BRELTCHAT, 16 de Outubro de 2014: Como incorporar na fala o vocabulário e a gramática aprendidos em sala.

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Próximo BRELTChat com um tema bombástico!
É dia 16 aqui na comu. Venham todos!
com Priscila Mateini, Bruno Andrade, Rose Bard e Raquel S. Oliveira
Próximo BRELTChat com um tema bombástico!

É dia 16 aqui na comu. Venham todos! :D

com Priscila Mateini, Bruno Andrade, Rose Bard e Raquel S. Oliveira
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You, Priscila Mateini, Raquel S. Oliveira, Rose Bard and 20 others like this.

Priscila Mateini ótimo tema!!
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Juliana Mota Aeeeeeeeee!! To ansiosa para ver as respostas desse tema que anda me intrigando!!
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Raquel S. Oliveira Teremos Skills X Systems ? Hummmm… Muito bom!
Yesterday at 9:54pm · Like

Natália Guerreiro Em 5 min… quem taí?
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Natália Guerreiro Marina Macedo, já chegou?
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Marina Macedo Quase… 5 min estarei em casa
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Bruno Andrade Boa noite!
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Natália Guerreiro boa noite, galerinha!
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Rose Bard Boa noite pessoal!
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Eduardo Zito Olá toda gente
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Natália Guerreiro seja bem-vindo, Eduardo Zito
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Eduardo Zito
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Mônica Ricieri Figueiredo Boa noite!
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Bruna Tangerino Ferreira Goood evening!
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Natália Guerreiro zito, vc tem encontrado esse problema na sua prática como prof?
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Raquel S. Oliveira Olá, meu povo!
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Natália Guerreiro boa noite, Bruna Tangerino Ferreira! seja bem-vinda, Mônica Ricieri Figueiredo!
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Bruna Tangerino Ferreira Tks!
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Marina Macedo cheguei
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Eduardo Zito de certa forma sim, Natália Guerreiro. Acho que se não houver uma prática legal seguida de uma produção bem estruturada, a tendência é que os alunos não usem o que apresentamos…
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Natália Guerreiro vcs encontram esse problema na prática de vcs?
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Natália Guerreiro aeee, Marina Macedo!
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Raquel S. Oliveira Hoje estou de aluna, quero aprender
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Natália Guerreiro especialmente a galerinha do intermediate/advanced plateau, q já se vira de outras formas, né. mas msm q o aluno use naquela aula, há fortes chances de ele não usar nunca mais depois…
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Bruna Tangerino Ferreira Não sinto muita dificuldade em usar o vocabulário/gramática que estou ensinando com o material, às vezes acontece de não combinar tanto com a realidade do aluno ou o assunto acaba não gerando uma conversação a mais.
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Bruno Andrade E como perceber esse problema gente? O discurso de sala de aula reflete o de fora dela? Da pra avaliar bem o aluno se ele tá pondo em prático o que aprendeu? Que técnicas vocês usam?
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Bruna Tangerino Ferreira o que vejo é que por mais que ensinemos a grammar mais avançada, eles acabam falando com a mais básica. Isso aconteceu em todas as escolas e materiais que trabalhei…principalmente o tal do PPT Simple/Progressive.
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Eduardo Zito Verdade, Natália Guerreiro. Para isso há algumas estratégias. Por exemplo, fazer rvisão consistente de vocabulário. Outra forma é fazer os alunos darem uma password – principalmente para siar de aula – tipo só sai quem lembrar um exemplo de (vocabulário visto anteriormente)
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Raquel S. Oliveira O que é aprender? Como construímos as oportunidades de fala? E as intenções?
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Marina Macedo a maioria dos meus alunos até falam bem o que aprendem, mas na hora de escrever que é o problema. eles têm bastante dificuldades,
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Natália Guerreiro gramática mais avançada tb tem casos q o aluno não usa pq ninguém usa né. os conditionals são uns q são ensinados de uma forma surreal qd comparados com como eles saem na vida real.
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Raquel S. Oliveira Bingo, Natália Guerreiro!
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Bruna Tangerino Ferreira Concordo, Natália.
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Eduardo Zito Oi Marina Macedo. Concordo. Aqui uso outra estratégia: dependendo da redação, eu peço que eles incluam pelo menos x palavras vistas na unidade. Se não encontrar, devolvo a redação.
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Natália Guerreiro Eduardo Zito mó bate mal! kkkkkk esse rosto de bonzinho engana!
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Raquel S. Oliveira Escrita, eu gosto de trabalhar de forma processual.
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Marina Macedo como raquel?
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Eduardo Zito Este ponto pra mim é crucial, Bruno Andrade, o que os nossos alunos realmente transferem para produção fora da sala. Para isso uso simulações, tipo role play com um contexto mais aprofundado, sem mencionar nem a gramática, nem o vocabulário. E vejo se nesta discussão natural eles usam o que foi apresentado
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Natália Guerreiro é, escrita aí tem questões de falta de intimidade msm, de falta de prática em qq língua. mas acho q quem propos o tema tava mais pensando na fala msm.
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Mônica Ricieri Figueiredo Criar em aula atividades que tragam a nova estrutura para a realidade deles tem me trazido bons resultados
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Marina Macedo Também faço, Eduardo. Mas ainda sim, existem muitos problemas.
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Natália Guerreiro ótima forma de assessment, Eduardo Zito
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Bruno Andrade Concordo Natalia… Pra que internalizar uma estrutura gramatical se eu sei que nao usar frequentimente? So a titulo de curiosidade nao da…
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Eduardo Zito Concordo, Mônica Ricieri Figueiredo, trazer para realidade deles é fundamental
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Natália Guerreiro falei disso de estruturas artificiais, mas tb tem vocabs artificiais… ou isolados… q a gente ensina a palavra mas nao como usar, as diferenças de sentido, collocations, etc.
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Giselle Santos Para o aluno usar o que aprendeu, precisamos criar a necessidade do uso. Assim ele se interessa
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Bruna Tangerino Ferreira Que atividades diferentes ou mais “reais” vcs usam?
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Raquel S. Oliveira Marina Macedo, http://www.teachingenglish.org.uk/…/approaches-process…
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Natália Guerreiro boa noite, Giselle Santos!
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Raquel S. Oliveira Estou com delay, sorry!
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Bruno Andrade Boa, Giselle! Pode dar alguns exemplos pra gente?
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Giselle Santos Boa noite, gente
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Eduardo Zito Acho que de certa forma todas as linhas de livros trazem palavras, expressões e pontos gramaticais que são usados com baixa frequência. Ou mesmo nenhuma considerando o discurso do aluno.
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Giselle Santos Sim, por exemplo se vamos falar sobre adjetivos com YL por exemplo, prq não trazer os favorite objects deles? Os brinquedos por exemplo
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Giselle Santos Com adultos tb funciona assim
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Bruna Tangerino Ferreira Legal, Giselle.
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Bruna Tangerino Ferreira Vc acha isso, Eduardo? Nossa…trabalho muito com essas linhas (macmillan principalmente). Acho que vou começar a inserir mais extras então
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Giselle Santos Isso na verdade provavelmente vai resultar em uma vocab list até maior do que geralmente aparece no livro…e também de maior complexidade.
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Rose Bard Como fica a prática de vocábulário e gramática descontextualizados? O que percebo é que na prática do PPP a estruturação e a over didatização acaba por engessar o processo. O que dá um senso de apropriação, mas na real….não. O que vocês acham?
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Natália Guerreiro e a ideia de refazer a tarefa (com ou sem um twist) para ver se eles incorporam o feedback e a língua ensinada? alguém tem usado? eu fico sempre temerosa…
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Raquel S. Oliveira Para trabalhar fala, gosto de gugir do padrão PPP, e me foco em : Awareness raising
Appropriation
Autonomy
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Natália Guerreiro como funcionaria isso, Raquel S. Oliveira?
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Thiago Veigga Tô chegando em casa ainda
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Giselle Santos Usar a experiência que eles tem com L1
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Eduardo Zito Concordo, Rose. Na verdade minha única esperança é a production. Somente lá há algo de natural – se soubermos contextualizar bem.
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Caroline Barqueta Natália, quero muito participar, pode deixar que vou aparecer aqui em um pelos chats ainda! Estou enroladona escrevendo a monografia agora, mas de vez em quando venho ler o que vc estão falando!
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Raquel S. Oliveira Vixi, dá um livro… Na verdade são conceitos que o Scott Thornbury trabalha no livro dele: How to teach Speaking. O último estágio é a autonomia de fala. Percebo aqui no Brasil que muitas vezes queremos começar por ele, e os alunos travam. Contextualização, usar para adquirir segurança, se apropriar do conteúdo ainda controlado fazendo dele algo significativa para si e somente depois a fala, como processo autônomo.
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Natália Guerreiro eu tb tenho o pé atrás com o modelo PPP e essa criatividade instantânea do último P. mas ainda assim fico com medo de partir pro Test teach test, o TBLT e outras opções.
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Mônica Ricieri Figueiredo Alguém já usou ou usa mapas mentais?
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Eduardo Zito Compartilho com vcs uma atividade que considero muito bem estruturada. (Fiz o upload agora) Vcs verão que é impossível fazer a atividade sem usar algo que não é tão frequente como o conditional 3rd case.
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Rose Bard Raquel tenho sérios problemas com o tal do PPP. lololol me lembra projeto político pedagógico.kkkkk
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Eduardo Zito É mesmo, Raquel S. Oliveira, autonomia apenas no final de um ciclo, não no início
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Marina Macedo eu pensei que fosse isso… não é não? Rose Bard
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Natália Guerreiro pra apresentar vocabulário, Mônica Ricieri Figueiredo?
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Bruno Andrade Tambem nao sou muito fã, Rose… Acho que perdemos valioso tempo durante o dois primeiros Ps que os alunos poderiam estar utilizando pra falar e nao so ter que esperar ate o ultimo P para falar…
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Raquel S. Oliveira Muitas vezes também não respeitamos o silêncio do aluno. Ele tb é uma resposta carregada de intenções…
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Bruna Tangerino Ferreira Como vcs explicam o Pres. Perfect de uma maneira mais próxima da realidade dos alunos? Eu percebo que eles entendem, inclusive estou com três turmas nesse tema agora, realizam os exercícios mais repetitivos do livro, porém sinto que falta algo mais, aproximar um pouco mais da realidade.
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Natália Guerreiro Marina Macedo, vc pensou q fosse o q, desculpa nao entendi.
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Marina Macedo projeto politico pedagogico
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Eduardo Zito Acho que o PPP tem suas limitações. Mas acredito que se controlarmos o imput – principalmente do professor – podemos ter bons resultados na production
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Natália Guerreiro present perfect encaixa mto com entrevista de emprego, a meu ver.
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Mônica Ricieri Figueiredo Isso, Natália Guerreiro. E também para fixar.
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Natália Guerreiro ppp q a gente tá falando aqui é o presentation-practice-production.

