14/03/2013 – Discussion Thread: Inclusão na escola: como podemos e devemos ter alunos com necessidades especiais

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Bruno Andrade: Prontos Pra começar?
Roseli Serra: Todinha!
Priscila Mateini: Pronta
Adir Ferreira Sim!
Shirley Rodrigues opa!
Shirley Rodrigues finalmente vou conseguir participar de novo!
Roseli Serra Pri Priscila Mateini bjo pra vc, flor
Shirley Rodrigues Hey everybody!
Adir Ferreira Hey!!!
Priscila Mateini: Beijoca Roseli Serra!!! Oi Shirley!!!
Roseli Serra uhuuu Shirley Rodrigues!
Priscila Mateini: Adir!!
Cecilia Lemos Boa noite, pessoal!
Bruno Andrade Entao, pessoal! Qual a experiência de vocês com alunos especiais? a instituição onde trabalho eh super inclusiva. Temos alunos cadeirantes, nao-videntes, nao-ouvintes, etc… Como vcs lidam com isso?
Roseli Serra Adir Ferreira bom te ver por aqui
Valeria Benevolo França Boa noite
Adir Ferreira Tive uma aula não-ouvinte, há muitos anos. A direção recomendava que falássemos sempre olhando para frente, para que ela pudesser ler nossos lábios.
Teresa Gomes de Carvalho Boa noite!
Priscila Mateini:Bom vou dizer que comecei a trabalhar com uma turma de TDAH e crianças com autismo no ano Passado aqui em Niteroi
Giselle Santos Boa noite
Cecilia Lemos A minha escola também é super inclusiva… temos alunos cadeirantes, cegos, com dificuldade de audição…. além de vários com outros tipos de dificuldade
Cecilia Lemos Giselle sua linda!!! Que bom te ver aqui!
Roseli Serra A que trabalho tb aceita e é adptada pra cadeirantes, mas não temos recursos para deficientes visuais,
Teresa Gomes de Carvalho Pildamos com isso a cada aula, a cada dia, um dia é diferente do outro e um aluno não é igual ao outro, Bruno Andrade.
Teresa Gomes de Carvalho Lidamos
Priscila Mateini: Foi um experiencia muito importante para meu lado profissional, pois nunca tinha trabalhado com um colegio inclusivo
Cecilia Lemos A experiência mais marcante que tive foi uma aluno com várias coisas que o tornavam especial
Giselle Santos Thanks, Ceci…I am really happy to be here!
Shirley Rodrigues tb já tive… mas, olha, esse é um tema que me traz umas lembranças terríveis: fiz formaçãod e professores no E.Medio e, com 17 aninhos, fui estagiar em uma sala onde havia uma não-ouvinte, um TDAH (só hoje sei que ele era) e tb um AUTISTA!! (na E.E Monsenhor João Musch)
Cecilia Lemos Shirley, como o professor lidava com isso?
Cecilia Lemos E os outros alunos?
Priscila Mateini: trabalho com material adaptado que é o TEACCH e ABA
Roseli Serra Que coisa, Shirley Rodrigues!
Bruno Andrade Uhm Priscila Mateini, no meu ver alunos com distúrbios psico-motores são mais desafiadores do que os com dificuldades físicas. As dificuldades físicas podem ser contornadas em formas adaptáveis. Os psico nao tenho muita experiência. Como eh Pra vc como professora?
Adir Ferreira Acredito que o importante é não deixar tal aluno se vitimizar nem que o professor/escola o vitimize ou o trate com pena. As adaptações são uma luta diária – falo porque também fui um aluno com limitação motora.
Shirley Rodrigues A professora da turma simplesmente não lidava,Cecilia! As criança ficavam lá como objeto decorativo! E eu super frustarada sem ter o q fazer…
Cecilia Lemos Quando tenho um aluno especial, sempre involvo os outros alunos e os torno responsáveis também… temos que ensinar inclusão e compreensão a outras realidades também, não é?
Bruno Andrade Ponto excelente, Adir Ferreira!
Cecilia Lemos Que pesadelo, Shirley!
Giselle Santos Acho que o meu maior desafio for dar aula para uma pessoa que sofre de narcolepsia crônica. Mesmo tendo passado por um momento de orientação, talvez por pouca experiência, senti muita dificuldade para lidar com a situação.
Adir Ferreira Exatamente, Cecilia. A responsabilidade tem de ser dividida.
Valeria Benevolo França Poís é, se a questão da escola inclusiva é permitir a socialização e integração da criança dentro do que ela/ele é capaz e permitir que esta integração se reflita de forma completa dentro do ambiente escolar….como é que possamos garantir isso uma vez que nós mesmos temos tão pouca orientação sobre isso? Como professores, é claro.
Adir Ferreira Em Bebedouro, até os anos 80 tinha a tal da “classe especial”, coisa deprimente. Nos EUA ainda tem.
Roseli Serra É verdade Valeria Benevolo França …
Bruno Andrade Pois eh. Podemos achar que ha muito preconceito ainda, mas quando os outros alunos recebem um aluno especial, ele se torna parte do grupo de uma forma especial tambem. Tive uma aluna cadeirante que era o xodó da turma. Todos os outros adolescentes a ajudavam e davam forca! Bonito de ver o involvimento deles
Priscila Mateini:Nossa abordagem é completamente diferente para um aluno com autismo ou sindromes já que precisamos buscar o interesse na aula mas ele precisa estar ao mesmo tempo com os alunos ditos normais.
