Resumo do Chat: COMO USAR AS REDES SOCIAIS PARA APRIMORAR O APRENDIZADO DE INGLÊS.

20 05 2013

Este resumo e o linoit foram elaborados pela Professora Priscila Mateini (http://facebook.com/pmateini). Agradecemos pela dedicação e o trabalho.

Photo by  @aClilToClimb from eltpics

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“algumas vantagens do meio eletrônico são, por exemplo, o rompimento de limitações espaciais e temporais, propiciando o acesso a um grande número de participantes para interagir, o que faz com que a aprendizagem seja favorecida pelas trocas interacionais e pela colaboração entre os participantes”. (FIGUEIREDO, 2006, p. 28).

No último dia 09 de maio, estivemos novamente reunidos para o nosso #BRELTCHAT com o tema: COMO USAR AS REDES SOCIAIS PARA APRIMORAR O APRENDIZADO DE INGLÊS. Com a participação de vários professores da área, pudemos observar que a utilização das redes sociais e de novas ferramentas digitais está bem mais presentes nas nossas salas de aula do que imaginávamos.

Com o avanço da tecnologia, muitas ferramentas tecnológicas (celulares, computadores) e plataformas (Facebook, blogs e etc) tornaram-se imprescindíveis na sala de aula para aprimorar o ensino da Língua inglesa em diversas Instituições.

Para muitos professores, o propósito da criação de um grupo ou evento no Facebook contribuiu para o processo ensino-aprendizagem com a mediaçao pedagógica, onde nesse espaço virtual “de sala de aula”, os alunos podem aprender por meio de feedback sobre conteúdo de uma aula (Nina Ridd), ou por um “Helping Class” para ajudar os alunos com dificuldades em alguns conteúdos (Priscila Mateini) e também para a interação de professores de inglês de outros países (Danilo Pereira).

Assim como o Facebook, o youtube é uma das ferramentas que muitos professores utilizam para facilitar o processo de ensino-aprendizagem. Nele, pode-se assistir vídeos para a interação do conteúdo, como também criar o próprio vídeo sobre o conteúdo aprendido.

A criação de um vídeo, com o uso do recurso do Youtube para aprimorar nas habilidades de fala e escrita foi mencionado por um dos participantes (Raquel de Oliveira), onde exemplificou uma atividade sobre o fim do mundo chamada “The Thing”; entretanto, toda atividade que envolva a participação de alunos, é necessária a autorização de áudio e imagem dos mesmos, conforme ressaltou (Valeria Benevolo França).

Além de Facebook, Youtube foram apresentados pelos participantes, novas ferramentas para alguns e já bem conhecidas por outros como: Posterous, (Roseli Serra), Muzy, slideshare, Web 2.0 (Juan Alberto Lopez Uribe), Instagram (Humberto Baltar), twitter ( Raquel Oliveira), Edmodo, Scoop it, Lino it (Priscila Mateini), Skype (Higor Cavalcante), Blogs, Newpapers websites (Elivan Souza) e entre outros.

Para finalizar, vale ressaltar que as mídias devem ser vistas como um recurso a mais para enriquecimento dos conteúdos ministrados, por isso, nós professores precisamos estar sempre atentos para adaptar e selecionar para a realidade de nossa sala de aula, caso contrário serão simplesmente para cobrirem buracos de um planejamento malfeito. E também, que nossos alunos são parceiros nessa nova abordagem educacional e que os recursos tecnológicos são hoje fundamentais para uma aula mais instigante e prazerosa.

Para saber mais informações, sobre os links mencionados no chat entre nesse endereço:

http://linoit.com/users/pmateini/canvases/%23BRELTCHAT%20%3A%20

Referência:
FIGUEIREDO, F. J. Q. A aprendizagem colaborativa de línguas: algumas considerações conceituais e terminológicas. In: ______ (org). A aprendizagem colaborativa. Goiânia: Ed. da UFG, 2006, p. 11-45.





Resumo BRelt Chat: Dicas para minimizar o gap entre as 4 habilidades linguísticas.

26 04 2013

Este resumo foi escrito pela Professora Marina Macedo e consegue sintetizar os pontos que surgiram durante o chat. Super obrigada Marina.

https://www.facebook.com/marinasmacedo

Photo taken by @sandymillin - ELTpics

Photo taken by @sandymillin – ELTpics

Nossa discussão começou com o questionamento acerca do que, especificamente, é este gap entre as habilidades linguísticas. Muitos de nós acreditam que o maior vilão para a fluência oral e escrita é a vergonha e a falta de prática dos alunos, como apontaram Priscila Mateini e outros. Ainda nessa linha, vimos alguns exemplos de maior qualidade na produção escrita em detrimento da produção oral, e podemos notar que em alguns momentos esse gap se torna nulo quando o aluno não se sente cobrado a produzir. Como sugestão, foi apresentada a ideia de “trabalhar com atividades de formas mais naturais, ou seja, não tornar o contato com a língua acadêmico demais” (Rose Bard).
Foi levantado o questionamento sobre a influência dos outros níveis, já trabalhados, com a insegurança ou falta de conteúdo apropriado, como também o nivelamento de alguns alunos, sua forma de avaliação e aplicação. Seria a melhor forma de avaliar o aluno com prova de múltipla escolha, redação e entrevista, como dado no exemplo de Shirley Rodrigues, ou existe alguma forma mais adequada para tal?!

Próximo questionamento levantado pela Raquel Oliveira foi se conseguimos trabalhar com todas as estratégias de leitura e práticas orais em nosso tempo de aula e qual a melhor forma para incentivar nossos alunos a compreender criticamente o que leem e escutam. Alguns de nós mencionaram que, com base no tempo de aula, optam trabalhar somente com algumas destas estratégias por aula.

Outro ponto importante discutido foi se os nossos “gaps em assessment” geram problemas de aprendizagem para nossos alunos. Será que damos aos nossos alunos chance de participar ativamente tanto das atividades escritas, quanto das orais? Notamos que a busca em tornar os alunos mais ativos é crescente, e aí a criatividade deve andar de mãos dadas com os conteúdos. Mas também vimos que também devemos dar liberdade aos alunos, em um determinado momento, falar sobre o que os agradam no intuito de obtermos melhores resultados com a produção e participação destes, segundo Ramon Silveira e Marina Macedo.

Seguindo o chat, versamos sobre a importância que o planejamento de aula tem para possibilitar melhora nesse gap, e se temos devido tempo para preparação de um planejamento de aula eficaz. Tendo em mente que o planejamento é primordial, para otimizarmos nosso tempo e conseguirmos dar enfoque as pré activities, e com isso facilitar o entendimento do aluno sobre os propósitos da aula e muitas vezes se faz necessário adaptar, ou personalizar, o material didático à realidade de nossos alunos.

Não se pode pensar em obter resultado nos alunos, sem antes pensar nas nossas próprias habilidades. E assim, Raquel propôs uma reflexão positiva sobre este aspecto. Norah Dietrich apontou que assim como nossos alunos, nós temos que acompanhar as inovações do século 21 e com isso fazer uso de uma abordagem colaborativa. Embora capacitados, muitos não estão abertos a mudanças e outros se sentem perdidos destro de um universo repleto de opções de atualizações. Assumirmos um papel como mediador auxilia na exploração de conteúdo, dando oportunidade de participação ativa dos alunos na abordagem do conteúdo, e não podemos jamais deixar de lado nossa percepção para com cada aluno e a turma como um todo, assim sempre seremos capazes de adaptar cada conteúdo a cada aluno/turma com maior qualidade.
O que, de fato ensinamos? Língua? Leitura? Através da citação feita por Raquel Oliveira, “Nas escolas (Ensino Fundamental e Médio), de acordo com os PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais), estudados nas disciplinas de pedagogia das faculdades que oferecem cursos de licenciatura, como é o caso da Faculdade de Letras, a ênfase é no uso instrumental da língua estrangeira. Em outras palavras, nas escolas se ensina leitura.” >>> concordam??”, essa questão foi levantada, e em resposta Marina Macedo mostrou discordar, alegando que tanto nas escolas, quanto nos cursos de idiomas além da abordagem linguística, existe a abordagem de cultura e comportamento dos países falantes da língua estrangeira foco da aula. Mas ainda existe dificuldades de criar situações positivas para fornecer as 4 habilidades em escolas públicas, e que no ensino privado existe melhor possibilidade, como citado por Priscila Mateini.

Com um ponto de vista bem pontual, Elivan Souza, versou sobre a importância de desenvolver bem o listening comprehension, pois, em suas palavras, “se ele não entende o que escuta ele não vai saber responder Por outro lado, ele pode até ter um vocabulário limitado, mas se ele entendeu o que é esperado dele, com certeza ele encontrará formas de se fazer entendido”, e também contribuiu atribuindo que o aluno travar no momento de falar também se faz por falta da pouca exposição que tem com o idioma.

Nos momentos finais, versamos sobre o tema tradução em sala de aula, que ao ponto de vista de Tiago Santos não é bom para a produção oral dos alunos, e a tática de Marina Macedo para lidar com ela é, além de desenhos no quadro, tentar várias formas de ilustrar o conteúdo sem recorrer a esta ferramenta.

Para encerrar, Raquel Oliveira coloca que “este gap é nosso também… porque não conseguimos identificar onde há estes entraves no processo de aprendizagem do aluno”, deixando um questionamento na nossa mente, e Tiago Santos, acertadamente coloca que devemos sim tentar preencher esses gaps, mas sem esquecer que eles também existem nas línguas maternas, e que aconselhá-los sobre hesitação pode ser a chave. Outro ponto abordado no final do chat foi a importância da observação das nossas aulas, e a contribuição que isso tem em nosso processo de evolução pedagógica, no que tange a sinalização de possíveis problemas, ou até mesmo apresentação de novos caminhos possíveis na elaboração de nossas aulas.

E assim encerro este resumo dizendo que nossa função está além de meramente cobrir gaps que venham interferir no aprendizado dos nossos alunos, mas em conjunto com o aprendizado do aluno, devemos sempre estar abertos a nossa evolução, e assim proporcionar momentos de aprendizagem e prazer, pois estes juntos possibilitaram cada vez mais um ambiente ideal para melhores resultados.





Resumo: “DÊ EFICIÊNCIA”- Que atire a primeira pedra aquele que não tem necessidades especiais.

21 03 2013

Este resumo do chat foi escrito pela professora Shirley Pires Rodrigues. Agradecemos imensamente pelo trabalho dela em redigindo este resumo que facilita o entendimento das ideias que surgiram durante nosso chat.
(@shirleyteacher and http://www.facebook.com/shirley.rodrigues.18).

“A qualidade mais universal é a diversidade.” (Michel de Montaigne)

Nossas experiências:
Nosso BRELTchat foi um misto de confessionário, troca de experiências, dicas e, como sempre, muito aprendizado para todos nós .Todos os participantes tinham alguma história de inclusão/exclusão para contar, envolvendo gente muito próxima a cada um. Começamos contando nossas experiências com alunos com necessidades especiais em nossas escolas. Casos de diversas origens já passaram em nossas salas de aula e em nossas famílias: cadeirantes, TDAH, deficientes visuais, auditivos e intelectuais, entre outros. Diante de tantos testemunhos, podemos ter certeza do que disse o filósofo francês Montaigne, citado logo no início: a diversidade é universal! Sem medo de cair no cliché, ainda digo que “ser diferente é normal” e mais corriqueiro do que se imagina.

Nossas aflições:
O maior questionamento de todos foi em relação à maneira correta de lidar com estes alunos. Não há orientação formal, ou matérias específicas na faculdade, por exemplo. Algumas instituições realizam algum tipo de treinamento, mas, muitas das vezes, nada que possa dar segurança aos professores para ter certeza do trabalho a realizar com alunos PNE (Portadores de Necessidades Especiais). Nesta empreitada, nós acabamos por fazer tudo de maneira solitária e intuitiva, buscando leituras e informação no assunto por conta própria, à medida que alunos PNE chegam a nossas escolas. Segundo os relatos dos participantes, todos acabavam sempre por lançar mão de recursos próprios, na maioria das vezes com pouco ou nenhum suporte das instituições de ensino ou governos, para que o trabalho com PNEs fosse bem sucedido.

Nossos percalços:
A pior coisa mencionada pelos participantes foi exatamente a não-participação daqueles que são peça primordial na inclusão de PNEs: a família. Ainda há pais e responsáveis que se negam a enxergar a condição do filho ou que tratam de maneira errada ou mais conveniente, dando altas doses de remédios, para crianças ainda muito pequenas, numa tentativa de minimizar sintomas e, consequentemente, diminuindo o tempo necessário de dedicação à criança. Os casos onde a família se exime da responsabilidade são os maiores entraves apontados pelos participantes. Diagnósticos errados ou seguindo “a moda”, onde qualquer aluno mais ativo e cheio de energia é considerado TDAH, por exemplo, também são corriqueiros. Por outro lado, o contrário também acontece, quando familiares protegem demais os filhos PNE e demandam da escola um tratamento de igual superproteção, criando uma tendência a que este último se esconda atrás de sua necessidade especial, impedindo ou retardando sua inclusão e desenvolvimento.

Nosso orgulho:
A parte positiva de todos os depoimentos é que tivemos muitas histórias bem sucedidas, onde professores puderam abrir os olhos da família para a real necessidade de seu filho, ajudar a resolver diagnósticos errados, negociar informações e opiniões com o próprio aluno PNE, dispensar intérpretes ou outro profissional de amparo, quando este chegou já com adiantado do ano letivo, porque o aluno PNE já estava totalmente incluído no grupo. Casos em que a ajuda de um profissional de área específica – psicologia, saúde ou fisioterapia – não foi mais necessária porque nós, professores, já havíamos, grosso modo, assumido todas estas funções, usando inclusive a TIC aplicada a Educação. Na grande maioria dos casos, o professor foi capaz de incluir o PNE, mesmo que com recursos ou apoio limitados.

Nossas conclusões:
A inclusão é hoje uma realidade e dela já não se pode mais escapar. Há que se disponibilizar mais treinamento e orientação formal aos profissionais. A criação de matérias na universidade para futuros educadores e profissionais ligados a Educação também se faz necessária. A atualização de profissionais de áreas como saúde e psicologia também mudaria o cenário da inclusão de PNEs para melhor. Todos concordaram que é um trabalho constante e muito desafiador, uma vez que cada PNE, além de ter uma necessidade especial, é um indivíduo, único em sua constituição física, herança familiar e histórico médico e social. E este indivíduo, como qualquer outro, é cada vez mais parte do grande organismo que é a nossa sociedade.
Em nossos alunos PNE, o que procuramos é nada mais, nada menos que o mesmo que procuramos em nossos alunos ditos “normais”: que eles tenham a oportunidade de descobrir e desenvolver suas capacidades e talentos individuais em sua plenitude, fazendo, de cada um, parte indispensável do todo que é o grupo social onde está inserido.

Michel de Montaigne, em seus Ensaios escreveu, entre outras coisas, sobre a desigualdade que existe entre nós. É desta parte dos escritos de Montaigne que vem a frase que acho perfeita para terminar o nosso resumo: “o que se procura é o valor da espada, não o da bainha que a cobre…”

Nossas sugestões de leitura:

http://www.teachingvillage.org/2011/03/07/about-mountains-challenges-and-teaching-by-cecilia-lemos/ (sugestão de Cecilia Lemos)
http://www.tes.co.uk/autism-spectrum-disorders-and-asperger-syndrome-sen-teaching-resources/ (sugestão de Valéria França)
http://www.youtube.com/watch?v=G43qNZjmfz0 (sugestão de Giselle Santos)
http://www.templegrandin.com/ (sugestão Prisicila Mateini)
http://httpcreceeducacaooespecialblogspo.blogspot.com.br/2012/11/facilitando-alfabetizacao-facilitando.html (sugestão de Valéria França)
http://carlysvoice.com/home/ (sugestão de Shirley Rodrigues)
https://www.facebook.com/carlysvoice?fref=ts (sugestão de Shirley Rodrigues)
:http://www.ted.com/talks/temple_grandin_the_world_needs_all_kinds_of_minds.html (sugestão de Mila Navarro)
http://specialed.about.com/od/managementstrategies/a/dyslexic-friendly-classroom.htm (sugestão de Valéria França)
http://www.pedagogiaaopedaletra.com.br/posts/manual-para-pais-sobre-educacao-especial-inclusao/ (sugestão de Valéria França)
Nossa transcrição:

Para ver um a compilação em vídeo de alguns comentários dos participantes, siga o link:

http://www.videolog.tv/shirleyteacher/videos/950971





14/03/2013 – Discussion Thread: Inclusão na escola: como podemos e devemos ter alunos com necessidades especiais

