjamin Bloom e seus colaboradores, cujos estudos apontam para outros dois tipos de avaliação: a formativa e a diagnóstica.”

“AVAL FORMATIVA
Tipo de avaliação que ocorre durante o processo de instrução. Inclui todos os conteúdos importantes de uma etapa da instrução; fornece feedback ao aluno do que aprendeu e do que precisa aprender; fornece feedback ao professor, identificando as falhas dos alunos e quais os aspectos da instrução que devem ser modificados; e busca o atendimento às diferenças individuais dos alunos e a prescrição de medidas alternativas de recuperação das falhas de aprendizagem. Foi assim classificada por Benjamin Bloom e seus colaboradores, cujos estudos apontam para outros dois tipos de avaliação: a somativa e a diagnóstica.”

Kelly Amorim ‎Valeria Benevolo França Mais trabalho para o professor? Sim, claro que é! MUITO mais trabalho para o professor. Mas, se nos preocuparmos com esse detalhe nunca mudaremos nada.

Natália Guerreiro Link das definições q copiei: http://www.educabrasil.com.br/eb/dic/dicionario.asp?id=300

Shirley Rodrigues Sim Valeria, muito mais trabalho e, em uma turma de 40 “cabeças”, como fazê-lo? O.o

Cadu Souza Pois é, Shirley. E não só isso, mas será que nossos profs estão preparados a avaliar continuamente? Será que o bagunceiro desmotivado por ter sido mal nivelado não vai tomar uma bomba pela “pinimba” do professor?

Shirley Rodrigues Falando de salas de aula de “cursos de Ingles” sim, Cadu, mas, e quanto a escola? Não tem “nivelamento”… são universos muuito ditintos.

Valeria Benevolo França Sim Shirley Rodrigues quanto mais aluno, mais difícil. Mas em muitos programas educaionais onde existe a avaliação contínua ( e aí estou falando de cenário de escola mesmo) as tarefas são tais que os próprios alunos se avaliam e isso também gera um outro sentido de apropriação da tarefa, e é muito comum também ter avaliações de grupo….estas são soluções bem utilisadas já…mas isto exige um entendimento claro pelo professor do processo, uma unidade de ação na escola e clareza de comunicação com os pais e alunos. Mas também significa que o ensino não está focado em conteúdo, mas sim em conhecimento. Isso é a chave.

Natália Guerreiro falando de turmas heterogêneas, entra um outro assunto: a avaliação tem de ser a mesma para todos os alunos? ou pode cair conteúdo/nível diferente para alunos q entraram com níveis diferentes?

Valeria Benevolo França Embora seja muito diferente de nosso contexto, segue uma leitura super interessante sobre porcessos escolares de avaliação no canadá:http://www.wncp.ca/media/40539/rethink.pdf É mais food for thought para nós….

Shirley Rodrigues Gente, vcs não acham que a avaliação somativa é também uma maneira de resguardar o nosso trabalho e a nossa pele? Quer dizer… a prova documental também para reportar aos pais… Concordam?

Natália Guerreiro onde eu trab, qd temos turmas heterogêneas podemos considerar com o melhor aluno tvz quem tenha a menor proficiência… se ele tiver sido o q mais se desenvolveu no curso.

Jossely Oliveira Acho que a estrutura da aula deve mudar consideravelmente pra que a gente consiga fazer a avaliação contínua de forma eficiente… nunca sala com 40, por exemplo, o professor teria que criar oportunidades de conduzir isso. Por exemplo, numa aula reunir-se com um determinado número de alunos para realizar um tipo de tarefa que permita o monitoramento desse grupo enquanto outros grupos estão fazendo outro tipo de atividade… essa rotina se alternaria nos grupos… isso leva tempo, mas como disse, a estrutura da aula e do plano anual de conteúdos precisaria mudar… do jeito que está, é muita coisa pra professor e alunos darem conta

Natália Guerreiro ótima ideia, jossely!

Shirley Rodrigues Os pais querem papel, nota , boletim. Certa vez uma mãe foi reclamar pq só havia recebido o boletim em maio ( a prova havia sido em 26 de abril) e , como o curso era semestral, demorou muito tempo até ela saber que o filho não ia bem… (SIM, eu já havia tentado contato sem sucesso, ainda antes da prova …) O meninoera faltoso ao extremo e, mesmo assim, a mãe disse que só após ver o boletim teve a noção de que o filho não ia bem…

Jossely Oliveira Isso é mais comum do que se imagina, Shirley.

Kelly Amorim É ai que acho que a exclusão da somativa é um erro,Shirley Rodrigues, ela é extremamente importante.

Jossely Oliveira eu não consigo me decidir em um tipo apenas de avaliação… nem defender mais um tipo do que outro, acho que ambas são necessárias…

Teresa Gomes de Carvalho É necessario em todos os casos levar-se em conta a realidade administrativa da instituição: numero de alunos, objetivos, conhecimento tecnico do professor, materiais, clientela, etc.

Cadu Souza Pessoal, tenho que ir. Sorry. Resumindo, acho que devemos continuar com as duas avaliações enquanto não tivermos professores preparados e alunos conscientes. Ficamos com a contínua para nosso melhor entendimento do nosso trabalho e com a sumativa para os pais, alunos e, porque nao, para a instituição. Beijos.

Shirley Rodrigues Por isso acho q a combinação das duas ´o idealKelly ;)

Bruno Andrade ‎”mas isto exige um entendimento claro pelo professor do processo, uma unidade de ação na escola e clareza de comunicação com os pais e alunos.” concordo com a Valeria Benevolo França nesse ponto. Há exemplos muito bem sucedidos de uso da avaliacao continua, porém esses pontos devem ser levados into consideration. A maioria dos alunos e pais não sabem como podem ser avaliados. Eh importante haver sempre uma forma de se mostrar o progresso do aluno mesmo que nem sempre essa seja paupavel. Os portfolios são uma boa opção assim como project based learning evaluation.

Natália Guerreiro mas, gente, a avaliação formativa/continuada pode ter documentação tb! (fazendo papel de adv do diabo sempre. eu nem sei qual é minha posição, só fico contra-argumentando pq até me ajuda a pensar.)

Bruno Andrade Quais exemplos vcs conhecem?

Kelly Amorim Se vivemos em uma sociedade onde os números, as quantidades, são importantes porque não discutirmos a melhor forma de elaborar uma avaliação somativa eficaz? Afinal, o aluno ficará anos sendo avaliado continuamente e depois cairá nas mãos de uma sociedade regida pelo número: pontos em concurso, notas em provas de ingressos e etc.

Valeria Benevolo França Isso Jossely Oliveira concordo que teria que mudar muita coisa mesmo. E acho que talvez o ideal seria uma combinação sensata de as duas formas de avaliação…sempre pensando na razão pela qual estariamos utilisando ambas as formas de avaliação….o que acham disso?

Teresa Gomes de Carvalho É preferivel uma avaliacao somativa bem aplicada e bem elaborada que uma avaliacao continua mal aplicada.

Teresa Gomes de Carvalho O aluno precisa tb acreditar na avaliacao.

Valeria Benevolo França Isso Kelly Amorim e na verdade tudo em nossa sociedade como adultos acaba sendo somativa, até provas de concursos, para obter um emprego, para entrar no mestrado e etc.

Natália Guerreiro sim, Valeria Benevolo França, os objetivos de uma avaliação têm de estar mto claros, bem como os critérios, o construto, as especificações… tt coisa. e em pensar q poucas faculs falam de avaliação!

Kelly Amorim Desde o início tenho argumentado a favor da utilização de ambas as formas. Porém, acredito firmemente que a avaliação somativa precisa melhorar a qualidade.

Natália Guerreiro a credibilidade, como a Teresa Gomes de Carvalho falou…

Jossely Oliveira qualquer decisão nas formas de avaliação precisa envolver direção, professor, alunos e responsáveis (quando é o caso)… se a gente entende que a forma atual de avaliação está ruim, a gente precisa se comprometer com o processo de melhorá-la, e isso envolve uma mudança de mente, às vezes até da própria direção da escola… esse processo é longo, assim como todo processo de aprendizagem :)

Shirley Rodrigues ‎Natália , como documentar o progresso do aluno de maneira continua para efetivamente mostrar (e convencer) os pais , por exemplo?

Valeria Benevolo França Agora, algum de vocês já passou por alguma avaliação contínua? Como foi a experiência de vocês como “aluno”?

Bruno Andrade Boa pergunta, Natália Guerreiro me indaguei o mesmo. Muito já eh usado por aí…. O que será que o pessoal pensa sobre como podemos mensurar um curso de avaliacao continua?

Natália Guerreiro parte-se do pressuposto q quem é prof sabe avaliar a produção do aluno só de olhar uma tabela de critérios (ou até mesmo sem ela), e não é assim! requer um treinamento.

Shirley Rodrigues ‎”envolve uma mudança de mente” concordo, mas, o problema é que depois a sociedade vai mandar ele sentar e fazer a prova do concurso, mestrado, ENEM e tals , Jossely

Natália Guerreiro uai, vc mesmo aí já disse, Bruno Andrade! um portfolio, redações, project work! tudo com feedback do prof enviado para o aluno e os pais. (pode ser oral msm, mas por documento em geral se pensa em algo escrito.)

Kelly Amorim ‎Valeria Benevolo França eu já passei por avaliação contínua e como aluna senti falta da prova, da nota, do ver meu desenvolvimento sendo quantificado. Gostei de ser avaliada continuamente, mas assim como me sinto quando avaliada somente somativamente, faltou algo.

Valeria Benevolo França Sim Natália Guerreiro alguem falou acima que se colocarmos alunos em grupos e monitorarmos eles, como anotamos isso? Como acompanhamos cada grupo? Se eu monitoro eu ajudo também? Qual nível de interferência eu posso ter? São multiplas dúvidas.

Bruno Andrade Com certeza, Natália Guerreiro, mesmo porque muitos dos professores foram educados através do método tradicional Cumulativo. Para passar para qq outro tipo de método, eh necessário bastante conhecimento e pratica. Falta isso

Valeria Benevolo França Super interessante seu depoimento Kelly Amorim.

Natália Guerreiro bem, até numa prova de proficiência, é possível q o interlocutor interfira. (as provas de cambridge não são assim, mas é algo possível teoricamente, ao menos.) portanto, eu não veria prob de fazer uma avaliação continuada num trab q o prof interferiu, pois ele pode verificar o qto de scaffolding foi necessário.

Teresa Gomes de Carvalho Concordo Natália Guerreiro!

Jossely Oliveira Isso Natália Guerreiro.. confiança no trabalho do professor é crucial

Natália Guerreiro bem, este assunto me é muito caro, e a conversa está mto edificante, mas tenho de pedir licença, q hj acordei às 5h, viajei, estou um caco. abraços a todos! boa noite.

Bruno Andrade Realmente, Kelly Amorim a avaliacao continua peca pela subjetividade

Valeria Benevolo França Não há dúvida que a tecnologia pode vir a nos ajudar na elaboração e criação de confiabilidade e “reliability” de uma prova, e também com os elementos que escolhes para estes portfolios de avaliação contínua. No nosso blog ao final deste chat vou postar links de leituras sobre as duas vertentes.

Natália Guerreiro ‎Bruno Andrade, mas não precisa pecar! pode ter os msms critérios da aval somativa.

Shirley Rodrigues E não é que no dia da avaliação, até o facebook se comportou direitinho… (^^)´ Esse tema tem um peso grande , hein? LOL

Jossely Oliveira mesmo com a tecnologia e exames precisos, existem momentos num diagnóstico médico que a avaliação é subjetiva, e a gente precisa confiar no médico, na formação e atualização dele… reconheço que o professor precisa de uma boa formação e que ela seja continuada, assim como outros profissionais precisam de atualização

Kelly Amorim ‎Natália Guerreiro uma tendo o mesmo critério da outra? Não faz sentido para mim…parece que só mudaremos a capa.

Valeria Benevolo França Bom gente, estamos chegando ao fim do chat e acho que exploramos de forma interessante o assunto sem é claro, exaustar tudo que tinhamos que falar, não é?

Kelly Amorim Bem, pessoal, sempre recomendo os posts deHenrick Oprea no site http://hoprea.wordpress.com/tag/assessment/Ele já escreveu vários sobre o assunto. #ficadica

Valeria Benevolo França Voces devem ter visto que como resultado do chat da ultima vez, lançamos um “mensagem a mensagem” blog post logo após o chat e em seguida tivemos um resumo escrito por uma das participantes. Como continuação tivemos uma entrevista com um especialista. Tudo está no blog: http://breltchat.wordpress.com/

Bruno Andrade Queridos, momentos finais…. Quem gostaria de fazer o resumo?

Teresa Gomes de Carvalho Bem, preciso ir, mas pra finalizar, a avaliacao somariva na minha opiniao precisa preparar o aluno para situacoes comunicativas que fazem ou farao parte da sua realidade. porem nao podemos esquecer que a vida real tb esta repleta de avaliacoes somativas e ele precisa se preparar para isso. Mas eu nao acho que avaliacoes em que o aluno preenche lacunas oubfaz multipla escolha realmente avaliem a capacidade do aluno de se expressar. Minhas provas de latim e grego da faculdade que o digam!