Shirley Rodrigues mas, vcs se sentem preparados? Quero dizer, a inclusão é somente algo intuitivo e que todos devem fazer pra ser legal? Matérias que ensinem osfutros professores em relação a isso não deveriam ser obrigatórias em nossas univesidades?
Roseli Serra Nossa! Vi muito isso na minah vida Adir Ferreira! Super deprimente !
Cecilia Lemos Acho que além da responsabilidade dividida, existe a questão de se vivenciar o respeito as diferenças também, Adir… E ensinar os alunos a ver as “especialidades”, o que os especiais tem a agregar e acrescentar ao grupo
Shirley Rodrigues E treinamento? q tipo de treinamento vcs já tiveram?
Shirley Rodrigues (viram q voltei cheia de peguntas)
Priscila Mateini: Concordo com Cecilia Lemos, todos precisam estar junto para que haja a inclusao e como se dá
Adir Ferreira Tive um “mini” treinamento uma vez que recebemos um aluno com dislexia. Mini mesmo.
Priscila Mateini: precisamos do apoio escolaxpaisxterapeutas nosso trabalho está atrelado ao conjunto
Giselle Santos no meu caso, a própria aluna trouxe um material para nos informar sobre Narcolepsia.
Cecilia Lemos Shirley, acho que você tocou num ponto essencial… Não, não me acho preparada. A escola proporciona alguns treinamentos principalmente em relação as dificuldades mais comuns… Mas muito do que sei vem de leituras e estudos que faço no meu próprio tempo
Roseli Serra Concordo Cecilia Lemos ! O legal é que tenho visto que os alunos já me parecem mais preparados pra ver as ‘ especialidades” do especial. Algumas vezes sinto que os pais dos alunos “normais” acham que isso vai ser problema pra seus filhos. o fato de ter um “especial” na sala
Teresa Gomes de Carvalho Como professores muitas vezes usamos a intuição na falta de maior conhecimento, mas temos um tempo restrito com o aluno enquanto na escola há outros professores envolvidos e um tempo maior de convívio e acaba tendo que ser trabalhado de forma mais completa. É um desafio diário, mas que pode ser vencido e o aluno pode aprender.
Bruno Andrade Ha de haver treinamento sim, Shirley Rodrigues. Principalmente Pra que se conheçam como cada aluno especial responde ao aprendizado. O que eh tambem importante eh q professores nao se tornem médicos e saim diagnosticando os alunos por ai. Isso eh coisa seria e deve ser feita por especialistas
Roseli Serra Bem , Shirley Rodrigues o meu treinamento foi o fato de eu ter sido psicóloga clinica por um bom tempo e lidado com crianças com necessidades especiais … no mias, nenhum treinamento
Roseli Serra no mias* =no mais
Priscila Mateini: mas existe treinamentos específicos
Cecilia Lemos Concordo que melhorou, Roseli… mas muito pelo esforço dos pais desses alunos…
Cecilia Lemos Acho que o treinamento ainda é muito pouco e superficial
Giselle Santos Bruno Andrade, concordo com você. Achismo é sempre o pior diagnóstico.
Valeria Benevolo França Na verdade, o que eu acho que acontece com alunos especiais é que, aqueles que estão dentro de um quadro que tem um diagnóstico ou cujos pais já falam sobre as dificuldades enfrentada pela criança, procuramos lidar com eles de acordo com o que é nos dito. Porém, cada criança “especial” vai apresentar reações e comportamentos muito variados e eu acho que é isso que pode tornar a questão complexa.
Shirley Rodrigues vem pro chat Mila Navarro
Cecilia Lemos Além disso, tenho visto cada vez mais pais de alunos especiais que ou se recusam a ver que o filho/a é especial ou força que ele seja tratado como qualquer aluno – o que é um grande erro
Priscila Mateini: existe um grupo na UFRJ que faz trabalhos em grupos com professores
Teresa Gomes de Carvalho como lidar com um aluno com TDAH e comodidade de TOD ( transtorno desafiador opositor) ? assisti recentemente uma aula com este aluno. O caminho é conquistá-lo porque claramente ele não conseguia se conter durante a aula, fala o que quer e quando quer. Tira o sapato, não consegue aceitar autoridade. O jeo
Adir Ferreira Trabalhei com um prof. estagiário numa escola municipal aqui em Bebdouro que fazia um trabalho de ensinar matemática para os não-videntes. Era impressionante e louvável.
Roseli Serra Pois é Cecilia Lemos! ISso é complicado.. Quando os pais dos alunos com necessidades especiais não colaboram, como faremos pra conseguir a inclusão por parte dos outros?