15 03 2013

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Bruno Andrade: Prontos Pra começar?
Roseli Serra: Todinha!
Priscila Mateini: Pronta
Adir Ferreira Sim!
Shirley Rodrigues opa!
Shirley Rodrigues finalmente vou conseguir participar de novo!
Roseli Serra Pri Priscila Mateini bjo pra vc, flor
Shirley Rodrigues Hey everybody!
Adir Ferreira Hey!!!
Priscila Mateini: Beijoca Roseli Serra!!! Oi Shirley!!!
Roseli Serra uhuuu Shirley Rodrigues!
Priscila Mateini: Adir!!
Cecilia Lemos Boa noite, pessoal!
Bruno Andrade Entao, pessoal! Qual a experiência de vocês com alunos especiais? a instituição onde trabalho eh super inclusiva. Temos alunos cadeirantes, nao-videntes, nao-ouvintes, etc… Como vcs lidam com isso?
Roseli Serra Adir Ferreira bom te ver por aqui
Valeria Benevolo França Boa noite
Adir Ferreira Tive uma aula não-ouvinte, há muitos anos. A direção recomendava que falássemos sempre olhando para frente, para que ela pudesser ler nossos lábios.
Teresa Gomes de Carvalho Boa noite!
Priscila Mateini:Bom vou dizer que comecei a trabalhar com uma turma de TDAH e crianças com autismo no ano Passado aqui em Niteroi
Giselle Santos Boa noite
Cecilia Lemos A minha escola também é super inclusiva… temos alunos cadeirantes, cegos, com dificuldade de audição…. além de vários com outros tipos de dificuldade
Cecilia Lemos Giselle sua linda!!! Que bom te ver aqui!
Roseli Serra A que trabalho tb aceita e é adptada pra cadeirantes, mas não temos recursos para deficientes visuais,
Teresa Gomes de Carvalho Pildamos com isso a cada aula, a cada dia, um dia é diferente do outro e um aluno não é igual ao outro, Bruno Andrade.
Teresa Gomes de Carvalho Lidamos
Priscila Mateini: Foi um experiencia muito importante para meu lado profissional, pois nunca tinha trabalhado com um colegio inclusivo
Cecilia Lemos A experiência mais marcante que tive foi uma aluno com várias coisas que o tornavam especial
Giselle Santos Thanks, Ceci…I am really happy to be here!
Shirley Rodrigues tb já tive… mas, olha, esse é um tema que me traz umas lembranças terríveis: fiz formaçãod e professores no E.Medio e, com 17 aninhos, fui estagiar em uma sala onde havia uma não-ouvinte, um TDAH (só hoje sei que ele era) e tb um AUTISTA!! (na E.E Monsenhor João Musch)
Cecilia Lemos Shirley, como o professor lidava com isso?
Cecilia Lemos E os outros alunos?
Priscila Mateini: trabalho com material adaptado que é o TEACCH e ABA
Roseli Serra Que coisa, Shirley Rodrigues!
Bruno Andrade Uhm Priscila Mateini, no meu ver alunos com distúrbios psico-motores são mais desafiadores do que os com dificuldades físicas. As dificuldades físicas podem ser contornadas em formas adaptáveis. Os psico nao tenho muita experiência. Como eh Pra vc como professora?
Adir Ferreira Acredito que o importante é não deixar tal aluno se vitimizar nem que o professor/escola o vitimize ou o trate com pena. As adaptações são uma luta diária – falo porque também fui um aluno com limitação motora.
Shirley Rodrigues A professora da turma simplesmente não lidava,Cecilia! As criança ficavam lá como objeto decorativo! E eu super frustarada sem ter o q fazer…
Cecilia Lemos Quando tenho um aluno especial, sempre involvo os outros alunos e os torno responsáveis também… temos que ensinar inclusão e compreensão a outras realidades também, não é?
Bruno Andrade Ponto excelente, Adir Ferreira!
Cecilia Lemos Que pesadelo, Shirley!
Giselle Santos Acho que o meu maior desafio for dar aula para uma pessoa que sofre de narcolepsia crônica. Mesmo tendo passado por um momento de orientação, talvez por pouca experiência, senti muita dificuldade para lidar com a situação.
Adir Ferreira Exatamente, Cecilia. A responsabilidade tem de ser dividida.
Valeria Benevolo França Poís é, se a questão da escola inclusiva é permitir a socialização e integração da criança dentro do que ela/ele é capaz e permitir que esta integração se reflita de forma completa dentro do ambiente escolar….como é que possamos garantir isso uma vez que nós mesmos temos tão pouca orientação sobre isso? Como professores, é claro.
Adir Ferreira Em Bebedouro, até os anos 80 tinha a tal da “classe especial”, coisa deprimente. Nos EUA ainda tem.
Roseli Serra É verdade Valeria Benevolo França …
Bruno Andrade Pois eh. Podemos achar que ha muito preconceito ainda, mas quando os outros alunos recebem um aluno especial, ele se torna parte do grupo de uma forma especial tambem. Tive uma aluna cadeirante que era o xodó da turma. Todos os outros adolescentes a ajudavam e davam forca! Bonito de ver o involvimento deles
Priscila Mateini:Nossa abordagem é completamente diferente para um aluno com autismo ou sindromes já que precisamos buscar o interesse na aula mas ele precisa estar ao mesmo tempo com os alunos ditos normais.
Shirley Rodrigues mas, vcs se sentem preparados? Quero dizer, a inclusão é somente algo intuitivo e que todos devem fazer pra ser legal? Matérias que ensinem osfutros professores em relação a isso não deveriam ser obrigatórias em nossas univesidades?
Roseli Serra Nossa! Vi muito isso na minah vida Adir Ferreira! Super deprimente !
Cecilia Lemos Acho que além da responsabilidade dividida, existe a questão de se vivenciar o respeito as diferenças também, Adir… E ensinar os alunos a ver as “especialidades”, o que os especiais tem a agregar e acrescentar ao grupo
Shirley Rodrigues E treinamento? q tipo de treinamento vcs já tiveram?
Shirley Rodrigues (viram q voltei cheia de peguntas)
Priscila Mateini: Concordo com Cecilia Lemos, todos precisam estar junto para que haja a inclusao e como se dá
Adir Ferreira Tive um “mini” treinamento uma vez que recebemos um aluno com dislexia. Mini mesmo.
Priscila Mateini: precisamos do apoio escolaxpaisxterapeutas nosso trabalho está atrelado ao conjunto
Giselle Santos no meu caso, a própria aluna trouxe um material para nos informar sobre Narcolepsia.
Cecilia Lemos Shirley, acho que você tocou num ponto essencial… Não, não me acho preparada. A escola proporciona alguns treinamentos principalmente em relação as dificuldades mais comuns… Mas muito do que sei vem de leituras e estudos que faço no meu próprio tempo
Roseli Serra Concordo Cecilia Lemos ! O legal é que tenho visto que os alunos já me parecem mais preparados pra ver as ‘ especialidades” do especial. Algumas vezes sinto que os pais dos alunos “normais” acham que isso vai ser problema pra seus filhos. o fato de ter um “especial” na sala
Teresa Gomes de Carvalho Como professores muitas vezes usamos a intuição na falta de maior conhecimento, mas temos um tempo restrito com o aluno enquanto na escola há outros professores envolvidos e um tempo maior de convívio e acaba tendo que ser trabalhado de forma mais completa. É um desafio diário, mas que pode ser vencido e o aluno pode aprender.
Bruno Andrade Ha de haver treinamento sim, Shirley Rodrigues. Principalmente Pra que se conheçam como cada aluno especial responde ao aprendizado. O que eh tambem importante eh q professores nao se tornem médicos e saim diagnosticando os alunos por ai. Isso eh coisa seria e deve ser feita por especialistas
Roseli Serra Bem , Shirley Rodrigues o meu treinamento foi o fato de eu ter sido psicóloga clinica por um bom tempo e lidado com crianças com necessidades especiais … no mias, nenhum treinamento
Roseli Serra no mias* =no mais
Priscila Mateini: mas existe treinamentos específicos
Cecilia Lemos Concordo que melhorou, Roseli… mas muito pelo esforço dos pais desses alunos…
Cecilia Lemos Acho que o treinamento ainda é muito pouco e superficial
Giselle Santos Bruno Andrade, concordo com você. Achismo é sempre o pior diagnóstico.
Valeria Benevolo França Na verdade, o que eu acho que acontece com alunos especiais é que, aqueles que estão dentro de um quadro que tem um diagnóstico ou cujos pais já falam sobre as dificuldades enfrentada pela criança, procuramos lidar com eles de acordo com o que é nos dito. Porém, cada criança “especial” vai apresentar reações e comportamentos muito variados e eu acho que é isso que pode tornar a questão complexa.
Shirley Rodrigues vem pro chat Mila Navarro
Cecilia Lemos Além disso, tenho visto cada vez mais pais de alunos especiais que ou se recusam a ver que o filho/a é especial ou força que ele seja tratado como qualquer aluno – o que é um grande erro
Priscila Mateini: existe um grupo na UFRJ que faz trabalhos em grupos com professores
Teresa Gomes de Carvalho como lidar com um aluno com TDAH e comodidade de TOD ( transtorno desafiador opositor) ? assisti recentemente uma aula com este aluno. O caminho é conquistá-lo porque claramente ele não conseguia se conter durante a aula, fala o que quer e quando quer. Tira o sapato, não consegue aceitar autoridade. O jeo
Adir Ferreira Trabalhei com um prof. estagiário numa escola municipal aqui em Bebdouro que fazia um trabalho de ensinar matemática para os não-videntes. Era impressionante e louvável.
Roseli Serra Pois é Cecilia Lemos! ISso é complicado.. Quando os pais dos alunos com necessidades especiais não colaboram, como faremos pra conseguir a inclusão por parte dos outros?
Bruno Andrade Verdade Valeria Benevolo França, como disse, mesmo com dificuldades semelhantes, cada aluno vai responder de forma diferente. Por isso, acho que o contato constante com os pais eh fundamental Pra entender melhor como cada aluno funciona e onde podemos ajudar em cada caso…
Valeria Benevolo França Um aluno diagnosticado com dislexia pode ter comportamentos, dificuldades e reações bem diferente de outro. E isso vai criar o desafio para o professor que talvez achasse que já havia descoberto como lidar com um aluno com dislexia. Sim, algumas técnicas vamos poder repetir, exemplo, isolando o texto em livros dentro de um “frame” para que eles não percam o foco na leitura, quebarndo as tarefas em mini-pedaços, mas quando entra na parte da escrita…bem, aí vai ser muito variado.
Priscila Mateini: A inclusao hj é uma realidade, não tem mais como fechamos os nossos olhos e as instituições precisam adaptarem e infelizemente nós professores que estamos na linha de frente para mediar a situação entre escola e aluno
Roseli Serra Tê Teresa Gomes de Carvalho , será que isso tb não passa um pocuo pela falta de educação mesmo ou de acúmulo de ausência parental?
Roseli Serra Bingo, Bruno Andrade e Priscila Mateini!
Adir Ferreira Meu aluno com dislexia se dava muito bem com as explicações orais – se eu perguntasse algo do que tinha explicado ele sabia tudo. Agora, na parte da escrita e leitura não tinha muito sucesso.
Shirley Rodrigues sim, trabalho em uma instituição publica e outra privada e cada um a delas me dá um suporte diferente: na Cultura já tive um TDAH severo (se é que tal termo existe) e tive auxilio da instituição na visita de psicopedagoga para conversas com os pais , junto comigo. J´na escola publica, depois do estagio ainda no E.Medio, ainda não tive nenhum caso para o qual necessitasse de ajuda profissional.
Cecilia Lemos Tive um aluno certa vez, que a mãe me dise que tinha sido diagnosticado com aluno de Alta Habilidade, que na verdade acredito que tinha lagum grau de autismo… Ignorei o que a mãe tinha me dito, pesquisei, estudei e usei meu instinto… Depois a mãe apareceu com outro diagnóstico (bem diferente) e até hoje ela é impressionada porque sou uma das poucas pessoas que ele abraça… mesmo 3 anos depois.
Teresa Gomes de Carvalho Concordo, Cecilia Lemos. é importante confiar no trabalho da instituição e dar condições especiais para aquele aluno não é a mesma coisa que discriminá-lo. pelo contrário, é reconhecer que as pessoas têm necessidades únicas e diferentes umas das outras.
Priscila Mateini Os pais são a chave primordial para o desenvolvimento do aluno na escola, hj muitas crianças sao diagnosticadas bem cedo como autistas, asperger e outras sindromes e transtornos, mas nós na nossa formação nao tivemos nenhuma experiencia ou contato com esse tipo de aluno,
Valeria Benevolo França Isso Adir Ferreira, é uma questão de descobrir os outros talentos que o aluno vai de fato desenvolver para compensar suas dificuldades. Mas isso para aaum aluno só fica mais claro quando o mesmo vai ficando mais velho. As estratégias são ensináveis.
Adir Ferreira Eu não tive nenhum “treinamento” sobre isso na faculdade. Como a Cecilia, corri atrás e fui ler a respeito.
Roseli Serra Mas o problema da dislexia é muito complexo mesmo,Adir Ferreira! Passa por questões neurológicas e até mesmo visuais. Alguns disléxicos têm de usar óculos com lentes epesciais, tipo lentes de prisma, que, seugundo meu oftalmohusband são extremamente desconfortáveis
Cecilia Lemos Exatamente, Valeria! Temos que ensinar (e aprender!) as estratégias…
Bruno Andrade Pois eh, Adir Ferreira mas como essas podem ser questões as vezes muito abstratas, ler somente nao adianta. E ca entre nos, muita coisa nao se aprende na faculdade…
Priscila Mateini nós só vamos estar cara a cara com eles nas nossas salas de aula, mas isso é o que vivo, não adianta ter inclusão sem treinar, aperfeiçoar o professor hj
Valeria Benevolo França Hoje já tem alguns cursos de formação de professor de língua que tem matérias sobre educação especial…mas ainda são poucas.
Cecilia Lemos Vocês acham que a experiência traz mais tranquilildade quando lidando com alunos especiais? (um professor mais antigo tem mais facilidade?) Porque eu acho que é uma das poucas coisas que experiência não conta tanto…
Roseli Serra Acho que a questão do treinhamento pro educador de modo greal é muito muito pouquinho ainda
Raquel de Oliveira Lendo e aprendendo muito
Shirley Rodrigues Posso abrir meu coração? Acho muito mais difícil vc integrar alunos cuja deficiência causa algum tipo de “deformidade” (notem as aspas) física ou intelectual . Já tive cadeirantes e um menino com deficiencia auditiva q tinah interprete. A interprete dele entrou de licença medica e demoraram a mandar outra. Quando veio outro interprete, nem ele nem a turma queriam mais – um odigo de comunicação já havia sido etablecido.
Adir Ferreira Acho que são situações distintas. Igual dizer que ensinar crianças é mais fácil que adolescente ou adulto, há mutias variantes.
Bruno Andrade Isso eh muito encouraging, Shirley Rodrigues
Roseli Serra Humm Cecilia Lemos.. sei não.. Acho que professores mais habilidosos e mais conhecedores do assunto sim . Não necessariamente os mais experientes. Alguns se desesperam , eu ja vi
Shirley Rodrigues Por outro lado, tive uma turma onde a menina tinha alopecia. http://www.saudeesportiva.com.br/alopecia-areata.php Essa foi dificil pq as crianças expressavam repudia pela menina careca e sem qualquer pelo no corpo…
Alopecia Areata – O que é, causa da perda de cabelos: http://www.saudeesportiva.com.br
Valeria Benevolo França Na verdade não acho que tem haver com idade, acho que saber lidar com um aluno especial exige de cada professor um confronto interno e psicológico de como você exerga suas próprias habilidades ou diificuldades…acho que mexe muito com questões de afeto e seu próprio estado psicológico…e por isso acho que é mais fácil ou difícil para cada um de nós. Isso é meu ponto de vista, gente, voces podem descordar.
Cecilia Lemos Learner training ajuda nesses casos? Acho que sim
Priscila Mateini concordo com Adir, existem situações distintas. Um cadeirante ele pode participar por completo na sala de aula, mas um autista não ele precisa de mediador e nós professores temos que ser facilitador
Roseli Serra ISso mesmo Valeria Benevolo França! Nem todo mundo se sente confortável.
Bruno Andrade Super ajuda, Cecilia Lemos! Ajuda tambem aos alunos que nao são especiais a buscar estratégias para ajudar os colegas especiais.
Priscila Mateini entandam aqui que facilitador na forma de trazer o conhecimento para o aluno e não deixando de lado.
Teresa Gomes de Carvalho Pois é, Roseli Serra, há outros componentes mas a pior coisa é que os pais não dividem tudo com a gente. claramente no caso deste aluno com TOD percebemos que ele respeita mais o pai que a mãe, mas temos que trabalhar em cima do que temos. a professora não dá colher de chá para ele, afinal há os outros alunos que precisam também da atenção dela. Foi a primeira coisa que eu disse para ela quando ela pegou esta turma. A grande armadilha é o professor ‘esquecer’ os demais alunos, que também têm, cada qual, as suas necessidades únicas.
Adir Ferreira Até mesmo o aluno com dificuldade cognitiva “leve” desestrutura a alguns.
Roseli Serra Digo confortável, com condições emocionais e psicológicas pra lidar com alunos com necessidades especiais
Roseli Serra Com certeza Adir Ferreira
Cecilia Lemos Concordo DEMAIS, Valeria… Se o próprio professor no fundo sente que o aluno é deficiente, assim os outros alunos perceberão… Se você vê como o aluno especial é realmente especial, é mais fácil engajar os outros alunos.
Roseli Serra IMpressionante né Teresa Gomes de Carvalho? Absurdo até!
Giselle Santos Acho que saber quando e como intervir depende sim (de alguma forma) de experiência e sobretudo do professor conhecer suas próprias limitações.
Bruno Andrade A deficiência muitas vezes esta na cabeça de quem ve a deficiência como obstáculo!
Priscila Mateini Se já entramos na sala de aula com um pre conceito sobre nossos alunos, não seremos capazes de ajudá-los
Roseli Serra Ainda temos o lado reverso: Alunos sem necessidades especiais e com puro mal comportamento mas os próprios pais diagnosticando TDAH, dislexia . etc
Teresa Gomes de Carvalho Eu mesma tenho um grande desafio em sala de aula: um aluno com TDAH e com muitas dificuldades de interação com os demais. não tem fórmula, não tem receita de bolo, pois ele é diferente de todo e qualquer aluno com ou sem TDAH que eu já tenha tido.
Raquel de Oliveira Como é o canal de comunicação entre Prof-alunos-família? Acho que deve ser crucial… Teresa Gomes de Carvalho Priscila Mateini Roseli Serra Valeria Benevolo França Cecilia Lemos Bruno Andrade
Valeria Benevolo França Isso Priscila Mateini, e isso é verdade para qualquer aluno.
Roseli Serra Sempre que pego um pai assim eu pergunto: Vc tem o diagnostico do neuro, do psicopedagogo? etc?
Cecilia Lemos Outro ponto importante, Roseli! Já tive um aluno absolutamente normal que os pais davam ritalina porque achavam ele hiperativo…
Roseli Serra Menina! Ritalina virou tão moda quanto rivotril
Roseli Serra Ceci, eu tive um aluno que tomava medicação controlada desde 6 anos. Um horror1 INdo a um psiquiatra organicista ppuro, tomando dozes altas de remédios pra dormir
Cecilia Lemos Ele ficava apático a aula inteira… conversei com os pais, que ignoraram o qe falei…
Adir Ferreira “Achavam”? Na boa, hoje em dia muitos pais querem amenizar as coisas com remédio. Muitos não querem “viver” = dias bons, dias ruins, frustrações etc.
Valeria Benevolo França E Teresa lidar com estas crianças as vezes torna-se difícil dependendo no tipo de dia que a criança teve. Se houve algum tipo de desiquilíbrio na rotina deles ou no emocional deles, até rotinas e comportamentos já estabelecidos não vão funcionar ou aparecer.