Mas tb pode ser projeto politico pedagogico. ê área para gostar de acrônimo
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Raquel S. Oliveira Achei este ppt aqui: http://pt.slideshare.net/petti…/teaching-speaking-17463344
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Natália Guerreiro acho legal, Mônica Ricieri Figueiredo, assim como manter caderno de vocab e tal… mas será q ajuda para incorporar aquelas palavras no vocab ativo?
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Bruna Tangerino Ferreira Legal, Eduardo. Pena que com meus Vips não dá. rsrs
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Eduardo Zito Apresentação interessante, Raquel S. Oliveira obrigado
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Raquel S. Oliveira Sharing IS caring.
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Mônica Ricieri Figueiredo Acredito que sim, Natália Guerreiro, se as associações forem bem feitas.
50 mins · Like · 1

Eduardo Zito Neste caso, vc pode perder o celular, Bruna Tangerino Ferreira, ou ainda pedir para alguém ligar. e vc responder “Sorry I can’t talk now, I’ve just started a class.”
49 mins · Like · 3

Marina Macedo Eu costumo fazer assim: apresento a gramática ou o vocabulário. Depois passo alguns drills ou exercicios, depois vamos para o livro. Por último procuro um tema da semana e tento encaixar o que estou trabalhando para fazer um debate ou uma entrevista, coisas assim
49 mins · Like · 3

Mônica Ricieri Figueiredo Acredito que sim, Natália Guerreiro, se as associações forem bem feitas e se estimular os o uso dos mapas em variadas atividades.
48 mins · Like · 1

Natália Guerreiro mas de onde sai a gramática e o vocab q vc tá apresentando, Marina Macedo? qual a situação de uso q as gera? o livro apresenta de forma contextualizada ou descontextualizada?
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Bruna Tangerino Ferreira Awesome!!!!!!!!!!!! rsrs
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Bruno Andrade Contexto é tudo!
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Eduardo Zito Os mapas vc faz online, Mônica Ricieri Figueiredo?
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Rose Bard Será que não falta um esforço mental do aluno para incorporar o vocabulário e a gramática? E se esse comprometimento do aluno é importante, de que forma estimular isso? Um ponto que acho ser importante, e vou reforçar a fala da Giselle Santos é a quest…See More
47 mins · Like · 2

Bruna Tangerino Ferreira Ô se falta, Rose.
47 mins · Like · 1

Natália Guerreiro Giselle Santos, em q medida usar a L1?
46 mins · Like

Marina Macedo A gramática ou vocabulário são da unidade do livro. Ele até é bem contextualizado e atual, mas vem com poucos exemplos e usos. Ja que lá a abordagem é dedutiva, eu antes apresento tudo com muuuuuitos exemplos de uso.
46 mins · Like · 2

Bruno Andrade Tem toda a razao, Rose. é mais facil ensinar para alunos que tem real interesse em aprender.
45 mins · Like · 1

Natália Guerreiro Hummm, pode ser preguiça, sim, mas como alguém q já passou dos 30 e q olha o seu caderninho de vocabulário cheio de palavras q eu não me lembro q escrevi ali, devo dizer q nem sempre é má vontade, viu. a gente demora pra adquirir, sobretudo vocab ativo. vocab passivo td bem.
45 mins · Unlike · 1

Bruno Andrade lembro que quando eu estudava ingles me punha metas do tipo: abrir a geladeira e conseguir falar tudo em ingles que houvesse la ou no mercado… ou entao ver um seriado todo em ingles. A pratica com aquilo que gostamos faz toda diferenca
40 mins · Like · 2

Raquel S. Oliveira Desde sempre, nós conversamos sobre construção de competências e habilidades utilizando atividades e acho que as atividades de apropriação e autonomia são as que mais refletem essas características, com talvez uma mudança de ênfase .