Valeria Benevolo França Eu e Bruno Andrade gostariamos de agradecer a participação de voces. Sugestões de como dar continuídade ao tópico?

Jossely Oliveira ‎Kelly Amorim, pensei, pensei… acho que os critérios de uma avaliação variam com cada avaliação… no geral, o que precisa ser verificado é o quão bem o aluno consegue cumprir uma determinada função da língua… ok… parei :)

Kelly Amorim Obrigada por mais um maravilhoso encontro, pessoal! Discutir com vocês é sempre enriquecedor para mim.

Shirley Rodrigues Gente, adorei! Bjks a todos!

Valeria Benevolo França Boa noite a todos e bom fim de semana. Logo logo vou subir as mensagens no nosso blog.

Sugestões de mais leituras e links:

Cecilia Lemos- Box of Chocolates: http://cecilialcoelho.wordpress.com/tag/assessment/

 

http://www.cambridgeassessment.org.uk/ca/digitalAssets/113878_ICT_in_Assessment.pdf





Entrevista com o Professor Antônio Borges: Como fazer a inclusão de alunos com necessidades especias na sala de aula

9 05 2012

Em continuação ao nosso tema de discussão do dia 26/04, a professora Maria do Carmo Xavier entrevistou o Professor José Antônio Borges, que explica um pouco mais sobre a sua opinião do que devemos pensar quando falamos da inclusão de alunos com necessidades especiais em nossas salas de aula.

Lei mais:

http://www.sac.org.br/CEN_DOS.htm

http://inclusaoecia.blogspot.com.br/2012/01/inclusao-cia-entrevista-jose-antonio.html

Veja mais:

http://www.youtube.com/watch?v=siqFiFFedM0





Como lidar com alunos com necessidades especiais? Um resumo do chat do dia 26/04

30 04 2012

kept out by @fionamau

O resumo do chat do dia 26/04 foi escrito pela professora Maria do Carmo Xavier, que é do Rio e nova ao #BReltchat. Muito obrigada por um resumo tão detalhado.

Esta foto do #eltpics foi escolhida para ilustrar este resumo pensando no tópico do nosso chat como uma forma de rompermos barreiras e permitir que todos tenham acesso ao florescer de idéias, conhecimento e felicidade.

O que é um aluno com necessidades especiais?

O educando que apresenta desvio da média considerada padrão para uma faixa etária determinada, para menos ou para mais, nos aspectos: físico, sensorial e mental.

Alunos com necessidades especiais também são aqueles que apresentam algum tipo de dificuldade de aprendizado devido a: TDAH, problemas de dicção, bloqueio e rejeição ao aprendizado de uma língua estrangeira (filtro afetivo) e/ ou transtornos comportamentais. Alunos superdotados também são considerados alunos com necessidades especiais.

Apesar disso, alunos de baixa cognição são capazes de aprender desde que tenhamos um atendimento diferenciado e individualizado. Eles têm um aprendizado mais lento, mas aprendem.

O professor deve diagnosticar?

Existe uma confusão generalizada entre comportamento, diagnóstico e rendimento. Como professores, não devemos diagnosticar distúrbios de aprendizagem, pois não somos qualificados para tal. Os pais são chave importante nesse processo, devendo informar à escola onde seus filhos precisam de mais apoio. Manter esse diálogo franco e aberto com os pais é fundamental. Porém, o fato é que muitos escondem ou nem sequer aceitam que o filho tenha necessidades especiais, o que dificulta mais ainda o trabalho do professor. Sem este diálogo, o diagnóstico pode ser arriscado e errôneo. Muitos dos distúrbios podem ser confundidos com falta de interesse, bagunça e hiperatividade. A prática de sala de aula não necessariamente trará ao professor segurança suficiente para traçar ou identificar a média de aprendizagem de uma determinada faixa etária.

Existe uma avalanche de diagnósticos equivocados: afinal, ao “medicar”, a responsabilidade deixa de ser dos pais, educadores e passa a ser médica, isto é, é mais fácil medicar do que lidar com problemas que possam nem passar pelo aluno. Por exemplo, um aluno apático e briguento por conta de problemas e brigas constantes dos pais – é mais fácil dizer que a criança está com problemas do que aceitar um fracasso no casamento. Ou, um aluno que vem de outras atividades, várias vezes, sem almoçar e com poucas horas de sono pode ser facilmente considerado como alguém que tem déficit de atenção. Há também pais que informam a escola sobre a condição dos filhos, mas proíbem que o professor fale sobre o assunto com o próprio aluno, e não admitem concessões ou adaptações para ele.

Como lidar com estes casos, já que em nosso campo raramente estudamos isso na universidade? Mesmo com o diagnóstico, como fica o papel do professor diante deste desafio?

Primeiro, os pais é que devem informar o problema. O professor não deve diagnosticar o aluno ou sequer, levantar suspeita. Porém, às vezes, é possível identificar uma dificuldade com que um aluno lida com certas coisas na sala de aula, e, como pedagogos, vamos ter que encontrar soluções pedagógicas. Uma pergunta possível para os pais seria: “E na escola, como anda o trabalho do aluno?”

Além disso, diante do diagnóstico um professor deve, acima de tudo, procurar também ajuda profissional, validada pela instituição onde trabalha. Alguns pais, inclusive, podem não saber com lidar com um diagnóstico que muitas vezes parece sentenciar o aluno ao fracasso. A inclusão só será possível mediante um diálogo franco e aberto entre pais e escola, e suporte intenso da instituição de ensino ao professor. Também devemos ter muita paciência e compreensão, e sempre experimentar novas técnicas.

Desafios

Existem muitos desafios para a educação inclusiva:

* Salas de aula cheias, com condições nem sempre favoráveis.

* Tempo limitado e aulas “corridas”, sem tempo suficiente para identificarmos problemas e pensarmos em soluções para lidar com o aluno e, às vezes, coma família do mesmo.

* Achar/procurar estratégias para incluir e envolver essas crianças.

* Descobrir seus pontos fortes e francos, múltiplas inteligências, etc.

* Currículo ambicioso e “apertado”, provas com todo o conteúdo, horário mínimo de aula, professores com horários cheios.

* Instituições de ensino oferecendo opções a estes alunos.

* Trabalhar com “testes prontos”, que não estão adaptados para estes alunos.

* Prover condições de trabalho que permitam acomodação às necessidades do aluno.

* Trabalhar com as expectativas de forma diferente, encontrando uma forma de envolver este aluno, mas ainda continuando nosso trabalho com os outros alunos.

* Trabalhar com estes alunos em níveis mais avançados (aulas de idiomas).

* Falta de compreensão de turmas que reclamam da “lentidão” de uma aula que favoreça um aluno com necessidades especiais.

* Grande esforço para integrar o aluno à turma e à aula, seguido de avaliação que trata a todos como iguais.

* Baixa autoestima destes alunos com necessidades especiais.

* Livros excessivamente calcados no paradigma visual.

As dicas e técnicas descritas aqui surgiram a partir de leitura, e da própria experiência de cada um dos participantes:

Carminha Pimentel relatou sua experiência com um aluno que conversa a aula inteira, e toma remédios para controlar o problema. Aurélio Araújo tem um aluno com hiperatividade diagnosticada e que toma medicamentos controlados. Além disso, ele apresenta dificuldades de socialização, e tem comportamentos agressivos. Na mesma turma há um aluno que parece ser hiperativo, é extremamente indisciplinado e age como um líder negativo em sala de aula. O professor se diz confuso e sobrecarregado ao zelar pela integridade deste aluno enquanto também gerencia uma sala de aula. Luciana Berner conta que conheceu um aluno que só foi diagnosticado após a intervenção do professor, pois os pais não havia percebido a necessidade do filho. Kelly Amorim relata um caso em que um aluno de 8 anos, novo aluno na instituiçào. Logo de início a mãe procurou a professora para relatar o problema de dicção, até mesmo para o Português. Desde o início ela vem tralhando de forma diferente com ele e semana passada e mãe do menino trouxe um feedback, de que o aluno está melhorando a fala desde que entrou para o curso. Ela também tem um aluno com baixa cognição aos 9 anos. Maria Xavier relatou o caso de uma aluna de nível básico que foi diagnosticada com um tumor

que faz com que ela tenha crises de ausência, não consegue abstrair e tem muita dificuldade. A professora nunca tinha tido uma aluna com este perfil, e a mãe, que é especialista em necessidades especiais, não quis que a aluna fosse encaminhada ao departamento de necessidades especiais. Valéria Franca relatou que já teve uma aluna parecida com a de Maria Xavier. Conversando com ela, começou a identificar os dias em que ela teria uma convulsão. Valéria também relatou a experiência que teve com dois cadeirantes, que mudou totalmente sua dinâmica em sala de aula. Natália Guerreiro contou-nos sobre uma mulher adulta de pouquíssimo estudo que tinha uma deficiência que só a permitia enxergar de cabeça pra baixo. Ela escrevia da direita pra esquerda, se sentia envergonhada, e usava o livro “normal” para que os outros alunos não soubessem. Ela também não aceitava que a professora escrevesse diferente no quadro. Giselle Santos teve uma aluna narcoléptica, que dormia durante as aulas, inclusive durante as falas. Gustavo Barcellos relatou que teve uma aluna totalmente surda, e notou quando viu o aparelho em seus ouvidos. Shirley Rodrigues já teve vários alunos com necessidades especiais, e relata que o mais difícil de todos foi um superdotado.

Técnicas e dicas

1. Ter conhecimento de como o cérebro processa a língua ajuda a personalizar as atividades e catalisar aprendizagem.

2. Utilizar elogios e estabelecer bom relacionamento com o aluno, estabelecer rapport (chamar o aluno pelo nome, estabelecer contato visual, sorrir, estabelecer relação amigável, atentar para dúvidas e ter paciência com elas, usar bom humor, etc…).

3. Alunos que precisam se movimentar mais durante uma aula – usar como assistente e dar também um pequeno intervalo para tomar água, para os hiperativos um brinquedinho bem pequeno que não produz som nenhum (tipo bichinho de pelúcia) para acalmar, passar conforto.

4. “Scaffolding” das tarefas e uma forma diferente de apresentação de tarefas, ou seja, utilizar o conhecimento e auxílio de colegas de classe, trabalhos em pares, grupos, etc…

5. Demandar que o aluno produza dentro de sua capacidade de produção. Cada aluno deverá trabalhar dentro de suas possibilidades (isto é inclusão). Não idealizar e sim aceitar que nós professores não estamos na sala de aula para criarmos gênios. Temos que ter MUITA paciência.

6. Kelly Amorim relatou a história de um aluno com baixa cognição aos 9 anos de idade. Como as aulas possuem sempre histórias e músicas, ela sempre solicita a ele, no final da aula, que na próxima aula ele leve uma historinha sobre o que aprendeu e o que lembra da aula. Assim ele vem se mantendo motivado, pois está conseguindo acompanhar a turma, uma vez que está fazendo, à sua própria maneira, um apanhado do que foi aprendido e esse trabalho, em casa, o faz pensar mais e ter mais tempo de contato com o livro e a matéria, além do dever de casa.

7. Apoio emocional em casa e na escola. Isso pode ajudar a superar os traumas de ser um aluno diferente de seus colegas.

8. Personalização, observando quando um aluno se sai melhor em sala, com o que ele se sente mais confortável, se é mais auditivo, sinestésico ou visual.

9. Conversar com o coordenador pedagógico, e uma vez tendo o aluno diagnosticado, estabelecer parceria com os pais com tarefas que sejam a extensão do mundo do aluno em sala de aula e vice-versa.

10. Fazer um pequeno exercício em sala de aula, usando habilidades diferentes.

11. Trabalhar dentro das possibilidades dos alunos, aceitando que não estamos em sala para criar gênios.

12. Valorizar cada habilidade que um aluno demonstrar ter para a leitura e histórias…

13. Incentivar o aluno a sentar-se próximo ao professor.

14. Desenvolver avaliações que ensinem a “olhar a diferença”, e a medir o que o aluno consegue fazer, ao invés daquilo que ele não consegue fazer.

15. Conhecer bastante cada aluno, conversar com eles, e em alguns casos, ter os números de contato da família sempre à mão.

16. Contar histórias pode ajudar disléxicos com leitura/escrita.

17. Trabalhar a consciência da turma em relação a alunos com necessidades especiais. Não se responsabilizar sozinho pela administração da aula, mas compartilhar necessidades também com outros alunos, incentivando a cooperação.

18. Estar atento às dificuldades destes alunos aula após aula.

19. Inclusão requer sensibilização da família, escola, colegas de classe, TODOS devem trabalhar juntos.

20. Usar sensibilidade durante o planejamento e avaliação destes alunos.

21. Em alguns casos será necessário usar tradução e repetição, e levar outras tarefas para manter os outros alunos ocupados enquanto damos atenção ao aluno com necessidades especiais.