Roseli Serra Sugeri que procrasse uma psicanalista infantil pq saquei que era problema puramente de afetividade , fata de
Priscila Mateini Existem pais que fazem seus filhos ficarem doentes e jogam na escola para não terem o trabalho de educar
Roseli Serra Não deu outra! Tadinho! Os pais precisavem de ritalina sim sr. Aff
Shirley Rodrigues Acho q a deficiencia intelectual é a mais dificil gente… Integrar um aluno cadeirante, ou “surdo”, ou “mudo” (notem as aspa) não é um trablho de Hércules. Se vc constrói uma relação baseada em respeito pelo ser humano com seu grupo, a coisa flui.
Cecilia Lemos Gente, não é self-promotion… mas o caso mais challenging que já tive… escrevi sobre ele. Quem tiver interesse…http://www.teachingvillage.org/2011/03/07/about-mountains-challenges-and-teaching-by-cecilia-lemos/
Roseli Serra Com certeza Shirley Rodrigues!
Cecilia Lemos Concordo demais, Shirley!
Roseli Serra THanks for sharing Cecilia Lemos!
Valeria Benevolo França Isso é um dos maiores problemas da atualidade Cecilia, crianças dopadas por ingestão de Ritalina…é muito melhor as vezes ter um criança com um diagnóstico e tomando remédio do que aceitar que existe algo no esféra familiar que deve ser trabalhada…isso tem sido tema de muitos congressos de psicologia e psicanálise…o excesso de crianças tomando Ritalina sem precisar.
Adir Ferreira De modo paralelo, uma vez sugeri a uma mãe que levasse o menino no oftalmo pq percebi que ele apertava muito os olhos durante a aula. A mãe acabou comigo com a frase, “do meu filho cuido eu”. Um mês depois o menino apareceu com os óculos. Vcs ja passaram por isso?
Roseli Serra POis é Valeria Benevolo França.. muito triste
Cecilia Lemos Ai, Valeria, as vezes dá vontade de sacudir alguns pais e mandar eles acordarem pra Jesus!
Roseli Serra FAço parte de um grupo de estudos psicanalíticos e vira e mexe esse assunto vem à tona
Priscila Mateini Ritalina, Rivotril e outras tarjas pretas já fazem parte de 30% dos alunos da minha escola
Cecilia Lemos Qualquer menino com um pouco mais de energia vira TDAH… Ai que dor no coração!
Roseli Serra LOL issaê Cecilia Lemos! Eu Costumo brincar dizendo que são pais de liquidificador = a gnet devia moer no liquidificador.. sorry pela piada.
Priscila Mateini infelizmente tende a crescer e é poir isso que temos que estar preparados, daqui pra frente vejo que seremos Psico-professores
Cecilia Lemos Pelo jeito teremos que ser, né Priscila?
Teresa Gomes de Carvalho na maioria dos casos, Raquel de Oliveira, os pais são parceiros, mas muitas vezes também procuram soluções porque também sentem dificuldades, mas realmente TDAH e TDAH não tem nada a ver com falta de educação. os alunos com TDAH (pelo menos os que tive até agora — e foram muitos, eram todos educados e cooperativos na medida do possível mas eram ‘helpless’pois não conseguiam se controlar ou prestar atenção.
Cecilia Lemos Até a minha cunhada, educada, estudada, veio conversar comigo que achava que meu sobrinho (de 1 ano) era hiperativo)…. Senhor, dai-me forças!
Cecilia Lemos Aliás, dai-me apciência, porque se me der força eu bato até matar! Kkkk
Roseli Serra Com ceteza. Acho que a idéia é a de Cecilia Lemosmesmo: quem não é profisional de psicologia e medicina ou psicopedagogia, ou whatever, ou mesmo sendo, tem de ir atrás de ler , ler e ler , buscar self training upon the theme
Adir Ferreira Tá fácil diagnosticar agora né?
Cecilia Lemos paciência!
Priscila Mateini Pessoal vou contar a minha história
Priscila Mateini Comecei a da aula 5 anos atrás e há 2 anos descobrimos que meu filho menor é autista
Shirley Rodrigues (pegando a pipoca prá ouvir a Priscila Mateini)
Priscila Mateini como, aonde e o que fazer? Essa é a minha vida, participo de váras palestras, congressos e seminarios sobre o tema
Cecilia Lemos Ou assim eles acham, né Adir???
Roseli Serra ( Cecilia Lemos não te imagino matando nem formiguinha, quanto mais batendo em alguém)
Giselle Santos Muito interessante a pausa que se fez, o virtual replicando o real enquanto esperávamos pelo depoimento de Priscila Mateini.
Roseli Serra Impresionante né Giselle Santos:?
Cecilia Lemos Hahaha… tento frear a vontade, Roseli! Acredito que o mundo manda de volta o que a gente joga para ele… então procuro ser o mais positiva possível… e tem funcionado bem, viu?
Priscila Mateini pq sei que quando meu filho estiver na idade de 6 anos que sera sua alfabetização terá que ter uma mediadora e a escola onde estuda precisou utilizar material adaptado
Cecilia Lemos Quantos anos ele tem hoje, Priscila?
Roseli Serra Claro, Cecilia Lemos!
Priscila Mateini foi ai que descobri que o que posso ajudar meu filho e tb como professora vou ajudar outros alunos
Cecilia Lemos E qual o grau de autismo dele?
Priscila Mateini hj ele tem 5 anos
Priscila Mateini autismo clássico
Cecilia Lemos Ok…. Com o que (ou quem) ele se solta mais?
Priscila Mateini ele não fala até hj e faz tratamento com fono, psicologo e terapeuta 3x na semana
Roseli Serra Pri, Priscila Mateini eu tenho um primo de 20 anos que é autista e é um doce, genial , tem toda a asistência do mundo e creia-me , termonou o ensino médio em Slavador
Cecilia Lemos Ok… quando ele parece mais feliz e a vontade?
Bruno Andrade Caramba, Priscila Mateini! E vc ve isso de uma maneira diferente das outras mães por ser professora? Ou melhor, vc ve os outros alunos de forma diferente por ser mae de uma criancd especial?
Roseli Serra Entendo Priscila Mateini … o meu priminho era assim tb e desabrochou
Priscila Mateini por incrivel que pareça, ele interage com a gente pelo IPAD
Valeria Benevolo França Fala-se de um “spectrum” de autismo… porque várias características compõe o quadro de uma criança…
Priscila Mateini temos vários app que o ajuda
Roseli Serra Ta vendo Pri? O meu primo aprendeu falr inglês pelo computador .
Priscila Mateini e ele está comecando a soltar uma palavrinhas…
Priscila Mateini ai que foi incrivel, eu tendo um filho autista não identifiquei
Shirley Rodrigues autismo classico? isso q me deixa muito ansiosa gente… Não sei os termos… Tenho conhecimento de leituras, feitas por curiosidade ou inteuição. Tenho alguma ajuda de orientadores, mas, não sei explicar ou reconehcer autismo classico, ou se há outros tipos , entendeu? aí é que bate aquela tensão de estar fazendo o correto para que crianças como o seu pimpolho Priscila, possam se desenvolver. e se eu, em minha boa vontade e inocência/ignorância no assunto estiver fazendo algo que freie ao invés de promover o desenvolvimento da criança?
Shirley Rodrigues como mensurar isso?
Valeria Benevolo França Isso tem sido fato constato por vários pais de filhos dentro do spectrum autista….o meu Gbariel mesmo começa a aprender a swipe no iPad…e consegue foco, que ele não consegue com o papel já que existe um desejo fenomenal de “comer” o papel…
Roseli Serra Isso , Priscila Mateini! Internet e tecnologia em si têm sido uma bênção para pessoas autistas por conta dos seus apps fantásticos
Priscila Mateini não achava e eu tendo contato como outros
Valeria Benevolo França Shirley Rodrigues depois olha este site, é maravilhoso: http://www.tes.co.uk/autism-spectrum-disorders-and-asperger-syndrome-sen-teaching-resources/
Adir Ferreira Vou dar o meu exemplo: tive polio com 9 meses de idade (vacina estragada) e ando com muletas e aparelhos ortopédicos nas pernas. Acho que hoje levo uma vida normal porque meus pais, sem muita instrução, seguiram o instinto e nunca me trataram com diferença. Todos os 4 irmãos tínhhamos chores em casa e eu sempre soube que nada cairia do céu, então fui “correr” atrás. (pun intended!).
Priscila Mateini Isso aí Adir não temos que tratar com diferença, temos que incluir
Giselle Santos http://www.youtube.com/watch?v=G43qNZjmfz0Recomendo esse filme, ele me ajudou a entender muitas coisas …tanto pelo lado dos pais quanto dos educadores e das crianças.
Bruno Andrade Adir Ferreira, que história!!!
Shirley Rodrigues a histopria desta menina aki é fantastica! Outro dia passou em algum programa d Tv , mas, por conta de , como disse antes, curiosidade e pesquisa por conta propria, ela já está em mnha friends list no FB faz tempo: https://www.facebook.com/carlysvoice?fref=ts
Cecilia Lemos Que maravilha que ele usa o iPad para se comunicar,Priscila! É um meio!
Priscila Mateini não sou muito fa da palavra especial, pq todos nós somos especial, temos habilidades diferentes, vejo que são crianças com potenciais
Roseli Serra Valeria Benevolo França eu tive um aluno como o Gabriel. Ele já está no ensino médio 1o ano. Interage bem e mãe não pega leve não pq ele tem consciência que é espcial. sabe? E se deixar, ele se aproveita. Danadinho em tecnologia e tudo!
Cecilia Lemos Não se culpe por não ter visto.. casa de ferreiro…
Priscila Mateini Vc conhecem Temple Grandin? Já fui nas palestras dela e aprendo com ela e vejo que o Lucas consiguira pq tudo é o apoio de pais x escola x tratamento
Priscila Mateini http://www.templegrandin.com/
Cecilia Lemos Adir, só me lembro de seu problema quando você está entrando ou saindo de um lugar mais difícil… o resto do tempo, nem lembro
Adir Ferreira Eu vi o filme da Temple Grandin.
Cecilia Lemos Obrigada pelo link, Priscila!
Roseli Serra POis é Cecilia Lemos.. Meu pai e marido são médicos e meu filho tem uma doença no esofago, congenita que só descobrimos acidentalmente aos 21 anos quando ele foi fazer uma tomografia de pulmão por conta de uma pneumonia . Doença rara, um caso em cada 100mil e nunca os sintomas chamaram a atenção de nenhum médico a família
Adir Ferreira Você e todo mundo, Cecilia! Não sou de reclamar pq tb nao adianta muito, less whining and more action!
Cecilia Lemos Adirrrrr, tenho uma prima que não escuta desde que nasceu que minha tia foi commo seus pais… ela estudou nas mesmas escolas que a gente, e nunca aprendeu Libras… fez faculdade como todo mundo, e hoje é ceramista…
Priscila Mateini Adir!!! Vc é um exemplo pra mim!!!
Roseli Serra Adir Ferreira, que testemunho!
Priscila Mateini No caso do Autistas e Sindromes esse site me ajuda muito com material adaptado que É TEACCH e ABA todos como estimulação, repetição e
Priscila Mateinihttp://www.universoautista.com.br/autismo/modules/works/index.php?cid=2
Valeria Benevolo França Segue um link de um material fabuloso de alfabetização multisensorial…a escola do Gabriel está se baseando nisso para trabalharmos as letras com ele…http://httpcreceeducacaooespecialblogspo.blogspot.com.br/2012/11/facilitando-alfabetizacao-facilitando.html
Adir Ferreira Mas esse trabalho de conscientização dos limites – físicos ou psiquicos – não é de uma hora pra outra e requer apoio de muita gente, familia, amigos, escola. E ter sempre em mente que sempre há alternativas. Viajo muitas vezes sozinho, no Brasil e pra fora e uma amiga sempre diz, “Eu nunca conseguiria viajar sozinha”. Daí olha a limitação dela, tida como “perfeita”.
Valeria Benevolo França Desculpe, segue o link do post que fala deste material:http://www.cemespi.blogspot.com.br/2012/11/facilitando-alfabetizacao.html
Roseli Serra Ta vendo só Adir Ferreira!
Roseli Serra Super obrigada pelos links Valeria Benevolo França! Serão de grande ajuda, certamente
Mila Navarro olá, perdi muito desta conversa… já assistiram a temple Grandin no TED?:http://www.ted.com/talks/temple_grandin_the_world_needs_all_kinds_of_minds.html
Priscila Mateini E tb recomendo para meu amigos um livro muito bom – do Eugenio Cunha Doutorando http://www.eugeniocunha.com/
Adir Ferreira Great links, Valeria!
Valeria Benevolo França Segue mais um link bom que facilita um pouco o nosso pensar de como podemos abordar certas questões de dislexia na sala de aula:http://specialed.about.com/od/managementstrategies/a/dyslexic-friendly-classroom.htm
Shirley Rodrigues Priscila, tb não gosto do termo “especial”. Adir, sua familia fez um otimo trabalho, podicrê, babe! Mas, se esconder atrás de uma “deficiência” é muito comum em casos onde as pessoas começam a proteger demais.
Adir Ferreira Shirley, é o que eu falei da vitimização, bem fácil a criança se achar coitadinha ou os outros a tratarem como coitadinha e spoonfed them emotionally.
Priscila Mateini Estamos andando como formigas, lutando para uma escola mais inclusiva, porem vai também do nosso esforço. Precisamos ajudar essas crianças, alertando os pais como eu fui alertada, conversando com a criança, trazer ela para o convivio das outras e não abandona-las
Bruno Andrade Pessoal, vou ter q deixa-los! Um grande beijo no coração de cada um! Obrigado Cecilia Lemos e Valeria Benevolo França pela moderação! Raquel de Oliveira e eu aprendemos bastante ne?
Valeria Benevolo França Mas gente, a nossa cultura Brasileira é um de super proteção de qualquer maneira, nós vamos sempre ter um “cuidado” maior com nossos filhos…faz parte de nossa cultura….acho que devemos realmente não aceitar é uma atitude de “pena”. Isso é um desastre.
Priscila Mateini Concordo com vc Valeria Benevolo França!
Roseli Serra Priscila Mateini Shirley Rodriguese Adir Ferreira, tudo oqu se fala soa preconceituoso né? Epecial, necessidades espciais… è que nem boa idade, melhor idade.. que complicado!
Shirley Rodrigues lembro de uma menina que NÃO era deficiente – era epilética! Essa estudou comigo e não tomava o remedio de propóstio só para chamar a atençõ , principalmente da familia que usava o discurso do “deixa ela que ela é epilética”.
Mila Navarro Shirley, acredito que todos somos especias . Mas o que realmente vale a pena é estudar o assunto e, principalmente, perder o medo de tudo que é diferente
Priscila Mateini Pessoal no dia 02 de abril é o dia da Consciencia do Autismo no mundo inteiro, nesse dia teremos várias oficinas e vou postando aqui para quem quiser participar, okay!
Adir Ferreira Roseli, aprendi muito cedo que eu era diferente no sentido de que a única coisa que eu não poderia fazer seria correr. O resto seria possível e como é!
Giselle Santos vai ter uma caminhada em Copa!
Roseli Serra Isso Valeria Benevolo França! Essa é a atitude dos pais do meu aluno com síndorme de Down. Eles fazem de tudo mas não pegam leve nele não. Fazem como os pais de Adir Ferreira : Lutam por ele sem sentir pena dele.
Valeria Benevolo França Bom, falar de exemplos “close to home” sempre é bom já que ajuda a contextualizar a questão. Mas acho que o nosso diálogo mostra que a diversidade neste questão e a amplitude e complexidade é tanta que mesmo tendo algum tipo de treinamento básico a questão da inclusão é bastante desafiadora. Cada caso é um caso…é muito difícil generalisar.
Priscila Mateini Sim terá!! E estaremos tb no Cristo!
Adir Ferreira Num outro âmbito, vejo muita gente “deficiente” emocionalmente, como meu irmão André cuja vida não sai do lugar. Struggle after struggle, e perfeito fisicamente. A questão é olhar de frente para a limitação, seja ela física ou qualquer outra, e trabalhar junto com familia, amigos e escola.
Roseli Serra Adir Ferreira , todo mundo tem alguma limitação. Eu tenho um desvio raro de visão que limita meu campo visual, por exemplo, ISso me impedde de fazer certos exercicios e dirigir alguns carros que eu gostaria, por ex.
Valeria Benevolo França E no dia 24 tem a caminhada no Arpoador para o movimento RJDown onde vamos caminhar com nossos filhos e levantar a questão da SD e necessidade de inclusão.http://www.facebook.com/pages/RJ-Down/254999901188781
Adir Ferreira Exatamente e acho que, quando possível, mostrar isso para a criança.
Priscila Mateini Nesse dia usamos a cor azul para mostrar que existem 6 milhoes de crianças com autismo no Brasil
Valeria Benevolo França Vou postar mais um link bem interessante aqui para lermos sobre inclusão escolar:http://www.pedagogiaaopedaletra.com.br/posts/manual-para-pais-sobre-educacao-especial-inclusao/
Teresa Gomes de Carvalho não há como julgar, Shirley Rodrigues. cada um lida do jeito como pode. Nem todas as pessoas conseguem lidar com isso da mesma forma. Por isso, que é tão subjetivo apesar de haver diagnóstico, laudo, exame. Eu mesma tinha uma dificuldade absurda com a matemática, quase uma discalculia, e me ressentia muito da minha escola me enquadrar num modelo igual aos demais. A questão é que eu precisava do concreto, eu precisava visualizar para entender os números. Já na escola primária, a professora ficava comigo depois da aula porque eu tive dificuldades na alfabetização. Ela percebeu que eu precisava de ajuda. sonho com uma educação que perceba as diferenças e diferentes necessidades de cada um e que não massifique.
Roseli Serra BINGO, Adir Ferreira!
Valeria Benevolo França Minha gente, falt 1 minuto para o fim de nosso chat.
Giselle Santos Recentemente, um caso me chamou a atenção. Não sei se viram a campanha ‘Vem, Sean Penn’. Os comentários e motivos que levaram muitas pessoas a se engajarem me fascinaram.http://www.youtube.com/watch?v=bHNTPdy0CIM
Roseli Serra Que pena… a festa sempre acaba no melhor momento
Adir Ferreira Bom, eu adorei o chat. Nunca tinha participado, só tinha lido. Vou me esforçar para participar mais.
Priscila Mateini Pessoal adorei estar com vcs, mas estou ainda de repouso da minha cirurgia que vai me impossibilitar de participar esse ano IATEFL um grande abraço e vamos tentar incluir mais crianças nas nossas salas de aula. Bjos
Valeria Benevolo França Logo após o chat eu subo este “thread” para o nosso blog: http://breltchat.wordpress.com/
Valeria Benevolo França Mas alguem gostaria de fazer uma resenha do chat? Na resenah temos uma chance de falar de um ponto que talvez tenha nos chamado mais a atenção.
Shirley Rodrigues amei, tava com saudade disso aki gente!
Roseli Serra Muito legal essa campanha Giselle Santos!
Valeria Benevolo França Agradeço a presença de todos vocês e dos moderadores Bruno Andrade, Cecilia Lemos e Raquel de Oliveira. É bom termos a chance de trocar idéias, de refletir…mesmop que não temhamos respostas…mas é da reflexão que criamos novas possibilidades.
Shirley Rodrigues Posso fazer o resumo? Já q tô há muito sem vir aki, quero “the full monty” riririri
Roseli Serra Sempre muito proveitosa acompanhia de vocês. Adir Ferreira, volte sempre , please!
Adir Ferreira Voltaray!
Roseli Serra Manda ver Shirley Rodrigues!
Giselle Santos Muitas leituras e links para explorar. Boa noite e muito obrigada, pessoal.
Roseli Serra Bjão Giselle Santos! Boa noite a todos!
Shirley Rodrigues Resumo, memsmo esquema de sempre Valeria?
Valeria Benevolo França Oba Shirley Rodrigues super obrigada. Logo mais subo a thread no blog e posto na nossa página. Valeu.
Adir Ferreira Nighty night!
Valeria Benevolo França Boa noite a todos. Um grande abraço.
Roseli Serra Nighty night, you all!
Shirley Rodrigues bjks gente! Até o próximo!
Mila Navarro sweet dreams
Cecilia Lemos Gente, minha innternet morreu… só voltei agora….. Vou ler o que foi dito. Obrigada a todos!!!! Adorei!