Atividades de apropriação geralmente se referem enabling or skill-building activities . Mas há uma maior ênfase em prover contexto e significância (existe isto?) de uso . Ss need drills and repetition and other activities that focus on developing accuracy, etc. however, it is important to embed this practice in contextualized, meaningful language. Faz sentido?
43 mins · Like · 3

Marina Macedo venho me questionando o mesmo, Eduardo Zito
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Mônica Ricieri Figueiredo Na linha do que a Marina Macedo está falando, tenho usado uma abordagem parecida com um grupo muito desafiador e as aulas tem fluído melhor.
42 mins · Like · 3

Eduardo Zito Entendo e concordo, mas não posso deixar de considerar a estrutura da aula. Como a maioria dos meus alunos estudam online, o que eu faço para variar é pedir um mapa escrito a mão. Mônica Ricieri Figueiredo
42 mins · Edited · Like · 4

Raquel S. Oliveira Arriscaria dizer que é more about practised control than controlled practice, moving from “other” or teacher-regulated production to self-regulated production. Centrado no aluno, sabem? E isto muitas vezes assusta a nós teachers…
41 mins · Like · 4

Natália Guerreiro eu to falando do meu aprendizado de inglês msm, Bruno Andrade. ou será q eu tô sozinha nessa de ter dificuldade de aprender novas palavras hj em dia?
39 mins · Edited · Like · 3

Marina Macedo jamais, Natália Guerreiro
39 mins · Like · 2

Eduardo Zito Acho que assusta mesmo, Raquel S. Oliveira,, porque abrimos mão da estrutura da aula. Mas devemos nos lembrar que a comunicação quase nunca é estruturada. Ao quebrarmos a estrutura, nos aproximamos da realidade
39 mins · Like · 3

Natália Guerreiro obrigada por share a atividade, Eduardo Zito!
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Eduardo Zito Não, Natália Guerreiro, aprender vocabulário é algo complexo.
38 mins · Like · 3

Bruno Andrade Claro que não… Hoje em dia demoro mais a incorporar uma palavra nova ao meu repertoire… Será a idade? Rsrs
38 mins · Like · 3

Raquel S. Oliveira As atividades de autonomia são as que acontecem em “real operating conditions”… Mas tudo depende de um bom começo, pq se Ss não estão conscientes do que está acontecendo no universo “aula” , prestando atenção, e percebendo, a compreensão e a aprendizagem não ocorrem . É tão simples assim, não haverá fala, só parroting…
38 mins · Like · 3

Marina Macedo até que não tenho medo de perder o controle da aula não, mas eu tento ao máximo deixar que eles achem que eu não estou controlando
37 mins · Like · 3

Rose Bard O que percebo é que os alunos mal aprendem a usar efetivamente o vocabulário que é de maior frequência (overload of vocabulário e muita pouca oportunidade de uso e input real) e a gramática é compartimentalizada demais. Entramos na questão do currículo e tempo.
37 mins · Like · 2

Eduardo Zito Concordo, Bruno Andrade, mas devo refletir sobre isso: hojeé professor. Para chegar neste nível, vc se esforçou desde o início. Poucos alunos têm esta intenção, o que querem é chegar a um nível bom, não necessariamente proficiência.
37 mins · Like · 4

Raquel S. Oliveira Dears, preciso voltar aqui a números e relatórios da firrrrmaaa… Foi bom “refrescar a cuca” aqui com vcs. Besitos
36 mins · Like · 3

Mônica Ricieri Figueiredo Quando crio atividades para praticar estruturas novas, resgato vocabulário prévio e assim é mais uma oportunidade de usarem.
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Edmilson M Chagas Boa noite a todos/as. Estou chegando só agora, mas vou tentar entender o tópico em questão no momento.
35 mins · Unlike · 3

Eduardo Zito E alguns alunos esperam este controle,né, Marina Macedo. Alguns deles só funcionam na estrutura, se o docente abrir mão dela, eles não sabem como reagir – além de reclamar do professor…
35 mins · Like · 2

Henrick Oprea ‘Quando há um bom rapport entre o professor e o aluno, ajuda bastante quando o professor se esforça para incorporar o vocabulário e a gramática que gostaria que o aluno utilizasse. Muitas vezes, os alunos enxergam o professor como um modelo, e é natural imitar o que está sendo produzido, mesmo que inconscientemente. Isso acontece em todas as interações – quando usamos o mesmo vocabulário, é um ato de concordância, uma situação de conforto e que facilita no armazenamento e retrieval da informação. O cérebro é um órgão social, e deve ser trabalhado como tal.
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Marina Macedo exatamente Eduardo Zito
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Eduardo Zito Concordo plenamente, Henrick Oprea
34 mins · Like · 3

Raquel S. Oliveira Henrick Oprea, seu post me fez ficar… Concordo parcialmente, dear. Pq muitas lêem isto como parroting = fala, quando não é. Revela-se um step dentro do processo de formulação do enunciado…
34 mins · Like · 2

Giselle Santos Concordo, Rick
34 mins · Like · 2

Marina Macedo Tenho dois grupos de upper intermediate. E com um posso deixar por eles, mas com o outro tenho que controlar TUDO. Nem how are you eles conseguem sem que eu dê um start….. tem horas que eu fico doida sem saber como dar essa independência para eles
33 mins · Like · 2

Henrick Oprea Raquel, o uso tem que ser autêntico, e nem sempre é comum vermos isso. Vemos professores que tentam ensinar aos alunos a palavra PARAMOUNT, ou ENTHRALLING, por exemplo… mas sempre usam VERY IMPORTANT ou VERY INTERESTING… ou seja, eles não mostram aos alunos o uso da palavra em situações naturais… talvez isso seja decorrente da falta de vocabulário do próprio teacher…
32 mins · Like · 5

Natália Guerreiro não acho q Henrick Oprea esteja falando de parroting mas de mirroring, da tendencia de a gente usar as msms palavras q aqueles q estao a nosso redor… e volta pra proficiencia do professor, q ele mesmo fica usando aquele tried and tested vocab e nao desafia o aluno… nem usa o proprio vocab q está ensinando, como o Luiz Otávio Barros falou na palestra dele no braz tesol
32 mins · Like · 4

Natália Guerreiro opa, Henrick Oprea, toca no verde! kkkkkk
31 mins · Like · 2

Eduardo Zito Esta questão é tão importante, Marina Macedo. Construir a independência do grupo é fundamental neste nível…
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Raquel S. Oliveira Henrick Oprea, nisto concordo! E Natália Guerreiro reafirmou.
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Henrick Oprea rsrsrsrs Great minds think alike, Natália!
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Juliana Mota Cheguei! Vou tentar ler tudo hehe
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Natália Guerreiro aeeee, Juliana Mota, q nos proporcionou o tema!
30 mins · Like · 2

Raquel S. Oliveira Está aí uma boa discussão: parroting X mirroring, quando termina um e começa o outro…
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Bruno Andrade Boa noite, Edmilson! Juliana! Henrick!
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Giselle Santos Oops, gente desculpe …eu to indo e vindo rs multitasking….eu não falei necessariamente de usar a L1 e sim a experiência que eles tem com L1. Paul Seligson falou sobre isso tb na ENPLIRJ…muitas vezes queremos fazer com que o aluno finja que não existe L1…
29 mins · Like · 4

Juliana Mota Opaaaaa!! Que legal!!

Pena q o trabalho não me deixou acompanhar do começo. Mas já li uma coisa que gostei: palavras que nunca eles vão usar e nós mesmos não usamos para dar o modelo.
28 mins · Like · 3

Marina Macedo O maior problema é fazer com que eles QUEIRAM ser autônomos. Eles não querem, vc começa fazendo um questionário, depois os pede para falar o questionário em forma de speech, eles travam e não conseguem…. e está td ali.
27 mins · Like · 3

Natália Guerreiro mas em q medida usar essa experiência, Giselle Santos? como?

