Técnicas, Jogos e Músicas que tornam a aula de inglês mais dinâmica e efetiva

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crédito: @senicko – eltpics

 

“O jogo é o mais eficiente meio estimulador das inteligências, permitindo que o indivíduo realize tudo que deseja. Quando joga, passa a viver quem quer ser, organiza o que quer organizar, e decide sem limitações” Celso Antunes – 2003

 

Hello PessoALL

 

No último dia 7 de maio, tivemos mais um incrível BRELTCHAT, dessa vez com muitas ideias maravilhosas e sugestões que vão ajudar desde o Professor que está começando como também para os mais experientes.

Cada turma tem sua particularidade, e para engajá-la com nossos alunos, utilizamos algumas técnicas para motivá-los, jogos para interagir e até músicas para revisar e apresentar um novo conteúdo.

Sendo assim, ressaltamos algumas observações no chat  sobre o tema:

 

  • Desenvolver a criatividade, a sociabilidade e as inteligências múltiplas;
  • Dar oportunidade para que aprenda a jogar e a participar ativamente;
  • Enriquecer o relacionamento entre os alunos;
  • Reforçar os conteúdos já aprendidos;
  • Adquirir novas habilidades;
  • Aprender a lidar com os resultados independentemente do resultado;
  • Aceitar regras e Respeitar essas regras;
  • Fazer suas próprias descobertas por meio do brincar;
  • Desenvolver e enriquecer sua personalidade tornando-o mais participativo e espontâneo perante os colegas de classe;
  • Aumentar a interação e integração entre os participantes;
  • Lidar com frustrações se portando de forma sensata;

 

Sugestões de Jogos:

 

  • The Seven Game
  • Hot Potato
  • Musica Surpresa
  • Simon Says
  • Caça ao Tesouro
  • Taboo
  • Telefone sem fio
  • Memory Game

 

Links: 

 

Tecnicas para jogos: 

http://www.teachingenglish.org.uk/

http://iteslj.org/Techniques/Farmer-WarmDowns.html

http://ed.ted.com/lessons/the-science-of-attraction-dawn-maslar

http://www.sbs.com.br/e-talks/jogos-e-brincadeiras-elementos-motivadores-no-processo-de-aprendizado-de-um-idioma/

 

Icebreakers:

http://www.pearsonelt.com/classroomresources

http://whereenglishisfun.blogspot.com.br/2011/08/all-for-fun-and-fun-for-all.html

 http://pt.scribd.com/ncguerreiro

 

Filmes:

http://moviesegmentstoassessgrammargoals.blogspot.com.br/

http://warmupsfollowups.blogspot.com.br/

 

Livros:

Virando a pagina (SBS)

http://www.sbs.com.br/virando-a-pagina-com-dvd-rom-terceira-edicao.html

Dinâmicas de ensino de A a Z (SBS)

http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/1433532/dinamicas-de-ensino-de-a-a-z-fotocopiavel

Criatividade no ensino de inglês (Disal)

http://www.disal.com.br/detalhes/index.asp?codigo=129183.1

 

Músicas:

https://www.youtube.com/playlist?list=PL3E1C545FC8F3B35C

https://www.youtube.com/watch?v=SWvBAQf7v8g

 

Jogos:

http://eslgamesbox.com/2013/02/19/10-no-prep-warm-up-activities/

http://teacherpedrobrandao.blogspot.com.br/2014/01/the-seven-game.html

http://www.teachingenglish.org.uk/language-assistant/games/taboo

 

Agradecemos a participação de todos e contamos com a presença no próximo Brelt chat.

 

 

Referência: 

http://www.eltpics.com/indexeltpics.html

http://brinquedoteca.net.br/?p=1818

 

 

Equipe Brelt Chat

Bruno Andrade, Raquel de Oliveira, Natalia Guerreiro e Priscila Mateini

 

 

 

E a equipe do BRELT desembarcou na última semana na maior conferência sobre o Ensino da Língua Inglesa no Brasil, realizada nos dias 30 de abril a 03 de maio na cidade de João Pessoa. Entre diversos palestrantes, participantes e voluntários, figuravam renomados autores, como Jeremy Harmer, Ben Goldstein, JJ Wilson, Luiz Otávio Barros e Scott Thornbury. Scott Thornbury nos concedeu uma maravilhosa entrevista, conduzida por Henrick Oprea, como você pode ver no vídeo acima. Desde já agradecemos ao Braz-Tesol pela oportunidade e também ao Scott pela entrevista.

Sobre o nosso entrevistado:

Scott Thornbury é conhecido internacionalmente como autor acadêmico e teacher trainer em ELT (English Language Teaching). Juntamente com Luke Meddings, Thornbury propôs a abordagem conhecida como Dogme, que enfatiza o trabalho com a linguagem emergente da interação em sala de aula, em vez do tradicional foco em objetivos pré-estabelecidos. Thornbury é autor de vários livros abordando metodologia, dos quais se destacam “Natural Grammar” e “Teaching Unplugged”.

Abaixo seu blogs:

http://scottthornbury.wordpress.com/

http://scottthornburyblog.com/

http://www.scottthornbury.com/

Equipe BrElt

Nossa Entrevista com Scott Thornbury no 14th Braz-Tesol em João Pessoa

Um bate-papo sobre o Autismo: Inclusão e a realidade na sala de aula.

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“O desafio atual encontra-se ligado à escolarização de pessoas com autismo no ensino regular como forma de inclusão social e educacional” (Humphrey 2008)

 

Há aproximadamente 2 anos e meio, tive a oportunidade de conhecer um menino muito inteligente, curioso e tímido, não vou chamá-lo de especial, por que todos somos especiais, cada um de nós tem sua particularidade e seu desenvolvimento. Mas, para aqueles que possuem o diagnóstico de Autismo,  um transtorno complexo e abrangente do neurodesenvolvimento, que engloba o Transtorno do Especto Autismo (TEA), Transtorno Invasivo do desenvolvimento (TID) e Transtorno Globais do desenvolvimento (TGD) mostra que existe uma variação de desenvolvimento para cada indivíduo, que pode ser lento ou até mesmo acelerado.