28/02/2013 – Discussion Thread – Learner Training: o que é e como pode ajudar no aprendizado e em classroom management

1 03 2013

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Natália Guerreiro: Ready? Set. Go!

Valeria Benevolo França: Olá Natália Guerreiro

Raquel de Oliveira: vamos que vamos

Danielle Tavares: Olá..boa noite

Natália Guerreiro: Boa noite, Valeria Benevolo França! E todos os colegas!

Roseli Serra: OLá Valeria Benevolo França

Karine Melo: Sim

Valeria Benevolo França: Olá, bom estar de volta.

Raquel de Oliveira: Feliz com tanta gente apaixonada por Educação aqui hoje

Roseli Serra :P ois é Raquel de Oliveira! eita grupo bom né?

Natália Guerreiro: Votei neste tópico pq tive uma experiência mto legal neste mês. Peguei uns alunos q devem ter vindo de experiências mais tradicionais com ensino de língua e, ao encontrar um curso mais comunicativo, pareciam perdidos ou resistentes às vezes. Só de explicar por que fazer pair work, por que ter atividades em q eles ficassem mais soltos para falar, por que não tinha resposta certa, em suma, só de explicar/elicitar tudo o q se fazia em sala, eles ficaram tão felizes e tão mais envolvidos! Senti um ganho enorme!

Priscila Mateini :Olá Valeria Benevolo França, Natália Guerreiro

Valeria Benevolo França: Bom, nosso tema de hoje “Learner Training” é um que vai trazer uma boa discussão. Talvez possamos começar conceituando exatamente o que entendemos como “learner training”?

Valeria Benevolo França: :Ótimo Natália, então acho que você já começou nos dando um exemplo….

Cecilia Lemos: Boa noite, pessoal! desculpem o atraso!

Juan Alberto Lopez Uribe: Olá a todos!

Raquel de Oliveira: Juan Alberto Lopez Uribe, poste aqui Rose Bard tb

Valeria Benevolo França: Olá Cecilia, que bom ter você aqui novamente como moderadora.

Raquel de Oliveira: Ceci welcome back

Rose Bard: Boa noite a todos!

Cecilia Lemos: : Acho que Learner Training é trabalhar com os alunos para eles entenderem o processo de aprendizagem, necessidades, abordagens… é treinar o aluno para que ele aprenda melhor.

Roseli Serra :OI Cecilia Lemos .

Raquel de Oliveira: Learner Trainning é crucial com crianças… mas o que são adultos senão crianças de idade, né?

Cecilia Lemos :Obrigada Valeria, Roseli e Raquel! Bom estar de volta!

Roseli Serra :E levá-los a serem mais independentes no seu processo de aprendizagem e reconhecerem senso de progresso

Natália Guerreiro : outro exemplo seria tb strategy training. como é um curso intensivo só em fevereiro, era importante estimulá-los a continuar estudando e ensinar como. apesar de novos (18-20 anos), eles pareceram apreciar mto essas dicas de aprendizado de língua.

Muita gente q vem aprender inglês nunca estudou outra língua estrangeira, então é bom trabalhar com como se aprende uma língua, ajudá-los a descobrir o q funciona para eles, desfazer uns mitos (ex.: depois de certa idade não se aprende), etc.

Cecilia Lemos: Raquel, eu não tenho muita experiência com crianças, e para minha Learner Training é essencial com adultos, principalmente aqueles que estão iniciando pela 415a vez e tem grande ansiedade (e bloqueios)

Cecilia Lemos: Obrigada Valeria, Roseli e Raquel! Bom estar de volta!

Natália Guerreiro ; engraçado, Raquel de Oliveira, nunca cogitei learner training com criança! hahaha sempre com adulto! acho q ficava pensando q era abstrato demais pra eles. adoraria saber como vc faz!

Roseli Serra: E se a gente focassse o learner training em aquisição de linguagem mais do que aprendizado de uma outra língua?

Valeria Benevolo França: Se, como Natália exemplificou, learner training involve permitir que o aluno tenha um entendimento melhor da razão pela qual ele faz algo, como é que isso irá facilitar seu processo de aprendizagem? E qual é esta relação com a questão de autonomia?

Priscila Mateini: concordo com a Natalia, porem com as crainças a utilização do ludico tem ajudado muito!!

Raquel de Oliveira: Ceci, concordo com vc… por isto afirmei que adultos são crianças de idade

Juan Alberto Lopez Uribe: A palavra training me incomoda, pois traz a idéia de algo já fechado. Gosto da idéia de conversar com os alunos sobre o aprender. Faz sentido para vocês?

Rose Bard: Tenho como prática no primeiro dia de aula encorajar os alunos a encarar a experiência de aprendizagem como uma jornada aonde aprendiz e professor caminham juntos. A assumir uma postura pro-ativa diante do seu objetivo.

Natália Guerreiro: sim, learner guiding talvez, né, juan? até pq não há uma forma única, magic bullet, pra aprender.

Cecilia Lemos: Acho que um dos benefícios é mais emocional, principalmente com o aluno adulto… ele entender o processo muitas vezes baixa o affective filter e ele se permite fazer as coisas, mesmo que sejam muito diferentes de metodos que eles já conheçam, mesmo que as atividades pareçam sem utilidade ou bobas

Raquel de Oliveira: Natália Guerreiro, eu converso com eles sobre o como estão aprendendo, como melhorar… as regras de comportamento em sala de aula são construídas em conjunto tb…

Roseli Serra: EXatamente mas acho que Juan tem uma certa razão… Talvez , para alguns públicos de alunos a palavra training soe como algo muito fechado

Valeria Benevolo França: Perfeito Rose, a diferença entre estimularmos um posicionamento pro-active em vez de reactive.

Natália Guerreiro: Raquel de Oliveira, acho q aí vc tá fazendo a ponte com o classroom management do tópico! bem legal!

Juan Alberto Lopez Uribe: Rose Bard, como você conversa com os teus alunos sobre a jornada?

Cecilia Lemos: Juan, faz muito sentido! Mas Learner Training é só a denominção, para todo mundo no mundo todo saber sobre o que é… Muito do meu LT é feito de conversas com meus alunos…

Karine Melo: Os alunos brasileiros são um pouco dependente dos professores, acham que eles tem obrigação de ensinar e eles só de fazer alguns exercícios orais e escritos. Esquecem que aprendizagem é algo que exige esforço de ambas as partes.

Raquel de Oliveira: Valeria Benevolo França, para mim autonomia caminha paralelamente à segurança… e quando sabemos o que estamos fazendo, para que estamos fazendo… nos sentimos mais seguros, com autonomia de vôo.. Pensei alto aqui

Cecilia Lemos: As vezes é um simples “Gente, qual vocês acham que é o objetivo dessa atividade? O que vocês estão praticando, que habilidade?”etc…

Natália Guerreiro :isso, sem a explicação (q o prof às vezes não dá por parecer óbvio pra ele), as coisas q se fazem em aula podem parecer gratuitas e daí o aluno pode não aproveitar tanto.

Roseli Serra :Ótima a sua colocação Cecilia em relação a training ser apenas um nome

Rose Bard :Juan, procuro ouvir as expectativas deles, medos e tudo mais que eles trazem para o grupo.

Raquel de Oliveira : Awareness, né? Como a sala é parte do mundo, nosso aluno não pode ser alienado

Natália Guerreiro : what’s in a name, though. concordo com o juan q training dá mesmo arrepio.

Rose Bard: E que juntos vamos alcançar o objetivo que eles almejam.

Juan Alberto Lopez Uribe: Concordo com vc Cecilia Lemos, é importante trazer consciência sobre o que acontece na sala, trazer tangibilidade para a rotina.

Cecilia Lemos: Isso Natália!

Priscila Mateini: acho que é o aprendizado naõ individualizado e sim em conjunto com o professor e aluno, as atividades que utilizamos vai depender de cada grupo

Roseli Serra: SS expectations no primeiro contato. Isso! É crucial que o professor saiba e trabalhe essas questões ao loongo do processo

Valeria Benevolo França: Concorod com Cecilia temos o lado emocional e o lado de “skills” em Learner training.

Cecilia Lemos :Saber o porque fazemos algo normalmente motiva a gente, traz ânimo!

Karine Melo: Uma coisa que faço é deixar uma deixa para próxima aula… uma pergunta a ser pensada em casa, pesquisada.

Natália Guerreiro: então learner training passa por uma needs analysis, Roseli Serra?

Cecilia Lemos: Nossos alunos não estão acostumados a refletir sobre o aprendizado, então por isso eles precisam ser “treinados”

Roseli Serra: Começando por aí Natália Guerreiro

Valeria Benevolo França : E saber porque fazemos e depois saber o que eu faço melhor…a soma destes dois olhares ajuda em muito.

Danielle Tavares: pode dar um exemplo natália guerreiro?

Raquel de Oliveira: e a busca por estratégias de aprendizagem,Natália Guerreiro

Vinicius Lemos: Bacana o tema, não conhecia formalmente mas acho que nós fazemos um pouco de learner training no dia a dia. Concorod com afirmações anteriores relacionando o termo com classroom management.

Teresa Gomes de Carvalho: Olá boa noite!

Roseli Serra: Mas essa needs analysis pode ser feita das mais variadas maneiras. Inclusive de maneiras muito informais

Juan Alberto Lopez Uribe: Bacana também é termos eles trocando como aprendem, o que os estimula e motiva. Esta conversa com os alunos sobre learning awareness é essencial para o professor ver e rever suas posturas e como elas afetam os alunos.

Raquel de Oliveira :Valeria Benevolo França, e aí a autoestima ajuda o desenvolvimento do aluno…

Roseli Serra: BINGO, Juan Alberto Lopez Uribe

Roseli Serra :Teresa Gomes de Carvalho! Que bom ter vc por aqui!

Raquel de Oliveira: Afetivo, de afetar… boa Juan Alberto Lopez Uribe!

Vinicius Lemos: Acho que uma maneira de trazer a pro-ativdade dos alunos é conversar sobre como eles gostam de aprender e elicitar o porquê

Natália Guerreiro: então juntando tudo q todo mundo disse até agora, LT envolve: (1) busca conjunta estratégias de aprendizagem; (2) trabalho com os medos e ansiedades e expectativas; (3) explicação dos objetivos das técnicas e tarefas utilizadas em sala.

e isso pode ser iniciado desde a 1a aula, com um papo e/ou com uma needs analysis.

è isso?

Priscila Mateini: sim!! Natália Guerreiro

Teresa Gomes de Carvalho : Na primeira aula com meus alunos discutimos assuntos relacionados ao aprendizado de uma língua. Acho essencial que eles saibam que nós conhecemos um pouco de como este aprendizado se dá. Muitos alunos acham que nós ‘só ensinamos inglês,’ poucos sabem que podemos ajudá-los a aprender melhor.

Juan Alberto Lopez Uribe: Boa Natália Guerreiro! Gostei do teu resumo.

Karine Melo: Tabém podemos ajudá-los a a fazer uso das redes sociais pra melhorar a aprendizagem, usando learner trainer.

Rose Bard: Sem dúvida Juan.

Natália Guerreiro: resumo ainda não, juan! temos mto papo ainda.

Roseli Serra: É um trablaho de formiguinha esse de learber training. A gente envolve tudo isso aí que Natália Guerreiro mencionou e ainda temos de estar bem aware dos learning styles dos alunos a fim de que o LT seja mais efective.

Raquel de Oliveira: E o papel da coordenação pedagógica tb é crucial… pq ajuda a montar as peças do quebra cabeça…

Roseli Serra: Isso! E pense num trabalho trabalhoso , viu Raquel de Oliveira?

Rose Bard: O que acham do professor como role model? Aonde precisamos ter uma atividade de Learner também?

Juan Alberto Lopez Uribe: Importante no learning awareness é desconstruir modelos mentais que os alunos trazem. Estes incluem não tenho talento, minha familia não consegue, e muitos outros.

Vinicius Lemos: A ideia do Learner Training parece ser um método eficaz de envolver mais o aluno no processo.

Raquel de Oliveira: http://iteslj.org/Techniques/McCarthy-Autonomy.html >> achei este artigo interessante

Roseli Serra: hummm food for thought Juan

Priscila Mateini : Juan essa eh uma realidade constante em muitas salas

Juan Alberto Lopez Uribe: Fiz até uma manualzinho de orientação para pais, seria um “parent training”, já que os pais influenciam muito a aprendizagem das crianças.

Ramon Silveira: Boa noite pessoal! Desculpem o atraso! Tentando acompanhar os posts.

Cecilia Lemos: Muito importante tb o LT acontecer não só no início do semestre, mas ao longo de todo o processo de aprendizagem…

Valeria Benevolo França: De certa forma é auxiliar o aluno a criar seu próprio “framework” ou “scaffold” para direcionar seu processo de aprendizagem – ajudar ele/ela a ter uma clareza das atividades, recursos que o auxliliam na aprendizagem.

Roseli Serra: EXatamente Cecilia Lemos! è aí onde mora o segredo do sucesso

Valeria Benevolo França : Perfeito Cecilia, é um processo….

Raquel de Oliveira: Atualmente, tenho pensado em LT em plataformas online… Pq o aluno precisa ter a autonomia de responder questões em L2 num ambiente sem “mediação”

Teresa Gomes de Carvalho : Muito bem colocado, Juan Alberto Lopez Uribe Vi os conceitos que os meus alunos tinham do aprendizado e do inglês em geral e fiquei surpresa com alguns mitos que eles têm.

Karine Melo: Atualmente, os alunos tem um mundo de informações mas não sabem como usar em favor próprio pra aprender o que desejam incluindo um novo idioma.

Cecilia Lemos: Com alunos mais fluentes e avanaçados, vejo que LT ajuda muito em eles preceberem que estão aprendendo, ao invés de ter aquela sensação de estagnação comum em níveis mais avançados.

Roseli Serra: ISso me lembra mentoring Ss , Valeria Benevolo França!

Priscila Mateini: eu sempre pensei que o professor é uma facilitador, ajudar nossos alunos é essencial para a autonomia de cada um

Roseli Serra : Ramon Silveira! Salve !

Valeria Benevolo França: E como já começamos a sugerir alguns exemplos, talvez possamos pensar em mais exemplos conxretos de como desenvolvemos este “awareness” do processo de aprendizagem….

Teresa Gomes de Carvalho: Com crianças podemos fazer algo semelhante, como experimentar diferentes formas de se fazer uma atividade e como aprendemos a fazê-la, etc.

Natália Guerreiro: isso, Raquel de Oliveira, com EaD, learner training/awareness se faz ainda mais importante pois não é uma modalidade ainda usual para as pessoas.

Juan Alberto Lopez Uribe : Isso mesmo Valeria Benevolo França, dar ao aluno um menu com opçoes que ele pode escolher e deixa-lo perceber criar e rever suas próprias formas é um excelente caminho.

Vinicius Lemos: Um dia desses conversando com uma amiga que estava estudando inglês ela estava reclamando da atitude da professora em dizer que não poderia dar as respostas de mão beijada e que eles tinham de descobrir significados e que isso tornaria o aprendizado mais eficaz. Minha amiga, como aluna, queria saber todas as respostas e não estava pagando para descobrir nada. Acho isso um reflexo do jeito que aprendemos no passado e precisamos mudar os paradigmas. Acho que learner training seria interessante para trazer a consciência da importância da autonomia.

Valeria Benevolo França: ótimo Teresa Gomes de Carvalho e como você faria o follow-up? Via uma conversa informal?

Ramon Silveira: Bem…tentando acompanhar ainda mas acho que tenho um exemplo. Na minha unidade temos a carta de apresentação que entregamos na primeira aula aos alunos explicando coisas da escola, inclusive como funcionam as aulas etc. O professor é treinado a explicar na primeira aula esse processo aos alunos.

Raquel de Oliveira: Valeria Benevolo França. gostaria de saber se alguém já pensou em LT como forma de rmedial work… Alguém?

Teresa Gomes de Carvalho: É importante mostrar e demonstrar para os alunos a importância da atenção e da memória para o aprendizado através de hands-on.

Roseli Serra: Isso fa-los-ia reconhecer seus L styles e discernir suas strategies Juan Alberto Lopez Uribe?

Cecilia Lemos: Como remedial work, Raquel?

Juan Alberto Lopez Uribe: Teresa Gomes de Carvalho, trazer estes conceitos para a mesa, desconstruí-los e reconsctruí-los com os alunos é fundamental. Faço isso bastante de forma indireta também por meio de quotes que escrevo na lousa.

Natália Guerreiro: Raquel de Oliveira, acho q é essa hora q o LT vem mais fácil nas nossas cabeças, né? qd a gente vê q o aluno não tá se desenvolvendo…

Teresa Gomes de Carvalho : É verdade, Vinicius Lemos, os alunos têm certas expectativas em relação ao aprendizado e querem aprender tudo de uma vez e respostas prontas. Este é o modelo mais antigo em que o professor responde as perguntas dos alunos. Na minha escola a vida toda foi assim. Perguntávamos e o professor respondia.

Karine Melo: Uma coisa que faço com as turmas do Município é trabalhar com palavras que usamos, vindas do inglês, logo no primeiro dia de aula. Isso ajuda a mostrar o quanto eles já sabem e como o inglês é importante hoje em dia.

Cecilia Lemos: Sempre faço isso com meus alunos adultos iniciantes tb, Karine! Ajuda muito!

Raquel de Oliveira : Cecilia Lemos, quando identificamos alunos com dificuldade de aprendizagem, ou com tempo de aprendizagem mais prolongado, diagnosticamos isto e fazemos um plano de açao, certo? Será que já incluimos LT nisto?

Valeria Benevolo França : Perfeito, e o quanto que learner training é influenciado por learning styles? Será que isso fica claro para os alunos?

Cecilia Lemos: Juan Alberto Lopez Uribe, adorei a ideia de um manual de “Parent Training”!

Roseli Serra : Será que nesse momento uma nova needs analysis não seria util Natália Guerreiro?

Vinicius Lemos: Verdade Karine Melo e Raquel de Oliveira , e eles sempre ficam surpresos com o tanto que já sabem !!

Cecilia Lemos: Devemos com certeza incluir LT nisso, Raquel de Oliveira, mas do que nunca, acho eu!

Rose Bard : Um exemplo concreto Valeria. uhmmm no semestre passado fiz uma atividade com vídeo e vocabulário que evoluiu para uma discussão sobre a questão da memória, observação, estratégias e das habilidades pessoais de cada um. Os alunos discutiram em pares após a atividade sobre quais estratégias usaram para lembrar das palavras.

Natália Guerreiro : bem, eu tenho uma resistência à ideia de learning styles como se costuma apresentá-la. parece uma profecia autorrealizável q limita mais do q liberta.

Roseli Serra: Nossa manual de prente training se for segudios pelos parents . UAU! EStaremos no céu!