(em tempo, concordo em acabar com esse mito de q tem de fingir q nao tem L1)
27 mins · Like · 1

Raquel S. Oliveira E adicionaria, será que em Português nosso vocabulário é tão vasto? E somos nativos. Se usarmos palavras mais rebuscadas, como seríamos classificados pragmaticamente… Food for thought.
27 mins · Like · 5

Marina Macedo indeed, Raquel S. Oliveira
26 mins · Like · 3

Giselle Santos Acho que a medida é aquela que você determina com o seu grupo e aquela em que as conexões façam realmente sentido.
26 mins · Like · 4

Natália Guerreiro mas esse vocab avançado nao precisa ser rebuscado. pelo contrário, pode ser mega informal e coloquial.
25 mins · Like · 4

Henrick Oprea Giselle, nem vi o que te levou à essa explicação, mas acho que temos um grave problema de falta de conhecimento sobre como usar a L1 beneficamente para o aprendizado de uma L2 devido aos anos e anos de demonização da L1 em sala de aula por conta da influência que as correntes de ESL acabaram por ter sobre a metodologia de EFL e monolingual classes.
25 mins · Like · 4

Edmilson M Chagas Marina, entendo você perfeitamente. O silêncio é muito perturbador, muito ruidoso. Se se é professor de língua estrangeira, o problema se agrava. Fiz uma experiência meio psicanalítica uma vez com um grupo do mesmo tipo. Fiquei em silêncio. Foram quase 20 minutos de horror para mim (e para os alunos também). Com gestos, e olhares, “insinuei” que gostaria que eles começassem algo (chatting). Depois, ainda em silêncio, indiquei no livro uma atividade de interação que gostaria que fizessem. Deu certo. Mas foi uma luta e um sofrimento intenso. A lição que aprendi? Há muito no silêncio…
25 mins · Like · 4

Eduardo Zito Acho que vc vai gostar deste texto, Marina Macedo. Ele tem como base o conceito que autonomia é algo a ser ensinado, treinado, praticado. http://ejolts.net/files/journal/2/3/Li2%283%29.pdf
25 mins · Like · 4

Raquel S. Oliveira Como acertar a mão, Natália Guerreiro, é o X da questão… E outra… Esta discussão só se aplica a Institutos de Idiomas, pq em escolas o que é esperado do aluno pelos PCN vai em direção oposta…
24 mins · Like · 2

Giselle Santos Vou lançar um pequeno desafio sobre complexidade de língua…seu aluno de básico ou um YL qualquer e chega…teaaacher, to com um dente mole…e aí? Como vocês ensinariam isso em inglês?
24 mins · Like · 2

Eduardo Zito Seu comentário me fez sentir deveras sorumbático e soturno, Raquel S. Oliveira
23 mins · Like · 4

Raquel S. Oliveira Fully agree, dear Edmilson. Btw, mande um beijo meu a Marcia
23 mins · Like · 2

Natália Guerreiro hahhhhahaha, Eduardo Zito
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Natália Guerreiro queridos, faltam 5 minutos. considerações finais?
23 mins · Like · 1

Raquel S. Oliveira Vixi… pq, dear Eduardo Zito?
23 mins · Like · 1

Marina Macedo Edmilson M Chagas de fato há muito no silêncio. Mas ele assusta muito!!!!
23 mins · Like · 3

Natália Guerreiro já agradecendo a todos pela participação.
23 mins · Like · 3

Giselle Santos Issi surgiu no Braz-Tesol Rio no último sábado e achei fantástica a observação da professora de que nós mesmos não pensamos em algo mais complexo para alunos iniciantes.
23 mins · Like · 4

Eduardo Zito como poderia remir meu desejo de ensinar vocabulário? Raquel S. Oliveira
22 mins · Edited · Like · 4

Natália Guerreiro magistral, Eduardo Zito!
22 mins · Like · 2

Juliana Mota Eu sinto que as vezes explico Present Perfect mil vezes, peço para aplicarem com situações reais e quanto é uma frase ou estória deles eles NÃO USAM e seriam situações perfeitas para tal!!!! Não sei se é só criar a situação como foi falado…
22 mins · Like · 4

Raquel S. Oliveira Adorando suas escolhas lexicais, é assim sem chão que alguns alunos ficam
22 mins · Unlike · 4

Natália Guerreiro tô até agora pensando no tooth que vai cair, kkkk, q nem a minha (o meu?) moral de não saber falar isso em inglês.
21 mins · Edited · Unlike · 3

Rose Bard Muitas coisas legais discutidas no chat de hoje. Eu mesma vou ter que reler tudo para digerir tudo o que foi discutido.
22 mins · Unlike · 5

Marina Macedo teremos Rose Bard
21 mins · Like · 2

Giselle Santos rs além de lose tooth que provavelmente seria a opção que mais apareceria …no caso mais real e apropriado para o contexto infantil (rs a mesma excitação de perder um dentinho de leite) wobbly tooth
20 mins · Like · 5

Natália Guerreiro talvez aí algo meio TBLT ajudaria, Juliana Mota? dá a tarefa, mostra pra eles como alunos avançados ou nativos fizeram (cheia de present perfect), faz o noticing, de repente pratica um pouco e repete a tarefa? foi o q perguntei se o pessoal já tentou…
20 mins · Like · 3

Rose Bard Isso é um mito de que o professor sabe tudo, nem nós temos tempo ou estamos em contato com a língua o suficiente para colocar em prática grande parte do que nos é apresentado em livros.
20 mins · Like · 6

Bruno Andrade Acho que eu talvez mostraria mais exemplos de present perfect sendo usado na vida real. Vídeos são sempre uma boa ideia, Juliana.
19 mins · Edited · Like · 3

Rose Bard Quando não sei, eu vou com o aluno pra busca juntinhos! Sem medo de ser feliz.
19 mins · Like · 3

Raquel S. Oliveira Eu não sei todo o léxico de Português, quiçá o de Inglês
19 mins · Like · 3

Luiz Otávio Barros Cheguei agora. Super pontual, né. sqn
19 mins · Like · 4

Henrick Oprea Pessoal, vim só rapidinho e por sorte mesmo, mas já vou. Fica o convite para todos para o Webinar amanhã! Quem puder ir, será ótimo contar com a presença de vocês. Abraços!!!
19 mins · Like · 3

Natália Guerreiro tava achando estranha sua ausência num tópico tão sua cara, Luiz Otávio Barros!
18 mins · Edited · Like · 1

Raquel S. Oliveira Manda o link, Henrick querido!
19 mins · Like · 1

Eduardo Zito concordo, Juliana Mota. Por outro lado, aqui cabe a reflexão do feedback. Gosto de entender a estória de maneira incorreta, principalmente se os alunos usam simple past. E faço perguntas para eles até eles estarem em um canto onde somente o present perfect pode ser usado. OK, é evil, eu sei, mas somente por pedagogical reasons…
19 mins · Like · 4

Luiz Otávio Barros Estava na rua. Just arrived.
19 mins · Like · 4

Raquel S. Oliveira Luiz, meu companheiro de debates esta semana, welcome!
18 mins · Like · 3

Rose Bard Buá queria tanto Henrick Oprea bem na hora da minha aula.
18 mins · Like · 2

Juliana Mota Vou reler tudo e vejo Natália Guerreiro! Pq não quero estourar o horário do chatO q seria TBLT?
Obrigada pela dica pq esse é a meu maior problema!
18 mins · Like · 2

Luiz Otávio Barros Dei uma lida rápida em tudo e talvez vocês até já tenham discutido isso, mas acho que cabe uma pergunta. Talvez a mais importante: Por que querer que os alunos usem a gramática e o vocabulário na fala?
18 mins · Like · 3

Edmilson M Chagas Marina, silence is just like darkness: everyone is afraid of it. But if you scare the monsters away, you can make it work for and with you.
17 mins · Like · 2

Raquel S. Oliveira
17 mins · Like · 1

Natália Guerreiro não discutimos isso não, Luiz Otávio Barros
17 mins · Like · 1

Rose Bard Chegamos ao final do chat!
16 mins · Like · 1

Marina Macedo true! Edmilson M Chagas
16 mins · Edited · Like · 2

Natália Guerreiro já já vamos anunciar nosso 2o webshop, todo em inglês e com bastante oportunidade para todos nós praticarmos o idioma (e pôr bastante vocab e grammar em prática, hehehee)
16 mins · Like · 2