Muitos falam de um mundo singular, que a criança, o adolescente e o adulto com autismo vive, porém esse mundo pode se tornar a sua prisão (no caso dos Autistas sem estímulos e que por algum motivo não foram diagnósticos) ou pode ser uma grande descoberta, tanto  para o autista assim como para aqueles que convivem.

Minha experiência com um autista começou na minha sala de aula, muito tímido mas super inteligente e com suas manias de origami, esse meu “companheirinho” me chamou muita atenção, no seu jeito de olhar, na sua maneira de falar, no seu jeito de empilhar. Com seu jeito peculiar, descobri que não se tratava de um aluno dito “normal” tinha suas peculiaridades, o que na época me chamou muita atenção. Conversei com a coordenação e ali estava ele, o meu “Puzzle”  - Como ensinar inglês a uma criança com o diagnóstico de autismo? Foi difícil! Sim, mas muito prazeroso.

Quando terminei a Universidade, isso há quase 15 anos atrás a disciplina de Psicologia da Educação, nos informava sobre as teorias, porém na prática não havia técnicas, conhecimento e nem formação de profissionais. Hoje em 2014, o Brasil ainda  pouco se sabe sobre o Autismo. O nosso País está com um atraso de 20 anos em pesquisas sobre o tema e isso se reflete também na educação.

Portanto, como incluir uma criança com Autismo na nossas sala de aula? Esse foi um dos fatores que me levou a pesquisar e buscar por conta própria, conhecimentos técnicos, criação de matérias adaptados e um grande dose de atenção, respeito e amor. Na mesma época tivemos o mesmo diagnóstico em minha família.Com isso tive a oportunidade de compartilhar as técnicas aprendidas como o meu aluno, técnicas essas utilizadas por uma equipe multidisciplinar de Psicologia, Terapia Ocupacional e Fonoaudiologia. Umas das técnicas que utilizo é o método TEACHH (Treatment and Education of Autistic and related Communication handicapped Children) utiliza estímulos visuais e audiocinestesicovisuais ( som, palavras, movimentos associados às fotos) para produzir comunicação.  Sendo assim, é um trabalho interdisciplinar e multidisciplinar, não é um trabalho solo, é interligado com os familiares, Instituição de Ensino e Tratamento. No meu caso, esse meu aluno tinha todo o apoio de sua família, com isso o diagnóstico de (TEA) era quase nulo (porém, muitos especialista confirmam que não existe cura para o Autismo o que existe é a redução do grau).

Sendo assim, Como incluir essas crianças em uma sociedade onde a educação de base não tem profissionais qualificados, os materiais adaptados são caros e/ou escassos, e a conscientização da sociedade ainda é absurdamente passiva. Poucos sabem, mas o Autista tem os mesmo direitos dos Portadores de Necessidades Especias e assim como os Portadores de Síndrome de Down.

Em 2013, A lei do Autismo foi reformulada e sancionada que hoje é conhecida como a Lei Berenice Piana de n°12.764. A Lei a segura todos os direito aos Autistas, fazendo que todas as escolas em Território Nacional faça a inclusão dos autistas em sala de aulas regulares, em casos específicos havendo necessidade a integração do mediador (profissional capacitado para auxiliar o autista na Instituição de ensino, que pode ser um psicopedagogo, psicólogo ou professor)

Por isso, hoje nas redes socais por ser o Dia Internacional da Consciência sobre o Autismo muito vai ser falado, o que é muito importante, mas tenhamos a consciência de que estas crianças, adolescente e adultos precisam de nosso apoio e confiança.

Devo confessar, o que mais me deu prazer em dar aula para o meu “companheirinho” foi que redescobrimos a ser feliz, e viver um dia após o outro, sem pressa e sem correria, e  o que descobrimos juntos nas nossas aulas nos tornou grande amigos e me fez acreditar em uma Educação Inclusiva para todos.

Por fim, dedico esse post a todas as crianças, adolescentes e adultos que foram diagnosticados autistas e que hoje estão provando que são mais que capazes, são guerreiros.

 

Que hoje seu dia seja o mais azul de todos!

 

Priscila Mateini

 

Referências:

 

Autismo, educação e transdisciplinaridade – Carlos Schmidt (org.) – Campinas, SP: Papirus, 2013.

Autismo, linguagem e educação: interação social no cotidiano escolar – Sílvia Orrú – RJ: Wak,  2012

Doenças do cérebro: autismo, volume 6  2.ed São Paulo: Dueto Editorial, 2012.

 

Learner Training: Resumo do chat por Rose Bard

Olá queridos,

 estamos de volta! Segue abaixo, com um certo atraso e um enorme pedido de desculpas, o resumo do chat sobre Treinamento dos Aprendizes feito pela colaboradora Rose Bard. Tenho certeza de que vão gostar.

E lembrem-se que a discussão pode continuar aqui. Quais são suas experiências com o tema?

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Learner Training: o que é e como pode ajudar no aprendizado e em classroom management

#BRELTchat que ocorreu no dia 28 de Fevereiro de 2013

 

“Votei neste tópico pq tive uma experiência mto legal neste mês. Peguei uns alunos q devem ter vindo de experiências mais tradicionais com ensino de língua e, ao encontrar um curso mais comunicativo, pareciam perdidos ou resistentes às vezes. Só de explicar por que fazer pair work, por que ter atividades em q eles ficassem mais soltos para falar, por que não tinha resposta certa, em suma, só de explicar/elicitar tudo o q se fazia em sala, eles ficaram tão felizes e tão mais envolvidos! Senti um ganho enorme!”