Raquel de Oliveira: Cecilia Lemos, mas acho que na correria do dia a dia isto ainda fica muito superficial, sabe?

Karine Melo: Trabalha auto-estima que é bem baixa em alguns!Vinicius Lemos !

Valeria Benevolo França: Karine Melo, interessante o seu ponto. A valorização do conhecimento prévio do aluno é fundamental. Quantos alunos em média tem em sua turma no Município? Voce acha que learner training facilita o processo para eles?

Cecilia Lemos: Valeria, acho que se os learning styles não está claro (ou a gente sentir que não está) temos que fazer LT para remediar isso!

Juan Alberto Lopez Uribe: Cecilia Lemos, aqui vai o mini manual para pais:http://childrenlearningenglishaffectively.blogspot.ca/2012/10/a-mini-manual-for-parents-of-children.html

Teresa Gomes de Carvalho: Valeria Benevolo França, eu geralmente discuto com os alunos sobre o propósito de algumas atividades no decorrer do curso. Acho importante eles saberem porque estão fazendo isso e não aquilo, etc. Fiquei feliz porque consegui demonstrar para a minha turma avançada a importância de anotar vocabulário para lembrar melhor em uma atividade de ditado.

Roseli Serra: POis é gente.. de repente essa correria deixa nossas práticas meio nubladas em relação às nosas idéias né Raquel de Oliveira?

Roseli Serra: Thanks Juan Alberto Lopez Uribe

Juan Alberto Lopez Uribe : Que bacana Rose Bard como você trabalhou a atividade de video e vocabulário com o teu grupo.

Vinicius Lemos : Obrigado por compartilhar Juan Alberto Lopez Uribe!!

Karine Melo Com alunos da rede particular indico aplicativos que podem baixar, discionários, coisas que fazem parte do cotidiano deles. Assim aprendem fazendo o que gostam.

Natália Guerreiro: : isso, apontar para recursos online é uma ótima ideia, Karine Melo!

Natália Guerreiro: aliás, poderíamos como grupo desenvolver uma lista só com o creme de la creme desses recursos, né?

Cecilia Lemos: Partindo para a prática, que tal compartilharmos exemplos de atividades, formas que fazemos LT em sala?

Raquel de Oliveira: E o quanto de habilidades não congnitivas (motivação, controle emocional, disciplina ou capacidade de interação) incluimos no LT? E como fazê-lo? > pensando aqui na realidade das escolas públicas, Karine
Melo, Valeria Benevolo França e tdos?

Rose Bard: Fiz isso ainda essa semana com os meus adolescentesKarine. E fico impressionada com a imagem que eles trazem de si mesmos nos grupos iniciantes. Um dos alunos (um menino de 12 anos) disse quando viu a sala cheia com as mochilas, ” todos esses alunos vão estudar aqui (eram 9)?” eu disse que sim, e ele disse em seguida, “bom se eles não souberem nada, eu to feliz, porque eu não sei nada.”

Roseli Serra: Nossa! Apps , web tools, recursos online, nossos alunos amam!

Teresa Gomes de Carvalho: Fazer um paralelo com os alunos com outras experiências de aprendizado pelas quais tenham passado também ajuda e tira a ansiedade (ex: algo que eles aprenderam e agora dominam), isso tudo pode e deve ser discutido se não com o grupo como um todo pelo menos com os alunos mais ansiosos. A ansiedade impede que o aluno consiga aprender, pois em pânico você não retêm informação.

Juan Alberto Lopez Uribe: Alguns livros didáticos tinham um pouco de LT em caixinhas que falavam como algumas pessoas aprendem. Outros tinham checklists ou listas de perguntas para guiar os alunos.

Roseli Serra : è verdade Juan. Usei muitos deles

Ramon Silveira: Fiz uma atividade em que os alunos deveriam tirar fotos na escola de alguns objetos em uma lista. Era a primeira aula de adultos. Um aluno me perguntou, professor, isso vai nos ajudar a memorizar esse vocabulário e identificá-lo futuramente quando o vermos não é? Fiquei impressionado!

Vinicius Lemos: AS vezes muitos alunos têm um rendimento baixo por não saberem como estudar de maneira eficaz! Um pouco de orientação pode fazer muita diferença!

Cecilia Lemos: Uma coisa que eu faço são self-assessments periodicos com meus alunos, com checklists de “Can do” com as functions, gradações… e antes trabalho a cabeça deles que não é pra ser perfeito, que aquisição de língua é um processo em espiral…

Natália Guerreiro: uma q eu fazia (q acho q era do jack sh… esqueci o nome agora, da disal) era, no 1o dia de aula, espalhar pelo chão folhas coloridas cada uma com uma quote. eles tinham de escolher uma e justificar em pares p q escolheream, tentando inferir a ligação daquelas frases com aprendizado de língua. as frases eram como “a ship in the harbor is safe, but that’s not what ships are made for” e “it’s ok to make misteaks (sic)”.

Roseli Serra: Dependendo do grupo Journal diaries são de muita ajuda. è algo meio libertador pro aluno saber q o prof vai ouvi-lo / lê-lo sem julgamento de valor e respodenr-lhe a fim e encorajá-lo. Agora que é super time consuming,isso é!

Cecilia Lemos: Jack Scholes, Natália Guerreiro

Karine Melo: Estamos chamando os alunos um a um, na escola onde trabalho, para montar o plano de estudo deles.

Juan Alberto Lopez Uribe: Interessante Natália Guerreiro, imagino que esta atividade revela muito logo de cara.

Roseli Serra: Nossa Cecilia! Gosto de fazer esse tipode prática com meu alunos tb

Ramon Silveira: Uma amiga professora fez Journal com alunos do Município que estudam à noite! Eles adoraram!

Valeria Benevolo França: Karine eles tem quantos anos?

Teresa Gomes de Carvalho: Mesmo os conceitos de que inglês britânico é mais correto que o inglês americano acabam sendo discutidos e os alunos saem com ‘menos peso.’ Agora mesmo eu baixei um curso do U-Tunes sobre o inglês como língua franca e fiquei surpresa com alguns fatos e é lógico pretendo incluir esta discussão com os meus alunos em algum momento.

Natália Guerreiro: obrigada, Cecilia Lemos

Karine Melo: são do ensino fundamental segundo segmento, Valeria Benevolo França

Cecilia Lemos: LT serve até para trabalhar na cabeça dos alunos como a tradução pode ser negativa em níveis um pouco acima do zerado…

Juan Alberto Lopez Uribe: O livro da vida do Frenet é similar. Os alunos registram coletivamente tanto o que aprenderam e como foi a experiência de fazê-lo coletivamente. É muito bonito.

Roseli Serra: Adorei Natalia!

Vinicius Lemos: Uma atividade interessante seria botar os alunos para discutirem mitos e verdades em relação ao aprendizado de uma língua. Muitos , principalmente adultos acham que têm de fazer mil coisas ao mesmo tempo e nem sempre são as melhores altermativas. Uma boa conversa e discussão deixaria todos melhor informados para tomare mdecisões mais acertadas.

Valeria Benevolo França: Pois é…a questão de escrever “journals” é bem sofisticada mesmo, não é Ramon, e mostra um alto grau de entendimento e reflexão do processo de aprendizagem….

Raquel de Oliveira: 1) Eu costumava gravar meus alunos e eles se assistiam e comentam o que deviam melhorar… e discutíamos juntos o como chegar lá. 2) o uso da agenda com os objetivos da aula e a volta a ela no final da aula para que eles se conscientizem do que foi aprendido

Teresa Gomes de Carvalho: Eu nunca dei aula no município, mas eu acho que deve ser importante discutir LT com eles assim como é importante discutir com qualquer aluno em um grau menor ou maior.

Roseli Serra :You mean Celestine Frenet , Juan Alberto Lopez Uribe?

Raquel de Oliveira: 3) peer correction com sugestões 4 ) autoavaliação

Juan Alberto Lopez Uribe: Sim Roseli Serra!

Ramon Silveira: O que ela mais se surpreendeu é que ela estava um pouco cética pois eram adultos praticamente sendo alfabetizados na língua materna e algo assim para eles fosse muito desafiador. Eles adoraram expressar sua opinião sobre algo tão interessante quanto educação!

Roseli Serra: Gosto da idéia Raquel de Oliveira

Natália Guerreiro: Cecilia Lemos, acho q ando na contramão um pouco. os alunos (este ano não, mas em anos anteriores) estavam vindo com tradução como tabu. eu tenho tentado mostrar pra eles q a L1 é um grande recurso q não se precisa deixar de lado.

Raquel de Oliveira :5) o uso de portfólios que são debatidos com os alunos.. para que eles reflitam sobre sua produçã… exemplos que me vieram a mente, Cecilia Lemos

Valeria Benevolo França: E o que torna tudo isso mais interessante, haja visto que estamos falando de processo, é poder comparar o início, meio e fim – seja ele num semestre ou um ano escolar. Assim entende-se o que realmente fez a diferença e quanto o aluno realmente se desenvolveu usando habilidade ou estratégia X de aprendizagem.

Teresa Gomes de Carvalho: Eu gosto de Frenet.

Natália Guerreiro :caramba, Raquel de Oliveira, a learning awareness machine!

Vinicius Lemos: Outra ideia seria enviar feedbacks personalizados aos alunos seja por meio de e-mail ou mensagens de audio reconhecendo as atitudes positivas do aluno e apontando o que ele está fazenod de positivo e sugerir outras ideias.

Valeria Benevolo França: Elabora um pouco mais Teresa.

Juan Alberto Lopez Uribe: Acho que LT pode passar também em proporcionar diferentes experiências de aprendizagem e com estas levar o aluno a refletir como foi aprender com cada uma. Muitos alunos tem certo condicionamento nas formas como aprender uma língua. E estas estão sempre mudando, ainda mais com toda a tecnologia atual!

Cecilia Lemos :Mas eu uso a L1 nos níveis mais baixos, Natália. Acho que a L1 tem sim um papel importante… mas mostro que não pode virar uma dependência.

Raquel de Oliveira :Usamos Journal com as turmas de Bilingue hj em dia… Os alunos do pre-k registram suas experiências via desenhos num Journal… e tb desenham a percepção que tiveram do resultado das mesmas…

Roseli Serra: Gente isso tudo postado aqui é muito valioso! S epensarmos em cada contexto, nos diferentes perfis dos nossos alunos, há espaço pra todas essas idéias.

Teresa Gomes de Carvalho: Gostaria de ter tempo para fazer journals e portfolios principalmente com os meus alunos mais novos. Revisitar os estágios anteriores do aprendizado e compará-los é muito motivador.

Karine Melo: Já montei um portifólio que iniciava com uma palavra que sabiam e terminava com um texto. encadernei e entreguei a eles na última aula.

Roseli Serra: POis é Teresa Gomes de Carvalho! Tempo tempo tempo1 Sempre ele nos puxando a perna

Teresa Gomes de Carvalho: Adorei Karine Melo!

Vinicius Lemos: Vcs acham que é mais difícil aplicar LT em níveis mais avançados , quando o aluno já está condicionado a hábitos específicos? ou isso não faz diferença?

Juan Alberto Lopez Uribe: Concordo com Cecilia Lemos, que para falarmos de LT podemos usar L1. Os alunos precisam poder se expressar livremente para desenvolver as competencias cognitivas, sociais, e afetivas.

Raquel de Oliveira: e os pais precisam mais de concreto do que as crianças/teens em si… engraçado isto, não?

Teresa Gomes de Carvalho: Eu acho que depende da nossa abordagem Vinicius Lemos, nós temos uma relação de confiança com os nossos alunos e se eles realmente confiarem e nós apresentarmos argumentos válidos, eles podem mudar e muito.

Ramon Silveira: Acho Vinicius Lemos que talvez leve um pouco mais de paciência, porém, traz a possibilidade também de uma troca de experiências!

Natália Guerreiro: no meu contexto, há mto vocabulário técnico a ser ensinado. acho legal a cada unidade fazer um exercício de retomada/record-keeping do vocabulário e discutir com eles qual lhes parece mais útil, o q vai ajudar a lembrar, o q eles já usam… nem sempre eu faço, mas qd faço, sempre me bato por não fazer sempre. haha

Cecilia Lemos: Faço LT com adultos sobre o mito de que é mais fácil para Young Learners aprenderem uma língua, mostro pesquisas que mostram que a facilidade é mais fonética, que eles não precisam ter uma pronúncia perfeita, questiono eles sobre o que afinal é a pronúncia perfeita – a de quem, mostro que o que importa é inteligibilidade… E que o aluno tem motivação, pois sabe porque está ali

Roseli Serra :Outro dia li um link compratilhado pela Cecilia Lemosspbre os tão criticados portifólios. NO entanto, conheço o trabalho da instituição onde ela trabalha com portifólios e sei a eficácia deles. Só acho que o nosso alunato precisa ter várias dessas culturas aqui ( portifólios. journals) inculcadas e absorvidas como positiva e não como algo que vai roubar o tempo deles.

Juan Alberto Lopez Uribe: Acho mais fácil Vinicius Lemos, pois o alunos já tem um caminho a analisar e compartilhar com o grupo.

Natália Guerreiro: isso, Cecilia Lemos! sempre falo dessas pesquisas. eles ficam chocados!

Cecilia Lemos :Com os adolescentes faço até um tipo de LT sobre a importância do homework!

Roseli Serra :Aê Cecilia Lemos! Bingo de novo!

Roseli Serra: Yes , again!

Natália Guerreiro :achei interessante como, neste assunto de LT, feedback e assessment apareceram bastante!

Raquel de Oliveira: Construir regras logo no início, e ensinar a aprender / aprender a ensinar : importante que o
fazemos logo no início do semestre.

Cecilia Lemos: Quando tiver tempo coloco num post o LT com adolescentes sobre homework… Com muitos funciona!

Ramon Silveira :Algumas instruções podem até ficar nos murais pela escola.

Natália Guerreiro: pf fale mais desse LT do homework, Cecilia!

Vinicius Lemos: Estou adorando o chat pois nem conhecia nada a respeito do termo LT e estou absorvendo bastante da discussão!

Roseli Serra: MAs é que tem a ver com o que alguém de vocês mencionou: começo, meio e fim de processo, Natália

Juan Alberto Lopez Uribe :Como trabalham com as inteligencias multiplas no learner training? O conceito é bom pois quebra a idéia de tenho talento/não tenho talento.

Ramon Silveira: Raquel de Oliveira, assisti um workshop sobre the importance of class zero. Muito bom!

Raquel de Oliveira: O quanto o LT decorre do Professor e o quanto ele é institucionalizado em alguns casos??

Roseli Serra: eu fiz isso na minah primeira monografia através de needs analysis, Juan

Teresa Gomes de Carvalho: Ótimo, Juan Alberto Lopez Uribe. Este é um outro mito que pode ser derrubado. O aluno que acha que não tem talento não vai aprender nunca, enquanto que o que tem talento, não vai se esforçar nunca.

Roseli Serra :Esse questionário de needs analysis envolvia perguntas sobre multiplas inteligências de forma muito sutis mas muito eficientes

Juan Alberto Lopez Uribe :BINGO Raquel de Oliveira! LT é uma questão institucional e não pode ser trabalho de um professor isoladamente. Precisa ter continuidade, os alunos se desenvolvem ao longo do tempo não só na língua, mas também como aprendizes.

Cecilia Lemos :Num primeiro momento faço eles se arrependerem (por si mesmos) de não ter feito. Por exemplo: se o homework foi praticando o vocabulário visto na aula anterior, faço uma competição usando as palavras do homework. Quem fez vai estar com elas bem fresquinhas… Depois faço uma atividade elicitando deles os benefícios do Homework, o que é diferente para quem faz o homework?

Vinicius Lemos: Onde trabalho damos uma lista aos alunos adultos de sugestões para aprenderem de forma eficaz durante o semestre. Dicas de comportamento como aluno, dicas de estudo, como estudar, etc. Isso é uma forma de LT, certo? Já tinha contato com a prática mas não tinha consciência de toda essa filosofia por trás!

Roseli Serra: Great idea Cecilia!

Cecilia Lemos: Vinicius Lemos, vou dar uma olhada nos artigos que tenho sobre LT – e possíveis atividades, para postar aqui. Quer que eu te marque quando conseguir fazer?

Teresa Gomes de Carvalho: Que pena, tenho que ir. Boa noite para todos. O chat está tão bom mas… Amanhã leio os posts.

Ramon Silveira: Seria possível incluir algo do tipo em um coursebook ?

Vinicius Lemos: Boa ideia Cecilia Lemos , eu confesso que fico muito bravo quando entro em sala e vejo vários alunos querendo fazer o dever ali na hora.

Juan Alberto Lopez Uribe :Teresa Gomes de Carvalho, até mesmo porque talento e’ relativo, pois esta associado a oportunidades e esforço. Quanto mais nos empenhamos e suamos, mais talento vamos tendo.

Natália Guerreiro :Vinicius Lemos, tenho um artigo da Rebecca Oxford sb a históra das pesquisas em learning strategies. Se quiser, posso te mandar. pra quem quiser, aliás.

Cecilia Lemos: Eu diria que isso é uma forma passiva de LT, Vinicius Lemos. Um inicio… Mas não LT de verdade.

Roseli Serra: BJks Teresa Gomes de Carvalho! Sweet dreams

Ramon Silveira: Me marque também Cecilia Lemos por favor.

Valeria Benevolo França: Pois é, eu fico muito ambivalente quando falamos da “institucionalização” de learner training….eu acredito que isso é uma habilidade que deve ser estimulada para auxiliar o processo de aprendizagem. Acho que podemos orientar professores a fazer e até mostrar formas diferentes de fazer, mas acho que “at the end of the day” isso realmente fica no relacionamento estabelecido entre professor e aluno….but this is me.

Vinicius Lemos: Por favor Cecilia Lemos , adoraria aprender mais a respeito desse assunto!

Natália Guerreiro: os coursebooks da cultura inglesa têm. era ótimo. treinava aluno e treinava professor.

Juan Alberto Lopez Uribe: Boa noite Teresa Gomes de Carvalho! Beijo!

Rose Bard: Vinicius não acho que seja uma questão de nível línguistico, mas a atitude do aluno, que tem que ser trabalhada. Já tive alunos em níveis que procuraram desenvolver suas habilidades de aprendizagem experimentando differentes formas de aprender, porque em geral sempre temos aquela idéia de que eu aprendo melhor assim e acabamos por nós acostumar com um jeito X or Y de fazer as coisas. E alunos que tinham muita resistência e acabavam por continuar fazendo sempre da mesma forma, e queriam homework e aulas bem estruturadas.

Raquel de Oliveira :Amores, preciso ir… Feliz que estamos Elevando o Nível de Consciência do Aluno … E o nosso também :) :) beijos a todos!!

Roseli Serra: Concordo Valeria Benevolo França. De repente institucionalizar Lt seria meio, engessá-lo , seria isso?

Vinicius Lemos: Thanks Natália Guerreiro , adoraria!