Juliana Mota Naooooooo Rose Bard!!
16 mins · Like · 3

Raquel S. Oliveira Luiz, acho que é ansiedade dos professores, sabe?
16 mins · Like · 3

Henrick Oprea Raquel, o link é esse: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=857066387659083&set=pcb.857066664325722&type=1&theater
15 mins · Like · 4

Edmilson M Chagas Vixe, Luiz… SE formos por esse caminho, qual gramática (gramática de quem?).
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Marina Macedo do aluno não? Raquel S. Oliveira
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Luiz Otávio Barros Digamos que seja para ter evidência de aprendizado.
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Henrick Oprea Removi o preview para não poluir a conversa.
15 mins · Like · 2

Luiz Otávio Barros E se a produção do aluno não for evidência de learning mas de conformity?
15 mins · Like · 4

Luiz Otávio Barros (Jane Willis, eu acho)
14 mins · Like · 2

Luiz Otávio Barros E, daí, a questão se desmembra em duas:
14 mins · Like · 2

Raquel S. Oliveira É mais do professor, Marina Macedo… eu acho. O output considerado ótimo é o que ele idealiza e não, como IMHO, o que o aluno é capaz de com sua autonomia construir… Que te parece, Luiz Otávio Barros?
14 mins · Edited · Like · 4

Henrick Oprea How can we measure intake from output, Luiz?
14 mins · Like · 4

Edmilson M Chagas Tenho fortes motivos para acreditar que muito da gramática que ensinamos é baseado em conformidade, não aprendizado…
13 mins · Like · 3

Luiz Otávio Barros Se for conformity e o aluno estiver aprendendo lexical chunks, conformity é tudo que nós buscamos. Então, sob essa ótica, ele aprendeu.
13 mins · Like · 5

Priscila Mateini Hello PessoAll cheguei só pra da um oi! Mas tarde vou ler e comentar!
13 mins · Like · 5

Raquel S. Oliveira Conformity é tão usual… #longosuspiro
12 mins · Like · 2

Luiz Otávio Barros Caso contrário, não. Qualquer produção accurate não é necessariamente evidência de que o cara, realmente, internalizou a estrutura e tal. Mas há outras ramificações, eu acho.
12 mins · Like · 4

Natália Guerreiro Nosso próximo webshop (workshop online) será com a Giselle Santos. No espírito participativo, ela pediu que a comu escolha o tema! Qual dos dois vocês preferem? Abriremos para votação em breve!
Natália Guerreiro’s photo.
11 mins · Unlike · 6

Eduardo Zito Bom, existe o conceito de backwash… que nos faz refletir se o que esperamos do aluno representa realmente o que o aluno espera dele mesmo
11 mins · Like · 3

Luiz Otávio Barros A gente ensina o present perfect e o aluno, ao final da aula, está produzindo as frases de maneira razoável. Digamos que não seja evidence of learning – por ora. Existe um fator afetivo, também. Do aluno se sentir capaz de produzir
11 mins · Like · 5

Luiz Otávio Barros De achar que está fazendo progresso.
11 mins · Like · 4

Natália Guerreiro eita, q eu só tinha visto backwash em avaliação! como é esse conceito aí, Eduardo Zito? c tem alguma referência pra mim? obrigada
10 mins · Like · 3

Giselle Santos Uiaaa, como foto e tudooo que lindooo
10 mins · Like · 4

Raquel S. Oliveira Acho que este assunto pode continuar semana que vem… Que pensam moderadores, Bruno Andrade, Rose Bard, Natália Guerreiro e Priscila Mateini?
10 mins · Like · 5

Natália Guerreiro arte do Bruno Andrade, claro.
10 mins · Like · 4

Giselle Santos Concordo Raquel, assunto muito ricooo
10 mins · Like · 5

Edmilson M Chagas Aí, Luiz, o professor reforça o comportamento e dá chocolate para o aluno.
10 mins · Like · 4

Luiz Otávio Barros E a própria produção do aluno pode virar matéria prima para noticing and renoticing. É como se aquele produçãozinha controlada em um primeiro momento estivesse feeding into interlanguage restructuring down the road.
9 mins · Like · 5

Raquel S. Oliveira Edmilson M Chagas, e sempre com um VERY GOOD na ponta da língua…
9 mins · Like · 3

Rose Bard Boa pedida Raquel! Dá tempo pra todos digerir o que foi discutido e refletir further.
9 mins · Like · 3

Priscila Mateini Por mim ótimo!
9 mins · Like · 2

Natália Guerreiro very good, não, q depois da bronca q o Henrick Oprea nos deu, eu vou falar enthralling, lol
8 mins · Like · 4

Eduardo Zito Está realmente ligado a avaliação, Natália Guerreiro, mas gosto de expandir a avaliação para formal e informal, em pontos ou contínua. Sob este ponto de vista, temos que ver se os nossos checkpoints, ênfase em nossos, representam algo realmente significativo
8 mins · Like · 2

Rose Bard ooops digerirEM
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Raquel S. Oliveira Luiz, eu escrevi aqui antes sobre practised control than controlled practice…
8 mins · Like · 5

Luiz Otávio Barros Acredito muito nisso, Raquel.
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Raquel S. Oliveira Me too
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Luiz Otávio Barros Cada vez mais, acho que drilling ajuda formulaic language (e como!) e practiced control ajuda o desenvolvimento do interlanguage do cara de forma mais ampla.
7 mins · Like · 5

Edmilson M Chagas Concordo!
6 mins · Like · 3

Luiz Otávio Barros Eu tenho uma aluna particular. Estamos trabalhando com um texto de um tubarão que quase come quem estava no barco.
6 mins · Like · 2

Luiz Otávio Barros Ela adorou o texto. E, há quatro aulas, ela narra o texto para mim. O mesmo texto. Talk about task repeptition. Cada vez melhor, com cada vez mais fluência e accuracy.
5 mins · Like · 4

Edmilson M Chagas Good ol’ drilling makes its way back onto the stage..
5 mins · Like · 3

Marina Macedo fale mais Luiz Otávio Barros
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Edmilson M Chagas That could be a topic
5 mins · Like · 2

Juliana Mota Obaaaaaa! Vai continuar…. Tava me sentindo meio órfã hahahaha Posso fazer minhas perguntas originais semana que vem!!!
4 mins · Like · 3

Bruno Andrade Olha o resumo aí, gente: http://youtu.be/ulQLZhxIhic boa noite e obrigado pela participação!!!

BRELTCHAT 16 Outubro
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Luiz Otávio Barros Ela fecha o livro, eu toco o CD, primeiro parágrafo e peço para ela reconstruir o texto. Ela faz, com várias imperfeições. Não dou feedback. Toco o CD novamente e ela nota os gaps. Repete a reconstrução. Toco o CD novamente. No final, sai muito, muito bom.
4 mins · Like · 5

Edmilson M Chagas Boa noite, gente! Beijo grande!
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Eduardo Zito embora veja muito mérito no seu exemplo, Luiz Otávio Barros, devo discordar sobre o impacto na interlanguage. Para mim o fator fundamental é a lacuna de informação. Sem ela, considero o impacto na interlanguage limitado.
4 mins · Like · 4

Juliana Mota Por que to lendo e ficando com mais duvidas hehe
3 mins · Like · 3

Luiz Otávio Barros Da última vez, ela me disse: “Eu não acredito que eu consegui narrar esta estória no passado.”
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Raquel S. Oliveira Dears, nossa carruagem virou abóbora há 15 minutos… Podemos continuar o chat na quinta próxima?
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Marina Macedo podemos
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Natália Guerreiro hahhahaah breltchat em bollywood!
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Rose Bard Eu venho!
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Luiz Otávio Barros Não tenho certeza, Eduardo.
2 mins · Like · 2

