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	<title>Comments on: Como lidar com alunos com necessidades especiais? Um resumo do chat do dia 26/04</title>
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	<description>DISCUSSÕES SOBRE ENSINO DE INGLÊS POR E PARA PROFESSORES NO BRASIL</description>
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		<title>By: Eliana Pacheco ferreira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliana Pacheco ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 May 2012 03:29:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caso queiram saber mais sobre necessidades especiais e o papel do psicopedagogo junto ao professor e à família, recomendo a seguinte bibliografia:
COBRA, Rubens Queiroz. Sigmund Freud: educação e comportamento. Disponível em: . Acesso em:  31 jan 2008.
DOLLE, Jean Marie.  Para além de Freud e Piaget. Petrópolis: Vozes, 1993.
 
FERNÁNDEZ,  Alícia.  A inteligência aprisionada: abordagem psicopedagógica clínica da criança e sua família. 2. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1991.
______. O saber em jogo: a Psicopedagogia propiciando autorias de pensamento. Porto Alegre: Artmed, 2001.								        
 
FREUD, Sigmund. Três ensaios sobre a sexualidade. Rio de Janeiro: Imago, 1997.											        Es MANDARINI, Isabel Cristina Cardoso. Teoria da Psicopedagogia. 2006. Texto para uso didático. Coordenação de Pós-Graduação e Atividades Complementares, Universidade Gama Filho, Rio de Janeiro.
 
PAÍN, Sara. Diagnóstico  e  tratamento  dos  problema   de   aprendizagem. 2. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1986.
 
PIAGET, Jean. Seis estudos de psicologia. 24a Ed . Rio de Janeiro: Forense, 1998.
PICHON-RIVIÈRE, Enrique. Teoria do vínculo.  6. Ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
VYGOTSKY, Lev Semionovitch.  A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos superiores.  São Paulo: Martins Fontes.1998.				          
 