Natália Guerreiro

 

            A colocação da nossa colega Natália Guerreira nos leva a refletir sobre a postura do professor em relação ao processo de ensino-aprendizagem. O professor que assume uma prática comunicativa, assume também uma postura de constante aprendiz e desenvolve a sua própria autonomia ao passo que se torna mais crítico sobre a sua prática, também orienta os alunos para compreenderem o que fazem e porque fazem tomando assim parte no processo de construção da aula e por conseguinte sobre o seu próprio processo de aprendizagem.

 

Mas o que é Learner Training?

 

O Learner Training (LT) é o processo que leva o aluno a pensar a respeito da sua aprendizagem e como aprender melhor, ou seja, aprender a aprender. Durante esse processo onde o aluno desenvolve a sua autonomia e toma conhecimento das diferentes possibilidades e das suas necessidades, ele também conta com a ajuda do professor para orientar sobre as diferentes formas de aprender, as estratégias e recursos disponíveis. Devemos levar em consideração que o LT trabalha não somente com a questão das habilidades línguisticas a serem desenvolvidas, mas também opera no dominio afetivo. Alguns participantes expressaram como o LT traz para o aluno mais confiança quando entendem o que está sendo proposto e diminui assim o affective filter trazendo mais benefício à aprendizagem. 

 

Para tal, o professor precisa ter um olhar atento e abrir um espaço para conversas informais, questionamentos ou através de tasks que auxiliem professor e aluno(s). Juan Uribe ressalta como essa conversa com os alunos sobre learning awareness é essencial para o professor ver e rever sua postura, e como ela afeta os alunos. E esse processo de “raise their awareness about themselves and what they are doing” como aponta Cecilia Lemos deve acontecer não só no início do semestre, mas ao longo de todo o processo de aprendizagem. 

 

Por que implementar o LT? Segundo os participantes:

  • Diminui o filtro afetivo, em especial entre os adultos ao passo que eles entendem como o processo se dá;
  • Torna o aluno mais confiante, eleva a autoestima e a motivação;
  • Desenvolve o language awareness;
  • Torna o aluno mais autônomo e responsável pelo processo;
  • Cria uma parceria entre professor e aprendizes, e entre o grupo de aprendizes;
  • Amplia o olhar como disse a Raquel, o olhar para o mundo!;
  • Quebra o paradigma que alimenta a visão tradicional de ensino e a postura passiva dos alunos frente a sua aprendizagem;
  • Traz tangebilidade para a rotina da sala de aula;
  • Desenvolve o pensamento crítico e a prática reflexiva;
  • Dá condições aos professores de conhecer os alunos e os conceitos que fazem sobre aprendizagem e desconstruir com eles esses modelos mentais;
  • Dá condições aos alunos mais avançados de perceberem que estão aprenderam e aliviar a sensação de estagnação comum em níveis mais avançados  .
  • Melhora o rendimento do aluno;

 

“Tenho como prática no primeiro dia de aula encorajar os alunos a encarar a experiência de aprendizagem como uma jornada aonde aprendiz e professor caminham juntos. A assumir uma postura pro-ativa diante do seu objetivo.” Rose Bard

 

 

Como implementar: dicas e experiências

 

Roseli Serra destaca a importância de fazer needs analysis e variar a forma de coletar essas informações. E deixa a sugestão que pode ser feita de muitas maneiras, inclusive de forma informal. Outra dica é usar Journal Diaries. Roseli destaca ainda que é meio libertador para o alunos saber que o professor vai ouvi-lo/ lê-lo sem julgamento de valor e responder-lhe a fim de encorajá-lo. Mas alerta que o professor deve estar preparado para dedicar tempo, pois é super time consuming.  

Karine Melo diz que deixa para a aula seguinte sempre uma pergunta a ser pensada em casa, pesquisada. Ela também destaca o plano de estudo sendo desenvolvido em sua escola.

Juan Uribe por sua vez direciona que essa troca é muito importante também entre os alunos que conversam e aprendem juntos. Ele diz ainda que isso estimula e motiva. Juan ressalta ainda que é importante dar um menu com opções para o aluno pode escolher e deixá-lo perceber, criar e rever suas próprias formas como um excelente caminho para desenvolver autonomia e promover o LT.

Vinícius Lemos reforça as idéias compartilhadas centrando no diálogo entre professores e alunos para saber como eles gostam de aprender e descobrir porquê. Outra ideia seria enviar feedbacks personalizados aos alunos seja por meio de e-mail ou mensagens de audio reconhecendo as atitudes positivas do aluno e apontando o que ele está fazendo de positivo e dar outras sugestões.

Ramon Silveira compartilha a experiência em sua unidade de ensino aonde eles têm carta de apresentação para ser entregue no primeiro dia de aula. Essa carta leva ao aluno não só informações sobre a escola, mas também de como funciona as aulas, dentre outras informações. O professor é treinado para fazer esse trabalho com os alunos na primeira aula.

Teresa Gomes de Carvalho sugere que na primeira aula com os seus alunos discutir assuntos relacionados ao aprendizado de uma língua essencial para que os alunos percebam que os professores tem conhecimento de como esse aprendizado se dá. Ela diz ainda que ela pensa que isso é importante porque o foco é no idioma e o professor é um repositório da língua, e que poucos alunos veem o professor como alguém que pode ajudá-los a aprender melhor. Ela também acredita que pode-se fazer LT com as crianças experimentando diferentes formas de fazer uma atividade com o foco no como fazer.