Luiz Otávio Barros Porque a partir do momento em que você faz task repetition, a lacuna já era, né?
1 min · Like · 2

Luiz Otávio Barros A menos que seja com um parceiro novo e tal.
1 min · Like · 3

Eduardo Zito deixamos nossa saudável diferença de opinião para próxima quinta, Luiz Otávio Barros? Achei bem interessante seus comentários
1 min · Like · 4

Raquel S. Oliveira Luiz Otávio, vc pode quinta próxima?
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Luiz Otávio Barros Não tenho certeza, Raquel… Minha vida tá de cabeça para baixo.
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Técnicas, Jogos e Músicas que tornam a aula de inglês mais dinâmica e efetiva

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crédito: @senicko – eltpics

 

“O jogo é o mais eficiente meio estimulador das inteligências, permitindo que o indivíduo realize tudo que deseja. Quando joga, passa a viver quem quer ser, organiza o que quer organizar, e decide sem limitações” Celso Antunes – 2003

 

Hello PessoALL

 

No último dia 7 de maio, tivemos mais um incrível BRELTCHAT, dessa vez com muitas ideias maravilhosas e sugestões que vão ajudar desde o Professor que está começando como também para os mais experientes.

Cada turma tem sua particularidade, e para engajá-la com nossos alunos, utilizamos algumas técnicas para motivá-los, jogos para interagir e até músicas para revisar e apresentar um novo conteúdo.

Sendo assim, ressaltamos algumas observações no chat  sobre o tema:

 

  • Desenvolver a criatividade, a sociabilidade e as inteligências múltiplas;
  • Dar oportunidade para que aprenda a jogar e a participar ativamente;
  • Enriquecer o relacionamento entre os alunos;
  • Reforçar os conteúdos já aprendidos;
  • Adquirir novas habilidades;
  • Aprender a lidar com os resultados independentemente do resultado;
  • Aceitar regras e Respeitar essas regras;
  • Fazer suas próprias descobertas por meio do brincar;
  • Desenvolver e enriquecer sua personalidade tornando-o mais participativo e espontâneo perante os colegas de classe;
  • Aumentar a interação e integração entre os participantes;
  • Lidar com frustrações se portando de forma sensata;

 

Sugestões de Jogos:

 

  • The Seven Game
  • Hot Potato
  • Musica Surpresa
  • Simon Says
  • Caça ao Tesouro
  • Taboo
  • Telefone sem fio
  • Memory Game

 

Links: 

 

Tecnicas para jogos: 

http://www.teachingenglish.org.uk/

http://iteslj.org/Techniques/Farmer-WarmDowns.html

http://ed.ted.com/lessons/the-science-of-attraction-dawn-maslar

http://www.sbs.com.br/e-talks/jogos-e-brincadeiras-elementos-motivadores-no-processo-de-aprendizado-de-um-idioma/

 

Icebreakers:

http://www.pearsonelt.com/classroomresources

http://whereenglishisfun.blogspot.com.br/2011/08/all-for-fun-and-fun-for-all.html

 http://pt.scribd.com/ncguerreiro

 

Filmes:

http://moviesegmentstoassessgrammargoals.blogspot.com.br/

http://warmupsfollowups.blogspot.com.br/

 

Livros:

Virando a pagina (SBS)

http://www.sbs.com.br/virando-a-pagina-com-dvd-rom-terceira-edicao.html

Dinâmicas de ensino de A a Z (SBS)

http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/1433532/dinamicas-de-ensino-de-a-a-z-fotocopiavel

Criatividade no ensino de inglês (Disal)

http://www.disal.com.br/detalhes/index.asp?codigo=129183.1

 

Músicas:

https://www.youtube.com/playlist?list=PL3E1C545FC8F3B35C

https://www.youtube.com/watch?v=SWvBAQf7v8g

 

Jogos:

http://eslgamesbox.com/2013/02/19/10-no-prep-warm-up-activities/

http://teacherpedrobrandao.blogspot.com.br/2014/01/the-seven-game.html

http://www.teachingenglish.org.uk/language-assistant/games/taboo

 

Agradecemos a participação de todos e contamos com a presença no próximo Brelt chat.

 

 

Referência: 

http://www.eltpics.com/indexeltpics.html

http://brinquedoteca.net.br/?p=1818

 

 

Equipe Brelt Chat

Bruno Andrade, Raquel de Oliveira, Natalia Guerreiro e Priscila Mateini

 

 

 

E a equipe do BRELT desembarcou na última semana na maior conferência sobre o Ensino da Língua Inglesa no Brasil, realizada nos dias 30 de abril a 03 de maio na cidade de João Pessoa. Entre diversos palestrantes, participantes e voluntários, figuravam renomados autores, como Jeremy Harmer, Ben Goldstein, JJ Wilson, Luiz Otávio Barros e Scott Thornbury. Scott Thornbury nos concedeu uma maravilhosa entrevista, conduzida por Henrick Oprea, como você pode ver no vídeo acima. Desde já agradecemos ao Braz-Tesol pela oportunidade e também ao Scott pela entrevista.

Sobre o nosso entrevistado:

Scott Thornbury é conhecido internacionalmente como autor acadêmico e teacher trainer em ELT (English Language Teaching). Juntamente com Luke Meddings, Thornbury propôs a abordagem conhecida como Dogme, que enfatiza o trabalho com a linguagem emergente da interação em sala de aula, em vez do tradicional foco em objetivos pré-estabelecidos. Thornbury é autor de vários livros abordando metodologia, dos quais se destacam “Natural Grammar” e “Teaching Unplugged”.

Abaixo seu blogs:

http://scottthornbury.wordpress.com/

http://scottthornburyblog.com/

http://www.scottthornbury.com/

Equipe BrElt

Nossa Entrevista com Scott Thornbury no 14th Braz-Tesol em João Pessoa

Um bate-papo sobre o Autismo: Inclusão e a realidade na sala de aula.

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“O desafio atual encontra-se ligado à escolarização de pessoas com autismo no ensino regular como forma de inclusão social e educacional” (Humphrey 2008)

 

Há aproximadamente 2 anos e meio, tive a oportunidade de conhecer um menino muito inteligente, curioso e tímido, não vou chamá-lo de especial, por que todos somos especiais, cada um de nós tem sua particularidade e seu desenvolvimento. Mas, para aqueles que possuem o diagnóstico de Autismo,  um transtorno complexo e abrangente do neurodesenvolvimento, que engloba o Transtorno do Especto Autismo (TEA), Transtorno Invasivo do desenvolvimento (TID) e Transtorno Globais do desenvolvimento (TGD) mostra que existe uma variação de desenvolvimento para cada indivíduo, que pode ser lento ou até mesmo acelerado.

Muitos falam de um mundo singular, que a criança, o adolescente e o adulto com autismo vive, porém esse mundo pode se tornar a sua prisão (no caso dos Autistas sem estímulos e que por algum motivo não foram diagnósticos) ou pode ser uma grande descoberta, tanto  para o autista assim como para aqueles que convivem.

Minha experiência com um autista começou na minha sala de aula, muito tímido mas super inteligente e com suas manias de origami, esse meu “companheirinho” me chamou muita atenção, no seu jeito de olhar, na sua maneira de falar, no seu jeito de empilhar. Com seu jeito peculiar, descobri que não se tratava de um aluno dito “normal” tinha suas peculiaridades, o que na época me chamou muita atenção. Conversei com a coordenação e ali estava ele, o meu “Puzzle”  – Como ensinar inglês a uma criança com o diagnóstico de autismo? Foi difícil! Sim, mas muito prazeroso.

Quando terminei a Universidade, isso há quase 15 anos atrás a disciplina de Psicologia da Educação, nos informava sobre as teorias, porém na prática não havia técnicas, conhecimento e nem formação de profissionais. Hoje em 2014, o Brasil ainda  pouco se sabe sobre o Autismo. O nosso País está com um atraso de 20 anos em pesquisas sobre o tema e isso se reflete também na educação.