Bruno Andrade Verdade Valeria Benevolo França, como disse, mesmo com dificuldades semelhantes, cada aluno vai responder de forma diferente. Por isso, acho que o contato constante com os pais eh fundamental Pra entender melhor como cada aluno funciona e onde podemos ajudar em cada caso…
Valeria Benevolo França Um aluno diagnosticado com dislexia pode ter comportamentos, dificuldades e reações bem diferente de outro. E isso vai criar o desafio para o professor que talvez achasse que já havia descoberto como lidar com um aluno com dislexia. Sim, algumas técnicas vamos poder repetir, exemplo, isolando o texto em livros dentro de um “frame” para que eles não percam o foco na leitura, quebarndo as tarefas em mini-pedaços, mas quando entra na parte da escrita…bem, aí vai ser muito variado.
Priscila Mateini: A inclusao hj é uma realidade, não tem mais como fechamos os nossos olhos e as instituições precisam adaptarem e infelizemente nós professores que estamos na linha de frente para mediar a situação entre escola e aluno
Roseli Serra Tê Teresa Gomes de Carvalho , será que isso tb não passa um pocuo pela falta de educação mesmo ou de acúmulo de ausência parental?
Roseli Serra Bingo, Bruno Andrade e Priscila Mateini!
Adir Ferreira Meu aluno com dislexia se dava muito bem com as explicações orais – se eu perguntasse algo do que tinha explicado ele sabia tudo. Agora, na parte da escrita e leitura não tinha muito sucesso.
Shirley Rodrigues sim, trabalho em uma instituição publica e outra privada e cada um a delas me dá um suporte diferente: na Cultura já tive um TDAH severo (se é que tal termo existe) e tive auxilio da instituição na visita de psicopedagoga para conversas com os pais , junto comigo. J´na escola publica, depois do estagio ainda no E.Medio, ainda não tive nenhum caso para o qual necessitasse de ajuda profissional.
Cecilia Lemos Tive um aluno certa vez, que a mãe me dise que tinha sido diagnosticado com aluno de Alta Habilidade, que na verdade acredito que tinha lagum grau de autismo… Ignorei o que a mãe tinha me dito, pesquisei, estudei e usei meu instinto… Depois a mãe apareceu com outro diagnóstico (bem diferente) e até hoje ela é impressionada porque sou uma das poucas pessoas que ele abraça… mesmo 3 anos depois.
Teresa Gomes de Carvalho Concordo, Cecilia Lemos. é importante confiar no trabalho da instituição e dar condições especiais para aquele aluno não é a mesma coisa que discriminá-lo. pelo contrário, é reconhecer que as pessoas têm necessidades únicas e diferentes umas das outras.
Priscila Mateini Os pais são a chave primordial para o desenvolvimento do aluno na escola, hj muitas crianças sao diagnosticadas bem cedo como autistas, asperger e outras sindromes e transtornos, mas nós na nossa formação nao tivemos nenhuma experiencia ou contato com esse tipo de aluno,
Valeria Benevolo França Isso Adir Ferreira, é uma questão de descobrir os outros talentos que o aluno vai de fato desenvolver para compensar suas dificuldades. Mas isso para aaum aluno só fica mais claro quando o mesmo vai ficando mais velho. As estratégias são ensináveis.
Adir Ferreira Eu não tive nenhum “treinamento” sobre isso na faculdade. Como a Cecilia, corri atrás e fui ler a respeito.
Roseli Serra Mas o problema da dislexia é muito complexo mesmo,Adir Ferreira! Passa por questões neurológicas e até mesmo visuais. Alguns disléxicos têm de usar óculos com lentes epesciais, tipo lentes de prisma, que, seugundo meu oftalmohusband são extremamente desconfortáveis
Cecilia Lemos Exatamente, Valeria! Temos que ensinar (e aprender!) as estratégias…
Bruno Andrade Pois eh, Adir Ferreira mas como essas podem ser questões as vezes muito abstratas, ler somente nao adianta. E ca entre nos, muita coisa nao se aprende na faculdade…
Priscila Mateini nós só vamos estar cara a cara com eles nas nossas salas de aula, mas isso é o que vivo, não adianta ter inclusão sem treinar, aperfeiçoar o professor hj
Valeria Benevolo França Hoje já tem alguns cursos de formação de professor de língua que tem matérias sobre educação especial…mas ainda são poucas.
Cecilia Lemos Vocês acham que a experiência traz mais tranquilildade quando lidando com alunos especiais? (um professor mais antigo tem mais facilidade?) Porque eu acho que é uma das poucas coisas que experiência não conta tanto…
Roseli Serra Acho que a questão do treinhamento pro educador de modo greal é muito muito pouquinho ainda
Raquel de Oliveira Lendo e aprendendo muito
Shirley Rodrigues Posso abrir meu coração? Acho muito mais difícil vc integrar alunos cuja deficiência causa algum tipo de “deformidade” (notem as aspas) física ou intelectual . Já tive cadeirantes e um menino com deficiencia auditiva q tinah interprete. A interprete dele entrou de licença medica e demoraram a mandar outra. Quando veio outro interprete, nem ele nem a turma queriam mais – um odigo de comunicação já havia sido etablecido.
Adir Ferreira Acho que são situações distintas. Igual dizer que ensinar crianças é mais fácil que adolescente ou adulto, há mutias variantes.