Cecilia Lemos dá a dica dos self-assessments que ela aplica periodicamente com os seus alunos, como os checklists de “Can do” com as functions e gradações. Porém ela alerta que é importante dialogar com os alunos antes sobre como se dá o processo de aprendizagem, que não é pra ser perfeito e que a aquisição de língua é um processo em espiral. Uma idéia interessante é testar o vocabulário trabalhado na tarefa em forma de jogo, isso coloca em teste quem realmente fez a tarefa e depois conversar sobre os beneficios.

Ela também destaca a importância de fazer LT com adultos sobre o mito de que é mais fácil para Young Learners aprenderem uma língua, “mostro pesquisas que mostram que a facilidade é mais fonética, que eles não precisam ter uma pronúncia perfeita, questiono eles sobre o que afinal é a pronúncia perfeita – a de quem, mostro que o que importa é inteligibilidade… E que o aluno tem motivação, pois sabe porque está ali”; Natalia Guerreiro reforça essa ideia quando diz que há muitos mitos sobre aprendizagem de línguas e como na maioria das vezes é a primeira vez aprendendo uma língua, é importante que eles descubram o que funciona para eles. Mitos como depois de uma certa idade não se aprende, ela exemplifica.

Natalia sugere como estratégia uma forma de fazer isso já no primeiro de aula. Ela espalhava folhas coloridas pelo chão com uma quote em cada uma. Eles tinham que escolher uma e justificar em pares a sua escolha, tentando inferir a ligação daquelas frases com aprendizado de línguas. Frases como “a ship in the harbor is safe, but that’s not what ships are made for” ou “it’s ok to make mistakes”.

Raquel de Oliveira fala sobre gravar os alunos e depois assistir com eles, comentar aonde podem melhorar e incluir os alunos nessa discussão. Outra dica foi o uso da agenda com os objetivos no inicio da aula e depois retomar no final da aula para que eles se conscientizem do que foi aprendido. Acha também o peer correction com sugestões uma boa forma de training e autoavaliação. E complementa ainda com o portfolios que são debatidos com os alunos para que eles reflitam sobre o que foi produzido.

 

Quando a Teresa Gomes de Carvalho chamou nossa atenção para o papel da atenção e da memória e de conversar com os alunos sobre isso me lembrei de algo que fiz com os meus alunos no semestre passado.

 

“no semestre passado fiz uma atividade com vídeo e vocabulário que evoluiu para uma discussão sobre a questão da memória, observação, estratégias e das habilidades pessoais de cada um. Os alunos discutiram em pares após a atividade sobre quais estratégias usaram para lembrar das palavras.”

 

 

Recapitulando

Segundo Natália Guerreiro LT envolve: (1) busca conjunta estratégias de aprendizagem; (2) trabalho com os medos e ansiedades e expectativas; (3) explicação dos objetivos das técnicas e tarefas utilizadas em sala.

 De certa forma é auxiliar o aluno a criar seu próprio “framework” ou “scaffold” para direcionar seu processo de aprendizagem – ajudar ele/ela a ter uma clareza das atividades, recursos que o auxliliam na aprendizagem. - Valeria Benevolo França

 

 E o que torna tudo isso mais interessante, haja visto que estamos falando de processo, é poder comparar o início, meio e fim – seja ele num semestre ou um ano escolar. Assim entende-se o que realmente fez a diferença e quanto o aluno realmente se desenvolveu usando habilidade ou estratégia X de aprendizagem. - Valeria Benevolo França

 

Leitura complementar

 

 Sugestão da Raquel de Oliveira: http://iteslj.org/Techniques/McCarthy-Autonomy.html 

 

Sugestão da Natália Guerreiro – um strategy inventory: http://www2.education.ualberta.ca/staff/olenka.Bilash/best%20of%20bilash/SILL%20survey.pdf

 

Natália Guerreiro tem um artigo da Rebecca Oxford sobre a históra das pesquisas em learning strategies que ela ofereceu aos participantes upon request. ;)

Sugestão do Juan Alberto Lopez Uribe – mini manual para pais:http://childrenlearningenglishaffectively.blogspot.ca/2012/10/a-mini-manual-for-parents-of-children.html

 

Ampliando o chat

 

Huw Jarvis – From learner autonomy and CALL to Mobile Assisted Language Use (MALU) and e-acquisition:

http://ltsig.org.uk/component/easyblog/entry/events/liverpool-recordings-now-live.html

 

Learner Autonomy: A Guide to Developing Learner responsibility http://books.google.com.br/books/about/Learner_Autonomy.html?id=MRKiSmoe_5cC&redir_esc=y

 

Durante o chat muitas ideias, crenças e experiências são compartilhadas. Procurei destacar as ideias principais sobre o tema do chat. Se você sentiu que algo dito que seria importante ficou de fora, por favor me avise. Temas como autonomia e o uso do L1também foram adicionados a discussão. Vale a pena ler a transcrição do chat.

Para continuar a discussão aqui no blog:

Vocês acham que é mais difícil aplicar LT em níveis mais avançados , quando o aluno já está condicionado a hábitos específicos? ou isso não faz diferença? by Vinicius Lemos

 

breltchat13032014portNo dia 13 de Março, professores de ingles de todo o Brasil se reuniram para discutir um assunto que é considerado por muito um tabu: as falhas do método comunicativo. Visto por muitos como o mais apropriado veículo para o aprendizado de uma língua estrangeira, segui-lo cega e piamente pode trazer malefícios para o processo de ensino-aprendizagem. Esses percalços foram analisados e discutidos e geraram esse apanhado visual.

A discussão pode continuar aqui. Quais suas percepções sobre o tema?