Portanto, como incluir uma criança com Autismo na nossas sala de aula? Esse foi um dos fatores que me levou a pesquisar e buscar por conta própria, conhecimentos técnicos, criação de matérias adaptados e um grande dose de atenção, respeito e amor. Na mesma época tivemos o mesmo diagnóstico em minha família.Com isso tive a oportunidade de compartilhar as técnicas aprendidas como o meu aluno, técnicas essas utilizadas por uma equipe multidisciplinar de Psicologia, Terapia Ocupacional e Fonoaudiologia. Umas das técnicas que utilizo é o método TEACHH (Treatment and Education of Autistic and related Communication handicapped Children) utiliza estímulos visuais e audiocinestesicovisuais ( som, palavras, movimentos associados às fotos) para produzir comunicação.  Sendo assim, é um trabalho interdisciplinar e multidisciplinar, não é um trabalho solo, é interligado com os familiares, Instituição de Ensino e Tratamento. No meu caso, esse meu aluno tinha todo o apoio de sua família, com isso o diagnóstico de (TEA) era quase nulo (porém, muitos especialista confirmam que não existe cura para o Autismo o que existe é a redução do grau).

Sendo assim, Como incluir essas crianças em uma sociedade onde a educação de base não tem profissionais qualificados, os materiais adaptados são caros e/ou escassos, e a conscientização da sociedade ainda é absurdamente passiva. Poucos sabem, mas o Autista tem os mesmo direitos dos Portadores de Necessidades Especias e assim como os Portadores de Síndrome de Down.

Em 2013, A lei do Autismo foi reformulada e sancionada que hoje é conhecida como a Lei Berenice Piana de n°12.764. A Lei a segura todos os direito aos Autistas, fazendo que todas as escolas em Território Nacional faça a inclusão dos autistas em sala de aulas regulares, em casos específicos havendo necessidade a integração do mediador (profissional capacitado para auxiliar o autista na Instituição de ensino, que pode ser um psicopedagogo, psicólogo ou professor)

Por isso, hoje nas redes socais por ser o Dia Internacional da Consciência sobre o Autismo muito vai ser falado, o que é muito importante, mas tenhamos a consciência de que estas crianças, adolescente e adultos precisam de nosso apoio e confiança.

Devo confessar, o que mais me deu prazer em dar aula para o meu “companheirinho” foi que redescobrimos a ser feliz, e viver um dia após o outro, sem pressa e sem correria, e  o que descobrimos juntos nas nossas aulas nos tornou grande amigos e me fez acreditar em uma Educação Inclusiva para todos.

Por fim, dedico esse post a todas as crianças, adolescentes e adultos que foram diagnosticados autistas e que hoje estão provando que são mais que capazes, são guerreiros.

 

Que hoje seu dia seja o mais azul de todos!

 

Priscila Mateini

 

Referências:

 

Autismo, educação e transdisciplinaridade – Carlos Schmidt (org.) – Campinas, SP: Papirus, 2013.

Autismo, linguagem e educação: interação social no cotidiano escolar – Sílvia Orrú – RJ: Wak,  2012

Doenças do cérebro: autismo, volume 6  2.ed São Paulo: Dueto Editorial, 2012.

 

Learner Training: Resumo do chat por Rose Bard

Olá queridos,

 estamos de volta! Segue abaixo, com um certo atraso e um enorme pedido de desculpas, o resumo do chat sobre Treinamento dos Aprendizes feito pela colaboradora Rose Bard. Tenho certeza de que vão gostar.

E lembrem-se que a discussão pode continuar aqui. Quais são suas experiências com o tema?

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Learner Training: o que é e como pode ajudar no aprendizado e em classroom management

#BRELTchat que ocorreu no dia 28 de Fevereiro de 2013

 

“Votei neste tópico pq tive uma experiência mto legal neste mês. Peguei uns alunos q devem ter vindo de experiências mais tradicionais com ensino de língua e, ao encontrar um curso mais comunicativo, pareciam perdidos ou resistentes às vezes. Só de explicar por que fazer pair work, por que ter atividades em q eles ficassem mais soltos para falar, por que não tinha resposta certa, em suma, só de explicar/elicitar tudo o q se fazia em sala, eles ficaram tão felizes e tão mais envolvidos! Senti um ganho enorme!”

Natália Guerreiro

 

            A colocação da nossa colega Natália Guerreira nos leva a refletir sobre a postura do professor em relação ao processo de ensino-aprendizagem. O professor que assume uma prática comunicativa, assume também uma postura de constante aprendiz e desenvolve a sua própria autonomia ao passo que se torna mais crítico sobre a sua prática, também orienta os alunos para compreenderem o que fazem e porque fazem tomando assim parte no processo de construção da aula e por conseguinte sobre o seu próprio processo de aprendizagem.

 

Mas o que é Learner Training?

 

O Learner Training (LT) é o processo que leva o aluno a pensar a respeito da sua aprendizagem e como aprender melhor, ou seja, aprender a aprender. Durante esse processo onde o aluno desenvolve a sua autonomia e toma conhecimento das diferentes possibilidades e das suas necessidades, ele também conta com a ajuda do professor para orientar sobre as diferentes formas de aprender, as estratégias e recursos disponíveis. Devemos levar em consideração que o LT trabalha não somente com a questão das habilidades línguisticas a serem desenvolvidas, mas também opera no dominio afetivo. Alguns participantes expressaram como o LT traz para o aluno mais confiança quando entendem o que está sendo proposto e diminui assim o affective filter trazendo mais benefício à aprendizagem. 

 

Para tal, o professor precisa ter um olhar atento e abrir um espaço para conversas informais, questionamentos ou através de tasks que auxiliem professor e aluno(s). Juan Uribe ressalta como essa conversa com os alunos sobre learning awareness é essencial para o professor ver e rever sua postura, e como ela afeta os alunos. E esse processo de “raise their awareness about themselves and what they are doing” como aponta Cecilia Lemos deve acontecer não só no início do semestre, mas ao longo de todo o processo de aprendizagem. 

 

Por que implementar o LT? Segundo os participantes:

  • Diminui o filtro afetivo, em especial entre os adultos ao passo que eles entendem como o processo se dá;
  • Torna o aluno mais confiante, eleva a autoestima e a motivação;
  • Desenvolve o language awareness;
  • Torna o aluno mais autônomo e responsável pelo processo;
  • Cria uma parceria entre professor e aprendizes, e entre o grupo de aprendizes;
  • Amplia o olhar como disse a Raquel, o olhar para o mundo!;
  • Quebra o paradigma que alimenta a visão tradicional de ensino e a postura passiva dos alunos frente a sua aprendizagem;
  • Traz tangebilidade para a rotina da sala de aula;
  • Desenvolve o pensamento crítico e a prática reflexiva;
  • Dá condições aos professores de conhecer os alunos e os conceitos que fazem sobre aprendizagem e desconstruir com eles esses modelos mentais;
  • Dá condições aos alunos mais avançados de perceberem que estão aprenderam e aliviar a sensação de estagnação comum em níveis mais avançados  .
  • Melhora o rendimento do aluno;

 

“Tenho como prática no primeiro dia de aula encorajar os alunos a encarar a experiência de aprendizagem como uma jornada aonde aprendiz e professor caminham juntos. A assumir uma postura pro-ativa diante do seu objetivo.” Rose Bard

 

 

Como implementar: dicas e experiências

 

Roseli Serra destaca a importância de fazer needs analysis e variar a forma de coletar essas informações. E deixa a sugestão que pode ser feita de muitas maneiras, inclusive de forma informal. Outra dica é usar Journal Diaries. Roseli destaca ainda que é meio libertador para o alunos saber que o professor vai ouvi-lo/ lê-lo sem julgamento de valor e responder-lhe a fim de encorajá-lo. Mas alerta que o professor deve estar preparado para dedicar tempo, pois é super time consuming.  