Bruno Andrade Isso eh muito encouraging, Shirley Rodrigues
Roseli Serra Humm Cecilia Lemos.. sei não.. Acho que professores mais habilidosos e mais conhecedores do assunto sim . Não necessariamente os mais experientes. Alguns se desesperam , eu ja vi
Shirley Rodrigues Por outro lado, tive uma turma onde a menina tinha alopecia. http://www.saudeesportiva.com.br/alopecia-areata.php Essa foi dificil pq as crianças expressavam repudia pela menina careca e sem qualquer pelo no corpo…
Alopecia Areata – O que é, causa da perda de cabelos: http://www.saudeesportiva.com.br
Valeria Benevolo França Na verdade não acho que tem haver com idade, acho que saber lidar com um aluno especial exige de cada professor um confronto interno e psicológico de como você exerga suas próprias habilidades ou diificuldades…acho que mexe muito com questões de afeto e seu próprio estado psicológico…e por isso acho que é mais fácil ou difícil para cada um de nós. Isso é meu ponto de vista, gente, voces podem descordar.
Cecilia Lemos Learner training ajuda nesses casos? Acho que sim
Priscila Mateini concordo com Adir, existem situações distintas. Um cadeirante ele pode participar por completo na sala de aula, mas um autista não ele precisa de mediador e nós professores temos que ser facilitador
Roseli Serra ISso mesmo Valeria Benevolo França! Nem todo mundo se sente confortável.
Bruno Andrade Super ajuda, Cecilia Lemos! Ajuda tambem aos alunos que nao são especiais a buscar estratégias para ajudar os colegas especiais.
Priscila Mateini entandam aqui que facilitador na forma de trazer o conhecimento para o aluno e não deixando de lado.
Teresa Gomes de Carvalho Pois é, Roseli Serra, há outros componentes mas a pior coisa é que os pais não dividem tudo com a gente. claramente no caso deste aluno com TOD percebemos que ele respeita mais o pai que a mãe, mas temos que trabalhar em cima do que temos. a professora não dá colher de chá para ele, afinal há os outros alunos que precisam também da atenção dela. Foi a primeira coisa que eu disse para ela quando ela pegou esta turma. A grande armadilha é o professor ‘esquecer’ os demais alunos, que também têm, cada qual, as suas necessidades únicas.
Adir Ferreira Até mesmo o aluno com dificuldade cognitiva “leve” desestrutura a alguns.
Roseli Serra Digo confortável, com condições emocionais e psicológicas pra lidar com alunos com necessidades especiais
Roseli Serra Com certeza Adir Ferreira
Cecilia Lemos Concordo DEMAIS, Valeria… Se o próprio professor no fundo sente que o aluno é deficiente, assim os outros alunos perceberão… Se você vê como o aluno especial é realmente especial, é mais fácil engajar os outros alunos.
Roseli Serra IMpressionante né Teresa Gomes de Carvalho? Absurdo até!
Giselle Santos Acho que saber quando e como intervir depende sim (de alguma forma) de experiência e sobretudo do professor conhecer suas próprias limitações.
Bruno Andrade A deficiência muitas vezes esta na cabeça de quem ve a deficiência como obstáculo!
Priscila Mateini Se já entramos na sala de aula com um pre conceito sobre nossos alunos, não seremos capazes de ajudá-los
Roseli Serra Ainda temos o lado reverso: Alunos sem necessidades especiais e com puro mal comportamento mas os próprios pais diagnosticando TDAH, dislexia . etc
Teresa Gomes de Carvalho Eu mesma tenho um grande desafio em sala de aula: um aluno com TDAH e com muitas dificuldades de interação com os demais. não tem fórmula, não tem receita de bolo, pois ele é diferente de todo e qualquer aluno com ou sem TDAH que eu já tenha tido.
Raquel de Oliveira Como é o canal de comunicação entre Prof-alunos-família? Acho que deve ser crucial… Teresa Gomes de Carvalho Priscila Mateini Roseli Serra Valeria Benevolo França Cecilia Lemos Bruno Andrade
Valeria Benevolo França Isso Priscila Mateini, e isso é verdade para qualquer aluno.
Roseli Serra Sempre que pego um pai assim eu pergunto: Vc tem o diagnostico do neuro, do psicopedagogo? etc?
Cecilia Lemos Outro ponto importante, Roseli! Já tive um aluno absolutamente normal que os pais davam ritalina porque achavam ele hiperativo…
Roseli Serra Menina! Ritalina virou tão moda quanto rivotril
Roseli Serra Ceci, eu tive um aluno que tomava medicação controlada desde 6 anos. Um horror1 INdo a um psiquiatra organicista ppuro, tomando dozes altas de remédios pra dormir
Cecilia Lemos Ele ficava apático a aula inteira… conversei com os pais, que ignoraram o qe falei…
Adir Ferreira “Achavam”? Na boa, hoje em dia muitos pais querem amenizar as coisas com remédio. Muitos não querem “viver” = dias bons, dias ruins, frustrações etc.
Valeria Benevolo França E Teresa lidar com estas crianças as vezes torna-se difícil dependendo no tipo de dia que a criança teve. Se houve algum tipo de desiquilíbrio na rotina deles ou no emocional deles, até rotinas e comportamentos já estabelecidos não vão funcionar ou aparecer.