22. Pensar em como registrar a aula, e considerar se será necessário falar do conteúdo antes da aula. Identificar se haverá alguém para passar a matéria para o aluno após a aula.

23. Usar gravação de voz para os exercícios em vez de escrita (para tarefas de casa) e também para memorização da pronúncia.

24. Provas podem ser lidas para o aluno, separadamente do restante da turma, em alguns casos.

25. Solicitar o apoio de instituições como associações de classe, e nos cursos de formação. Também, pressionar editoras para fornecer opções para alunos com necessidades visuais.

26. Os pais podem levar alguns materiais para casa, como joguinhos da memória por exemplo.

Links sugeridos pelos participantes: (http://www.conteudoescola.com.br/inclusao/17/68 Necessidades Especiais – Glossário de termos www.conteudoescola.com.br

http://carlysvoice.com/

http://www.profala.com/arteducesp53.htm

http://luz.cpflcultura.com.br/20 http://www.webartigos.com/artigos/a-importancia-dos-conhecimentos-basicos-sobre-o-sistema-cognitivo-cerebral-na-formacao-do-pedagogo/67141/





Mensagem a mensagem: Alunos com necessidades especiais em aulas de inglês: desafios e soluções (26/04)

27 04 2012

Bruno Andrade Olá! Quem esta online?

Valeria Benevolo França Ola gente, prontos para começar?

Giselle Santos presente! ;)

Mila Navarro hello!

Valeria Benevolo França Boa noite Giselle Santos e Mila Navarro

Bruno Andrade Olá Mila e Giselle! Voces já tiveram algum caso de aluno special needs?

Luciana Berner Boat noite

Valeria Benevolo França Talvez possamos começar considerando o que é um aluno com necessidade especial?

Giselle Santos Boa noite !

Aurelio Araujo Boa noite a todos

Valeria Benevolo França Boa noite Luciana Berner

Bruno Andrade Olá Luciana! Welcome aboard!

Valeria Benevolo França Olá Aurelio Araujo

Mila Navarro na nossa filial temos vários alunos com TDAH e dificuldades de aprendizagem

Giselle Santos Bruno como Valeria colocou tão bem, antes de dizer se já tive uma experiência gostaria de fazer uma observação sobre diagnosticar alunos. Acho muito importante que os conceitos não sejam trocados

Vaddie Najman Oi gente!

Giselle Santos e também acho que muitas vezes existe uma confusão generalizada entre comportamento, diagnóstico, rendimento e assim vai.

Valeria Benevolo França Segue uma definição: O educando que apresenta desvio – da média considerada padrão para uma faixa etária determinada, para menos ou para mais – nos aspectos: físico, sensorial e mental.(http://www.conteudoescola.com.br/inclusao/17/68) Concordam com esta visão?

Necessidades Especiais – Glossário de termos www.conteudoescola.com.br

Valeria Benevolo França Boa noite Vaddie Najman

Giselle Santos Boa noite!

Bruno Andrade Sim! Isso eh verdade. Mesmo pq não somos (pelo menos eu não) qualificados para diagnosticarmos os muitos distúrbios de aprendizagem. Os pais são chave importante nesse processo, devendo informar à escola onde seus filhos precisam de mais apoio

Natália Guerreiro Eu já tive, mas foi bem no início da carreira. Eu não sabia nem dar aula feijão com arroz, que dirá ter sensibilidade e buscar conhecimento sobre necessidades especiais.

Raquel de Oliveira boa noite :)

Giselle Santos Sim, Valéria concordo com a visão mas não sei se a prática de sala de aula nos dá segurança para traçar ou identificar essa média, esse foi o motivo que mais me chamou a atenção na discussão de hoje

Mila Navarro difícil é que as vezes os pais escondem/não aceitam que o filho tem difficuldades/necessidades especiais

Natália Guerreiro Boa noite a todos!

Bruno Andrade Hello parceira Raquel!

Aurelio Araujo A meu ver, alunos com necessidades especiais são aqueles que apresentam algum tipo de dificuldade de aprendizado devido a: TDAH, problemas de dicção, bloqueio e rejeição ao aprendizado de uma língua estrangeira (filtro afetivo) e/ou transtornos comportamentais.

Valeria Benevolo França Pois é, acho que já tocamos em um dos pontos fundamentais desta discussão: como saber se o aluno realmente tem uma necessidade especial sem que temos este diálogo aberto com os pais e eles nos informem sobre isso.

Raquel de Oliveira acredito que jpa devo ter tido sim, mas nenhum diagnosticado… este viés é bem sútil

Valeria Benevolo França Isso Mila Navarro sem a cooperação dos pais fica muito difícil de começar o diálogo.

Marília Barreto de Souza Oi Gente! Perdoem o atraso..

Valeria Benevolo França Boa noite Marília Barreto de Souza

Bruno Andrade Pois eh! Acho que sem esse dialogo com os pais, o diagnostico pode ser arriscado e errôneo. Muitos dos distúrbios podem ser confundidos com falta de interesse, bagunça e hiperativismo. E o pior eh que The other way round eh tão perigoso quanto, Valéria..

Aurelio Araujo Neste semestre, estou a lidar com a seguinte situação: um aluno com hiperatividade diagnosticada e que toma medicamentos controlados. Além disso, ele apresenta dificuldades de socialização, e tem comportamentos agressivos.
Não só isso, na mesma turma tenho um aluno que eu desconfio ser hiperativo, é extremamente indisciplinado e age como um ‘negative leader’ em sala de aula.

Valeria Benevolo França Voltando ao ponto da Natália Guerreiro, como lidar com a questão da inclusão já que em nosso campo raramente estudamos isso na universidade?

Raquel de Oliveira qual deve ser nossa postura qd os pais não são abertos ao diálogo?

Carminha Pimentel Boa noite. Ao conversar com uma mãe semana passada fiquei sabendo que meu aluno que conversa a aula inteirinha toma remédio para controlar o problema. Alguém sabe me dizer se conversar muito, o tempo todo é um sintoma?

Mila Navarro alguem tem experiencia com alunos com baixo nível de cognição? Como ajudar?

Bruno Andrade Olá Marilia!!! Que bom ter vc aqui! Lets share!

Raquel de Oliveira ‎Bruno Andrade, ressaltar q o diagnóstico não é nosso…

Giselle Santos o que observo e tenho lido sobre o assunto é uma avalanche diagnósticos desencontrados, afinal a responsabilidade deixa de ser dos pais, educadores e passa ser médica isto é, mais facil medicar do que lidar com problemas que possam nem passar pelo aluno, Exemplo aluno apatico e disruptive por brigas constantes dos pais, masi facil dizer que a criança está com problemas do que aceitar um fracasso no casamento.

Valeria Benevolo França ‎Aurelio Araujo você levanta um ponto interessante, mesmo com o diagnóstico, como fica o papel do professor diante do desafio. A quem pedimos uma apoio?

Luciana Berner Oi Raquel de Oliveira. E qd os pais ate informam, mas proíbem vc de falar sobre o assunto c o aluno e não querem concessões ou adaptações p ele?

Marília Barreto de Souza Pois é, Valéria, quando você diz ” … como saber se o aluno realmente tem uma necessidade especial sem que temos este diálogo aberto com os pais e eles nos informem sobre isso”, fico confusa, porque fui orientada a jamais levantar suspeita. Os pais é que devem vir a nós, professores, e informar o problema, …

Raquel de Oliveira ‎Marília Barreto de Souza e Luciana Berner colocaram pontos relevantes…

Marília Barreto de Souza É isso mesmo, Giselle. Infelizmente, hoje é muito mais fácil medicalizar a educação. Afinal, educar dá muito trabalho … (se você quer tentar fazer um trabalho sério com o seu filho/aluno)

Luciana Berner ‎Marília Barreto de Souza minha experiência (1 caso na família e outro c amigos) o diagnostico so foi procurado depois da intervencão do professor. Os pais nao tinham “percebido”. Como fica esta orientação nestes casos? Eu tb sempre ouvi q não podemos levantar suspeita.

Valeria Benevolo França Sim Marília Barreto de Souza, nós devemos sempre esperar os pais conversarem com agente…porém, as vezes identificamos uma dificuldade com que o aluno lida com certas coisas na sala de aula, e como pedagogos vamos ter que encontrar soluções pedagógicas. É claro, que com o diálogo, ficaria mais fácil encontrar a solução ou trabalhar com os pais, ao contrário, temos que adequar as necessidades daquele aluno, como faríamos com qualquer aluno…

Aurelio Araujo ‎Valeria, eu sinto-me às vezes como cego em tiroteio, pois tenho que gerenciar uma sala de aula, delegar tarefas, seguir (ou não e adaptar) o plano de aula, lidar com alunos ‘disruptive’, monitorar os demais alunos, e ainda zelar pela integridade deste aluno em específico.

Valeria Benevolo França Acho Luciana Berner que uma fala nossa, se os pais não suspeitam e não queremos tocar primeiro no assunto é perguntar: “E na escola, como anda o trabalho do aluno?”

Giselle Santos diante de um diagnóstico acho que o professor deve acima de tudo procurar tb uma ajuda profissional, validada pela instituição onde trabalha para que todo um trabalho sério e consistente possa ser feito, até mesmo prq alguns pais podem não saber como lidar com um diagnóstico que muitas vezes parece uma sentença de fracasso para o aluno

Bruno Andrade Ótimo ponto, Marília Barreto de Souza! Medicalizar a educação não tem que ser a solução. Muito se fala de educação inclusiva, mas pouco se faz a respeito. Há de haver, principal,e

Aurelio Araujo ‎Carminha, esse tipo de comportamento pode ser um sintoma de hiperatividade ou também uma forma que o aluno tem de chamar a atenção para si mesmo. Talvez este aluno possa te ajudar a entendê-lo se você tiver uma conversa informal com ele após a aula.

Bruno Andrade ‎…, principalmente um dialogo franco e aberto com os pais do aluno e um suporte muito intenso da instituição a esse professor. De contrario, não na inclusão

Marília Barreto de Souza Quanto ao apoio, ele existe sim, Valéria, só que é outro ‘campo minado!!!

Aurelio Araujo ‎Bruno, concordo com você e Marília ao dizer que não devemos “medicalizar” a situação. Por outro lado, tantos têm sido os problemas que fica um tanto difícil garantir que o ensino/aprendizado de inglês transcorra sem problemas para professores e alunos…

Marília Barreto de Souza Envolve não apenas o professor, mas toda a instituição, a empresa

Kelly Amorim boa noite!! desculpem o atraso e as constantes faltas, mas esse semestre está tirando o melhor de mim :)

Mila Navarro acho que, al[em de tudo, temos que ter muita paciência e compreensão e sempre experimentar novas técnicas

Aurelio Araujo Além disso, há pais que preferem não perceber que o filho apresenta dificuldades.

Giselle Santos ‎Bruno Andrade a educação inclusiva infelizmente não é tangível dentro do padrões de sala de aula de uma escola dita comum, estamos falando de salas cheias, com condições nem sempre favoráveis

Mila Navarro o nosso tempo com o aluno também é muito limitado e progresso é as vezes lento

Bruno Andrade Sim, Giselle Santos - mas aí são os muitos desafios que nos como professores passamos na nossa carreira… I guess it comes with the territory, although some might prefer to neglect them

Maria Xavier Olá pessoal, desculpe o atraso, mas levo um tempo pra chegar em casa…

Kelly Amorim Gostaria de colocar aqui um caso que estou lidando com esse semestre: Tenho um aluno na idade de 8 anos que começou o curso esse ano. Logo de início a mãe me informou do problema de dicção que o aluno tem, até mesmo para o Português (não sei se o caso entra como especial). Desde de o início venho trabalho de forma diferente com ele e semana passada e mãe me trouxe um feedback de que o aluno está melhorando a fala desde que começou no curso.

Valeria Benevolo França Sim, a paciência é fundamental. Bom, mas vamos agora pensar em o que podemos de fato fazer, tem técnicas ou dicas que cada um já tenha experimentado? Por exemplo: uma criança que precise se movimentar mais durante a aula, este não pode passar a ser o seu “assistant”? Isso ajuda?

Aurelio Araujo Concordo plenamente com você, Mila. O nosso tempo com o aluno é limitado e um tanto corrido para identificarmos problemas e pensarmos em soluções para lidar com o aluno e, às vezes, com a família do mesmo.

Marília Barreto de Souza Quanto ao comentário da Mila, o aluno de baixa cognição é capaz de aprender, sim, desde que tenhamos um atendimento diferenciado e individualizado. Ele tem um aprendizado mais lento, mas aprende.

Vaddie Najman e temos que achar/procurar estratégias para inclui e envolver esses crianças – discover their strengths and weaknesses – multiple intelligences etc.

Aurelio Araujo Alguém poderia me dar uma ajuda sobre como lidar com esse meu aluno que tem TDAH e dificuldades de socialização? É um garoto de 12 anos, que tem bom domínio do inglês e que evita ao máximo participar das aulas.