VISCA, Jorge. Clínica psicopedagógica: epistemologia convergente. Porto Alegre: Artes Médicas, 1987.
______. Psicopedagogia: novas contribuições. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1991.
______. Psicopedagogia: teoría clínica e investigación. Buenos Aires: AG, 1993.
WEISS, Maria Lúcia L. Psicopedagogia clínica: uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar.  10. ed. Rio de Janeiro: DP&amp;A, 2004.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caso queiram saber mais sobre necessidades especiais e o papel do psicopedagogo junto ao professor e à família, recomendo a seguinte bibliografia:<br />
COBRA, Rubens Queiroz. Sigmund Freud: educação e comportamento. Disponível em: . Acesso em:  31 jan 2008.<br />
DOLLE, Jean Marie.  Para além de Freud e Piaget. Petrópolis: Vozes, 1993.<br />
 <br />
FERNÁNDEZ,  Alícia.  A inteligência aprisionada: abordagem psicopedagógica clínica da criança e sua família. 2. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1991.<br />
______. O saber em jogo: a Psicopedagogia propiciando autorias de pensamento. Porto Alegre: Artmed, 2001.<br />
 <br />
FREUD, Sigmund. Três ensaios sobre a sexualidade. Rio de Janeiro: Imago, 1997.											        Es MANDARINI, Isabel Cristina Cardoso. Teoria da Psicopedagogia. 2006. Texto para uso didático. Coordenação de Pós-Graduação e Atividades Complementares, Universidade Gama Filho, Rio de Janeiro.<br />
 <br />
PAÍN, Sara. Diagnóstico  e  tratamento  dos  problema   de   aprendizagem. 2. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1986.<br />
 <br />
PIAGET, Jean. Seis estudos de psicologia. 24a Ed . Rio de Janeiro: Forense, 1998.<br />
PICHON-RIVIÈRE, Enrique. Teoria do vínculo.  6. Ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.<br />
VYGOTSKY, Lev Semionovitch.  A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos superiores.  São Paulo: Martins Fontes.1998.<br />
 <br />
VISCA, Jorge. Clínica psicopedagógica: epistemologia convergente. Porto Alegre: Artes Médicas, 1987.<br />
______. Psicopedagogia: novas contribuições. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1991.<br />
______. Psicopedagogia: teoría clínica e investigación. Buenos Aires: AG, 1993.<br />
WEISS, Maria Lúcia L. Psicopedagogia clínica: uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar.  10. ed. Rio de Janeiro: DP&amp;A, 2004.</p>
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		<title>By: Eliana</title>
		<link>http://breltchat.wordpress.com/2012/04/30/como-lidar-com-alunos-com-necessidades-especiais-um-resumo-do-chat-do-dia-2604/#comment-110</link>
		<dc:creator><![CDATA[Eliana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 May 2012 03:22:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Gostaria de começar por elogiar não só o resumo da Profª Maria, mas também a foto escolhida para ilustrar a questão da “inteligência aprisionada” e a discussão a respeito de como “set it free”. 
          Seguindo o fluxo do resumo, gostaria de substituir a palavra aluno pela palavra aprendente, pois a questão da aprendizagem para os portadores de necessidades especiais não está restrita à sala de aula apenas, mas sim à vida como um todo. 
           Além do aspecto físico, que inclui as questões sensoriais, físicas e mentais, a qual denominamos obstáculo funcional, devemos considerar também o obstáculo epistêmico (que se refere à estrutura cognitiva do aprendente), o obstáculo epistemofílico (que se refere ao vínculo afetivo que o aprendente estabelece com os objetos e situações de aprendizagem), e o obstáculo epistemológico (que se refere ao meio cultural em que o aprendente está inserido e cujas características interferem no processo da aprendizagem). As dificuldades de aprendizagem não devem ser vistas como patogenias e sim como obstáculos que dificultam a aprendizagem. Tendo esta consciência, nós professores, ao suspeitarmos ou identificarmos a presença de um portador de necessidades especiais em nossa sala de aula, devemos primeiramente entrar em contato com o psicopedagogo ou psicólogo da instituição. Estes profissionais estão capacitados para o “approach” com as famílias, que muitas vezes comunicam a condição do aprendente à instituição e trazem inclusive laudos de neurologistas, fonoaudiólogos, psicólogos e terapeutas.  Infelizmente, outras tantas famílias não comunicam nada e até se mostram surpresos quando a abordagem é feita. 
             Enquanto professores não devemos tentar diagnosticar o tipo de obstáculo que o aprendente apresenta, pois todo diagnóstico é feito através de técnicas de investigação que inclui entrevistas com o aprendente, a família e a escola, aplicação das provas piagetianas para o diagnóstico operatório, as provas projetivas psicopedagógicas e outros tantos instrumentos de pesquisa complementares que se façam necessários para que a(s) causa(s) da(s) dificuldade(s) seja encontrada e o(s) agente(s) corretor(es) indicado(s). A parceria psicopedagogo, escola (professor) e família é crucial para que o agente corretor seja “successful”. 
            Uma dica, cuidado com os TDAHs. O déficit de atenção somado à hiperatividade é diagnosticado por um neurologista que irá inclusive medicar o indivíduo. Muitas vezes a falta de educação e de limites é rotulada TDAH.