The Brelt Team

Problemas Da Abordagem Comunicativa – BRELTCHAT 13/03/2014

Aulas Individualizadas One-to-One: como manter a motivação

 

 

 

 

 

 

 

GRUPO BRELT – BRAZILIAN ENGLISH TEACHERS AS A FOREIGN LANGUAGE 

BRELTCHAT

 

Data: 14.11. 2013

Horário: 22h30 (horário de Brasília, BR).

 

PAUTA: AULAS INDIVIDUALIZADAS (ONE-TO-ONE): COMO MANTER A MOTIVAÇÃO.

 

Participantes: 11 professores

Raquel de Oliveira, Natália Guerreiro, Vaddie Najman, Fátima Santos, Ana H. Licourt, Cecilia Nobre, Bruno Andrade, Silvia Gubert, Teresa Gomes de Carvalho, Lu Martin, Leonor Sevilha.

 

Apresento a seguir, de forma resumida, as questões tratadas durante o chat.

1)    Alguns conceitos considerados importantes para uma aula individual foram discutidos:

  1. Respeito ao ritmo do aluno,
  2. Atenção às necessidades de aprendizagem do aluno,
  3. De quem depende o sucesso da aula: professor ou aluno?
  4. Atmosfera da aula,
  5. Construção de confiança
  6. Influências externas à aula individual
  7. Falta de tempo
  8. Emergência marcante de qualidades e falhas
  9. Estabelecimento de objetivos claros
  10. Incentivo ao aluno

2)    O grupo considerou:

  1. A busca pelo levantamento de necessidades do aluno, sem ater-se somente ao que o aluno prefere ou quer, mas o professor pode agregar outros conteúdos que ele julgue pertinentes para o desenvolvimento da proficiência do aluno.
  2. O gerenciamento do tempo e ritmo do ensino-aprendizagem dever ser flexível, respeitando o aluno.
  3. A reflexão sobre a concepção de ensino que subjaz à prática docente precisa fazer parte do trabalho do professor. Nesse sentido, cuidar para que o TTT não exceda à participação e produção do aluno, por exemplo, se o professor se pautar em um ensino tradicional. Todavia, muitas vezes, o TTT faz parte do processo de ensino-aprendizagem, quando o professor é par do aluno, colaborando na promoção do STT, de forma eficiente e criativa.
  4. A manutenção de postura reflexiva de como a ensinagem afeta, contribui (ou não) para a aprendizagem do aluno, colocando-se, o professor, em seu lugar; e manter mente aberta para não pasteurizar estilos de aprendizagem.
  5. O ensino pautado em uma troca de experiência e de construção de aprendizagem, a partir de um bom conhecimento de seu aluno.
  6. O bom humor é um elemento a ser considerado na aula individual, favorecendo a aprendizagem e a interação aluno-professor.
  7. Em tempos contemporâneos, aulas particulares englobam, mais do que o livro didático (que pode ser usado como um orientador do curso, mas não tão-somente), ampliando o uso de TICs – redes sociais, Youtube, Skype, voxpopop –; de recursos didáticos variados – textos, imagens, áudio, vídeo, debates etc., para tornar as aulas dinâmicas e potencializar a aprendizagem, pois a h/a não é suficiente. Como também, na tentativa de tirar o aluno da zona de conforto.
  8. O estabelecimento de objetivos pode ser de curto, médio ou longo prazo, a depender das metas do aluno na aprendizagem da língua: prestar exames, entrevistas de emprego, apresentação oral em congresso, puro prazer etc.
  9. O desenvolvimento de outras habilidades, além daquela preferida pelo aluno (‘falar’), para que o aluno tenha uma apropriação integral da língua (não ser um analfabeto funcional, por exemplo), uma vez que as habilidades não são autônomas.
  10. O uso de L1 pode ser um bom recurso no ensino de LE ou L2, se funcionar como medium entre os dois universos linguísticos. Quer dizer, a L1 atuará como um elemento mediador.
  11. A avalição de desempenho não desaparece por ser aula individual. Ela pode funcionar como um termômetro da aprendizagem do aluno, porém sem o caráter obrigatório dos cursos regulares.

 

Em resumo, em termos didático-pedagógicos, para manter ou desenvolver a motivação do aluno, a aula individual precisa dar conta de compreender o estilo de aprendizagem do aluno; levantar suas necessidades linguísticas e de cultura do povo de língua alvo; estabelecer objetivos claros e cumpri-los; garantir certa flexibilidade de tempo e ritmo, manter um ambiente agradável e dinâmico; fazer uso de TICs contemporâneas e de diversos recursos e materiais didáticos, considerar a avaliação como parte do processo de ensino-aprendizagem; conhecer seu aluno como sujeito; manter a constante reflexão no processo de ensinagem e de aprendizagem.

 

Relação professor-aluno

O grupo entendeu que, apesar de ser inevitável uma relação de amizade com o aluno, deve-se cuidar para que não entrar em espaços de intimidade que possam comprometer a relação comercial, pessoal e pedagógica do trabalho de docência em aula individual e particular. Além disso, soma-se o estabelecimento de regras claras de funcionamento do trabalho de ensino de língua em caráter particular e individual, por meio de um contrato comercial, fazendo-as serem cumpridas. Não esquecer que somos profissionais do ensino de línguas.

 

Links compartilhados:

http://www.teachingenglish.org.uk/…/teacher-talking-time

http://www.teachingenglish.org.uk/…/test-teach-test

http://www.washingtonpost.com/…/

http://www.howjsay.com/

http://busyteacher.org/…

  

Redatora: Fátima Santos

19.11.2013. 