Giselle Santos Mila tocou em outro ponto crucial, um aluno que vem de outras atividades, varias vezes sem almoçar e com poucas horas de sono pode ser facilmente considerado com algum déficit de atenção

Mila Navarro ser ‘assistant’ ajuda sim, também como um mini-intervalo p/tomar água, para os hiperativos um briquedinho bem pequeno que não produz som nenhum (tipo bichinho de pelúcia) p/acalmar, passar conforto..

Marília Barreto de Souza Sim, Aurélio, mas se fizermos um trabalho conjunto, creio que conseguiremos minimizar os problemas. Por isso, estamos aqui, certo?

Maria Xavier Olá, tenho um caso diferente este semestre. Uma aluna de nível básico foi diagnosticada há 2 anos (ela hoje tem 18 anos) com um tumor que faz com que ela tenha crises de ausência, não consegue abstrair e tem muita dificuldade. Nunca tinha tido uma aluna com esse perfil. A mãe não quis que levássemos para o dpto de special needs.

Bruno Andrade Bem vinda querida Maria Xavier

Aurelio Araujo Concordo, Marília.

Natália Guerreiro sinceramente, alunos de baixa cognição para mim não combinam com syllabi apertadíssimos, prova com o conteúdo todo, horário mínimo de aula, prof com horários cheios… acho q é responsabilidade da instituição de oferecer opção q ñ o mainstream q vai atropelar o aluno.

Valeria Benevolo França Isso, acho que um aluno com uma cognição diferenciada vai precisar de “scaffolding” das tarefas e uma forma diferente de apresentarmos os trabalhos…e acredito muito que exigimos que o aluno produza dentro de sua capacidade de produção…alias, isso é o que desejamos de todos alunos…cada um trabalhando dentro de suas possibilidades..que nunca vai ser a mesma para todos os alunos na sala, não é? Será que a inclusão não é sobre isso? Ou isso é uma fala muito idealizada?

Marília Barreto de Souza Aí você toca na ferida, Natália. Tenho um grupo bem fraquinho. Eu consigo ajudá-los a prender, mas não no ritmo que o curso exige.

Marília Barreto de Souza Ofereci-me para fazer provas diferenciadas, mas PRECISO usar os testes pronto que a escola oferece. Logo, tenho que ‘encaixá-los’ no curso, e não o contrário, que seria o ideal, …

Natália Guerreiro acho um pouco idealizada, sim. infelizmente, as condições de trab na maior parte dos cursos ñ me parecem permitir mta acomodação às necessidades do aluno. já acho isso para alunos sem necessidades especiais, q dirá estes e ainda por cima com profs despreparados para isso (eu inclusa aí!).

Kelly Amorim Tenho um aluno com baixa cognição na idade de 9 anos. Como as aulas possuem sempre histórias e músicas, sempre solicito a ele, no fim da aula, que na próxima aula me traga uma historinha sobre o que aprendeu e o que lembra da aula. Assim ele vem se mantendo motivado, pois está conseguindo acompanhar a turma, uma vez que está fazendo, do jeitinho dele, um apanhado do que foi aprendido e esse trabalho em casa o faz pensar mais e ter mais tempo de contato com o livro e a matéria, além do dever de casa.

Mila Navarro ‎Marília, tenho o mesmo problema e por enquanto consigo lidar com a turminha mas me preocupo com o próximo semestre. O rítimo deles é muito lento.

Raquel de Oliveira a avaliação para alunos com special needs deve ser diferente?

Bruno Andrade As técnicas sempre ajudam! Mas acima disso,Valeria Benevolo França acredito que o aluno especial precisa de muito apoio emocional. Tanto em casa quanto na escola. Isso vai ajudar a superar os traumas de ser um aluno “diferente” de seus colegas

Bruno Andrade Usei “diferente” entre aspas pois acho que assim que um aluno especial deve se sentir

Valeria Benevolo França Sim, concordo Natália. Mas nestes casos temos que trabalhar as expectativas de forma diferente. Ai que torna o desafio de nosso trabalho, encontrar uma forma de envolver este aluno, mas ainda dirigindo nosso trabalho com os outros.

Maria Xavier O complicado é que , quanto mais esses alunos vão avançando no curso, mais difícil fica (ao menos pra mim) dar uma atenção tão individualizada. Essa minha aluna, por exemplo, precisa muito de tradução, mas como ela já está no YEX3, eu tb não posso ir tão longe com isso…

Kelly Amorim ‎Valeria Benevolo França concordo plenamente com você. “Trabalhar dentro das possibilidades dos alunos” não é idealizar e sim aceitar que nós professores não estamos na sala de aula para criarmos gênios. Temos que ter paciência para que o conteúdo seja apreendido. Tenho alunos que acompanho a alguns semestres e alguns demoram mais de um para aprender algo específico, mas, eventualmente aprende.

Bruno Andrade E como vc procede, Maria Xavier? Fico receoso quanto aos outros alunos também

Maria Xavier Raquel, acho que as avaliações precisam ser diferentes como um todo, acho que atualmente poucas escolas estão preparadas para receber estes alunos.

Raquel de Oliveira personalização ajuda… observar qd o aluno se sai melhor em sala, com o que ele se sente mais confortável… se é mais auditivo, cinestésico ou visual… conversar com o cooordenador pedagógigo, e uma vez o aluno diagnosticado, estabelecer parceria com os pais com tarefas que sejam a extensão do mundo do aluno em sala de aula e vice-versa…

Maria Xavier Acho que as avaliações precisam ensinar a “olhar para a diferença”

Valeria Benevolo França Gente, está difícil responder a todos, mas vou tentar. Maria Xavier já tive um caso como o seu, só que era adulta e além de ausência, eram convulsões epiléticas em sala de aula…

Bruno Andrade ‎(…)Também… Já tive uma turma que reclamava da lentidão da aula que favorecia um aluno com necessidade especial. O que fazer?

Valeria Benevolo França Conversando muito com ela sobre os sintomas eu comecei a identificar os dias quando ela iria ter uma convulsão e assim já estava preparada com os contatos dela de família etc. A aula tinha um passo diferente e eu tinha a compreensão dos colegas…trabalhamos 2 anos assim. Ela se formou.

Raquel de Oliveira ‎Maria Xavier, eu fui diagnosticado com dislexia quando eu tinha 9 anos, e ainda não sabia ler … lembro de como foi mágico o momento que uma professora me abriu o mundo de leitura/escrita através de contação da histórias…

Mila Navarro ‎Bruno , eu também tve uma turma assim depois de muitas conversas os outros entenderam a situação e aprenderam a lidar com a situação. (foi uma turma de adultos)

Kelly Amorim Já tive esse caso também Bruno Andrade … quando ocorreu eu acelerei o andamento da aula e quando percebia que o aluno não estava acompanhando esperava um tempo de exercícios para me aproximar e ajudá-lo na mesa dele.

Maria Xavier Sim Valeria Benevolo França, a mãe me disse que ela tb tem as crises, mas esse semestre, até agora, graças a Deus, ainda não aconteceu nada… Estou sendo muito sincera pessoal, eu não sei muito o que fazer… a mãe é excelente, mas eu não sei como ela aprende, não consigo me colocar no lugar da aluna…

Jossely Oliveira Acho que o professor não pode se responsabilizar sozinho por administrar o ambiente de sala de aula com um aluno especial. Acho que deve-se compartilhar com o resto da turma, no sentido de se criar e incentivar a cooperação nesse processo.

Valeria Benevolo França Gente, cada um tem um passo de aprendizagem e acho que as vezes precisamos fazer um pequeno exercício em sala, usando habilidades diferentes para mostrar como cada um tem um talento para uma habilidade diferente….e Kelly Amorim está super certa dizendo que valoriza as habilidades que o aluno dele demonstrar ter para a leitura e histórias…o foco é no aluno, isso é que é a inclusão.

Kelly Amorim As vezes, não estou generalizando, mas, às vezes, colocar o aluno perto de você e falar mais próximo também ajuda nos casos de alunos que não conseguem acompanhar o ritmo da aula.

Natália Guerreiro eu tive dois casos. uma era uma mulher adulta de pouquíssimo estudo (o q em si já dificultava pq o material pressupunha um certo nível de cultura letrada, por assim dizer) que tinha uma deficiência que só a permitia enxergar de cabeça pra baixo. ela escrevia assim e da direita para esquerda. como ela tinha vergonha, usava o livro normal (para ninguém sabre) e não aceitava q eu escrevesse diferente no quadro para ela. era minha 1a experiência como profa e eu não consegui ensinar sequer o verbo to be para a turma, ela inclusa.

Giselle Santos eu tive uma aluna narcoleptica, e devo confessar que era bem difícil lidar com a situação

Mila Navarro acho que PRAISE é uma das melhores técnicas nestas situações, junto com rapport

Marília Barreto de Souza É muito difícil falar de inclusão quando não estamos preparados para a mesma. A inclusão requer sensibilização da família, escola, colegas de classe, e todos, TODAS as esferas da vida do aluno trabalhando juntas. Parece meio utópico não? Mas, é possível, Galera. Só dá um pouquinho mais de trabalho.

Maria Xavier ‎Giselle Santos, o que é isso?

Marília Barreto de Souza Não existe receita de bolo. Existe o cuidado da observação, a sensibilidade no planejamento e avaliação, e o respeito às diferenças de cada um

Raquel de Oliveira Inclusão já implica que alguém estava a margem… Ao ser carimbada pelo professor e pelos pais, a criança desenvolveria uma equivocada noção de si e passaria a se ver como incapaz de avançar?

Bruno Andrade Pois eh! O que fiz foi o que faço com fast finishers, else acabavam antes dela então eu dava uma atenção especial como leitura em conjunto, tradução e repetição, enquanto os outros faziam uma bateria de quizzes ou exercícios num handout

Valeria Benevolo França Acho também que além de pensar onde este aluno pode sentar em sala, podemos pensar, como será feito o registro da aula? Iremos falar do conteúdo com o aluno antes da aula? Tem alguem para passar parte da matéria depois com o aluno? Podemos usar a gravação de voz para os exercícios em vez de a escrita para registro de dever? As provas podem ser lidas para o aluno em vez de o aluno fazer em sala com os outros colegas? O laudo pode ter mais tempo de prova? São tantas possibilidades, que acho que isso rende uma discussão rica também.

Kelly Amorim A Maria Xavier levantou uma questão muito importante…o que me me preocupa, muitas vezes, é o esforço feito pelo professor e pelo aluno durante as aulas, e chegar na avaliação todos serem tratados iguais.

Giselle Santos a aluna tb tinha ausencias, na verdade ela caia em sono profundo por minutos, ou segundos e muitas vezes durante a própria fala

Valeria Benevolo França Mas Kelly Amorim e Maria Xavier eu não sei se a avaliação pode ser igual não….tem que ser algo que mostre a capacidade deste aluno e não o que ele/ela não consegue fazer.

Giselle Santos e outros tipos de necessidades especiais, as visuais, auditivas e de locomoção?

Raquel de Oliveira A discriminação é muito pior do que qualquer distúrbio porque destrói o interesse da criança pelo aprender. Reverter esse quadro é um longo trabalho… Estamos capacitados para tal? Como?

Maria Xavier Pessoal, na pós estou tendo aulas com o Prof. Antonio Borges, o criador do DosVox (programa que auxilia cegos para usar o computador). Ele defende umas idéias bem interessantes, ele acha que a inclusão só é possível se todo o sistema for reformulado, e que isso parte por ensinar , desde sempre, a conviver com as diferenças. Ele não acredita muito no sistema de avaliação atual (provas), mas ele defende uma mudança TOTAL no sistema de educação.

Marília Barreto de Souza Praise é um excelente caminho mesmo. Além de trabalhar constantemente a auto-estima destes alunos.

Mila Navarro todas as sugestões da Valeria são valiosas, tenho usado gravações de pronuncia com um aluno (ele usa o celular) e está produzindo resultados – pequenas melhoras na pronuncia, memorização…

Kelly Amorim Pois é Valeria Benevolo França, eu concordo. Mas, aonde fica isso em uma prova de multipla escolha?

Marília Barreto de Souza Uma característica marcante de alunos especiais é a baixa estima.

Maria Xavier Vou mostrar pra ele nossa discussion e pedir a ele uma opinião. Ele é super acessível, vai gostar.

Natália Guerreiro sinto um despreparo total meu (o q já ñ é prob pq hj trab num contexto em q essas deficiências não existem). mas tenho pra mim q mts colegas professores sentem o mesmo.

Valeria Benevolo França Teve um semestre quando tive dois cadeirantes em minha sala de aula…foi uma experiência maravilhosa. Mudou totalmente minha dinâmica em sala de aula e eu aprendi muito

Kelly Amorim Não acredito que provas objetivas nos ajudem no campo de avaliar o que o aluno é capaz ou não.

Bruno Andrade dica: SUPR@ISE them! :-)

Teresa Gomes de Carvalho Olá para todos! Sem a participação da família neste processo, dificilmente haverá inclusão no sentido do aprendizado. É logico que o aluno estará incluido, mas ele precisa de apoio em casa também. A gente percebe quando a familia está dando o apoio necessario qdo ele chega no horario, traz os deveres feitos, traz o material, etc.