           Outra dica, psicólogos fazem diagnósticos nas áreas do comportamento e afetiva.
           Última dica do dia, neurologistas e fonoaudiólogos em parceria fazem o diagnóstico dos seguintes obstáculos: alexia, dislexia, agrafia, disgrafia, disortografia, discaligrafia, dissintaxe, escrita em espelho, acalculia e discalculia.
           As a teacher, we must:
1.    be aware of how the individual learns (multiple intelligences) in order to enhance what he is able to do; 
2.   create conditions which enable him to be aware of his achievements;       
3.    praise him; 
4.    work in the zone of proximal development to stimulate the progress of his potential;
5.  be in contact with the family in order to find out some important information about the learner’s                      a-historical life;
 6.   be in contact with the psychoeducator to help the learner to achieve success. 
         Obrigado a todos!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de começar por elogiar não só o resumo da Profª Maria, mas também a foto escolhida para ilustrar a questão da “inteligência aprisionada” e a discussão a respeito de como “set it free”.<br />
          Seguindo o fluxo do resumo, gostaria de substituir a palavra aluno pela palavra aprendente, pois a questão da aprendizagem para os portadores de necessidades especiais não está restrita à sala de aula apenas, mas sim à vida como um todo.<br />
           Além do aspecto físico, que inclui as questões sensoriais, físicas e mentais, a qual denominamos obstáculo funcional, devemos considerar também o obstáculo epistêmico (que se refere à estrutura cognitiva do aprendente), o obstáculo epistemofílico (que se refere ao vínculo afetivo que o aprendente estabelece com os objetos e situações de aprendizagem), e o obstáculo epistemológico (que se refere ao meio cultural em que o aprendente está inserido e cujas características interferem no processo da aprendizagem). As dificuldades de aprendizagem não devem ser vistas como patogenias e sim como obstáculos que dificultam a aprendizagem. Tendo esta consciência, nós professores, ao suspeitarmos ou identificarmos a presença de um portador de necessidades especiais em nossa sala de aula, devemos primeiramente entrar em contato com o psicopedagogo ou psicólogo da instituição. Estes profissionais estão capacitados para o “approach” com as famílias, que muitas vezes comunicam a condição do aprendente à instituição e trazem inclusive laudos de neurologistas, fonoaudiólogos, psicólogos e terapeutas.  Infelizmente, outras tantas famílias não comunicam nada e até se mostram surpresos quando a abordagem é feita.<br />
             Enquanto professores não devemos tentar diagnosticar o tipo de obstáculo que o aprendente apresenta, pois todo diagnóstico é feito através de técnicas de investigação que inclui entrevistas com o aprendente, a família e a escola, aplicação das provas piagetianas para o diagnóstico operatório, as provas projetivas psicopedagógicas e outros tantos instrumentos de pesquisa complementares que se façam necessários para que a(s) causa(s) da(s) dificuldade(s) seja encontrada e o(s) agente(s) corretor(es) indicado(s). A parceria psicopedagogo, escola (professor) e família é crucial para que o agente corretor seja “successful”.<br />
            Uma dica, cuidado com os TDAHs. O déficit de atenção somado à hiperatividade é diagnosticado por um neurologista que irá inclusive medicar o indivíduo. Muitas vezes a falta de educação e de limites é rotulada TDAH.<br />
           Outra dica, psicólogos fazem diagnósticos nas áreas do comportamento e afetiva.<br />
           Última dica do dia, neurologistas e fonoaudiólogos em parceria fazem o diagnóstico dos seguintes obstáculos: alexia, dislexia, agrafia, disgrafia, disortografia, discaligrafia, dissintaxe, escrita em espelho, acalculia e discalculia.<br />
           As a teacher, we must:<br />
1.    be aware of how the individual learns (multiple intelligences) in order to enhance what he is able to do;<br />
2.   create conditions which enable him to be aware of his achievements;<br />
3.    praise him;<br />
4.    work in the zone of proximal development to stimulate the progress of his potential;<br />
5.  be in contact with the family in order to find out some important information about the learner’s                      a-historical life;<br />
 6.   be in contact with the psychoeducator to help the learner to achieve success.<br />
         Obrigado a todos!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: breltchat</title>
		<link>http://breltchat.wordpress.com/2012/04/30/como-lidar-com-alunos-com-necessidades-especiais-um-resumo-do-chat-do-dia-2604/#comment-109</link>
		<dc:creator><![CDATA[breltchat]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 May 2012 20:23:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Olá a todos, obrigado pelos comentários. Com certeza essa foi uma discussão muito rica e portanto pensamos em levar a diante. O que acham?
Just to keep the ball rolling, gostariamos de deixar aqui dois vídeos indicados pela professora Singoalla da Cultura Inglesa - RJ. 
http://www.crpsp.org.br/portal/comunicacao/seminario_medicalizacao/seminario_medicalizacao.html