Roseli Serra Sugeri que procrasse uma psicanalista infantil pq saquei que era problema puramente de afetividade , fata de
Priscila Mateini Existem pais que fazem seus filhos ficarem doentes e jogam na escola para não terem o trabalho de educar
Roseli Serra Não deu outra! Tadinho! Os pais precisavem de ritalina sim sr. Aff
Shirley Rodrigues Acho q a deficiencia intelectual é a mais dificil gente… Integrar um aluno cadeirante, ou “surdo”, ou “mudo” (notem as aspa) não é um trablho de Hércules. Se vc constrói uma relação baseada em respeito pelo ser humano com seu grupo, a coisa flui.
Cecilia Lemos Gente, não é self-promotion… mas o caso mais challenging que já tive… escrevi sobre ele. Quem tiver interesse…http://www.teachingvillage.org/2011/03/07/about-mountains-challenges-and-teaching-by-cecilia-lemos/
Roseli Serra Com certeza Shirley Rodrigues!
Cecilia Lemos Concordo demais, Shirley!
Roseli Serra THanks for sharing Cecilia Lemos!
Valeria Benevolo França Isso é um dos maiores problemas da atualidade Cecilia, crianças dopadas por ingestão de Ritalina…é muito melhor as vezes ter um criança com um diagnóstico e tomando remédio do que aceitar que existe algo no esféra familiar que deve ser trabalhada…isso tem sido tema de muitos congressos de psicologia e psicanálise…o excesso de crianças tomando Ritalina sem precisar.
Adir Ferreira De modo paralelo, uma vez sugeri a uma mãe que levasse o menino no oftalmo pq percebi que ele apertava muito os olhos durante a aula. A mãe acabou comigo com a frase, “do meu filho cuido eu”. Um mês depois o menino apareceu com os óculos. Vcs ja passaram por isso?
Roseli Serra POis é Valeria Benevolo França.. muito triste
Cecilia Lemos Ai, Valeria, as vezes dá vontade de sacudir alguns pais e mandar eles acordarem pra Jesus!
Roseli Serra FAço parte de um grupo de estudos psicanalíticos e vira e mexe esse assunto vem à tona
Priscila Mateini Ritalina, Rivotril e outras tarjas pretas já fazem parte de 30% dos alunos da minha escola
Cecilia Lemos Qualquer menino com um pouco mais de energia vira TDAH… Ai que dor no coração!
Roseli Serra LOL issaê Cecilia Lemos! Eu Costumo brincar dizendo que são pais de liquidificador = a gnet devia moer no liquidificador.. sorry pela piada.
Priscila Mateini infelizmente tende a crescer e é poir isso que temos que estar preparados, daqui pra frente vejo que seremos Psico-professores
Cecilia Lemos Pelo jeito teremos que ser, né Priscila?
Teresa Gomes de Carvalho na maioria dos casos, Raquel de Oliveira, os pais são parceiros, mas muitas vezes também procuram soluções porque também sentem dificuldades, mas realmente TDAH e TDAH não tem nada a ver com falta de educação. os alunos com TDAH (pelo menos os que tive até agora — e foram muitos, eram todos educados e cooperativos na medida do possível mas eram ‘helpless’pois não conseguiam se controlar ou prestar atenção.
Cecilia Lemos Até a minha cunhada, educada, estudada, veio conversar comigo que achava que meu sobrinho (de 1 ano) era hiperativo)…. Senhor, dai-me forças!
Cecilia Lemos Aliás, dai-me apciência, porque se me der força eu bato até matar! Kkkk
Roseli Serra Com ceteza. Acho que a idéia é a de Cecilia Lemosmesmo: quem não é profisional de psicologia e medicina ou psicopedagogia, ou whatever, ou mesmo sendo, tem de ir atrás de ler , ler e ler , buscar self training upon the theme
Adir Ferreira Tá fácil diagnosticar agora né?
Cecilia Lemos paciência!
Priscila Mateini Pessoal vou contar a minha história
Priscila Mateini Comecei a da aula 5 anos atrás e há 2 anos descobrimos que meu filho menor é autista
Shirley Rodrigues (pegando a pipoca prá ouvir a Priscila Mateini)
Priscila Mateini como, aonde e o que fazer? Essa é a minha vida, participo de váras palestras, congressos e seminarios sobre o tema
Cecilia Lemos Ou assim eles acham, né Adir???
Roseli Serra ( Cecilia Lemos não te imagino matando nem formiguinha, quanto mais batendo em alguém)
Giselle Santos Muito interessante a pausa que se fez, o virtual replicando o real enquanto esperávamos pelo depoimento de Priscila Mateini.
Roseli Serra Impresionante né Giselle Santos:?
Cecilia Lemos Hahaha… tento frear a vontade, Roseli! Acredito que o mundo manda de volta o que a gente joga para ele… então procuro ser o mais positiva possível… e tem funcionado bem, viu?
Priscila Mateini pq sei que quando meu filho estiver na idade de 6 anos que sera sua alfabetização terá que ter uma mediadora e a escola onde estuda precisou utilizar material adaptado
Cecilia Lemos Quantos anos ele tem hoje, Priscila?
Roseli Serra Claro, Cecilia Lemos!
Priscila Mateini foi ai que descobri que o que posso ajudar meu filho e tb como professora vou ajudar outros alunos
Cecilia Lemos E qual o grau de autismo dele?