Raquel de Oliveira Os livros didáticos atuais são TODOS calcados no paradigma visual… Mesmo que passados para Braile, como se fazer entender uma frase como: a luz atravessou a grade da janela e desenhou uma sombra de zebra no chão da sala…? E td a exploitation que há via figuras?

Valeria Benevolo França Concordo Natália Guerreiro e temos um grande caminho pela frente mesmo, mas acho que enquanto discutimos isso e vemos que cada vez mais todos nós temos pelo menos 1 aluno com necessidade especial quem sabe podemos começar a solicitar mais apoio pelas nossas instituições, pelas nossas Associações (Braz-Tesol) e nos cursos de formação também.

Natália Guerreiro sim, sim, Valeria Benevolo França. não estava querendo ser negativa, não. é que a Raquel de Oliveira perguntou se estávamos capacitados. mas, realmente, qd eu cursei a faculdade, nem se mencionava o tema. discussões como esta, só por existirem, já mostram um grande avanço.

Valeria Benevolo França Sim Raquel de Oliveira bom ponto, e num mundo cada vez mais visual isso nos leva a refletir como será a inclusão de uma pessoa com visão reduzida na vida em geral…mas será que o potencial da voz e audio não passa a ser uma saída? Precisamos é colocar pressão em editoras para ter opções para alunos com necessidades visuais.

Natália Guerreiro e estou aprendendo mto com as técnicas listadas aqui. eu nunca as cogitaria. (aliás, podemos um dia discutir sb superdotados. acho q o assunto é parecido e complicado tb.)

Marília Barreto de Souza Bem, se me permitem, poderíamos ouvir a opinião de quem vive isso na pele. Trabalho com alguns professores que têm deficiência, e são excelentes profissionais. Talvez eles possam facilitar o entendimento de nossos alunos

Mila Navarro o que ajuda muito não é somente a conversa com os pais, mas também ‘as tarefinhas para os pais’ – passo algumas atividades pra casa – tipo os pais levam pra casa o jogo de memória que foi usada na sala de aula e eu ensino como brincar

Raquel de Oliveira com certeza, Valeria Benevolo França… na Puc-Rio, discutíamos com Barbara Hemais formais multimodais de operacionalizarmos os materias pedagógicos…

Valeria Benevolo França Muioto bom ponto Natália Guerreiro, necessidade especial inclui o aluno que faz tudo super rápido e acha tudo fácil. Este também muitas vezes gera dificuldades de comportamento em sala por terminar tudo muito antes dos outros e se distrair totalmente.

Gustavo Barcellos Gente, entrei agora e não li o que foi escrito, mas já falaram sobre alunos com necessidades especiais auditivas?

Bruno Andrade Ótima idéia Marília Barreto de Souza exemplos são sempre bem vindos

Natália Guerreiro ainda não, Gustavo Barcellos.

Raquel de Oliveira e quando eu trabalha em Editoras, que não era de didáticos, meu Editor sempre falava: Ah Raquel… libera estes direitos autorais para Braile, eles não vão entender nada mesmo nas escolas… Isto mexeu tanto comigo que resolvi estudar Psicolinguística… Me sentia numa mescla de impotente e covarde naquele momento, sabe, Natália Guerreiro?

Valeria Benevolo França Adorei sua idéia Marília Barreto de Souza, alias,t alvez eles possam nos ajudar em nossa discussão. Nada como ter o outro lado da moeda. Tem uma moça americana, Carly, que é severamente autista e precisam ver como ela descreve as dificuldades que tem. Ler sobre isso me ajudou muito entender isto: http://carlysvoice.com/

Carly’s Voice | Order yours today!

Natália Guerreiro eu não entendi direito o q seu editor falava,Raquel de Oliveira

Shirley Rodrigues Oi gente!! cheguei no fim… better late than never… traffic jam ¬¬

Valeria Benevolo França Como estamos chegando quase ao fim, vou postar alguns links que possam ajudar, mas quem tiver mais outro link, nos passa e vamos colocar no blog:http://www.profala.com/arteducesp53.htm

ProFala.com – Site Especializado em Terapias de Reabilitação

www.profala.com

Marília Barreto de Souza Isso aí, valéria. A ideia é essa mesmo: “beber da água da fonte”.A professora Beth Canejo fez Mestrado comigo. É totalmente cega e trabalha através do Dos Vox. Já assisti a algumas aulas dela, e as pessoas não acreditam se tratar de uma pessoas cega.

Raquel de Oliveira ela dizia que não importava se o livro seria liberado para Braile ou não, pq os leitores nao iriam entender mesmo, sabe? Natália Guerreiro

Natália Guerreiro há comediantes de stand-up com deficiências tb. já vi autista e deficiente físico. estou pensando aqui q trabalhar vídeos com esses profissionais pode ajudar a turma a ver o lado do colega e se envolver.

Shirley Rodrigues vou ler os posts e ficar meio q lurking ;) espero q de tempo de colaborar

Natália Guerreiro ah tá, que triste, Raquel de Oliveira. :(

Gustavo Barcellos Tive uma aluna que era 100% surda. E descobri isso pq vi o aparelho no ouvido dela.

Maria Xavier como faço pra enviar um material pro blog?

Raquel de Oliveira O professor é quase um terapeuta da linguagem… ter conhecimento de como o cérebro processa a língua ajuda a personalizar as atividades e catalisar aprendizagem. Ressalto: não é nosso papel diagnosticar, mas nossa responsabilidade encontrar novas formas do aluno ler o mundo, e se expressar…

Valeria Benevolo França Pode mandar para mim via e-mail ou message me no Facebook Maria Xavier

Valeria Benevolo França Acredito que nem chegamos na metade do caminho, mas vamos tentar chegar a um consenso. 1) Hoje ter um aluno com necessidade especial já faz parte da rotina, mas como professores isso não faz parte ainda de nosso treinamento. Não nos sentimos equipados. Concordam?

Marília Barreto de Souza Entendo que é hora de pararmos por hoje. Mas, creio que o papo de hoje foi apenas ‘uma provinha’ do que podemos trocar e aprender. Poderíamos voltar ao assunto tão logo possível, pois tenho a impressão de que o numero de alunos especiais vem aumentando nos últimos anos.

Marília Barreto de Souza SIM!!

Natália Guerreiro concordo com o ponto 1, Valeria Benevolo França

Marília Barreto de Souza Não estamos equipados at all!

Natália Guerreiro ai, eu queria compartilhar um artigo q outro dia linkei aqui (qd uma profa pediu material), mas quem diz q acho agora? =(

Valeria Benevolo França ‎2) Precisamos sempre do apoio da escola, dos pais e tentar estabelecer um diálogo, sempre escutando primeiro e depois buscando soluções pedagógicas criativas, inovadoras e que realmente fazem estes alunos se sentirem incluídos na sala de aula.

Bruno Andrade Queridos, nossa discussão vem chegando ao fim! Aprendi bastante! Precisamos, porém, de um voluntário para escrever um resumo desse rico chat. Quem se habilita?

Gustavo Barcellos Concordo com a Marília. E concordo com a Valéria quando diz que não nos sentimos equipados.

Maria Xavier ‎Valeria Benevolo França, acho que treinamento é bacana, mas nós temos que organizar estas informações aqui e o que mais surgir, registrar mesmo…

Maria Xavier ‎Bruno Andrade, conte comigo!

Raquel de Oliveira concordo, Valeria Benevolo França!! 1 – Faculdades pouco exploram a área de Linguagem E Cognição aplicada ao ensino; 2 – Editoras ainda não se coçaram para este mercado editorial… E há demanda e verba do governo. 3 – Os pais ainda não estão abertos ao diálogo e os professores se sentindo um “faz-tudo-ao-mesmo-tempo” pode ou se sentir salvador da pátria ou um fracasso ( e ambos extremos são perigosos)

Raquel de Oliveira Super obrigada Maria Xavier :)

Shirley Rodrigues Gente, é muito post! Então vou relatar aki minhas experiências, pq vô te contar – já tive vários casos diagnosticados mesmo!! Lá vai meu muro das lamentações: SURDEZ, TDAH, e , sinceramente, o mais difícil de todos um SUPERDOTADO! (sim, eles são considerados necessidades especiais) ;)

Maria Xavier Isso super me interessa, pq estou tendo essa matéria lá no Fundão este mês mesmo… veio a calhar!! ;)

Raquel de Oliveira E nós: somos professores especiais? #vivaapluralidadedalíngua

Henrick Oprea Mil desculpas… Só agora consegui chegar… :(

Mila Navarro only you, Raquel de Oliveira, to end this discussion (for now) :-)

Natália Guerreiro um vídeo sobre dislexiahttp://www.youtube.com/watch?v=Ojt_WgVxqKY&feature=youtu.be

Raquel de Oliveira O fato é que cada ser humano é único, cheio de sutilezas e tem uma intrincada e singular forma de observar e interagir com o mundo… Viva as diferenças :)

Jossely Oliveira Parabéns, professores! Minha primeira vez no chat, comentei 1 vez só, dei vários likes e saio com um monte de coisas pra pensar a respeito!

Teresa Gomes de Carvalho O maior desafio no meu contexto consiste em atender o aluno e todos os demais alunos em suas individualidades, necessidades (especiais ou não) em turmas de quase 20 crianças, algumas com problemas sérios de disciplina em 1 hora ou um pouco mais de aula com conteúdo para passar 2 vezes por semana. É possível? Sim, mas muitas vezes frustrante também e não vejo isso com pessimismo, mas sim como um desafio a ser vencido no dia-a-dia.4 minutes ago ·

Valeria Benevolo França Vamos ter que terminar por aqui. Agradeço muito a presença de todos, e vamos via o nosso blog do #BReltchat levar este assunto adiante. Logo mais vou subir a discussão para o blog e depois teremos um resumo. Vamos ver se convidamos especialistas para conversar com agente via o blog. Boa noite a todos.

Maria Xavier ‎Raquel de Oliveira, chego a me perguntar se todos nós, de alguma forma, não temos “necessidades especiais”… quando falamos em múltiplas inteligências, não lidamos com a pluralidade?

Natália Guerreiro por isso q o desafio não pode ser só nosso. precisamos de apoio da instituição (inclusive de repente prof assistente!), dos pais, etc.

Valeria Benevolo França Obrigada por participar Joselly Oliveira.

Jossely Oliveira Prazer foi todo meu, Valeria Benevolo França! :)

Valeria Benevolo França Nosso blog é: http://breltchat.wordpress.com/

Shirley Rodrigues Concordo muito gente: nos casos que eu já vivenciei, tive uma psicologa/psicopedagoga na filial que entrevistou e ,me deu algumas dicas, no caso do TDAH. No caso de SURDEZ, a mãe era muito acessível e conversou comigo e ate´o aparelho q o menino se negava a usar conseguimos convencê-lo a usar! Mas, o que eu tinha eram “dicas”, muita boa vontade, apoio de meus gestores/ coordenadores na época, parceria dos pais e muito, mas, MUITO amor pelo ser humano MESMO!!! ;)

Raquel de Oliveira ‎Maria Xavier, exato…Em outras palavras, todos os estudantes apresentam afinidade com diferentes linguagens. Titio Gardner já dizia isto desde há algumas décadas, né?

Bruno Andrade O resumo dessa semana fica com a Maria. Obrigado Maria Xavier - se precisar desajuda

Marília Barreto de Souza Claro que somo especiais. Não sou radical como a Claudia Werneck em seu livro “Você é gente?”, masé por aí mesmo. Somos únicos e especias à nossa maneira. É isso que faz o trabalho com o ser humano fascinante. Desafio constante.

Shirley Rodrigues Tudo foi feito a custa de seguir as dicas, diagnósticos e conselhos e, acima de tudo, a intuição!

Bruno Andrade De ajuda, procure-me ou Valeria Benevolo Françaou Raquel de Oliveira :-)

Raquel de Oliveira ‎Valeria Benevolo França, Bruno Andrade,Henrick Oprea: obrigada por mais esta chance de interação e aprendizagem!!

Maria Xavier pode deixar, Bruno Andrade, qq coisa “grito”…;P

Marília Barreto de Souza Intuição e … afeto. Como dizia Wallon.

Raquel de Oliveira A todos que participaram do nosso BRELTCHAT de hoje… meu muito obrigada tb! Como sugestão, que tal coletarmos depoimentos de professores e catalogarmos cases de sucesso?

Raquel de Oliveira Dar aulas com olhos de açúcar…

Kelly Amorim Esse semestre tenho uma turma de Junior C com 19 alunos entre 8 e 10 anos. Como vocês podem imaginar é uma turma repleta de casos especiais, do aluno “lento” ao aluno “agitado” demais. Essa turma apresentava sérios problemas de comportamento, uma vez que as diferenças o afastavam. Resolvi trabalhar de forma diferente. Cada um tem sua responsabilidade consigo e com um colega. Assim misturei os alunos espertos que acabavam rápido com os alunos que tem mais dificuldades. Eles devem trabalhar juntos, um ajudando o outro e isso tem dado muito certo. Eles usam mais o inglês para se comunicarem e ficam motivados, quase que ensinando a matéria “over and over again” ao amigo que ainda não aprendeu.