http://www.crpsp.org.br/portal/comunicacao/medicalizacao_vida/4_vida_escolar/vida_escolar.html

Obrigado a todos!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá a todos, obrigado pelos comentários. Com certeza essa foi uma discussão muito rica e portanto pensamos em levar a diante. O que acham?<br />
Just to keep the ball rolling, gostariamos de deixar aqui dois vídeos indicados pela professora Singoalla da Cultura Inglesa &#8211; RJ.<br />
<a href="http://www.crpsp.org.br/portal/comunicacao/seminario_medicalizacao/seminario_medicalizacao.html" rel="nofollow">http://www.crpsp.org.br/portal/comunicacao/seminario_medicalizacao/seminario_medicalizacao.html</a></p>
<p><a href="http://www.crpsp.org.br/portal/comunicacao/medicalizacao_vida/4_vida_escolar/vida_escolar.html" rel="nofollow">http://www.crpsp.org.br/portal/comunicacao/medicalizacao_vida/4_vida_escolar/vida_escolar.html</a></p>
<p>Obrigado a todos!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Aline Guimaraes</title>
		<link>http://breltchat.wordpress.com/2012/04/30/como-lidar-com-alunos-com-necessidades-especiais-um-resumo-do-chat-do-dia-2604/#comment-107</link>
		<dc:creator><![CDATA[Aline Guimaraes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 May 2012 01:33:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ótima reflexão...riquíssima!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ótima reflexão&#8230;riquíssima!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Angela Dias</title>
		<link>http://breltchat.wordpress.com/2012/04/30/como-lidar-com-alunos-com-necessidades-especiais-um-resumo-do-chat-do-dia-2604/#comment-106</link>
		<dc:creator><![CDATA[Angela Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 21:34:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Maria do Carmo,
Que ótimo resumo! Obrigada!
Tive um aluno cego no Colégio Pedro II (ensino médio). Ele havia recebido uma ótima orientação no Instituto Benjamim Constant e era um dos meus melhores alunos.
Em uma escola estadual, tive um aluno surdo. A única coisa que ele pedia era que eu falasse sempre de frente para a turma, para que ele pudesse fazer leitura labial.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Maria do Carmo,<br />
Que ótimo resumo! Obrigada!<br />
Tive um aluno cego no Colégio Pedro II (ensino médio). Ele havia recebido uma ótima orientação no Instituto Benjamim Constant e era um dos meus melhores alunos.<br />
Em uma escola estadual, tive um aluno surdo. A única coisa que ele pedia era que eu falasse sempre de frente para a turma, para que ele pudesse fazer leitura labial.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Ana Gabi Figueiredo</title>
		<link>http://breltchat.wordpress.com/2012/04/30/como-lidar-com-alunos-com-necessidades-especiais-um-resumo-do-chat-do-dia-2604/#comment-105</link>
		<dc:creator><![CDATA[Ana Gabi Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 03:29:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://breltchat.wordpress.com/?p=398#comment-105</guid>
		<description><![CDATA[Tópico importantíssimo e resumo de extrema utilidade para TODOS os professores de redes públicas e particulares. As necessidades dos nossos alunos precisam ser reconhecidas. discutidas (com escolas, pais, professores, psicólogos, etc) e finalmente, trabalhadas com a finalidade de ajudá-los da melhor maneira possível.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tópico importantíssimo e resumo de extrema utilidade para TODOS os professores de redes públicas e particulares. As necessidades dos nossos alunos precisam ser reconhecidas. discutidas (com escolas, pais, professores, psicólogos, etc) e finalmente, trabalhadas com a finalidade de ajudá-los da melhor maneira possível.</p>
]]></content:encoded>
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