Priscila Mateini hj ele tem 5 anos
Priscila Mateini autismo clássico
Cecilia Lemos Ok…. Com o que (ou quem) ele se solta mais?
Priscila Mateini ele não fala até hj e faz tratamento com fono, psicologo e terapeuta 3x na semana
Roseli Serra Pri, Priscila Mateini eu tenho um primo de 20 anos que é autista e é um doce, genial , tem toda a asistência do mundo e creia-me , termonou o ensino médio em Slavador
Cecilia Lemos Ok… quando ele parece mais feliz e a vontade?
Bruno Andrade Caramba, Priscila Mateini! E vc ve isso de uma maneira diferente das outras mães por ser professora? Ou melhor, vc ve os outros alunos de forma diferente por ser mae de uma criancd especial?
Roseli Serra Entendo Priscila Mateini … o meu priminho era assim tb e desabrochou
Priscila Mateini por incrivel que pareça, ele interage com a gente pelo IPAD
Valeria Benevolo França Fala-se de um “spectrum” de autismo… porque várias características compõe o quadro de uma criança…
Priscila Mateini temos vários app que o ajuda
Roseli Serra Ta vendo Pri? O meu primo aprendeu falr inglês pelo computador .
Priscila Mateini e ele está comecando a soltar uma palavrinhas…
Priscila Mateini ai que foi incrivel, eu tendo um filho autista não identifiquei
Shirley Rodrigues autismo classico? isso q me deixa muito ansiosa gente… Não sei os termos… Tenho conhecimento de leituras, feitas por curiosidade ou inteuição. Tenho alguma ajuda de orientadores, mas, não sei explicar ou reconehcer autismo classico, ou se há outros tipos , entendeu? aí é que bate aquela tensão de estar fazendo o correto para que crianças como o seu pimpolho Priscila, possam se desenvolver. e se eu, em minha boa vontade e inocência/ignorância no assunto estiver fazendo algo que freie ao invés de promover o desenvolvimento da criança?
Shirley Rodrigues como mensurar isso?
Valeria Benevolo França Isso tem sido fato constato por vários pais de filhos dentro do spectrum autista….o meu Gbariel mesmo começa a aprender a swipe no iPad…e consegue foco, que ele não consegue com o papel já que existe um desejo fenomenal de “comer” o papel…
Roseli Serra Isso , Priscila Mateini! Internet e tecnologia em si têm sido uma bênção para pessoas autistas por conta dos seus apps fantásticos
Priscila Mateini não achava e eu tendo contato como outros
Valeria Benevolo França Shirley Rodrigues depois olha este site, é maravilhoso: http://www.tes.co.uk/autism-spectrum-disorders-and-asperger-syndrome-sen-teaching-resources/
Adir Ferreira Vou dar o meu exemplo: tive polio com 9 meses de idade (vacina estragada) e ando com muletas e aparelhos ortopédicos nas pernas. Acho que hoje levo uma vida normal porque meus pais, sem muita instrução, seguiram o instinto e nunca me trataram com diferença. Todos os 4 irmãos tínhhamos chores em casa e eu sempre soube que nada cairia do céu, então fui “correr” atrás. (pun intended!).
Priscila Mateini Isso aí Adir não temos que tratar com diferença, temos que incluir
Giselle Santos http://www.youtube.com/watch?v=G43qNZjmfz0Recomendo esse filme, ele me ajudou a entender muitas coisas …tanto pelo lado dos pais quanto dos educadores e das crianças.
Bruno Andrade Adir Ferreira, que história!!!
Shirley Rodrigues a histopria desta menina aki é fantastica! Outro dia passou em algum programa d Tv , mas, por conta de , como disse antes, curiosidade e pesquisa por conta propria, ela já está em mnha friends list no FB faz tempo: https://www.facebook.com/carlysvoice?fref=ts
Cecilia Lemos Que maravilha que ele usa o iPad para se comunicar,Priscila! É um meio!
Priscila Mateini não sou muito fa da palavra especial, pq todos nós somos especial, temos habilidades diferentes, vejo que são crianças com potenciais
Roseli Serra Valeria Benevolo França eu tive um aluno como o Gabriel. Ele já está no ensino médio 1o ano. Interage bem e mãe não pega leve não pq ele tem consciência que é espcial. sabe? E se deixar, ele se aproveita. Danadinho em tecnologia e tudo!
Cecilia Lemos Não se culpe por não ter visto.. casa de ferreiro…
Priscila Mateini Vc conhecem Temple Grandin? Já fui nas palestras dela e aprendo com ela e vejo que o Lucas consiguira pq tudo é o apoio de pais x escola x tratamento
Priscila Mateini http://www.templegrandin.com/
Cecilia Lemos Adir, só me lembro de seu problema quando você está entrando ou saindo de um lugar mais difícil… o resto do tempo, nem lembro
Adir Ferreira Eu vi o filme da Temple Grandin.
Cecilia Lemos Obrigada pelo link, Priscila!
Roseli Serra POis é Cecilia Lemos.. Meu pai e marido são médicos e meu filho tem uma doença no esofago, congenita que só descobrimos acidentalmente aos 21 anos quando ele foi fazer uma tomografia de pulmão por conta de uma pneumonia . Doença rara, um caso em cada 100mil e nunca os sintomas chamaram a atenção de nenhum médico a família
Adir Ferreira Você e todo mundo, Cecilia! Não sou de reclamar pq tb nao adianta muito, less whining and more action!