Rose Bard :uhmm ótima dica Cecilia. Boa estratégia.

Roseli Serra: Vai Sra da alegria Raquel de Oliveira! Sweet dreams, dear!

Natália Guerreiro: concordo q o institucionalizado pode ser 1 dos LT, mas não o único. afinal, LT tem de ser personalizado pra dar certo.

Ramon Silveira: Acho que talvez algo conversado entre os professores em conselhos de class por exemplo mas não institucionalizar.

Karine Melo :Tenho que ir! Let´s increase Critical Thinking!

Ramon Silveira: Boa noite Raquel de Oliveira!

Roseli Serra: è uma idéia Ramon Silveira

Juan Alberto Lopez Uribe: Valéria e Roseli, acho que talvez tenha usado a palavra errada, quero dizer que é fundamental que a escola viva a idéia de LT. Espaço para que cada professor crie e deixe sua marca com seus grupos é fundamental.

Ramon Silveira: Conselho de class foi ótimo…rsrsrs

Roseli Serra: Great idea KArine!

Valeria Benevolo França: Teresa, Karine obrigada pela presença hoje e nos vemos aqui em breve.

Roseli Serra: Perfeitamente Juan! Sendo assim é perfeito!

Natália Guerreiro: um strategy inventoryhttp://www2.education.ualberta.ca/staff/olenka.Bilash/best%20of%20bilash/SILL%20survey.pdf

Valeria Benevolo França: Bom gente, faltando apenas 8 minutos para terminarmos, gostaria de saber de cada um aqui sua preferida estratégia de LT.

Juan Alberto Lopez Uribe: LT pode ser um MEGA diferencial para escolas!

Valeria Benevolo França: ótimo Natália.

Ramon Silveira: Uma pergunta legítima, como vocês dão instruções para o PRIMEIRO listeling de uma turma de iniciantes ?

Roseli Serra :BINGO de novo Juan Alberto Lopez Uribe

Natália Guerreiro: a minha estratégia favorita é mesmo ir conversando com os alunos sobre o q estão/estamos fazendo à medida q as tarefas e os problemas vão surgindo.

Priscila Mateini: geralmente uso a L1

Natália Guerreiro: vixe, strategy for listening é sempre mto importante! bem lembrado, Ramon Silveira.

Roseli Serra: Gosto da conversa mas gosto tb do inventories.

Cecilia Lemos: Gente, desculpa… minha internet ficou péssima!!!

Valeria Benevolo França: Talvez a questão de lidar com Listening activities seja um tópico para um futuro chat?

Ramon Silveira: Um professor uma vez me disse…lembre-se sempre que eles nunca fizeram listening activity na vida deleees! Não é comum no ensino regular fazer atividades de listening.

Vinicius Lemos: Pelo que aprendi hoje acho que uma das coisas masi importantes é botar o aluno no spotlight no sentido de dar voz a ele, deixar ele expressar suas ideais e discutir como ele está aprendendo. Os alunos são muito acostumados a terem atitude passiva e quando eles tomam as rédeas do processo muita coisa positiva pode acontecer!

Roseli Serra: Para listening gosto de model e de mijme instruction enquanto falo L2

Rose Bard: Tenho que ir também, mas espero ansiosa para ler o resumo e reler o chat também. Tive dificuldade de acompanhar o chat (coisa de aprendiz… alguém tem alguma dica? risos). E também porque estou com o filho por perto. Boa noite a todos e obrigada pela oportunidade de participar em um chat tão rico como esse e conhecer outros professores que trabalham em realidades diferentes no nosso Brazilzão. Abraço apertado da carioca do Sul!

Juan Alberto Lopez Uribe: Gosto da idéia de analisar conceitos junto com os alunos. Um por aula.

Natália Guerreiro: acho q o inventory tem muita coisa de q eles podem não ter consciência, mas só de saber q tem tanta estratégia tvz estimule a variar… sei lá.

Roseli Serra :Bjo minha Flor de Criciuma. Rose Bard

Priscila Mateini: mesmas situação Rose Bard!!!

Roseli Serra: FAlamos amanha . Rose Bard

Juan Alberto Lopez Uribe :Vou checar o inventory! Thanks!

Ramon Silveira: Gosto da ideia da conversa mas um jounal me parece muito interessante.

Natália Guerreiro :é difícil de acompanhar msm. mts vezes trava!

Juan Alberto Lopez Uribe: Beijo Rose Bard! Boa noite!

Valeria Benevolo França: Rose Bard o chat hoje foi bem rápido, pela complexidade do tópico e número de participantes…difícil para todos nós acompanhar…

Vinicius Lemos: Espero participar de mais chats! Super interessante, e obrigado a todos pelas ideias , sugestoes e opinioes! csuper experiencia!

Roseli Serra: Eita Pri , vc tb Priscila Mateini? So sweet dreams, dear

Ramon Silveira :Gente, muito bom falar com vocês sobre um tópico tão interessante. Não pude focar muito pois estava ao mesmo tempo preparando umas atividades.

Roseli Serra: O meu ta ranquilo. Net aqui tá ótima

Natália Guerreiro: muito obrigada, pessoal, por mais uma conversa estimulante e rica. boa noite a todos!

Juan Alberto Lopez Uribe: Que bom que tivemos muita gente hoje! faz o papo bem rico. Aprendi bastante.

Cecilia Lemos: Afff… consegui voltar. Agora vou ler o que perdi!

Juan Alberto Lopez Uribe: Breltchat começando com força total!!!

Valeria Benevolo França: Gente, logo mais subo em nosso blo do #BRELTChat o “discussion thread” de hoje. Mas seria
super importante alguem querer fazer uma síntese do que foi discutido hoje, com base no “discussion thread”. Alguem se anima?

Roseli Serra: Ceci, ainternet da GVT ta danada essa semana aqui na nossa área da Z Norte aff

Ramon Silveira: Roseli Serra, como sempre um grande prazer! Boa noite a todos e fiquem com Deus!

Valeria Benevolo França: Nosso blog é este:http://breltchat.wordpress.com/

Priscila Mateini :P essoal pelo que consegui captar de vc, adorei o Chat, mas tenho que ir!!!Depois vejo os post!! Boa noite!!!

Juan Alberto Lopez Uribe: Adoro fazer resumo, mas desta vez estou bem ocupado. Passo a vez.

Bruno Andrade: Queridos, perdoem me a ausência hoje! Tive um problema domestico de ultima hora! Nos vemos daqui a 15
dias!

Roseli Serra: Vc tb Ramon Silveira! Sempre muito bom encontrá-lo aqui

Valeria Benevolo França :Bom, vou um enorme parzer estar aqui novamente, partilhando idéias com vocês…agradeço aos moderadores Raquel de Oliveira e Cecilia Lemos pela participação hoje e todos vocês. O chat não acontece sem vocês, é claro.

Juan Alberto Lopez Uribe: Bom te ver Bruno Andrade nem que seja para mandar um abraço!

Cecilia Lemos :Gente, que chat ótimo! Talvez possamos fazer um só com idéias práticas de como fazemos LT?

Bruno Andrade: Outro pra vc, Juan Alberto Lopez Uribe!!!

Cecilia Lemos :Amei voltar!!!! Senti falta disso!

Juan Alberto Lopez Uribe: Obrigado a todos pelo chat de hoje. Este espaço é realmente precioso!

Roseli Serra: Obrigada a todos. Adorei revê-los . tava morta de saudades dessas conversas tão frutíferas!

Roseli Serra : Show de bola Cecilia Lemos!

Rose Bard: Oi Bruno.

Cecilia Lemos: E obrigada pela sua moderação tb, Valeria!

Cecilia Lemos : Obrigada a todos pela participação

Roseli Serra: Bruno Andrade sentimos saudades!

Juan Alberto Lopez Uribe : Cecilia Lemos, gostei de trocar com você. Acho que a gente nunca tinha participado de um
chat junto!

Roseli Serra : Muito legal vc ter voltado Cecilia Lemos

Cecilia Lemos : Roseli, a minha tb é NET, mas vou pedir para virem dar uma olhada… ela tem dado umas falhadas!

Rose Bard: Tem deadline para o resumo? Se me derem um tempinho eu faço com o maior prazer até porque é o que vou acabar fazendo mesmo quando começar a ler o transcript.

Valeria Benevolo França: Até minha gente e em 15 minutos já estarei com o blog pronto com nosso discussion thread. Beijos para todos e uma ótima noite.

Cecilia Lemos: Tb acho que não, Juan! E o sentimento de partilhar foi mútuo!

Roseli Serra: Minha é GVT e andou dando muitos problemas aqui nas Graças Aflitos, etc. Cecilia Lemos

Cecilia Lemos: Alguém se interessa em fazer uma resenha sobre o chat de hoje?

Bruno Andrade: Rose Bard!! super beijo!!! Que bom q vc esteve aqui tb!

Juan Alberto Lopez Uribe : Como funciona isso Cecilia Lemos? Conta mais!

Bruno Andrade : A Rose Bard se candidatou, Cecilia Lemos.

Rose Bard: Fiz tudo o que pude para estar aqui, mas vai levar um tempo para que eu possa me acostumar. daqui a 15 dias to aqui de novo.

Roseli Serra: Uhuuuuuuuuuuuuuu creio que todos nós estaremosRose Bard

Cecilia Lemos: Que ótimo Rose e Bruno!

Bruno Andrade: Ao vezes de um resumo, estamos procurando por colaboradores para escrever uma resenha sobre o tema. Uma visão mais pessoal sobre o que foi compreendido do chat, Juan Alberto Lopez Uribe. Como se fosse um artigo ou um blog post….

Rose Bard : Aff, eu tenho que ir mesmo. risos! Cecilia eu me candidato para escrever, mas preciso de um tempinho. Se tudo bem, me deem um toque em inbox. Agora eu fui. beijãoooooooo pessoal ótimo final de semana para vocês.

Bruno Andrade: *ao invés, sorry

Lemos: Thank you, my beloved Bruno for explaining that!

Cecilia Lemos: Sem pressão, Rose!

Valeria Benevolo França: Super thanks Rose Bard, vai ser ótimo ter uma resenha sua. Valeu.

Juan Alberto Lopez Uribe: Interessante Bruno Andrade. Dá um ângulo diferente.

Juan Alberto Lopez Uribe: Nos vemos em 15 ou no cyberespaço! Abraços! Fui!

Rose Bard : O prazer é meu. Combinado então.

Cecilia Lemos: Gente, uma delícia estar nesse chat com vocês hoje! Vou jantar! Beijo!!!!!

Roseli Serra: Amores, um grande beijo em todos vocês! Muito muito muito bom esse esapço e toda essa maravilhosa discussão! Privilégio enoooooooooorme estar aqui! BJo queridos todos! See ya around





Resumo do BRELTchat (6/12/2012) 2012: nossas realizações, 2013: nossas resoluções

9 01 2013

Olá amigos,

Temos que agradecer ao Juan Alberto Lopez Uribe (@jaluribe) por gentilmente ter redigido este maravilhoso resumo do último #BRELTchat de 2012.

Mas aproveitamos também para agradecer a todos os colegas no Brasil por terem participado ativamente do #BRELTchat, algo que nasceu em 2011 e podemos dizer com orgulho que terminou bem em 2012. Que 2013 seja um ano de muita conquista profissional e pessoal para todos. Vamos nos encontrar aqui em breve para partilhar nossas experiências, crescer profissionalmente e fazer novos amizades também.

Os moderadores do #BRELTchat

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2012: nossas realizações

Mudanças de vida, aprendizado, repensar a vida, o trabalho, viagens, publicações, certificações, gente nova, e maternidade! Foram muitas realizações em 2012. Parabéns a todos Breltchatters!

Prix Santos: esteve mais próxima das medias sociais, descobriu mais possibilidades, teve mais portas abertas e fez muitas viagens participando de congressos, cursos e palestra. Muita gente que era só uma ‘arrobinha’ virou gente F2F… Muitos contatos, muito aprendizado!!! Mas a maior conquista… Ser mãe! Teve DELTA, teve escola nova, cargo de coordenadora pedagógica, BrazTesol…

Natália Guerreiro: achou a principio que 2012 não foi um ano muito bom, mas percebeu o lado positivo de que estudou bastante em casa. Uma realização da Natália foi encontrar o nosso BRELTchat que a ajudou a refletir sobre as experiências com outros professores.

Juan Alberto Lopez Uribe: 2012 foi um ano de preparação para 2013. Conheceu muita gente, entrou forte nas mídias sociais, e ganhou força para seus novos projetos.

Graeme Hodgson: 2012 foi um ano de viagens em demasia…. literal e metaforicamente falando! Mas algumas de suas “viagens”… só quem esteve muito perto mesmo para acompanhar! Viajou na maionese… mas voltou! Feliz por ter concluído parte do DELTA.

Roseli Serra: passou por um tsunami, um terremoto, um vulcão, mas saiu inteira e vencedora! Renasceu como um fenix nordestina e está muitíssimo mais feliz agora. Ficou amiga de Juan, Raquel, Ramon, e outros. Tenho estudado muito! E o melhor é, parei de viver de passado. Muita coisa legal acontecendo! Ainda tem as consultorias por fora, um trabalho freelance q tem rendido bons frutos e frutos R$$$ Bem eu to de diretora de estudo, treinamento e desenvolvimento de um dos branches do Britanic, faço coordenção acadêmica noutro, to dando consultoria e aind to amando dar aula de tecnologia da educação na Universidade de Pernambuco como guest teacher! Ah outras coisa legal pra mim esse ano foi me tornar emoderator (com honra ) pelo British Council e ter oportunidade de moderar cursos com dois dos meus mais queridos amigos!

Elivan Souza Foi bom demais e 2013 já está se mostrando que será bom profissionalmente. Começou a filmar suas aulas já se preparando para o CELTA. Fez várias descobertas pessoais neste processo de auto-análise.

Raquel de Oliveira: Deu um giro de 180 graus… feeling good. Voltou para uma área que ama muito: o mundo editorial. Voltou a dar aulas na Educação Infantil, está trabalhando numa editora multinacional na parte de consultoria pedagógica, dando aulas na pós de Estudos da Linguagem, e com a consultoria via MEC… feliz! Nossa, a Raquel ainda teve seu DELTA em 2012.

Dayse A. Barbosa: Aprendizado!!!! Semeando!!! Esse foi seu ano na área de educação e também em outras áreas.

Patricia Mezack: Viveu oficialmente seu ano de homeschooling de sua filha. Está sendo a experiência mais magica de sua vida.

Ana Paula Cypriano Esse ano foi um ano para repensar suas práticas, aprender mais, questionar algumas de suas crenças em relação a EFL, rever seu papel em sala.

Cadu Souza 2012 foi super cool. Cadu teve um artigo publicado, apresentou no Braz-Tesol e ABCI, ganhou bolsas de estudo para fazer um curso de Critical Thinking pelo Depto de Linguística da Universidade de Oregon.
Marina Macedo: Em 2012 voltou a faculdade, o que ajudou a aprimorar métodos (especialmente com turmas de crianças). Marina se viu quebrando barreiras (recuperar aluno dado como reprovado), e conseguiu renovar sua motivação com a profissão tornando-se aluna novamente.

2013: nossas resoluções

Cursos, certificações, novas experiências, viagens, e muito viver estão nos planos dos BRELTchatters!

Cadu Souza: quer muito fazer o DELTA em 2013, mas agora seus planos mudaram. Ele vai fazer um curso de gestão de projetos para a certificação pelo PMO. Está assumindo, novamente, uma gerência de filial na CI. Pensa que o distance DELTA é uma excelente idéia!!!

Patricia Mezack: Quer terminar seu livro paradidatico…

Teresa Gomes de Carvalho: quer fazer o modulo 3 do delta e fechar este capitulo. Teresa também quer procurar novos desafios em 2013.

Elivan Souza: quer seu CELTAAAAAAAAAAAA. E um pouco de din din para comprar ice cream.

Roseli Serra: Irá para a IATEFL. Planos de ser feliz, viver o presente e aprender a sofrer só pelo que vale a pena.

Graeme Hodgson: Seu plano mor é: SER FELIZ!!! Para 2013: contratar uma pessoa para ajudá-lo com training, consultoria etc…. então menos viagens! Concluir o DELTA tb! Sofrer… só se for por amor!!! (por alguém, pela profissão, pela VIDA!)

Raquel de Oliveira Reconhecimento profissional, que é a chave para nos enxergarmos melhor e crescermos. Raquel também quer aprender mais sobre educação infantil.

Juan Alberto Lopez Uribe: quer começar a dar cursos no Brasil no ano que vem sobre o ensino afetivo de inglês para crianças. Juan quer também viajar dando cursos e conhecer gente interessante. Está desenvolvendo um portal de cursos sobre ensino afetivo por meio de e-learning para professores que dão aulas para crianças. Diz que está tudo no seu caldeirao borbulhando…

Marina Macedo: novas provas de proficiência, novos desafios com turmas de crianças. Isso só para o primeiro semestre.

BRELTchat: reconhecimento do grupo
O BRELTchat representa um importante espaço de acolhimento, apoio, desenvolvimento, e inspiração à comunidade de professores de inglês.

As palavras espontâneas do grupo confirmam!

Roseli Serra: Na fase do tsunami-terremoto-vulcaõ, eu sempre tive apoio inbox de muitos queridos que so conheço virtualmente e de todos os queridos daqui do BRELT que me deram fôlego novo. Cada palavra de carinho e apoio me fizeram renascer e me sentir valorizada! DE verdade, nosso grupo é uma bênção! Isto é uma maravilha! A gente troca experiências, aprende, ri e chora juntos! Nossa que legal! Que energia boa, meu povo!! Feliz de ter conhecido vcs em 2011/2012… obrigadão por toda esta troca e que venha mais em 2013!!

Juan : Adoro participar! Energia muito boa SEMPRE aqui no BRELTchat.

Raquel de Oliveira: quase uma terapia em grupo… todos unidos pela arte de ensinar/aprender!!

Elivan Souza: Lembro quando cheguei por aqui, pisando devagarinho e fui recebido com muito carinho por todos vocês.

Natália Guerreiro agradece a esta comunidade. Qd li estas frases num livro do Brumfit, pensei mt na Brelt.
“Because of the risk of distortion, all principles, generalizations, and examples derived from experience need to be thought about and discussed with fellow human beings; through such discussion we can reduce the risk of exploitation by anticipating ill effects and error by minimizing confusion or idiosyncratic interpretation”

Grande idéia de Raquel: Poderíamos pensar numa fala colaborativa sobre o BRELTCHAT em um congresso… que acham? seria “da hora”

Pedido de Valéria França: Vamos pensar em outras coisas que o nosso grupo e chat poderia fazer que gostariamos de ter? Que tal comentarem no blog?

E vamos interagindo aqui no Grupo… Oficialmente nosso chat voltará em Fevereiro. No entanto, convidamos a todos que comentem os posts de nosso blog: http://breltchat.wordpress.com/
Foi levantado desejo de nos conhecermos pessoalmente e São Paulo foi pensada como uma possibilidade. Vamos pensando juntos em 2013!