Teresa Gomes de Carvalho Qual é mesmo o nome daquele filme de animação que trata da sindrome de Asperger? muito bom mesmo para nos professores e alunos.

Gustavo Barcellos Boa noite a todos.

Jossely Oliveira ‎Teresa Gomes de Carvalho: Mary & Max

Maria Xavier Obrigada pela oportunidade, pessoal! boa noite!

Marília Barreto de Souza Boa noite. Muito obrigada pelo papo. Amei!

Kelly Amorim Boa noite pessoal! A discussão de hoje foi maravilhosa! Muito feliz por ter conseguido participar novamente! :)

Raquel de Oliveira ‎Teresa Gomes de Carvalho… eu aaaaaaaaamo aquela animação… Mary and Max :-)  http://www.youtube.com/watch?v=KPULUwu0Wm8

Shirley Rodrigues Muro das lamentações – para finalizar: (^^) -> o pior caso é ter um “necessidades especiais as avessas” (como eu costumava chamar um aluno superdotado, porque os pais chegam com uma pose de que vc está com a reencarnação de Einstein em ..

Shirley Rodrigues boa noite a todos!

Shirley Rodrigues bjks

Giselle Santos boa noite, sorry tive que me ausentar para atender um telefonema de família

Giselle Santos mas achei muito proveistoso. Bjs

Raquel de Oliveira http://luz.cpflcultura.com.br/20 > O cérebro e as novas subjetividades no mundo contemporâneo
Existe um espaço para os diferentes na sociedade

Raquel de Oliveira A IMPORTÂNCIA DOS CONHECIMENTOS BÁSICOS SOBRE O SISTEMA COGNITIVO CEREBRAL NA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO
http://www.webartigos.com/artigos/a-importancia-dos-conhecimentos-basicos-sobre-o-sistema-cognitivo-cerebral-na-formacao-do-pedagogo/67141/�(?itf�O� `� y:”Times New Roman”;mso-fareast-language:PT-BR’> Isso aí, valéria. A ideia é essa mesmo: “beber da água da fonte”.A professora Beth Canejo fez Mestrado comigo. É totalmente cega e trabalha através do Dos Vox. Já assisti a algumas aulas dela, e as pessoas não acreditam se tratar de uma pessoas cega.






Resumo do chat (12/04) – Personalização: ideias para aula se tornar menos impessoal

18 04 2012

O resumo do chat do dia 12/04 foi escrito pela professora Natália Gurreiro. O Twitter handle dela é: @ncguerreiro. Muito obrigada a Natália por escrever este resumo.

—————————————————————————————-

O que é personalização?

  • Atender as necessidades do aluno de forma prazerosa e eficaz.
  • Dar oportunidade de o aluno se expressar em atividades comunicativas.
  • Engajar o aluno no aprendizado.
  • Uma ferramenta para aprendizado, não um fim em si mesmo.
  • Mais do que uma forma de praticar a língua, pode ser uma contextualização de todo o aprendizado. É uma possibilidade para qualquer momento da aula, não apenas no final (como seria no PPP).
  • Uma abordagem para toda a aula, mais ou menos profundamente em alguns momentos.
  • Instrução diferenciada: tocar cada aluno individualmente.

Pontos positivos

  • Promove melhor relacionamento professor-aluno e aluno-aluno.
  • Mostra a relevância do item ensinado, portanto motiva a aprender.
  • Adota uma abordagem mais humanista.
  • Mostra ao aluno que ele como indivíduo importa na sala de aula.

Problemas a se pensar

  • Syllabus ditado pelo livro, avaliações padronizadas e cronograma apertado atrapalham a personalizar.
  • Em turmas heterogêneas, não é possível personalizar para todos. Havendo mais que um aluno, com certeza já será necessária alguma negociação.
  • Alunos podem sentir como invasão de privacidade, sobretudo quando tímidos ou de outras culturas.
  • Professor pode cair no papel de terapeuta.
  • Aluno ser intolerante quanto à preferência/fala de outro.
  • Alunos podem demonstrar crenças de aprendizado muito distintas da abordagem do professor/curso.
  • Alunos podem expressar algo traumático, que deixe todos em silêncio.
  • Será que personalização de fato favorece a aquisição?

Como fazer

a)      Demonstrar interesse genuíno no conteúdo do que o aluno fala/escreve (ex.: usar follow-up questions e não simplesmente passar para o próximo aluno) e evitar responder só à forma.
b)      Usar exercícios como “describe your house”, em que o aluno usa a língua para falar de sua realidade.
c)       Aproveitar o material do livro (como um texto) e fazer uma pré-tarefa que, já servindo de lead-in, também trabalhe com a realidade do aluno quanto ao tópico. (Ex. aqui http://www.teachingenglish.org.uk/knowledge-database/personalisation).
d)      Variar padrões de interação de forma que todos possam ter trocas respeitosas.
e)      Conhecer seus alunos para saber seus limites em compartilhar informações.
f)       Não só fazer elo com vida pessoal de aluno. Também envolvê-lo no tema (Personalização como E de ESA – Engage – Study – Activate).
g)      Fazer análise de necessidades no início do semestre (ex.: questionário sobre interesses, gostos, preferências de tipo de atividade, objetivos pessoais de aprendizado, etc.) e utilizar os dados durante o curso.
h)      Evitar usar somente técnicas de ensino e aprendizagem com a qual você professor se identifica (ex.: um prof. tecnológico que usa mais a internet porque ELE aprende assim).
i)        Deixar espaço para a criatividade do aluno.
j)        Para não cair na terapia, ver indivíduo dentro de visão mais sócio-histórica.
k)      Trabalhar em sala de aula a questão do respeito pelas diferenças.
l)        Oferecer tarefas-problema para os alunos solucionarem.
m)    Monitorar as reações dos alunos aos eventos na sala.
n)      Adaptar a aula quando possível com base no que está surgindo da interação (dogme moments, sair do “script”).
o)      Ter jogo de cintura e habilidades interpessoais.
p)      Lembrar que se as crianças estão falando sobre um tópico, psicanaliticamente, elas estão prontas para isso. E compartilhar uma informação traumática só unirá mais o grupo.
q)      Pensar fora da caixa.





Mensagem a mensagem (12/04/2012) – Personalização: ideias para aula se tornar menos impessoal

13 04 2012

Bruno Andrade A postos!

Natália Guerreiro Presente!

Lucia Bodeman Eu tbem. :)

Valeria Benevolo França Boa noite gente.

Natália Guerreiro Boa noite, povo!

Natália Guerreiro Gostei do assunto pq a McDonaldização do ensino, a lógica one-size-fits-all, realmente me incomoda.

Natália Guerreiro vem, Shirley Rodrigues!

Valeria Benevolo França Então vamos que vamos: o que nós entendemos por personalisação.

Bruno Andrade Pois né, Natalia. Mas faz-se importante delinearmos o que cada um entende por personalização de uma aula. O que siginifica pra vcs?

Lucia Bodeman Pra mim, significa atender as necessidades do aluno de forma prazerosa e eficaz.

Bruno Andrade ‎Valeria :-)

Natália Guerreiro bem, pensando em voz alta, agora, tem 2 personalizações: uma para o aluno (needs, personal tastes, goals) e outra do prof (para deixar + de acordo com seu estilo pessoal).

Valeria Benevolo França Eu entendo como uma maneira de permitir o aluno usar a língua alvo falando sobre coisas que lhe interesse.

Graeme Hodgson Para mim eh respeitar a individualidade do aluno, permitindo que ele se expresse atraves das atividades comunicativas e de escrita.

Valeria Benevolo França Sim, a possibilidade de expressão usando L2.

Bruno Andrade Incluo ainda aquele tipo de personalization que o aluno eh sugerido a fazer em certos exercícios, do tipo: describe your house.

Natália Guerreiro vixe, estamos com várias definições distintas! que linda a variedade! :)

Graeme Hodgson Tb acho que o interesse do professor tem que parecer genuino!! Senao, o aluno nao se sentira motivado a compartilhar suas preferencias, gostos, desgostos, visao e opinioes.

Lucia Bodeman Lamento q isso nem sempre seja possivel…ja q temos um curriculo q eh book-centered, e visando provas e resultados.

Valeria Benevolo França Com certeza Graeme Hodgson, não devemos pensar em personalização como um elemento que temos que incluir em nossa aula “comunicativa” pq é esperado…só faz sentido se tiver um propósito verdadeiro, genuino….

Bruno Andrade E como personalizar uma aula quando os participantes da mesma são tão distintos?

Valeria Benevolo França Mas Lucia Bodeman se pensarmos em uma oportunidade de personalização antes de uma leitura de texto, obtendo informações que servem de warmer e também como um pre-reading task, ainda estaria seguindo um curriculum…o que acha?

Graeme Hodgson Depende, Lucia. acho que ha espaco na maioria das aulas para a criacao de um ambiente de trocar respeitosa entre individuos, mudando patterns of interaction.

Lucia Bodeman Otima pergunta, Bruno…estou c um problema desses, e sao iniciantes. Mais motivo ainda pra preocupacao.

Valeria Benevolo França Segue um exemplo que vi no site do British Council:The learners have read a text about sports. In pairs they talk about what their favourite sports are and whether they prefer to play or watch. - http://www.teachingenglish.org.uk/knowledge-database/personalisation

Personalisation | TeachingEnglish | British Council | BBC    www.teachingenglish.org.uk

Lucia Bodeman Vou ver, Valeria. :) Thanks.

Bruno Andrade Como assim, Valeria Benevolo França e Graeme Hodgson? Vcs acham que há professores que se sentem forcados a personalizar uma aula, como se fosse mais uma ferramenta de uma aula comunicativa? Gostaria que extendessem o topico

Graeme Hodgson Nestes `’momentos’ de personalizacao (que podem ser considerados como tendo a funcao de promover o rapport T-Ss e S-S) penso que podemos agir como se tivesse conhecendo pessoas num contexto mais social, uma festa, um casamento, fila do banco etc… as pessoas costumam trocar informacoes pessiais, opinioes etc espontaneamente.

Natália Guerreiro sobre essa personalização de falar sb o q vc acha, o q vc faz, o q vc gosta e desgosta… ela é desejável? fico sempre me perguntando isso pq meu marido, q não é prof, é tímido e reclama desse tipo de pergunta em sala de aula. acha invasão de privacidade. e

Valeria Benevolo França ótimo ponto Natália, e uma crítica ao processo de personalização em outras culturas não ocidentais é que é um hábito bastante incomum em algumas culturas. As pessoas podem se ressentir, portanto temos sempre que dosar a nossa abordagem e mais importante, conhecer bem nossos alunos.

Graeme Hodgson Interessante, Natalia… isso eh importantissimo.. o prof tem que ter inteligencia interpessoal o suficiente para sentir o terreno e pensar na melhor abordagem. Bruno, acho que muitos profs fazem perguntas pessoas aos seus alunos (pq o TG manda) mas nao se dao nem o trabalhe de fazer follow-up questions ou expressar uma reacao real, alem de dizer “very good” e “and you?” para o proximo aluno!

Natália Guerreiro ou, pior, Graeme Hodgson, corrigir a gramática, a pronúncia… tudo, menos responder ao conteúdo.

Graeme Hodgson exataemente! Sorry about typos, guys!! : 0

Valeria Benevolo França Acho que vale lembrar uma citação que muitos usam quando falando de personalização, baseado em : “In foreign language teaching, we customarily begin with the lives of others, with whom students may not easily identify, and then expect students to transfer the material to their own lives.” (Moskowitz, G. (1978). Caring and Sharing in the Foreign Language Class.) Isso vem de uma abordagem bem humanista e tentativa de tornar a experiencia da aprendizagem mais relevante para o aluno….

Natália Guerreiro é, confesso q, apesar de simpática a dogme e fã de paulo freire, tem coisas no humanismo de carl rogers por ex q me espantam. um certo exagero, não sei.

Graeme Hodgson Quando abordam um topico em sala (um texto sobre X)… acho que bons professores sempre (intuitivamente?) fazem o elo com a vida pessoal do aluno… como warm up. Pessoalmente, acho que a personalizacao vai mais alem… e fazer com que o aluno se importe e tenha uma ligacao pessoal (ate passional!) com o tema em questao!

Luiz Agrizi Boa noite, gente.

Bruno Andrade Eh verdade Graeme! E eu tb share esse feeling de estar invadindo a privacidade dos alunos, por isso que tb concordo com o Graeme sobre a utilização das técnicas de personalização para conhecer melhor os alunos e criar rapport. Dessa forma vamos saber até onde podemos ir na personalização.

Graeme Hodgson Boa noite, Luiz!!!