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ESP: English For Specific Purposes – dificuldades e soluções 10 Outubro 2013

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Raquel de Oliveira Vamos!!!
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Raquel de Oliveira afinal o que é inglês instrumental?
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Raquel de Oliveira Leonor Sevilha
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Raquel de Oliveira Cecilia Lemos
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Raquel de Oliveira toc toc toc: alguém aí?
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Raquel de Oliveira Achei esta definição:
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Raquel de Oliveira “An ESP course is purposeful and is aimed at the successful performance of occupational or educational roles. It is based on a rigorous analysis of students’ needs and should be `tailor-made’. (…) It is likely to be of limited duration. Students are more often adults and may be at any level of competence,” (Robinson, 1981: 13)
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Raquel de Oliveira vocês concordam?
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Bruno Andrade Bom, start Raquel. As vezes confundimos ESP (instrumental) com Business English. Mas o ESP vai muito além disso, certo? É uma gama grande de possibilidades
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Cecilia Lemos Ingles para um fim específico… Por exemplo, uma secretaria tem uma necessidade imediata de um certo tipo de funções e vocabulário mais específicos a sua função
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Raquel de Oliveira “ESP has its basis in an investigation of the purposes of the learner and the set of communicative needs arising from those purposes. these needs will then act as a guide to the designs of course materials. The kind of English to be taught and the topics and themes through which will be taught will be based on the interests and requirements of the learner.” (Kennedy & Bolitho, 1984: 3)
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Danilo Pereira Este tema me interessa, pois quero começar a trabalhar com Business English

Cecilia Lemos Concordo com a definição, Raquel, mas tb concordo com Bruno que o leque é bem maior que só business
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Raquel de Oliveira Cecilia Lemos, em ambas as definições que postei aqui a palavra necessidade salta aos olhos!
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Raquel de Oliveira o ensino de inglês instrumental deve ser visto como uma abordagem e não como um produto?
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Cecilia Lemos Exato, Raquel!
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Cecilia Lemos Então ESP é muito mais learner-centered que qualquer outra forma de inglês?
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Raquel de Oliveira Tipo: “Por que esse aprendiz precisa aprender uma língua estrangeira?” – é quase algo autoral…
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Cecilia Lemos Como trabalhar isso, senhorialmente somos treinados para General English
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Danilo Pereira Concordo Bruno.
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Cecilia Lemos ?
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Bruno Andrade As vezes eu sinto que o ESP limita um pouco o aprendizado do aluno. Ou será uma visão diminutiva minha? Fico pensando se a tal secretaria aprende as tais tipos de funções e vocabulário para sua função ela vai parar por aí? E no dia que ela viajar e precisar mais que isso? O ESP não teve muita função… O q vc acha, Ceci?
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Raquel de Oliveira Atende uma necessidade imediata…
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Leonor Sevilha depende do ESP, Bruno Andrade
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Raquel de Oliveira Pesquisando o material para hoje, descobri que ESP começou no momento pós-guerra, para aprender chunks da Língua do inimigo…
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Cecilia Lemos Acho que é difícil para a maioria dos professores ultrapassar esse sentimento, Bruno, mas tem que focar no resultado (ou capacidades) esperadas
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Raquel de Oliveira Estabelecer um propósito pe limitador?
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Leonor Sevilha geralmente o ESP precisa do respaldo do general English para que possa realmente haver o aprendizado

Cecilia Lemos Que interessante, Raquel! Não sabia (mas não me surpreendo!)
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Raquel de Oliveira · a análise de necessidades
· os objetivos claramente definidos
· o conteúdo específico. >> como se consegue isto com turmas heterogêneas, meu povo?!?!
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Cecilia Lemos Mas o respaldo é mínimo, acho eu, Leonor… É mais chunks of language mesmo… E um mínimo de general, normalmente emergente do ESP
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Cecilia Lemos O que vocês acham?
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Bruno Andrade Pelo menos o objetivo eh comum, Raquel. O que já auxilia no professor quando montar as aulas
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Leonor Sevilha Veja se for um ESP voltado para Legal English por exemplo, o aprendente tem que ter um advanced English
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Leonor Sevilha um general English já totalmente solidificado/sedimentado
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Bruno Andrade Tenho muitas dúvidas, me perdoem. Só entendo de ESP pelo que li, o pouco que aprendi na faculdade e algumas tentativas minhas de aulas particulares com alunos que tinhas necessidades imediatas e específicas… Mas teoria que prática
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Raquel de Oliveira Precisamos definir que tipo de aprendiz temos, certo?) E daí, usa-se o termo inglês instrumental como guarda-chuva para abarcar duas áreas: uma para fins acadêmicos (EAP – English for Academic Purposes) e outra para fins ocupacionais (EOP – English for Ocupational Purposes). é isso?
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Cecilia Lemos Em sua maioria, concordo, Leonor

Danilo Pereira Cecilia, como na definição que a Raquel colocou, muitas vezes tem que ser tailor-made, onde pegamos aquilo que ensinariamos no general english, ambientado na area do aluno, business, law, aviation, medicine, etc.
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Cecilia Lemos Gente, odeio o corretor do iPad…. Hihihihi
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Cecilia Lemos Exato, Danilo! Mas como isso muda a forma como ensinamos?
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Bruno Andrade E onde o EOP se encaixa no ESP, Raquel? Esse eu não conheço (Ceci, tb to lutando aqui no iPad…, rsrs)
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Leonor Sevilha meu computador não está atualizando os comentários, I am lost!!!!!!
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Cecilia Lemos Raquel, nunca tinha ouvido falar em EOP!!!
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Raquel de Oliveira Colocando lenha na fogueira: O uso do inglês internacional em livros didáticos – seria ESP tb? Temos um fim específico, ou não?
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Cecilia Lemos Só achava o EAP um braço do ESP
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Bruno Andrade Estamos aqui, Leonor! Vc nos lê?
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Raquel de Oliveira Bruno Andrade e Cecilia Lemos: descobri tudo isto hj pesquisando para nosso chat… fiqueipassada!
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Raquel de Oliveira Priscila Mateini, estamos aqui!!!
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Leonor Sevilha Estou atrasada, mas eu nao concordo que esp tenha a ver com ingles instrumental, apesar do uso tecnico da lingua em esp vc tem que aprender as 4 habiliadades enquanto que no instrumental , nao
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Cecilia Lemos Não concordo com essa colocação não (inglês internacional = ESP)… Porque aí o objetivo é comunicação, o que é o fim do ensino de línguas em geral
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Leonor Sevilha Agora consegui chegar! Estou no ipad, haja erro, ok? Sorry
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Cecilia Lemos Concordo com Leonor! Instrumental não é ESP!
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Leonor Sevilha Preciso ler mais, estudar mais, nao tem material aqui no brasil
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Cecilia Lemos Sempre precisamos, Leonor!
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Raquel de Oliveira http://www.youtube.com/watch?v=5BQ_ZVhdNqw