Cecilia Lemos Adirrrrr, tenho uma prima que não escuta desde que nasceu que minha tia foi commo seus pais… ela estudou nas mesmas escolas que a gente, e nunca aprendeu Libras… fez faculdade como todo mundo, e hoje é ceramista…
Priscila Mateini Adir!!! Vc é um exemplo pra mim!!!
Roseli Serra Adir Ferreira, que testemunho!
Priscila Mateini No caso do Autistas e Sindromes esse site me ajuda muito com material adaptado que É TEACCH e ABA todos como estimulação, repetição e
Priscila Mateinihttp://www.universoautista.com.br/autismo/modules/works/index.php?cid=2
Valeria Benevolo França Segue um link de um material fabuloso de alfabetização multisensorial…a escola do Gabriel está se baseando nisso para trabalharmos as letras com ele…http://httpcreceeducacaooespecialblogspo.blogspot.com.br/2012/11/facilitando-alfabetizacao-facilitando.html
Adir Ferreira Mas esse trabalho de conscientização dos limites – físicos ou psiquicos – não é de uma hora pra outra e requer apoio de muita gente, familia, amigos, escola. E ter sempre em mente que sempre há alternativas. Viajo muitas vezes sozinho, no Brasil e pra fora e uma amiga sempre diz, “Eu nunca conseguiria viajar sozinha”. Daí olha a limitação dela, tida como “perfeita”.
Valeria Benevolo França Desculpe, segue o link do post que fala deste material:http://www.cemespi.blogspot.com.br/2012/11/facilitando-alfabetizacao.html
Roseli Serra Ta vendo só Adir Ferreira!
Roseli Serra Super obrigada pelos links Valeria Benevolo França! Serão de grande ajuda, certamente
Mila Navarro olá, perdi muito desta conversa… já assistiram a temple Grandin no TED?:http://www.ted.com/talks/temple_grandin_the_world_needs_all_kinds_of_minds.html
Priscila Mateini E tb recomendo para meu amigos um livro muito bom – do Eugenio Cunha Doutorando http://www.eugeniocunha.com/
Adir Ferreira Great links, Valeria!
Valeria Benevolo França Segue mais um link bom que facilita um pouco o nosso pensar de como podemos abordar certas questões de dislexia na sala de aula:http://specialed.about.com/od/managementstrategies/a/dyslexic-friendly-classroom.htm
Shirley Rodrigues Priscila, tb não gosto do termo “especial”. Adir, sua familia fez um otimo trabalho, podicrê, babe! Mas, se esconder atrás de uma “deficiência” é muito comum em casos onde as pessoas começam a proteger demais.
Adir Ferreira Shirley, é o que eu falei da vitimização, bem fácil a criança se achar coitadinha ou os outros a tratarem como coitadinha e spoonfed them emotionally.
Priscila Mateini Estamos andando como formigas, lutando para uma escola mais inclusiva, porem vai também do nosso esforço. Precisamos ajudar essas crianças, alertando os pais como eu fui alertada, conversando com a criança, trazer ela para o convivio das outras e não abandona-las
Bruno Andrade Pessoal, vou ter q deixa-los! Um grande beijo no coração de cada um! Obrigado Cecilia Lemos e Valeria Benevolo França pela moderação! Raquel de Oliveira e eu aprendemos bastante ne?
Valeria Benevolo França Mas gente, a nossa cultura Brasileira é um de super proteção de qualquer maneira, nós vamos sempre ter um “cuidado” maior com nossos filhos…faz parte de nossa cultura….acho que devemos realmente não aceitar é uma atitude de “pena”. Isso é um desastre.
Priscila Mateini Concordo com vc Valeria Benevolo França!
Roseli Serra Priscila Mateini Shirley Rodriguese Adir Ferreira, tudo oqu se fala soa preconceituoso né? Epecial, necessidades espciais… è que nem boa idade, melhor idade.. que complicado!
Shirley Rodrigues lembro de uma menina que NÃO era deficiente – era epilética! Essa estudou comigo e não tomava o remedio de propóstio só para chamar a atençõ , principalmente da familia que usava o discurso do “deixa ela que ela é epilética”.
Mila Navarro Shirley, acredito que todos somos especias . Mas o que realmente vale a pena é estudar o assunto e, principalmente, perder o medo de tudo que é diferente
Priscila Mateini Pessoal no dia 02 de abril é o dia da Consciencia do Autismo no mundo inteiro, nesse dia teremos várias oficinas e vou postando aqui para quem quiser participar, okay!
Adir Ferreira Roseli, aprendi muito cedo que eu era diferente no sentido de que a única coisa que eu não poderia fazer seria correr. O resto seria possível e como é!
Giselle Santos vai ter uma caminhada em Copa!
Roseli Serra Isso Valeria Benevolo França! Essa é a atitude dos pais do meu aluno com síndorme de Down. Eles fazem de tudo mas não pegam leve nele não. Fazem como os pais de Adir Ferreira : Lutam por ele sem sentir pena dele.