Graeme Hodgson Vamos fazer um levantamento aqui… qtos ja fizeram algum tipo de enquete ou survey no inicio do semestre, onde os alunos respondem perguntas sobre seus interesses, gostos, preferencias de tipo de atividade, personal learning objectives etc.? Acho muito valido o professor guardar estas informacoes e usa-las para preparar atividades que motivam os alunos, mesmo que nao possa agradar a todos em todas as aulas, mas atingindo um equilibrio ao longo do semestre.

Luiz Agrizi Eu relaciono personalização com relevancia. Os alunos precisam sentir que o que eles estao estudando pode ser usado imediatamente , assim que eles sairem da escola.

Henrick Oprea Boa noite, pessoal! :)

Raquel de Oliveira cheguei… :)

Graeme Hodgson Hey, neighbour… Henrick!!

Natália Guerreiro o/ levantando a mão na enquete do Graeme Hodgson

Bruno Andrade Um tipo de exercicio de personalização que gosto de fazer eh perguntar que musicas eles gostam e trabalhar com ela, depois te fazer uma atividade de speaking centrada no lyrics da música, peço a eles para escreverem sua próprias versões da música com letras variadas

Henrick Oprea Uma ótima pergunta, Graeme. Muitas vezes acabmos impondo nossos gostos nas nossas aulas. Isso é comum em muitas coisas: uma aula na qual o professor fala muito mas escreve pouco no quadro por ser assim que ele aprende melhor, ou então fazer uso de ferramentas de internet porque ele gosta ao invés de saber se os alunos preferem, etc.

Bruno Andrade O/ levantando a mão pra enquete do Graeme Hodgson

Lucia Bodeman To indo, gente. Sorry, mas o cansaco ta grande, e o sono tbem. Depois vejo o ‘summary.’ Bjo.

Graeme Hodgson Luiz… acho que estamos fala=ndo de coisas diferentes. Quando vc diz que eles devem sentir que podem usar imediatamente… vc se refere a frases prontas para o dia a dia… ou a capacidade de falar de suas preferencias, opinioes, desejos, experiencias etc em L2 caso surja uma oportunidade (ex. um encontro!!)

Raquel de Oliveira Personalização dialoga com criatividade, motivação e emoção: quais os limites para não cairmos no ‘papel de terapeutas’ em sala de aula?

Luiz Agrizi letra B, claro;

Natália Guerreiro boa noite, Lucia Bodeman!

Graeme Hodgson Sweet dreams, Lucia!

Graeme Hodgson Gotcha, Luiz… ficou claro agora!

Bruno Andrade Acho isso muito importante, Graeme Hodgson. Dessa forma não só nos lucramos com essa aproximação. Da pra perceber na expressão dos alunos, que pensam “Poxa, To sendo levado em conta aqui. O que eh sinto e penso tem importância nesse ambiente” isso eh pensar num tipo de ensino mais humanista, que só traz benefícios.

Henrick Oprea Acho que há algo bem complicado com relação à personalização dentro de uma sala de aula: por mais que tentemos, quando há mais de 2 participantes, alguém terá que ceder. O papel do professor é tentar o máximo possivel auxiliar o aprendizado de todos. A personalização do conteúdo é mais uma ferramenta para isso, não um fim em si só.

Valeria Benevolo França Eu gosto da idéia de que a personalização dialoga Raquel de Oliveira, uma outra coisa que eu acho que a personalização traz é a possibilidade de trabalharmos as histórias de vidas das pessoas (vou soar super “happy clappy” aqui), mas dentro de um vies socio-histórico…Sim, meio Paulo Freiriano, meio Vygotskiano…mas concordo com Natália Guerreiro que isso pode ser super tricky…mas que possibilitia o diálogo.

Raquel de Oliveira Concordo que começarmos uma aula explorando o ponto alvo a partir de exemplos via vida de alunos (e dado naturalmente por eles) faz com que a ponte para o coursebook seja mais suave, e faz com que o uso da língua seja algo mais real e natural.

Teresa Gomes de Carvalho Boa noite!

Graeme Hodgson Henrick… good point, mas a sala de aula nao deve ser um microcosmo da sociedade que a cerca? Na vida sempre havera diferentes gostos e visoes e o professor tem um papel fundamental ao ensinar o respeito pela diferenca!

Luiz Agrizi exemplo, nao adianta ensinar can / cant ´por exemplo, dizendo que penguins cant fly, or, xuxa cant sing, se o que o aluno quer mesmo falar sao de suas proprias habilidades,. e pode numa entrevista dizer o que ele sabe ou nao fazer. é claro que muitos course books vao dar conta desse recado, e promote freer practice that will tackle personalization. mas nem sempre o professor chega nessa momento, due to timing issues.

Henrick Oprea Sim, Graeme, exatamente! Por isso que é importante que os alunos aprendam que nem sempre as coisas serão como eles querem. Quais os limites que devemos dar para a personalização das aulas que tem um certo números de aluno com gostos e interesses diferentes?

Luiz Agrizi e se ficar por isso mesmo, na hora do “see you next class” o aluno vai se perguntar “pq eu to aprendendo isso” . a relevancia nao é obvia para o aluno. é nosso papel mostrá-los e com isso achive their goals.

Natália Guerreiro ah, mas a personalization não precisa ser no final, correndo o risco de cair fora da aula. de fato, em alguns livros é assim q vem, tvz ranço de um PPP mto forte, em q o P de produção fazia dobradinha com a personalization. mas a gente pode subverter isso aí, como já disse a Valeria Benevolo França.

Raquel de Oliveira sim sim, Valeria Benevolo França :) Dentro deste paradigma humanístico, a personalização não é mais vista como uma forma de ‘praticar a língua’, mas como o contexto em si que cataliza o aprendizado da língua a partir de necessidades e propósitos reais e que afetam os alunos.

Luiz Agrizi concordo, natalia. pode ser no inicio, meio ou fim.

Teresa Gomes de Carvalho Personalização pra mim não precisa necessariamente ser nada diretamente relacionado à ‘vida’ dos alunos mas sim à vivência e aos interesses deles. Podemos discutir sobre a vida na idade média durante uma aula cujo tema seja algo relacionado, porém se os alunos se identificarem com o assunto e estiver gerando interesse, há como gerar uma identificação.

Bruno Andrade Concordo plenamente Agraizi! Freer practice exercises should always tackle personalization. That’s the moment students have to manipulate language and there’s no better way of doing that than including their experiences.

Luiz Agrizi pensando em ESA, a personalization pode ser uma otima forma de engage

Henrick Oprea A personalização ocorre quando conseguimos engajar o aluno. Acho que é possível personalizar sem ser apenas no sentido de buscar fazer o que já é de interesse do aluno, mas conseguir engajá-lo por meio de atividades que os motivem à realizar o que é pedido em sala – independente de seus gostos anteriores.

Graeme Hodgson Galera, lo siento mucho… mas vou namorar!! E amanha viajo para Natal-RN seguido de duas semanas observando profs no NE. Eu sei… a rapadura eh doce, mas nao eh mole nao! Boa noite!

Natália Guerreiro haha, Henrick Oprea e Luiz Agrizi tiveram um momento great minds think alike!

Henrick Oprea Perfeitamente compreensível, Graeme! Boa noite e boa viagem! :)

Bruno Andrade Graeme :-O enjoy!

Henrick Oprea hehehehe pois é… o ponto é que ficamos motivados quando aparece o interesse em buscar alguma solução à um problema. Mesmo que isso seja uma visão reducionista de motivação, eu acredito que a visão cognitiva de motivação pesa bastante em sala de aula.

Raquel de Oliveira Qts de nós planejamos aulas levando em conta as vidas, experiências e sentimentos dos alunos? é crucial dar tempo para o aluno trabalhar as noções de língua a partir de seus próprios pensamentos e vivências. Acredito que isto aumenta tanto a motivação em sala como o envolvimento dos alunos na construção da aula.

Luiz Agrizi concordo Teresa Gomes de Carvalho. Trabalhar com news, por exemplo, é uma ótima forma de personalizar o tópico.

Natália Guerreiro ok, então acho q concordamos q a personalização pode ser em qq momento da aula. e q personalização tem a ver com engajar e gerar a motivação de aprender aquilo, não necessariamente fazer perguntas pessoais invasivas/terapêuticas.

Shirley Rodrigues Gud evening gente! Antes tarde do que nunca! (^^)

Henrick Oprea Bem, em uma pergunta bem recente à uma turma sobre como gostariam de aprender, o que gostariam de fazer e o que seria mais proveitoso, a resposta foi bem contraditória: concordam que aprendem melhor fazendo as coisa, mas, por outro lado, preferem que as aulas sejam bem centrada no professor porque é “mais fácil e menos trabalhoso”… mais um ponto ligado à motivação.

Shirley Rodrigues Deixa me atualizar no thread, alrite?

Raquel de Oliveira Personalização não é um momento, mas sim uma abordagem… contínua e com momentos mais rasos e outros mais profundos… Faz sentido para vcs?

Natália Guerreiro é, Henrick Oprea! e tem gente que gostaria de aprender grammar-based. e aí, né, o q fazer. trabalhar as crenças do aprendiz é uma opção, mas, por outro lado, tem gente q realmente aprende mais assim. =/

Ana Paula Cypriano Estar atento aos alunos, como respondem às atividades e aos tópicos trabalhados em sala também favorecem a personalização.

Raquel de Oliveira Se a aula é um momento de interação, não vejo como não personalizar… O uso de PW por exemplo. Os alunos estão personalização a info. Precisamos sair um pouco de cena, o estimular que os alunos façam uso da língua. Nosso papel aqui é monitorar, corrigir, estimular e OUVIR, Perceber …

Valeria Benevolo França Sim Luiz Agrizi e Teresa Gomes de Carvalho, até porque também vai permitir trabalharmos com aspectos de critical thinking…que também anda “hand in hand” com personalização.

Henrick Oprea Esta é a parte complicada de falarmos de personalização, né Natália?! Se vamos personalizar, partimos do pressuposto que cada um aprende de um jeito, mas se entrarmos em sala já predispostos a acreditar que a personalização da aula deve ser feita desta ou daquela forma, cade a personalização?

Giselle Santos sorry, I am late may I come in?

Natália Guerreiro que legal! já teve personalization ligado ao lesson plan, personalization ligada a needs analysis, agora personalization ligado ao monitoring (via Ana Paula Cypriano)! it’s really everywhere!

Bruno Andrade Boa, Raquel. A diferença da profundidade dos momentos se deve ao nível proximidade aluno x professor, que tem ue ser muito bem balanceada para que não se ultrapassem os limites do aluno.

Henrick Oprea Sempre bem-vinda, Giselle! :)

Raquel de Oliveira Os alunos estão personalizando a info durante um Pair work…

Ana Paula Cypriano Concordo que ter uma aula centrada no professor parece mais fácil. Precisamos também considerar que esse é um modelo ainda muito usado nas escolas regulares. E os alunos reproduzem isso na aula de língua estrangeira.

Raquel de Oliveira Gente, como vcs vêem este par:“practicing language” and “speaking personally” ? Seriam dois compartimentos separados?

Henrick Oprea Acho que a aula se torna menos impessoal quando aprendemos a REALMENTE ouvir o que os alunos tem a dizer, quando temos uma aula mais gerada no diálogo que ocorre em sala de aula e conseguimos usar isso para dar suporte ao aprendizado, quando temos o currículo apenas como um guia e usamos demais materiais realmente para suporte para aquilo que já apareceu na comunicação, e quando nos centramos no que está aparecendo em aula, em decorrência do diálogo, como uma necessidade linguística do aluno….

Raquel de Oliveira Bingo, Henrick Oprea!

Giselle Santos tentei fazer uma leitura rápida e me desculpem se falar algo que já foi mencionado, acho que personalização é muito próximo de instruçào diferenciada, acho que é achar aquele ponto em que a aula toque cada aluno em uma forma específica. Nada demorado, ou repetitivo mas algo que ao mesmo tempo não pareça invasivo.

Natália Guerreiro ‎*clap, clap, clap*, Henrick Oprea

Raquel de Oliveira A personalização involve um nível profundo de processamento. Muitas vezes o aluno pode dar uma resposta que não é a esperada pelo professor. Como lidar com estas situações? Algum já passou por um momento desses?

Teresa Gomes de Carvalho numa aula com personalização os alunos escutam uns os outros e o professor idem. As opiniões sao valorizadas e os alunos se sentem acolhidos nas suas individualidades.

Henrick Oprea Professor tem que desenvolver habilidades interpessoais… tem que saber lidar com pessoas… tem que saber ouvir e responder ao que escuta. Não dá pra ser professor e se esquecer que o seu trabalho é ensinar pessoas, e não ensinar meramente o conteúdo.

Raquel de Oliveira Educar significa transformar, né?

Valeria Benevolo França Bom, Raquel de Oliveira não esperado em termos da forma ou não esperado em termos de conteúdo que exige um posicionamento do professor ou colegas?

Natália Guerreiro ‎”teach the learner, not the language.” haha, disse isso hj no teacher training aqui. mas acho q o q raquel quer dizer não é só qd nos surpreende. qd exige posicionamento do prof.