Karine Melo diz que deixa para a aula seguinte sempre uma pergunta a ser pensada em casa, pesquisada. Ela também destaca o plano de estudo sendo desenvolvido em sua escola.

Juan Uribe por sua vez direciona que essa troca é muito importante também entre os alunos que conversam e aprendem juntos. Ele diz ainda que isso estimula e motiva. Juan ressalta ainda que é importante dar um menu com opções para o aluno pode escolher e deixá-lo perceber, criar e rever suas próprias formas como um excelente caminho para desenvolver autonomia e promover o LT.

Vinícius Lemos reforça as idéias compartilhadas centrando no diálogo entre professores e alunos para saber como eles gostam de aprender e descobrir porquê. Outra ideia seria enviar feedbacks personalizados aos alunos seja por meio de e-mail ou mensagens de audio reconhecendo as atitudes positivas do aluno e apontando o que ele está fazendo de positivo e dar outras sugestões.

Ramon Silveira compartilha a experiência em sua unidade de ensino aonde eles têm carta de apresentação para ser entregue no primeiro dia de aula. Essa carta leva ao aluno não só informações sobre a escola, mas também de como funciona as aulas, dentre outras informações. O professor é treinado para fazer esse trabalho com os alunos na primeira aula.

Teresa Gomes de Carvalho sugere que na primeira aula com os seus alunos discutir assuntos relacionados ao aprendizado de uma língua essencial para que os alunos percebam que os professores tem conhecimento de como esse aprendizado se dá. Ela diz ainda que ela pensa que isso é importante porque o foco é no idioma e o professor é um repositório da língua, e que poucos alunos veem o professor como alguém que pode ajudá-los a aprender melhor. Ela também acredita que pode-se fazer LT com as crianças experimentando diferentes formas de fazer uma atividade com o foco no como fazer.

Cecilia Lemos dá a dica dos self-assessments que ela aplica periodicamente com os seus alunos, como os checklists de “Can do” com as functions e gradações. Porém ela alerta que é importante dialogar com os alunos antes sobre como se dá o processo de aprendizagem, que não é pra ser perfeito e que a aquisição de língua é um processo em espiral. Uma idéia interessante é testar o vocabulário trabalhado na tarefa em forma de jogo, isso coloca em teste quem realmente fez a tarefa e depois conversar sobre os beneficios.

Ela também destaca a importância de fazer LT com adultos sobre o mito de que é mais fácil para Young Learners aprenderem uma língua, “mostro pesquisas que mostram que a facilidade é mais fonética, que eles não precisam ter uma pronúncia perfeita, questiono eles sobre o que afinal é a pronúncia perfeita – a de quem, mostro que o que importa é inteligibilidade… E que o aluno tem motivação, pois sabe porque está ali”; Natalia Guerreiro reforça essa ideia quando diz que há muitos mitos sobre aprendizagem de línguas e como na maioria das vezes é a primeira vez aprendendo uma língua, é importante que eles descubram o que funciona para eles. Mitos como depois de uma certa idade não se aprende, ela exemplifica.

Natalia sugere como estratégia uma forma de fazer isso já no primeiro de aula. Ela espalhava folhas coloridas pelo chão com uma quote em cada uma. Eles tinham que escolher uma e justificar em pares a sua escolha, tentando inferir a ligação daquelas frases com aprendizado de línguas. Frases como “a ship in the harbor is safe, but that’s not what ships are made for” ou “it’s ok to make mistakes”.

Raquel de Oliveira fala sobre gravar os alunos e depois assistir com eles, comentar aonde podem melhorar e incluir os alunos nessa discussão. Outra dica foi o uso da agenda com os objetivos no inicio da aula e depois retomar no final da aula para que eles se conscientizem do que foi aprendido. Acha também o peer correction com sugestões uma boa forma de training e autoavaliação. E complementa ainda com o portfolios que são debatidos com os alunos para que eles reflitam sobre o que foi produzido.

 

Quando a Teresa Gomes de Carvalho chamou nossa atenção para o papel da atenção e da memória e de conversar com os alunos sobre isso me lembrei de algo que fiz com os meus alunos no semestre passado.

 

“no semestre passado fiz uma atividade com vídeo e vocabulário que evoluiu para uma discussão sobre a questão da memória, observação, estratégias e das habilidades pessoais de cada um. Os alunos discutiram em pares após a atividade sobre quais estratégias usaram para lembrar das palavras.”

 

 

Recapitulando

Segundo Natália Guerreiro LT envolve: (1) busca conjunta estratégias de aprendizagem; (2) trabalho com os medos e ansiedades e expectativas; (3) explicação dos objetivos das técnicas e tarefas utilizadas em sala.

 De certa forma é auxiliar o aluno a criar seu próprio “framework” ou “scaffold” para direcionar seu processo de aprendizagem – ajudar ele/ela a ter uma clareza das atividades, recursos que o auxliliam na aprendizagem. – Valeria Benevolo França

 

 E o que torna tudo isso mais interessante, haja visto que estamos falando de processo, é poder comparar o início, meio e fim – seja ele num semestre ou um ano escolar. Assim entende-se o que realmente fez a diferença e quanto o aluno realmente se desenvolveu usando habilidade ou estratégia X de aprendizagem. – Valeria Benevolo França

 

Leitura complementar

 

 Sugestão da Raquel de Oliveira: http://iteslj.org/Techniques/McCarthy-Autonomy.html 

 

Sugestão da Natália Guerreiro – um strategy inventory: http://www2.education.ualberta.ca/staff/olenka.Bilash/best%20of%20bilash/SILL%20survey.pdf

 

Natália Guerreiro tem um artigo da Rebecca Oxford sobre a históra das pesquisas em learning strategies que ela ofereceu aos participantes upon request. ;)

Sugestão do Juan Alberto Lopez Uribe – mini manual para pais:http://childrenlearningenglishaffectively.blogspot.ca/2012/10/a-mini-manual-for-parents-of-children.html

 

Ampliando o chat

 

Huw Jarvis – From learner autonomy and CALL to Mobile Assisted Language Use (MALU) and e-acquisition:

http://ltsig.org.uk/component/easyblog/entry/events/liverpool-recordings-now-live.html

 

Learner Autonomy: A Guide to Developing Learner responsibility http://books.google.com.br/books/about/Learner_Autonomy.html?id=MRKiSmoe_5cC&redir_esc=y

 

Durante o chat muitas ideias, crenças e experiências são compartilhadas. Procurei destacar as ideias principais sobre o tema do chat. Se você sentiu que algo dito que seria importante ficou de fora, por favor me avise. Temas como autonomia e o uso do L1também foram adicionados a discussão. Vale a pena ler a transcrição do chat.

Para continuar a discussão aqui no blog:

Vocês acham que é mais difícil aplicar LT em níveis mais avançados , quando o aluno já está condicionado a hábitos específicos? ou isso não faz diferença? by Vinicius Lemos

 

breltchat13032014portNo dia 13 de Março, professores de ingles de todo o Brasil se reuniram para discutir um assunto que é considerado por muito um tabu: as falhas do método comunicativo. Visto por muitos como o mais apropriado veículo para o aprendizado de uma língua estrangeira, segui-lo cega e piamente pode trazer malefícios para o processo de ensino-aprendizagem. Esses percalços foram analisados e discutidos e geraram esse apanhado visual.

A discussão pode continuar aqui. Quais suas percepções sobre o tema?

The Brelt Team

Problemas Da Abordagem Comunicativa – BRELTCHAT 13/03/2014