Agradecimentos

Valéria França: Muito obrigada por terem sido participantes tão preciosos em nosso #BRELTchat em 2012 e tenho certeza que vamos ter muito o que falar em 2013. Obrigada a Raquel de Oliveira por ter moderado hoje sozinha.
Bruno Andrade: Um super 2013 Pra vocês! Obrigado Raquel de Oliveira por cumprir esse missão! Tudo de bom!





2012: nossas realizações e 2013: nossas resoluções

7 12 2012

Image 

Raquel de Oliveira Como foi 2012 para a gente, meu povo?

Raquel de Oliveira Juan Alberto Lopez Uribe, só postar aqui 

Roseli Serra Hey amores! Cheguei lindinhos!                          

Juan Alberto Lopez Uribe Bem-vinda Roseli, ótimo te ver aqui!

Raquel de Oliveira Roseli SerraElivan Souza , Graeme Hodgson,Natália GuerreiroPatricia Mezack , Dayse A. Barbosa

Prix Santos Quanto mais próxima das medias sociais, mais possibilidades, mais portas abertas… CPD total!!!

Natália Guerreiro tô com vergonha. acho q não foi um ano mto bom.

Raquel de Oliveira Prix Santos amaaaaaaada, e o filhote??? welcome!!

Raquel de Oliveira Natália Guerreiro, td defeito vira um efeito… meu lema, dear 

Juan Alberto Lopez Uribe Para mim 2012 foi um ano de preparação para 2013. Minha realidade é bem diferente, já que moro no Canadá.

Raquel de Oliveira Cadu Souza, kade tu, filho de Deus ??? 

Graeme Hodgson Foi um ano de viagens em demasia…. literal e metaforicamente falando!

Raquel de Oliveira Juan Alberto Lopez Uribe, sua mudança foi em 2012?

Juan Alberto Lopez Uribe Conheci muita gente, entrei forte nas midias sociais, e ganhei força para meus novos projetos.

Roseli Serra Eu passei por um tsunami, um terremoto, um vulcão, mas sai inteira e vencedora! Renasci como um fenxi e estou muito melhor e muitíssimo mais feliz agora.

Juan Alberto Lopez Uribe Eu vim para cá em 2010 Raquel de Oliveira, mas terminei meu mestrado neste ano.

Graeme Hodgson Tb to terminando o ano bem… UFA!

Elivan Souza Foi bom demais e 2013 já está se mostrando que será bom profissionalmente.

Raquel de Oliveira Minha vida deu um giro de 180 graus… feeling good 

Dayse A. Barbosa Aprendizado!!!! Semeando!!! Esse foi meu ano na area de educação… E nas outras tb. 

Raquel de Oliveira Roseli Serra, fenix do Nordeste!

Juan Alberto Lopez Uribe Que bom Roseli Serra! é isso aí asas de fenix para voar longe!

Raquel de Oliveira Graeme Hodgson, acompanhamos suas andanças via FB …

Natália Guerreiro o lado positivo este ano foi ter estudado bastante em casa msm, sozinha. mas principalmente foi esta comunidade aqui. refletir sobre as experiências com outros é mto necessário.

Roseli Serra Eu fiquei amiguinha de Juam Raquel, Ramon etc etc etc etc ! Fiz muito amigos super legais

Raquel de Oliveira Juan Alberto Lopez Uribe, sobre o que foi seu mestrado… Compartilhe!

Prix Santos Ian está aqui pegando no sono… Pra mim também,Graeme, muitas viagens… Congressos, cursos, palestras… Muita gente que era só uma ‘arrobinha’ virando gente F2F… Muitos contatos, muito aprendizado!!!

Graeme Hodgson Mas algumas das minhas “viagens”… só quem esteve muito perto mesmo para acompanhar! Viajei na maionese… mas voltei!

Raquel de Oliveira Eu voltei para uma área que amo muito: o mundo editorial… voltei a dar aulas na Educação Infantil, na Pós e ainda atuar como consultora via MEC… feliz!

Elivan Souza O Graeme Hodgson é quase uma lenda, né gente? 

Roseli Serra Issaê Natália Guerreiro! Tenho estudado muito! E o melhor é , parei de viver de passado. Muta coisa legal acontecendo Graças a Deus!

Raquel de Oliveira Natália Guerreiro, sharing IS caring!

Graeme Hodgson Feliz por ter concluído parte do DELTA… seguindo o exemplo de vcs, meninas! Raquel de Oliveira Prix Santose outros!

Raquel de Oliveira Nossa, ainda teve meu DELTA em 2012…Graeme Hodgson sendo meu hd externo…rs

Graeme Hodgson hahaha… Elivan… o Saci Pererê tb!

Juan Alberto Lopez Uribe Eu fiz um mestrado em educação na área de desenvolvimento humano e psicologia aplicada. Eu foquei o máximo que pude no ensino de línguas para crianças. Foi bem bacana, foi uma experiência bem diferente da que tive na PUC-SP. Tudo por aqui é provado com testes e estatística.

Cadu Souza Cheguei!

Elivan Souza E falando em DELTA, eu comecei a filmar as minhas aulas já me preparando para o CELTA. Morro de medo .

Roseli Serra Viva! Graeme Hodgson! CAda etapa ddo DELTA é um filho que basce vixe! è uma sensação tão boa né? Adorei ter passado por isso e conluido tudo! UFA!

Juan Alberto Lopez Uribe Nossa que bacana Raquel! O que vc faz como consultora do MEC?

Raquel de Oliveira interessante, Juan Alberto Lopez Uribe

Roseli Serra Oxe, Elivan Souza? Medo de que menino? Xa de coisa!

Cadu Souza Ligando o comp. iPad pro chat é ruim.

Juan Alberto Lopez Uribe Prix Santos, eu ainda sou arrobinha, né? Vamos ver se organizamos um curso aí em Fortaleza em 2013.

Raquel de Oliveira Elivan Souza, conte conosco!

Roseli Serra Ah sim ! Ainda tem as consultorias por fora, um trablaho freelance q tem rendido bons frutos e frutos R$$$$ 

Elivan Souza Super positivo esta idéia que tive de filmar porque me abriu os olhos e estou fazendo minha autoanálise. Também percebi que sou muito emotivo na aula e da forma que faço as correções soa como agressiva.

Natália Guerreiro Sinceramente, tenho mto agradecer a esta comunidade. Qd li estas frases num livro do Brumfit, pensei mt na Brelt.
“Because of the risk of distortion, all principles, generalizations, and examples derived from experience need to be thought about and discussed with fellow human beings; through such discussion we can reduce the risk of exploitation by anticipating ill effects and error by minimizing confusion or idiosyncratic interpretation”

Raquel de Oliveira Juan Alberto Lopez Uribe, supervisiono um projeto de ensino de Inglês na plataforma online aqui em minha cidade…

Raquel de Oliveira Cadu Souza :):):)

Prix Santos Elivan Souza!!!! O CELTA foi, sem dúvidas, o training que mais amei fazer… Não vá com medo, vá com vontade!!!! Confie no seu potencial e pergunte, pergunte muito sobre tudo… Tire o máximo que puder!!! É bom demais!!!!

Roseli Serra Que show Raquel de Oliveira!

Elivan Souza E os alunos também podem se olhar no espelho e verem como estão “atuando”.

Juan Alberto Lopez Uribe Que interessante Elivan Souza. Vou me filmar no futuro.

Graeme Hodgson To multitasking… revendo casamento da Bella e Edward na Telecine Premium! hahahaha

Roseli Serra MAs sabe o melhor? NA fase to tsunami-terremoto-vulcaõ, eu sempre tive apoio inbox de muitos queridos que so conheço virtualmente e de todos os queridos daqui do BRELT

Roseli Serra Esse grupo, e outros dos que faço parte, me deram fôlego novo, sabe?

Juan Alberto Lopez Uribe Raquel de Oliveira, eu estou me especializando em e-learning. Depois quero saber mais sobre esse programa. Sou curioso demais!

Natália Guerreiro exatamente! bota a gente pra estudar, pra pensar!

Roseli Serra Tua Cara Graeme Hodgson! Num tais jogando xadrez tb não, MININO? ;p

Elivan Souza Juan Alberto Lopez Uribe, você vai cair de costas quando começar a se autoanalisar.

Cadu Souza Gente, eu estou ‘saindo’ de sala de aula novamente…

Natália Guerreiro e eu quero saber onde vc está estudando, Juan Alberto Lopez Uribe, e tb estou interessada no q vc publicar.

Prix Santos É. Teve DELTA, teve escola nova, cargo de coordenadora pedagógica, BrazTesol… Muita coisa… Mas a mais importante tá aqui do meu lado agora…!!!

Raquel de Oliveira Elivan Souza, olhar para si é quase que uma cegueira de vaidades vencida… muito bom!

Roseli Serra Juan Alberto Lopez Uribe é usper crítico com ele mesmo Elivan Souza! NUm inventa mais coisa pra essa criatura não, pelamorde DEus! 

Juan Alberto Lopez Uribe Imagino Elivan Souza, tive cada revelação quando fazia psicanálise! Mas é bom, a gente ganha mais consciência, auto-controle, e confiança. Vale a pena.

Elivan Souza Roseli Serra, o Bjarne vai me comer vivo quando eu fizer o CELTA. Quero estar bem preparado porque eu não recebo críticas com bons olhos e além disto quem dá aula já há uns séculos como eu, está cheio de vícios o que torna o processo de feedback bem scary. Mas estou me preparando…

Cadu Souza 2012 foi super cool. Eu tive um artigo publicado, apresentei no Braz-Tesol e ABCI, ganhei bolsas de estudo para fazer um curso de Critical Thinkin Pelo Depto de Linguística da universidade de Oregon…

Roseli Serra oh yeahhhhhhhhhhhhhhhh teacher linda Prix Santos 

Raquel de Oliveira Cadu Souza, que farás , menino?

Juan Alberto Lopez Uribe Hahahaha, Roseli Serra, vc acertou em cheio!

Roseli Serra Bjarne só tem bocão! Adoro ele !

Raquel de Oliveira (Fabinho invadiu meu quarto pintado de Indio com um cajado na mao pedindo comida;;; risos Criei um alien!!!)

Juan Alberto Lopez Uribe Cadu Souza, vc também ganhou o concurso de melhor lesson plan, lembra?

Elivan Souza Gente, eu também vou confessar algo pessoal. Eu estou fazendo terapia cognitiva comportamental e isto tem me ajudado a entender os meus alunos e a ter mais paciência.

Roseli Serra Oxe Juan Alberto Lopez Uribe! Tu e Graeme Hodgsonmoram no meu coração de pijama! Sei o quanto vcs ralam e estudam!

Raquel de Oliveira claro, Juan Alberto Lopez Uribe!!

Cadu Souza Raquel, estou assumindo, novamente, uma gerência de filial na CI

Cadu Souza Verdade Juan Alberto Lopez Uribe!

Elivan Souza Verdade! o Cadu Souza é o nosso herói. :0

Roseli Serra Aêe seu Cadu Souza!

Natália Guerreiro que chiquerésimo, Cadu Souza! conta mais da experiência! como foi lá? e esta bolsa foi uma oportunidade única ou tem td ano?

Cadu Souza na verdade Juan Alberto Lopez Uribe foram dois concursos de LP – kkkkkkkkkkkkkk

Raquel de Oliveira Cadu, Cadu, Cadu…!!!! Barra, babe?

Cadu Souza Então, foi um curso online, mas foi super rico. O consulado americano tem um programa chamado RELO.

Patricia Mezack Meu primeiro ano Homeschooling minha filha oficialmente. Apesar de tantos alunos e ex alunos…esta sendo a experiencia mais magica da minha vida.

Cadu Souza Sim, Raquel de Oliveira, Barra.

Elivan Souza Patricia Mezack, vc acha que este é o caminho? E como fica o social?

Roseli Serra Bem eu to de diretora de estudo, treinamento e dsenvolvimento de um dos branches do Britanic, faço coordenção acadêmica noutro, to dando consultoria e aind to amando dar aula de tecnologia da educação na Universidade de Pernmbuco como guest teacher! Muito muito bom!  Sem falr nas consultorias 

Ana Paula Cypriano Esse ano está sendo um ano para repensar minhas práticas, aprender mais, questionar algumas das minhas crenças em relação EFL, rever meu papel em sala…

Raquel de Oliveira Alôoooo… alguém por aí?

Cadu Souza http://www.facebook.com/relobrazil?fref=ts

Juan Alberto Lopez Uribe Gente, quero começar a dar cursos aí no Brasil no ano que vem sobre o ensino afetivo de inglês para crianças. Que dicas vocês me dão? Help!

Patricia Mezack Risos…a ideia de homeschooling proliferada no Brasil e completamente erronea.

Elivan Souza Pronto! Graeme Hodgson já foi fazer outra viagem.

Cadu Souza Foi através do RELOBrazil que ganhei esse scholarship

Teresa Gomes de Carvalho ola boa noite!

Roseli Serra Concordo com vc Patricia Mezack!

Marina Macedo 2012 voltei a faculdade, o que ajudou Bb a aprimorar métodos (especialmente com turmas de crianças). Me vi quebrando barreira (recuperar aluno dado como reprovado), e consegui renovar minha motivação com a profissão me tornando aluna novamente. 2013 novas provas de proficiência, novos desafios com turmas de crianças,.. Isso só para o primeiro semestre

Roseli Serra Chgeou Teresa Gomes de Carvalho! Hey , dear!

Patricia Mezack Elivan, minha filha e homeschooled, mas nao fica sozinha…5 vezes por semana ela tem atividades…As quintas, ela vai ao nucleo e tem workshop sobre Dr. Seuss, as Quintas, ela tem workshop de leitura e estuda sobre os planetas com mais 20 criancas da idade dela

Juan Alberto Lopez Uribe Oi Teresa Gomes de Carvalho! Bacana que você chegou!

Patricia Mezack Ela faz ballet, Karate, teatro

Roseli Serra Já lhe mandei as dicas e os contatos né seu Juan Alberto Lopez Uribe? To dentro do seu projeto!

Raquel de Oliveira mensagem da Natália Guerreiro > acho q o fb está me considerando uma spammer. nao quer me deixar publicar nem curtir naquele topico. =((

Teresa Gomes de Carvalho atrasada mas cheguei e de mobile

Elivan Souza Raquel de Oliveira, esta coisa de olhar para nós mesmos é algo muito dificil de vencer. É um choque e o complicado é você aprender a gostar do que vê; você mesmo, sua voz etc. Haja cabeça.

Prix Santos Awn…. Tenho de ir… A mom’s gotta feed her baby…!!! Essa foi a minha maior conquista… Ser mãe! Beijo, gentem!!!

Cadu Souza Juan Alberto Lopez Uribe, fiquei interessado nisso. Parece bom…

Patricia Mezack Nos temos uma visao tao deturpada dos programas de homeschooling…se vc quiser conhecer melhor e entender, posso te passar varios dados, inclusive da escola dela…pois o homeschooling e realizado a partir de um programa sanduiche…como no doutorado…eles chamam de umbrella school

Juan Alberto Lopez Uribe Eu sei Roseli Serra. Quanto mais dicas melhor!

Roseli Serra Vai lá , linda Prix Santos! bjks no baby lindo e outro na mummmy linda! 

Juan Alberto Lopez Uribe Raquel de Oliveira, acabou de acontecer comigo também, me bloqueou dar likes.

Elivan Souza Boa noite Tereza Teresa Gomes de Carvalho.

Patricia Mezack Sim, Roseli…quem conhece minha filha como a Rita Giorno e a Shirlei por exemplo…sabem do que estou falando…ela e uma borboleta social…

Roseli Serra Gente o projeto de Juan Alberto Lopez Uribeainnnnnnnnn é lindo de viver! quero ter netinhos pea estudarem lá 

Roseli Serra Imagino Patricia Mezack

Teresa Gomes de Carvalho Entao, algo ou algum projeto instigante e desafiador para 2013?

Raquel de Oliveira Juan Alberto Lopez Uribe, compartilhe mais de seu projeto… fale de seu grup aqui no FB

Roseli Serra Humm Teresa Gomes de Carvalho.. Imagino que sim .. rsrsr mas por hora é segredinho 

Elivan Souza Patricia Mezack, desculpe. Imaginei algo bem radical. 

Cadu Souza Eu queria muito fazer o DELTA em 2013, mas agora os planos mudaram. Vou fazer um curso de gestão de projetos para me certificar pelo PMO

Patricia Mezack Quero terminar meu livro paradidatico…

Roseli Serra Que show Patricia Mezack!

Juan Alberto Lopez Uribe Estou desenvolvendo um portal de cursos sobre ensino afetivo por meio de e-learning para professores que dão aulas para crianças. Está tudo no meu caldeirao borbulhando…

Roseli Serra Ainnnnnnnn Cadu Souza! Amenos que vc faça 8 coisas duma vez como Graeme Hodgson, é melhor esperar um tico mais por esse DELTA.. rsss

Roseli Serra MAs assim, se vc for disciplinado Cadu Souza, vc consegue fazer o distance DELTA de boa! Que achm meu povo?

Roseli Serra Nossa, que delícia, Juan Alberto Lopez Uribe!

Cadu Souza kkkk. Com certeza Roseli Serra. Mas o distance DELTA é uma excelent idea!!!

Juan Alberto Lopez Uribe Minha irmã e eu temos uma escola para crianças que fundamos em São Paulo, que se chama Juan Uribe Ensino Afetivo. www.facebook.com/juanuribeensinoafetivo

Elivan Souza Chegar de mobile e com style né Tereza Teresa Gomes de Carvalho.

Patricia Mezack Elivan Souza, ha diferentes motivos pelos quais os pais escolhem o homeschooling. Os meus sao entre outros a injecao cultural que meu marido e eu queremos que ela receba. E o programa nos permite aproveitar o maximo d etempo possivel…Como o governo tb tem programas de NO CHILD LEFT BEHIND, o material ensinado durante o ano e minimo e ha criancas que com certeza podem absorver muito mais…Na escola, sem querer ( por falta de opcao em muitos casos, colocamos todos os alunos na mesma sacola…O que frustra a muitos).

Roseli Serra Simsim , Cadu Souza! Tenho amigos que estão se dando super bem

Elivan Souza Juan Alberto Lopez Uribe aquela escola no Itaim Bibi?

Cadu Souza Roseli Serra, bom saber. Fico meio inseguro, mas acho que, talvez em 2014, eu tente.

Raquel de Oliveira o DELTA foi um divisor de águas… o M3 pode te ajudar em gestão, Cadu Souza

Juan Alberto Lopez Uribe Sim, Elivan Souza a própria! Tenho muitas saudades.

Roseli Serra Fica não, Cadu Souza!POsso te por em contato com pleos menos 3 que etsão adorando essa brincadeira de long distance DELTA !

Juan Alberto Lopez Uribe O que é que tem no DELTA? Vejo vocês falando e não tenho idéia.

Cadu Souza M3, o que é isso?