Bruno Andrade Henrick, paraceu me que vc estava falando sobre Dogme. o Dogme bebe na mesma fonte da personalização.

Raquel de Oliveira Outra questão que me surgiu: os alunos se lembram melhor da Língua (word/phrases/structures) quando eles a usam no nível pessoal? Internalizam melhor assim?

Shirley Rodrigues

Olha gente, o/ levanto a mão agora para a enquete do Graeme Hodgson, mas, devo dizer q já há muito não faço, pq já tive uma experiencia horrível com a enquete no 1º dia. Ao falarem das coisas que gostavam, um dos meninos numa turma de pr…See more

Giselle Santos acho que a beleza da aula Raquel de Oliveira, é justamennte não estar com um script ou seja não estar com expectativas muito rigidas do que vms ouvir. Acho que muito do aprendizado que fica é justamente quando não esperamos uma resposta, e aí podemos build on that…nada mais personalizado do que isso.

Henrick Oprea O grande ‘xis’ da questão é saber equilibrar a parte da valorização individual, da afetividade, com a parte do que nos responsabilizamos por fazer, que é ensinar uma nova língua. Sempre temo pelo erro pelo outro extremo…

Natália Guerreiro já vi por aí (mas não vou lembrar o nome do santo) de mudar de learner pra learning-centered. acho q uma visão mais sociointeracional dessa personalização, como já sugeriu aValeria Benevolo França, é um caminho para isso.

Giselle Santos eu acho que o excesso de afetividade as vezes atrapalha a personalização tb, com o Rick falou …o equilibrio tem que existir.

Shirley Rodrigues Prsonalization demenad muita coragem pq pode sim fugir ao scheme of work, programa, conteudo… Pode sim criar situações embaraçosas… Pode SIM fazer com que vc vire terapeuta. ENtão, tem q estar pronto para fazer o “rebolation” se tocarem uma m´[usica que não estava na sua playlist. ;)

Raquel de Oliveira ‎Valeria Benevolo França, conteúdo… Por exemplo, vc está ensinando a family tree, e o aluno começa a chorar se lembrando da família que morreu num desabamento. Isto aconteceu comigo numa turma de adultos, com um metódo audio-lingual.

Henrick Oprea ‎Bruno, era Dogme sim. Não acham que bebam da mesma fonte… acho que o Dogme busca uma abordagem mais pessoa, individual, e significativa ao aluno. Ou seja, qual é o fim e qual é o meio? :)

Teresa Gomes de Carvalho habilidade interpessoal é a palavra certa, Henrick Oprea! eu ja assisti aaulas tecnicamente boas mas sem o elemento humano, que leva em conta o cerne do conhecimento humano que exige troca, compartilhamento e empatia.

Shirley Rodrigues pro exemplo, tô querendo personalisar agora e o FB não me deixa dar like nos posts que estou lendo… ¬¬

Henrick Oprea Gente… 3 minutos para fecharmos!! Conclusões?

Valeria Benevolo França  Póis é Shirley Rodrigues, mas naquele momento ele precisou falar e se sentiu comfortável suficiente para fazer isso em sala…que diz que o ambiente era comforting enough….Mas acho que estas coisas acontecem…me lembro bem de uma aula fa…See more

Shirley Rodrigues Insito: personalization demanda coragem. ;)

Henrick Oprea Pois é por aí mesmo, Teresa! Há sempre aquele professor que segue o lesson plan à risca, que trabalha tecnicamente com perfeição, mas em nenhum momento atinge os seus alunos.

Ana Paula Cypriano Sim, Raquel. Às vezes somos pegos ” de calça curta”. Mas, o gde barato da interação e negociação é tentar entender de que “lugar o aluno está falando”. Muitas vezes, a resposta não é a esperada no que tange à gramática. Mas é totalmente co…See more

Natália Guerreiro nossa, tá acabando e nem começamos a discutir a tão polêmica pergunta da Raquel de Oliveira!!! partimos do pressuposto q personalization gera a melhor ou mais eficaz aquisição/aprendizagem. mas será? há pesquisa sustentando isso?

Raquel de Oliveira uso real e natural da língua, né, Valeria Benevolo França? a língua é viva, e permeada de sentimentos sim… How to deal with highly-charged emotional issues that arise accidentally, or incidentally – that’s the question ;)

Shirley Rodrigues Sim Valeria, o syllabus fica em 2º plano num momento destes, claro. Mas e ´prá voltar o pace? E prá não traumatizar os pre-teens? (Idade media da turma: 12 anos…)

Natália Guerreiro emotional, controversial… tudo rola.

Raquel de Oliveira Que tal seguirmos neste tópico ? Ele parece que não se esgotou… que acham Henrick OpreaBruno Andrade eValeria Benevolo França?

Valeria Benevolo França Shirley Rodrigues falando de um ponto de vista mais psicanalítico agora…se a criança está falando disso, ela próprio precisa e está pronta…se os colegas estão escutando…eles precisam e estão prontos…é a mesma razão pela qual contam…

é a mesma razão pela qual contamos contos de fadas, histórias de Grimm etc para crianças…ajuda a lidar com a realidade da vida…terrível, mas necessário para o crscimento…e tenho certeza que ninguem ficou traumatizado, deve ter unido a turma mais…

Giselle Santos ‎Raquel de Oliveira, acho que estamos sujeitos a situações específicas mas devemos lembrar que aquele aluno que caiu no choro pode estar entre 20 outros alunos que não foram tão emocionalmente tocadios, nesse momento nos cabe saber como conduzir e aproveitar (seii que parece ao horrivel) a situação para que outros alunos não achem que a aula virou terapia de grupo.

Valeria Benevolo França Sim acho que ainda temos muitas coisas para partilhar…podemos dar continuidade a isso via o nosso blog, talvez pelo um voxopop…ou semelhante…o que acham?

Natália Guerreiro o q é voxopop?

Giselle Santos Adorei a idéia do voxopop, personalização pura!

Henrick Oprea Bem, NatáliaRaquel e demais. Há um texto bem interessante sobre isso, publicado em um teaching journal da Oxford e republicado em uma série do Guardian. Fala bem sobre essa dúvida: http://eltj.oxfordjournals.org/content/57/3/278.short?rss=1&ssource=mfr

The end of CLT: a context approach to language teaching eltj.oxfordjournals.org

Raquel de Oliveira ‎Valeria Benevolo França, ano passado tive uma aluna que morreu num acidente de carro com os pais logo que saiu da nossa aula… o assunto veio a tona naturalmente nas aulas seguintes, e eles se expressavam com nostalgia e saudades em Inglês sobre a aluna…

Valeria Benevolo França Gostaria de convidar um de vocês para fazer um resumo de nosso chat. Logo mais coloco esta troca de idéias fantástica no blog e um resumo seria tudo de bom? Alguem?

Shirley Rodrigues Sim, na verdade alguns remanescentes desta turma são meus alunos agora novam *_* E está sendo tão legal… Prsonalization a vontade com eles… E eles são amigos fora da CI, e até na revisão para o PC1 a gente ficou trocando duvidas e exercicios aki pelo FBm em pvt… ;)

Raquel de Oliveira ‎Giselle Santos, e eu nem tinha espaço para isto. O audio-lingual não dá mts brechas, né?

Giselle Santos Natália, é uma ferramenta da web que nos permite deixar posts com audio

Henrick Oprea Acho a ideia do voxopop ótima! Natália Guerreiro, é uma ferramenta para discussões por voz bem interessante: www.voxopop.com

Valeria Benevolo França Voxopop é uma ferramenta onde gravamos nossas conversas e idéias e podemos ouvir um ao outro e responder: http://www.voxopop.com/

Shirley Rodrigues Ng ficou traumatizado não Valeria… Mas, na hora, deu um revertério cerebral vc não sabe! (^^)

Ana Paula Cypriano Raquel Oliveira, acho que o professor conhece a turma precisa de sensibilidade para fazer escolhas que julgue correta para aquele grupo, naquele momento.

Natália Guerreiro posso fazer o resumo, mas não hoje, q estou caindo de sono. hehe.

Raquel de Oliveira ‎Ana Paula Cypriano era a 7a aula, e confesso que não esperava aquela reação daquela aluna de 50 anos… aprendi a não rotular ;)

Valeria Benevolo França Bom, gostaria de agradecer aos meus colegas e moderadores Bruno Andrade Henrick Oprea Raquel de Oliveira e pelas idéias de voces…watch this space e vamos continuar dialogando. Convidem seus colegas para entrar na conversa no próximo chat. Thousand thanks,e super boa noite.

Shirley Rodrigues Necessidades epropositos reais! Isso Raquel, é isto que a gente tem q dar aos nossos alnos a cada aula, para que eles queiram estar ali… E se o conteudo é one-size-fits-all comoNatália citou lá em cima, we simply stretch or trim edges… ;)

Giselle Santos posso deixar um puzzle para vcs e depois digo como isso se aplica ao assunto?

Henrick Oprea Um muito obrigado a todos os que fizeram do chat de hoje algo muito bacana!

Natália Guerreiro puzzle? adorei!

Henrick Oprea Pode sim, Giselle! :)

Giselle Santos vou escrever sobre isso prq aconteceu na minha aula ontem mas vms la…no cheating ok RS

Raquel de Oliveira Vou personalizar uma citação de Oscar Wilde e sair da festa justo qd mais estou me divertindo… e dormir feliz!! Bjos e super grata a todos – sempre aprendo loads com vcs – e especialmente os amigos moderadores Valeria Benevolo FrançaBruno Andrade eHenrick Oprea tee hee

Ana Paula Cypriano Boa noite a todos. Obrigada e ótimo fim de semana para todos.

Giselle Santos http://ipplreinvent.blogspot.com.br/2010/07/connecting-dots.html

Shirley Rodrigues Valeu gente! Craving for ur summ Natália! *_*

Shirley Rodrigues bjks a todos!

Giselle Santos antes de ler o blog ou qualquer outra referencia ao puzzle dos nine dots…o que vcs tem de fazer é o seguinte, ligar todos os pontos com apenas 4 linhas, sem tirar o lapis do papel e sem passar duas vezes sobre a mesma linha. nao é necessario clicar no link o puzzle é so isso, 4 lines, all dots, no retracing. Good luck!

Shirley Rodrigues ‎Giselle, am alreayd “puzzled”… (^^0 :P

Natália Guerreiro ah, eu já tinha começado a ler. mas msm com ela dando o spoiler, eu não consigo, não.

Giselle Santos resposta ainda hj ou devo esperar até amanhã?

Natália Guerreiro vou lá, gente! boa noite! Giselle Santos, obrigada pelo puzzle. olhei na wikipedia. desisto fácil! Haha

Giselle Santos Boa noite! =)

Luiz Agrizi boa noite gente. see u next Thursday

Shirley Rodrigues see in a fortnight Luiz Agrizi: the chat happens every other Thursday ;)

Teresa Gomes de Carvalho boa noite!






Escolhendo o próximo tópico do #breltchat no dia 12 as 22:00

10 04 2012
#breltchat votação de tópico

#breltchat votação de tópico

Olá,

Mais uma vez podemos escolher o nosso tópico de discussão para o #BReltchat desta semana (22/04 – 22:00h). Não deixem de votar – acessem: http://www.facebook.com/groups/brelt/ (vale lembrar que mais uma vez vamos conduzir o chat via o Facebook, algo que deu muito certo).

Mas também pensamos que talvez vocês queiram ler um pouco mais sobre os assuntos antes de escolher. Então aqui seguem alguns links para cada um dos tópicos.

1) Personaliation: ideais para a aula se tornar menos impessoal

http://scottthornbury.wordpress.com/2012/02/12/p-is-for-personalization/

http://www.gobiernodecanarias.org/educacion/3/Usrn/tea/team1/29.pdf

2) Os muitos caminhos e desafios que ELT pode trazer

Na verdade, aqui nem tem como definir exatamente sobre o que iremos falar…mas vamos construir nossa discussão baseado nas idéias que desejam partilhar e explorar…um diálogo colaborativo e co-construído. Mas aqui estão algumas idéias apresentadas no IATEFL conference:

http://iatefl.britishcouncil.org/2012/sessions/2012-03-20/interview-jim-scrivener (the demands on the ELT professional)

http://iatefl.britishcouncil.org/2012/sessions/2012-03-21/interview-penny-ur (relevance of research for classroom practice)

http://iatefl.britishcouncil.org/2012/sessions/2012-03-22/interview-carol-read-0 (creativity)

3) Inglês em escola pública dá certo?

Aqui voce encontra dois artigos que tocam em assuntos bem relevantes, porém bem controversos. E você, o que acha disso tudo?

http://www.cereja.org.br/arquivos_upload/jose_raymundo_f_lins_desmitificando.pdf

http://www.artigonal.com/linguas-artigos/o-ensino-da-lingua-inglesa-no-ensino-medio-publico-limites-e-possibilidades-1352981.html

Espero que estes links sejam interessantes.

Boa noite e até quinta.

Os moderadores








Follow

Get every new post delivered to your Inbox.

Join 33 other followers