Danilo Pereira Não acredito que muda muito, mas acredito que algo que ajuda é o professor ter um background na area em questão. Por exemplo, também sou formado em Administração, então creio que fica mais fácil preparar aulas ou até um curso nesta area.
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Raquel de Oliveira Pelo que li hoje ESP= Inglês instrumental para se chegar a um fim específico…
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Leonor Sevilha Gente!! To passada! O que he EOP? EAP?
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Raquel de Oliveira http://www.scielo.br/scielo.php…

Revista Brasileira de Linguística Aplicada – ESP / LSP and communicative in language teaching:…
http://www.scielo.br
abordagem comunicativacompetência comunicativaregras de usoregras da gramáticaEn…
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Raquel de Oliveira http://www.scielo.br/scielo.php…
Revista Brasileira de Linguística Aplicada – ESP / LSP and communicative in language teaching:…
http://www.scielo.br
Widdowsonpartede um mesmo desenvolvimentouma abordagem geral de ensino de língua…
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Leonor Sevilha Eu creio que ajuda sim, Danilo!
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Priscila Mateini Vejo assim, ESP ( o inglês instrumental) êh abrangente não tem uma só finalidade, porém tb aprendi que o Bussiness inglês.
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Raquel de Oliveira Eu não entendo nada de Inglês offshore, já meu marido saca tudo. Ele é de Engenharia Hidraúlica.
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Priscila Mateini Era para um determinado nicho como executivos, e afins. Isso me fez repensar sobre ESP porque até então eu não sabia da distinção.
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Leonor Sevilha Eu entendo o que vc esta falando Raquel, mas na verdade o aluno de instrumental eh mais imediatista, solucionar um problema especifico seu, academico
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Leonor Sevilha Ja o ESP, nao
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Leonor Sevilha O aluno vai precisar daquela ferramenta para atuar no mercado de trabalho, dai a necessidade tb de conehcimento de general English
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Raquel de Oliveira Os teóricos fazem a distinção, Leonor Sevilha. Entre o que é para fins acadêmicos e o que é para o mercado…
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Bruno Andrade Muito interessante o primeiro vídeo onde a professora Eliane Navarro fala das mudanças no mundo do ESP com o avanço da tecnologia. Não eh mais necessário ficar trabalhando texto. Eles estão ai no mundo. Gostei tb quando ela falou que ESP tem o risco de deixar a parte oral a desejar
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Leonor Sevilha Senao a coisa nao flui coMo deveria, aquele conhecimento especifico se torna um fator limitante na hora da comunicacao

Raquel de Oliveira Vejam só este quadro…

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Danilo Pereira Já em Legal English, que também é algo muito procurado, sei muito pouco. By the way, lutando com o teclado do Android também.
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Leonor Sevilha Masssa, Raquel de Oliveira!! Passa pra gente a bibliografia!
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Leonor Sevilha Otimo!
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Raquel de Oliveira http://www.scielo.br/pdf/rbla/v11n4/a01v11n4.pdf
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Bruno Andrade Outra coisa legal eh que vemos o ESP positivamente já que ele pode servir de gatilho para o aprendizado do inglês geral. Assim o aluno quando começar um curso (ou a estudar) para melhorar sua fala e compreensão auditiva ela não vai ser mais aquele aluno cru e pode absorver muito mais
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Leonor Sevilha Danilo, estou tentando torna Legal English minha main area atualemenet! Vamos trocar figurinhas!
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Priscila Mateini Com certeza Bruno Andrade isso ocorre mesmo pq o que trabalhado no Inglês instrumental êh a busca do conhecimento imediato, agora quando se trata de networking vejo que entra o Bussiness com seus jargões e expressões
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Leonor Sevilha Exato, Priscila! Eh tal do fator limitante, mesmo!

Leonor Sevilha Se nao evoluir no seu aprendiZado, nao havera fluencia, soh o conhecimento tecnico
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Bruno Andrade Exatamente, Leonor Sevilha
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Leonor Sevilha Eu posso dizer que nao havera um desenvolvimento metalinguistico?
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Priscila Mateini No caso preciso usar o Inglês instrumental para alunos em preparatórios de vestibular, concursos e etc… Não há quase alguma interação de comunicação o que difere num BE
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Raquel de Oliveira No último congresso de Linguistica Aplicada que fui, aprendi que hj em dia não se fala mais em Inglês como Língua Estrangeira, e sim Inglês como Língua Adicional, pois o aprendiz incorpora esta língua ao seu repertório linguístico. Daí, me veio a mente esta questão das necessidades e que o ESP seria adicionar o específico em L2 ao seu repertório de L1.
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Leonor Sevilha Eh verdade, Priscila Mateini!
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Priscila Mateini Isso êh a velha história do PCN
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Raquel de Oliveira Priscila Mateini, que o diga o nosso Ensino Medio, né:?
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Danilo Pereira Leonor Sevilha, para Business English, eu gosto fa série Market Leader,
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Marina Macedo Eu tenho tec em mecânica e normalização, mas sinto muito que falta material para ensinar nessas áreas. O bom é que o proprio campo nos possibilita criar.
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Cecilia Lemos Sorry… Estou com problemas no Wi-fi
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Raquel de Oliveira Market Leader, o elementary dele de A1 nada tem, né? Livro muito bom, mas já começa começando… Concorda, Danilo Pereira?

