BrELT Webinar 09/07/15: Teaching English at Public Nocturnal Schools in Brazil — Andreia Fernandes

Teaching English at Public Nocturnal Schools in Brazil

Atendendo a pedidos, a BrELT traz para a comunidade uma palestra que aconteceu no IATEFL e que deixou muitos membros interessadíssimos. No nosso primeiro webinar de 2015, a professora Andreia Fernandes conta os desafios que encontrou para ensinar inglês para leitura numa escola pública noturna no Rio de Janeiro e explica as estratégias didáticas que utilizou nesse contexto.

Andreia Fernandes é professora de inglês há 24 anos e coordenadora de treinamento na Learning Factory. Nos últimos 16 anos, leciona em escolas públicas noturnas. Mestre em Educação, ela pesquisou justamente esse contexto.

O nosso encontro será no dia 9 de julho, quinta-feira, às 22:00. Stay tuned for more information.

BrELT Chat 25/06/15

Inovação no ensino de inglês

No dia 25/06/15, muitos participantes da BrELT se juntaram para tentar prever as tendências em ELT. Muito se falou em tecnologia e em como as novas tecnologias podem ser tanto progresso quanto retrocesso (perdeu? Veja aqui.). E o que mais virá por aí em termos de metodologia, abordagens, visões de língua e ensino, papéis de professor e aluno, políticas linguísticas, avaliação…? Deixe seus comentários e vamos levando a discussão adiante.

BrELT Chat 25/06/15: Inovação no ensino de inglês — o que vem por aí?

Inovação no ensino de inglês

Em breve, numa sala de aula perto de você: o futuro do ensino-aprendizagem de inglês. E o que será que vem por aí? Teremos salas físicas de aula ou serão ambientes virtuais? Haverá uma metodologia? Como serão os professores e alunos do futuro? E o material didático?

Venha contribuir com sua visão e aprender com as previsões dos colegas e, quem sabe, estar a um passo à frente quando esse futuro não tão distante chegar. Afinal, dizem, as oportunidades chegam para quem está preparado.

BrELT Chat 11/06/2015 Resumo em português

Nosso BrELT Chat de 11/06/2015 foi resumido pela Juliana Mota em inglês para o blog TEFLReflections de Marek Kiczkowiak e em português aqui para nosso espaço. Agradecemos à Juliana por seu excelente (e duplo!) trabalho e a todos que garantiram o sucesso desse debate tão interessante!
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BRELTCHAT 11 JULHO
De forma resumida, os pontos mais relevantes levantados pelos participantes durante a discussão foram:

  • Importância de se fazer um planejamento.
    A necessidade e importância de se fazer um planejamento que guie as práticas em sala de aula, mesmo que não seja um plano formal, foram ressaltadas de forma quase que unânime pelos participantes.
  • Importância de ter um objetivo em mente.
    A maioria dos participantes concordou que ter um objetivo que norteie as condutas em sala, seja estabelecendo um assunto a ser tratado no dia ou os tópicos a serem discutidos em sala de aula, é fundamental para se iniciar o planejamento.
  • Uso de ferramentas digitais para auxiliar o planejamento
    O uso de ferramentas como Power Point, Evernote e Lino, em substituição ao tradicional planejamento em papel, também foi sugerido.
  • O planejamento pode mudar de uma instituição para a outra (ex: escolas regulares x cursos de idiomas).
    Existem diferenças entre o planejamento de uma escola regular e cursos de idiomas, e essas diferenças devem ser levadas em consideração ao se planejar uma aula, pois o público alvo e a abordagem são diferentes.
  • Ter em mente a personalização do planejamento.
    Apesar de algumas escolas não permitirem alterações, sempre que possível, o professor deve “dar a sua cara” ao planejamento, ou seja, personalizá-lo de acordo com a turma e com suas necessidades, sendo possível assim, exercer a sua autonomia.
  • Não ter um planejamento linear e único do ínicio ao fim.
    Tendo em mente que uma aula não é única todos os dias e nem única no seu próprio acontecer, pensar que o planejamento não pode ser sempre igual para todas as turmas e todos os alunos e também não deve ser feito item a item, de forma mecânica, pois o que funciona para uma turma pode não funcionar na outra.
  • Estar a atento à identificação de problemas
    Ressalta-se aqui a necessidade de fazer um mapeamento do plano de aula e da aula em si e uma reflexão contínua do pré-aula e do pós-aula, para que arestas sejam aparadas e novas estratégias e soluções sejam alcançadas, não tornando assim a aula um acontecimento único e sem variações, mesmo na presença de erros ou possíveis mudanças a serem feitas..
  • Estar atento aos objetivos do aluno e/ou da turma para não haver um choque entre os planejamentos.
    Estar atento aos objetivos dos alunos facilita o sucesso da aula pois nem sempre o objetivo do professsor é o da turma e vice-versa, fazendo assim com que a motivação e o interesse estejam sempre que possível presentes em sala de aula. Ter sempre o aluno como foco assim como suas necessidades.
  • Apesar de importante no início da carreira, não se fixar no livro do Professor.
    Para os iniciantes, o livro do Professor é um norteador valioso, porém, após um tempo de experiência, segui-lo à risca pode ser um perigo, pois há grande chances de tornar a aula padronizada e sem engajamento por parte dos alunos, sem contar a falta de identidade do professor na mesma.
  • Ter, sempre que possível, um plano alternativo.
    Ter um plano alternativo facilita muito nos casos em que o nosso objetivo não bate inicialmente com os dos alunos e temos então que tomar uma iniciativa para que aquela aula não falhe.
  • Ubd
    Uma das participantes chamou atenção para o uso do Ubd (Understanding by Design) como uma forma de organização do plano de aula. Chamado de “Backward Design”, UdD foca nos resultados trabalhados de forma a guiar o plano de aula.

  • Inteligências múltiplas e estilos de aprendizagem
    Outro ponto mencionado foi a necessidade de se atender e estar atento as múltiplas inteligências e estilos de aprendizagem durante o planejamento de aula, porém o assunto foi bem controverso.

Links compartilhados:

http://en.linoit.com/
https://evernote.com/intl/pt-br/

https://breltchat.wordpress.com/2015/06/11/brelt-chat-110615-lesson-planning-interesting-reads/
http://malingual.blogspot.com.br/2012/10/learning-styles-facts-and-fictions.html
http://www.hltmag.co.uk/nov03/sart1.htm
http://pt.m.wikipedia.org/wiki/Taxonomia_dos_objetivos_educacionais
http://www.deltapublishing.co.uk/content/pdf/teaching-unplugged/TU_TEFL_review.pdf
http://www.teachingenglish.org.uk/article/teaching-unplugged
http://itdi.pro/itdihome/advanced_courses.php

http://www.sdkrashen.com/content/articles/nontargeted_input.pdf
http://www.richmondshare.com.br/learning-to-learn/

https://teflreflections.wordpress.com/2015/06/07/lesson-plans-a-waste-of-time/
http://www.ascd.org/research-a-topic/understanding-by-design-resources.aspx
http://www.ascd.org/ASCD/pdf/siteASCD/publications/UbD_WhitePaper0312.pdf
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HeadShotJuliana Alves Mota nasceu em São Paulo capital, mas se mudou para o interior em 2012. Antes fonoaudióloga, descobriu seu amor pelo ensino de inglês em 2010. Possui o certificado CAE e cursa Letras Português-Inglês na UNESP Araraquara. Dedicada ao desenvolvimento profissional contínuo, está sempre frequentando cursos on-line e presenciais, bem como webinars, e participa da BrELT desde 2014.

BrELT Chat 11/06/15 summary: Lesson Plans

BRELTCHAT 11 JULHO

On the eve of Lover’s Day in Brazil, BrELT members, who couldn’t be more in love with teaching, got together to talk about lesson planning. Marek Kiczkowiak, who had caused quite a stir with his blog post “Lesson plans – a waste of time?”, generously offered his blog as a platform for a summary, so as to keep the conversation going. BrELT member Juliana Mota was kind enough to make a summary of our discussion. You can read it in English at Marek’s blog.