Valeria Benevolo França Bom, falar de exemplos “close to home” sempre é bom já que ajuda a contextualizar a questão. Mas acho que o nosso diálogo mostra que a diversidade neste questão e a amplitude e complexidade é tanta que mesmo tendo algum tipo de treinamento básico a questão da inclusão é bastante desafiadora. Cada caso é um caso…é muito difícil generalisar.
Priscila Mateini Sim terá!! E estaremos tb no Cristo!
Adir Ferreira Num outro âmbito, vejo muita gente “deficiente” emocionalmente, como meu irmão André cuja vida não sai do lugar. Struggle after struggle, e perfeito fisicamente. A questão é olhar de frente para a limitação, seja ela física ou qualquer outra, e trabalhar junto com familia, amigos e escola.
Roseli Serra Adir Ferreira , todo mundo tem alguma limitação. Eu tenho um desvio raro de visão que limita meu campo visual, por exemplo, ISso me impedde de fazer certos exercicios e dirigir alguns carros que eu gostaria, por ex.
Valeria Benevolo França E no dia 24 tem a caminhada no Arpoador para o movimento RJDown onde vamos caminhar com nossos filhos e levantar a questão da SD e necessidade de inclusão.http://www.facebook.com/pages/RJ-Down/254999901188781
Adir Ferreira Exatamente e acho que, quando possível, mostrar isso para a criança.
Priscila Mateini Nesse dia usamos a cor azul para mostrar que existem 6 milhoes de crianças com autismo no Brasil
Valeria Benevolo França Vou postar mais um link bem interessante aqui para lermos sobre inclusão escolar:http://www.pedagogiaaopedaletra.com.br/posts/manual-para-pais-sobre-educacao-especial-inclusao/
Teresa Gomes de Carvalho não há como julgar, Shirley Rodrigues. cada um lida do jeito como pode. Nem todas as pessoas conseguem lidar com isso da mesma forma. Por isso, que é tão subjetivo apesar de haver diagnóstico, laudo, exame. Eu mesma tinha uma dificuldade absurda com a matemática, quase uma discalculia, e me ressentia muito da minha escola me enquadrar num modelo igual aos demais. A questão é que eu precisava do concreto, eu precisava visualizar para entender os números. Já na escola primária, a professora ficava comigo depois da aula porque eu tive dificuldades na alfabetização. Ela percebeu que eu precisava de ajuda. sonho com uma educação que perceba as diferenças e diferentes necessidades de cada um e que não massifique.
Roseli Serra BINGO, Adir Ferreira!
Valeria Benevolo França Minha gente, falt 1 minuto para o fim de nosso chat.
Giselle Santos Recentemente, um caso me chamou a atenção. Não sei se viram a campanha ‘Vem, Sean Penn’. Os comentários e motivos que levaram muitas pessoas a se engajarem me fascinaram.http://www.youtube.com/watch?v=bHNTPdy0CIM
Roseli Serra Que pena… a festa sempre acaba no melhor momento
Adir Ferreira Bom, eu adorei o chat. Nunca tinha participado, só tinha lido. Vou me esforçar para participar mais.
Priscila Mateini Pessoal adorei estar com vcs, mas estou ainda de repouso da minha cirurgia que vai me impossibilitar de participar esse ano IATEFL um grande abraço e vamos tentar incluir mais crianças nas nossas salas de aula. Bjos
Valeria Benevolo França Logo após o chat eu subo este “thread” para o nosso blog: http://breltchat.wordpress.com/
Valeria Benevolo França Mas alguem gostaria de fazer uma resenha do chat? Na resenah temos uma chance de falar de um ponto que talvez tenha nos chamado mais a atenção.
Shirley Rodrigues amei, tava com saudade disso aki gente!
Roseli Serra Muito legal essa campanha Giselle Santos!
Valeria Benevolo França Agradeço a presença de todos vocês e dos moderadores Bruno Andrade, Cecilia Lemos e Raquel de Oliveira. É bom termos a chance de trocar idéias, de refletir…mesmop que não temhamos respostas…mas é da reflexão que criamos novas possibilidades.
Shirley Rodrigues Posso fazer o resumo? Já q tô há muito sem vir aki, quero “the full monty” riririri
Roseli Serra Sempre muito proveitosa acompanhia de vocês. Adir Ferreira, volte sempre , please!
Adir Ferreira Voltaray!
Roseli Serra Manda ver Shirley Rodrigues!
Giselle Santos Muitas leituras e links para explorar. Boa noite e muito obrigada, pessoal.
Roseli Serra Bjão Giselle Santos! Boa noite a todos!
Shirley Rodrigues Resumo, memsmo esquema de sempre Valeria?
Valeria Benevolo França Oba Shirley Rodrigues super obrigada. Logo mais subo a thread no blog e posto na nossa página. Valeu.
Adir Ferreira Nighty night!
Valeria Benevolo França Boa noite a todos. Um grande abraço.
Roseli Serra Nighty night, you all!
Shirley Rodrigues bjks gente! Até o próximo!
Mila Navarro sweet dreams
Cecilia Lemos Gente, minha innternet morreu… só voltei agora….. Vou ler o que foi dito. Obrigada a todos!!!! Adorei!

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