Will Eduardo PessoALL, desculpem, mas só consegui chegar agora.
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Priscila Mateini O que êh ensinado na maior das nossas escolas, uma utopia! Foi o que muitos divergem! O que ensinamos nas nossas escolas êh inglês puramente instrumental, salvo as escolas consideradas bilíngües
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Cecilia Lemos Marina, porque não sugerir um livro assim para uma editora?
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Leonor Sevilha Nao eatraiamos simplificando o ESP se persarmos assim, Raquel de Oliveira? Eu sempre pensei o ESP como um plus, alem do conehecimento da lingua como um todo, vc ainda consegue se comunicar dentro daquele espaco especifico! Vc entao nao estaria indo alem?
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Raquel de Oliveira Sugiram às editoras, e se habilitem pois não autores aqui no Brasil para isto… #ficaadica
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Bruno Andrade Bem vindo Will Eduardo!
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Will Eduardo ESP = inglês instrumental. OK
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Will Eduardo Obrigado, Bruno.
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Raquel de Oliveira Leonor Sevilha, o pessoal da aviação? não é um plus… eles partem do zero, e precisam preencher relatórios de todos os consertos que fazem em Inglês… Até o povo técnico, sabia?
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Leonor Sevilha Mas ai eh esta o grande diferencial do esp para o instrumental: no esp o launo jah tem que ter o conehcimento da l2
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Leonor Sevilha Ah, tah!
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Leonor Sevilha Eu nao sabia, Raquel
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Raquel de Oliveira Para mim, ESP = Inglês instrumental, com propósito específico… Leonor Sevilha, eu tb não sabia… descobri hoje
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Leonor Sevilha Interessante isto! Sempre pensei em ESP como um plus mesmo!
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Will Eduardo ESP e inglês instrumental são a mesma coisa.
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Leonor Sevilha Quero todas estas pesquisas, Raquel Oliveira!!! Vou ver tudo que tem aqui!!
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Raquel de Oliveira Existem vários Mitos em relação a ESP.
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Danilo Pereira Concordo sim Raquel
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Leonor Sevilha Construindo e reconstruindo conhecimento!! Que massa!!
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Marina Macedo Sim Cecilia Lemos exatamente os manuais e normas que uso para aulas… alem disso tento criar situações problema baseados no dia dia que eles me contam… mas no momento em que a variação acaba sendo pequena, o aluno acaba desmotivando…
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Will Eduardo O termo instrumental foi usado pela primeira vez pelo pessoal do francês e, depois, pelo pessoal de inglês.

Cecilia Lemos Will, sempre achei que instrumental era mais focado em reading e passive skills… O ESP tem mais active
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Leonor Sevilha Do que eu sinto falta realmente eh disto, aprofundar neste aprendizado! Ler teoria!
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Bruno Andrade Quais, Raquel?
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Danilo Pereira Raquel, cadê a Natália, para falar sobre o inglês na aviação?
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Marina Macedo Ele já é obrigado a usar a ASME no trabalho e tbm na aula, chega um dado momento em que ele pede p n usar esse material
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Bruno Andrade Fiquei curioso
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Will Eduardo Esseé um dos mitos mencionados pela Raquel de Oliveira.
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Raquel de Oliveira http://www.youtube.com/watch?v=dMwUK_LJHrk

Teaching English for Academic Purposes: Tips and Techniques
In this video, Julia Williams, the author of LEAP: Reading and Writing, discusse…
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Will Eduardo O termo instrumental foi usado para dizer a língua era usada como instrumento de comunicação.
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Raquel de Oliveira esta última mulher fala do EAP…
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Leonor Sevilha O que eh ASME, Marina Macedo?
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Will Eduardo Hj o termo está morrendo e muitos já adotam Inglês para Fins Específicos mesmo.
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Raquel de Oliveira Will Eduardo, postei um quadro que nos dá luz nesta questão instrumental X comunicacional
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Priscila Mateini Cade Natália Guerreiro
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Raquel de Oliveira Natália Guerreiro, please, kd vc!! ??
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Marina Macedo Ah desculpa, ASME e um conjunto de normas para metais
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Bruno Andrade Minha internet caiu! Alguém me lê?
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Bruno Andrade Tb quero saber, Marina!
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Cecilia Lemos Voltei! To te lendo, Bru!
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Will Eduardo O quadro, Raquel de Oliveira, é da tese da Elaine Borges, não é?
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Raquel de Oliveira Sim , Elaine Ferreira do Vale Borges*
Universidade Federal de Minas Gerais
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Will Eduardo Tenho a tese dela.
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Will Eduardo Excelente, por sinal.
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Bruno Andrade Qual eh a tese dela, Wil?
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Marina Macedo E pode compartilhar, Will Eduardo?
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Leonor Sevilha Qual a tese dela?
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Raquel de Oliveira Já compartilhei a tese aqui em cima
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Raquel de Oliveira De novo: http://www.scielo.br/pdf/rbla/v11n4/a01v11n4.pdf
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Marina Macedo Ah ta
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Will Eduardo Bruno Andrade, ela discute a confusão terminológica sobre diversas abordagens na área da LA (abordagem, comunicativa, instrumental e comunicacional).
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Leonor Sevilha Otimo! Vamos ter muito o que ler!!
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Cecilia Lemos Obrigada, Raquel!