Teresa Gomes de Carvalho eu quero fazer o modulo 3 do delta e fechar este capitulo.

Roseli Serra ownnnnnnnn Juan Alberto Lopez Uribe  Mas vc tem os ganhos de estar no Canadá né? Vc tb tá t~~ao feliz e tem feito tantas coisa legais aí né?

Elivan Souza Rapaz! Eu morava na mesma rua. Juan Alberto Lopez Uribe. Uma colega minha trabalha ou trabalhou lá. Atilana.

Cadu Souza Eu conheço uma pessoa que odiou fazer o DELTA online, por isso fico meio pé atrás

Roseli Serra Não é ONLINE

Roseli Serra Online é difernte de long distanceCadu Souza

Roseli Serra Faz logo Teresa Gomes de Carvalho! O alívio é a mlhor sensação a cad etapa!

Elivan Souza Eu só quero o meu CELTAAAAAAAAAAAA.

Juan Alberto Lopez Uribe É uma troca, mas dando cursos por aí posso estar mais perto.

Cadu Souza sim, sim. me expressei errado, estou falando do distance DELTA

Roseli Serra kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Elivan Souza , anda logo c esse CELTA, criatura! Vc vai amar! Eu já supervisionei CELTAs e é muito legal!

Juan Alberto Lopez Uribe Elivan Souza, lógico que conheço a Atilana, excelente pessoa e educadora. Gosto muito dela. Os alunos AMAM a aula dela.

Raquel de Oliveira Eu fiz presencial… M3 é o módulo 3http://www.cambridgeesol.org/exams/delta/index.html

Delta Modules – Advanced TEFL/TESOL English teaching qualification | Cambridge ESOL

www.cambridgeesol.org

Elivan Souza Foi minha colega no curso de letras, Juan Alberto Lopez Uribe

Juan Alberto Lopez Uribe Obrigado Raquel de Oliveira, vou pesquisar no link que voce colocou.

Roseli Serra Cadu Souza, sem insegurança! Num tem nada errado! Eu foz presencial pq inusitadamenet rolou aquiem Recife há uns anos atrás!

Raquel de Oliveirahttp://www.cambridgeesol.org/assets/pdf/exams/delta/delta-module-handbook.pdf > Juan Alberto Lopez Uribe Delta Modules (Diploma in teaching English to speakers of other languages) by Cambridge University

Juan Alberto Lopez Uribe Bacana Elivan Souza! Vai lá na escola um dia e ela te faz um tour. É um próprio parque de diversões para professores…

Raquel de Oliveira Vou levantar a bola: quem fez DELTA e Mestrado… quais foram suas percepções?

Cadu Souza Fiquei animado sim, Roseli Serra. Principalmente agora que Raquel de Oliveira me sinalizou ue o Módulo 3 pode ser em gestão. Super cool!

Roseli Serra Ah outras coisa legal pra mim esse ano foi me tornar emoderator (com honra ) pelo Britisch Council e ter oportunidade de moderar cursos com dois dos meus mais queridos amigos!

Teresa Gomes de Carvalho o modulo 3 é só criar um curso para um público especifico como adultos, monolingual classes, young learners, etc.

Raquel de Oliveira Cadu Souza, no M3 vc pode optar por English Language Teaching Management…

Cadu Souza E-moderator. Fancy!

Roseli Serra Issaê Cadu Souza! Assim é que se fala, moço!

Elivan Souza Juan Alberto Lopez Uribe, eu vi um vídeo um tempo atrás sobre a escola. E fiquei super feliz quando escutei a Atilana dando depoimento. Mundo pequeno! Vou sim! Liga lá e diz que tô chegando e que estendam o tapete. rs

Juan Alberto Lopez Uribe Você é muito chique Roseli Serra! Parabéns pela tua conquista!

Roseli Serra Aaaaaaaaaaaaah não Juan Alberto Lopez Uribe! Chique nada! kkkkkkkkk um coroa raladora 

Patricia Mezack Infelizmente, meu dia ainda esta pela metade. Bom papo!

Roseli Serra Raquel de Oliveira tb fez ótimas conquistas e é um super exemplo de felicidade e alto astral!

Juan Alberto Lopez Uribe Roseli Serra, chique é ser inteligente e trabalhador. A elegância está nas palavras e na postura. Niemeyer concordaria.

Cadu Souza Verdade. Conta pra gentre Raquel de Oliveira

Juan Alberto Lopez Uribe Quero conhecer vocês pessoalmente? Tem algum congresso que vcs acham que irão?

Elivan Souza Gente, vamos falar sobre dinheiro também?

Elivan Souza Passei um ano apertado. Deu para pagar as contas não!

Raquel de Oliveira Pois é… muitas vezes as portas só abrem se nós arrombarmos… ou então se gritarmos ao mundo o que queremos, né?

Roseli Serra eu ja agendei com vc Toronto no meio do ano lembraJuan Alberto Lopez Uribe? Nossa! Que lindo o que vc disse sobre elg]ância1 Vc é realmente AFETIVO!

Roseli Serra Eu vou pro IATEFL

Elivan Souza Juan Alberto Lopez Uribe, o mais certo seria marcar um encontro em São Paulo.

Roseli Serra Já dprei Elivan Souza! Adoro SAMPA 

Elivan Souza Não é bairrismo, mas a maioria aqui ou é daqui ou mora perto. LOL

Raquel de Oliveira Eu estou trabalhando numa editora multinacional na parte de consultoria pedagógica, dando aulas na pós de Estudos da Linguagem, e com a consultoria via MEC… quero aprender mais sobre educação infantil…

Graeme Hodgson Tb vou, Roseli!!! Em maio 2013 vamos fazer um evento do www.braztesol.org.br em Brasilia tb… espero que possa ir tb!

Raquel de Oliveira SAMPA, aaaaaaaamo!

Roseli Serra Eita mulher porreta essa Raquel de Oliveira!

Juan Alberto Lopez Uribe Eu certamente irei para São Paulo em 2013, Elivan Souza. Tem bastante gente do Rio, né? Cadu, Raquel, Teresa.

Raquel de Oliveira Patricia Mezack, obrigada por vc ter vindo 

Teresa Gomes de Carvalho é isso mesmo Raquel de Oliveira!

Graeme Hodgson Por falar nisso, aproveito para pedir que todos vcs que são membros do Braz-TESOL votem em mim para o Advisory Council nacional! Valeu, galera!

Cadu Souza Isso mesmo. Mas se der vamos para SP também!

Roseli Serra Claaaaaaaaaaaaaro que vou adorar ir Graeme Hodgson! Vai depender do que possa surgir ou não na minha vida nesse período né?

Elivan Souza Sampa é tipo Londres; esquina onde todo mundo se encontra.

Roseli Serra kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk podexá Graeme Hodgson! Já tem meu voto! 

Teresa Gomes de Carvalho Juan Alberto Lopez Uribe eu tenho ponte entre o Rio e Sao Paulo, cidade que eu adoro! tenho casa la. Morei e me formei em SP.

Roseli Serra RAMUSIMBORA todos pra SAMPA meu povo? uhuuuuuuuuuuuuuuu

Raquel de Oliveira Passarei o Natal em Sampa 

Raquel de Oliveira Poderíamos pensar numa fala colaborativa sobre o BRELTCHAT em um congresso… que acham? seria “da hora”

Roseli Serra Maravilha Raquel

Teresa Gomes de Carvalho vamora Roseli Serra!

Elivan Souza Raquel de Oliveira, vou pra casa; Salvador.

Teresa Gomes de Carvalho * vambora!

Roseli Serra NO inverno , que tal?

Elivan Souza bóra

Cadu Souza Gente, vou dar boa noite pois amanhã aplico exames de Cambridge. Aff, essa vida não para nunca.

Roseli Serra Sampa no inverno é tuuuuuuuuuuuuuuuudo de bom!

Teresa Gomes de Carvalho Brrrrr, Roseli Serra! rs

Cadu Souza Beijocas estaladas em todos. Roseli Serra, obrigado pelo incentivo. Juan Alberto Lopez Uribe, já estou indicando sua escola para uma amiga. Raquel de Oliveira, you rock. Beijão todos!

Elivan Souza Porque tu não moras aqui Roseli Serra.

Raquel de Oliveira Salvador é linda 

Raquel de Oliveira Queridões… e os planos para 2013?

Roseli Serra DEixe de coisa Cadu Souza! eu tb to nessa desde a semana passada e so encerro sábdo de tarde, Já to doida de tanto examinar ! MAs é bão demais né? 

Elivan Souza Vá lá Cadu Souza.

Juan Alberto Lopez Uribe Obrigado Cadu Souza!

Graeme Hodgson Plano para 2013: contratar uma pessoa para me ajudar com training, consultoria etc…. então menos viagens! Concluir o DELTA tb!

Raquel de Oliveira Cadu Souza, amado, bom sono  xoxo

Roseli Serra ô menino! fala não Elivan Souza! Meu marido é médico tem uma clientela muito estabelecida aqui .. só isso. Se ele convidar , eu mudo na hora!

Roseli Serra Cadu Souza. bons sonhos, querido! get in touch sobre o DELTA esobre o q mais precisar!

Raquel de Oliveira faltam 8 minutos…

Elivan Souza Roseli Serra quando aqui faz frio até os ingleses reclamam.

Roseli Serra Muito bem seu Graeme Hodgson! Já num era sem tempo né?

Raquel de Oliveira sugestões para nosso grupo em 2013 ?

Juan Alberto Lopez Uribe Aqui tá nevando…

Raquel de Oliveira sugestões para nosso grupo em 2013 ?

Graeme Hodgson Raquel de Oliveira… O plano mor é: SER FELIZ!!!

Roseli Serra eu sei Elivan Souza! meu filho mora onde faz -30 facinho! Daí , quanto mais frio , melhor pra mim /1 Adoro frio , muito frio, adoro mais! 

Raquel de Oliveira em bangu tb nevando, Juan Alberto Lopez Uribe… risos 47c

Roseli Serra Ainnnnnnnq delícia Juan Alberto Lopez Uribe

Roseli Serra hummm adorei sua idéia de fazer um trablho sobre nosso grupo pra apresentar num congresso, Raquel de Oliveira

Teresa Gomes de Carvalho planos para 2013: procurar novos desafios.

Roseli Serra Isso Teresa Gomes de Carvalho!

Juan Alberto Lopez Uribe Excelente idéia Raquel de Oliveira de fazer um trabalho sobre BRELTCHAT. Como começou?

Raquel de Oliveira desafios… ser feliz… conhecer gente nova… aprender mais…

Roseli Serra Achei essa idéia maravilhosa Raquel

Teresa Gomes de Carvalho Raquel e tb reconhecimento!

Roseli Serra BINGO Raquel de Oliveira! Ser feliz, viver o presente e aprender a sofrer só pelo que vale a pena.

Elivan Souza Raquel de Oliveira, eu quero tudo isto e mais um pouco de din din para comprar ice cream.

Juan Alberto Lopez Uribe Quero viajar a trabalho dando cursos. Conhecer gente.

Raquel de Oliveira a idéia inicial foi de Bruno Andrade, inspirado pelo ELTCHAT… daí, ele convidou Valeria Benevolo FrançaCecilia Lemos , Henrick Oprea e eu para ajudarmos na moderação

Graeme Hodgson Sofrer… só se for por amor!!! (por alguém, pela profissão, pela VIDA!)

Teresa Gomes de Carvalho por enquanto o meu plano é terminar bem 2012 que nao termina nunca.

Elivan Souza Aê Graeme Hodgson, mandou bem.

Juan Alberto Lopez Uribe Este é o último chat do ano?

Natália Guerreiro frustrada q o fb me bloqueou. =(((

Juan Alberto Lopez Uribe Tá acabando o tempo…..

Roseli Serra Sim Graeme Hodgson por qualquer coisa que valha a pena e não derramar lágrimas em vão ou sentir dor à toa né?

Raquel de Oliveira Reconhecimento profissional… chave para nos enxergarmos melhor e crescermos… para mim chegou em 2012,Teresa Gomes de Carvalho 

Raquel de Oliveira Juan Alberto Lopez Uribe, oficialmente é o último sim… Mas nosso espaço fica aberto 24h

Valeria Benevolo França Boa noite gente, cheguei em casa e só para dizer olá e bom fim de ano!

Roseli Serra Valeria Benevolo França, sua linda! Saudades! Tudo de bom pra vc!

Raquel de Oliveira Elivan Souza, dinheiro é um meio… e super necessário, concordo! qd somos bem remunerados, financeira e pessoalmente, rendemos mais.

Juan Alberto Lopez Uribe Se este for o ultimo chat, mando um abraço grande a todos vocês, desejando ótimas festas e uma excelente passagem de ano. Parabéns a todos pelas conquistas!!!

Graeme Hodgson Fez boa viagem, Valéria?

Graeme Hodgson Season’s Greetings!!! : D

Elivan Souza Ai ai ai ai está chegando a hora.

Raquel de Oliveira Valeria Benevolo França, que bom que vc veio!!

Valeria Benevolo França Eu estava em Fortaleza e já de volta ao Rio. A viagem foi boa sim, thanks, Graeme Hodgson, mas com isso não pude participar em nosso último chat do ano.

Juan Alberto Lopez Uribe Oi Valeria Benevolo França! bacana da tua parte vir só para desejar um bom fim de ano. Muito afetivo!

Roseli Serra PArabéns a vc tb Juan Alberto Lopez Uribe e todos mais! E a cada um pessoalmente, por cada palavra de carinho apoio e de me fezer rensacer e s me sentir valorizada!

Teresa Gomes de Carvalho será um fim de ano tumultuado mas vamos lá esperando que 2013 traga coisas novas.

Graeme Hodgson Valéria… vc está sempre ‘presente’ entre nós… mesmo ausente! hehehe

Elivan Souza Olá Valeria Benevolo França. Sentimos a sua falta.

Juan Alberto Lopez Uribe Trará sim Teresa Gomes de Carvalho!

Raquel de Oliveira Que energia boa, meu povo!! Feliz de ter conhecido vcs em 2011/2012… obrigadão por toda esta troca  e que venha mais em 2013!!

Roseli Serra Vai trazer Teresa Gomes de Carvalho! VAi sim !

Juan Alberto Lopez Uribe Adoro participar! Energia muito boa SEMPRE aqui no BRELTchat.

Juan Alberto Lopez Uribe Boa noite a todos!

Roseli Serra DE verdade, nosso grupo é uma bênção! ISso é uma maravilha! A gente troca experiências, aprende, ri e chora juntos! Nossa que legal!

Raquel de Oliveira Pergunta que não quer calar: quem pode fazer um resumo da nossa fala hoje? Topas , Juan Alberto Lopez Uribe?

Teresa Gomes de Carvalho muito bom mesmo Juan Alberto Lopez Uribe. Espero conhecer voces todos aí do Breltchat pessoalmente!

Valeria Benevolo França Eu não pude acompanhar o chat de hoje, mas como sempre iremos colocar o “discussion thread” em nosso blog. Mas vamos pensar em outras coisas que o nosso grupo e chat poderia fazer que gostariamos de ter? Que tal comentarem no blog?

Raquel de Oliveira quase uma terapia em grupo… todos unidos pela arte de ensinar/aprender!!

Roseli Serra Juan Juan Juan!

Elivan Souza Gente, obrigado por tudo mesmo. Lembro quando cheguei por aqui, pisando devagarinho e fui recebido com muito carinho por todos vocês.

Juan Alberto Lopez Uribe   ;);) Topo sim. Tenho tempo.

Roseli Serra Aêeeeeeeeeeee Juan Alberto Lopez Uribe 

Valeria Benevolo França Relembrando o link:http://breltchat.wordpress.com/

#BReltChat

breltchat.wordpress.com

Raquel de Oliveira Valeria Benevolo FrançaJuan Alberto Lopez Uribe fará nosso resumo hj… e tds estão convidados a comentarem lá no nosso blog!! Yay! 

Juan Alberto Lopez Uribe Okidoki!

Roseli Serra onde anda Ramon Silveira?

Raquel de Oliveira será que ele derreteu aqui nos 47c de nosso bairro hj?? risos

Teresa Gomes de Carvalho É mesmo, onde anda ele, Roseli Serra?

Raquel de Oliveira Muito obrigada, Juan Alberto Lopez Uribe!!

Roseli Serra Gente , amo vocês! Tudo de muito bom nessa vida é o que desejop a todos! E que ” Haja paz na TERRA a começar em mim “, em nós1

Valeria Benevolo França ótimo e obrigada Juan Alberto Lopez Uribe. Vou logo então captar o thread e subir no blog, já que isso sempre facilita o trabalho de quem faz o resumo.

Raquel de Oliveira Valeu, Valeria Benevolo França 

Roseli Serra Nossa. Valeria Benevolo França! Só vc!

Juan Alberto Lopez Uribe Obrigado Valeria Benevolo França. Vai ser bem gostoso fazer este resumo.

Elivan Souza Juan Alberto Lopez Uribe comece a ser o ator do seu próprio filme. Surpresas grandes aparecerão.

Teresa Gomes de Carvalho preciso ir gente amanha sera im dia cheio para mim! bjs e boa noite! Nos vemos em breve por aqui:)

Roseli Serra ótima dica , Elivan Souza! E como diz uma amiga de Sampa: FORÇA NA PERUCA para o CELTA!

Juan Alberto Lopez Uribe Valeu Elivan Souza! Acertou em cheio!

Juan Alberto Lopez Uribe Boa noite a todos, esposa me chama!

Elivan Souza Boa noite Juan Alberto Lopez Uribe

Raquel de Oliveira Bom sono a tds vcs  E vamos interagindo aqui no Grupo… Oficialmente nosso chat voltará em Fevereiro. No entanto, convidamos a todos que comentem os posts de nosso blog. Mais uma vez, nosso super thank u por terem compartilhado um cadinho do tempo de vcs conosco… Best vibes 

Roseli Serra Vai lá Teresa Gomes de Carvalho! Sweet dreams, dear! 

Valeria Benevolo França Boa noite a todos, um ótimo Natal e que 2013 traga muitas realizações profissionais e pessoais para nós todos. Muito obrigada por terem sido participantes tão preciosos em nosso #BRELTchat em 2012 e tenho certeza que vamos ter muito o que falar em 2013. Obrigada a Raquel de Oliveira por ter moderado hoje sozinha.

Roseli Serra kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk seuGraeme Hodgson ! Vc é adoravelmente impossível! 

Roseli Serra Certamente Raquel de Oliveira! Um ótimo Natal a todos, bom trablaho , bom descanso pra quem tiver, muita paz , amor harmonia e saúde. com isso, o resto é fichinha de conseguir! Boa noite amores todos! God bless you all! Love you 

Raquel de Oliveira my pleasure, Valeria Benevolo França.. uma polifonia maravilhosa hj nesta liquidez facebookiana… bjinhos a tds e bom níver de Jesus 

Elivan Souza Aê Raquel de Oliveira. \o/

Elivan Souza Eitcha despedida que não acaba nunca. KKKkkkkkk








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