Conhecendo mais os exames de Cambridge

Os exames de Cambridge são muito importantes para alunos e para nós professores também. Neste bate papo, Alyne Nantes, gerente de exames da Winner Idiomas, nos fala mais sobre como é ser um centro e a nova modalidade de prova, a computer based.

Por que Cambridge?

Os exames tornam eficaz e gratificante, são qualificações baseadas em pesquisa, motivam pessoas de todas idades e capacidades. Cada exame se concentra em um nível do Quadro Comum Europeu (CEFR), o que faz estudantes terem como provar seus conhecimentos e entender a linha de desenvolvimento na língua.

As certificações representam uma excelência que existe há mais de 100 anos e são certificados aceitos por diversas instituições dentro e fora do país. Além disso, existe uma linha de certificações específica para crianças.

Quais são as maiores dificuldades para os candidatos?

Acredito que as dificuldades são os candidatos que fazem as certificações pela primeira vez, principalmente os níveis mais altos. Eles chegam com expectativas maiores, já que não praticaram com os níveis mais baixos. Quanto mais cedo você se familiariza com os exames, mais fácil é você entender e fazer a prova.

Quais seus maiores desafios como CEM?

Existem vários. Hoje o maior é trabalhar com as escolas e viabilizar a aceitação dos exames. Nem sempre os professores, ou até mesmo os pais, entendem a importância e o peso de uma certificação de Cambridge.

Hoje falamos de Computer-Based. Quais são as vantagens deste formato?

A maior vantagem é que no Computer-based os resultados saem mais rápido e o certificado chega em metade do tempo. O listening também é mais prático, uma vez que você tem o headset individualizado.
O writing conta as palavras no próprio computador, o que poupa tempo e, claro, não é preciso se preocupar com a caligrafia. É muita vantagem!

E, na sua opinião, quais são os maiores diferenciais da Winner ao aplicar Cambridge?

O grande diferencial da Winner é o calendário mundial. Abrimos todas as datas que Cambridge abre. Fazemos questão de ter todas as datas, desde que tenha o quórum mínimo. Tudo que podemos fazer em prol do candidatos, nós fazemos.


Alyne Nantes é gerente de exames na Winner Idiomas centro autorizado de Cambridge Assessment English desde 2011.

BrELT Academy: a listening workshop with T. Veigga

Interested in improving your teaching of listening?
Read the sentences below and think whether you agree or disagree with them:

  1. Listening is more difficult than reading.
  2. If students don’t understand, play the recording as many times as
    needed.
  3. Grade the task, not the recording.
  4. To understand a listening text, you need to understand every word.
  5. It’s a good idea to give students the transcripts before they listen.
  6. It’s a good idea to give students a task before they listen.
  7. Listening to the teacher talking is good listening practice.
  8. You can’t teach listening, you can only test it.

Would you like to increase your knowledge of the teaching of listening, studying the issues above and many others? Perhaps you feel you need to brush up your skills?

Join this 4-hour online workshop with Trinity CertTESOL tutor T. Veigga and expand your theoretical and practical repertoire when it comes to listening in class.

During 4 hours, we will:

– Look at different approaches and understand their contributions to ways we could work with listening in class;

– Revisit and expand the ideas of bottom-up and top-down processing;

– Study how pronunciation and listening are related;

– Explore different suggestions and resources to improve learners’ skills.

This online workshop will be held via Zoom. Participants are required to have broadband connection. Enroll now!

Investment: R$170
Click here to pay
You can pay by 12 instalments (taxes may apply after the 2nd instalment).

T. Veigga is a Trinity CertTESOL tutor in training, teacher, teacher trainer and materials designer based in Rio. He holds a BA in Languages (UFRJ), a Specialisation in Media-Education (PUC- Rio), the CPE, and Delta Modules 1 and 2, currently working on module 3. He has written articles on various subjects related to teaching, as well as presented at conferences in Brazil and abroad. An active member of the ELT community, T. is part of the BRAZ-TESOL advisory council and has been a pedagogical coordinator for BrELT since 2015.

Um novo formato de IELTS – entrevista com Patrícia Kuttner

Por que IELTS? Patrícia Kuttner é a Test Center Administrator de IELTS na Winner Idiomas. Conversamos com ela para saber mais sobre o formato computer-delivered que foi recentemente implantado no Brasil.


Patrícia, como você definiria o IELTS?

O IELTS ainda é uma prova que está em expansão no Brasil. Aqui o TOEFL ainda é muito mais divulgado e creio que o IELTS está em processo de solidificação no cenário nacional. Há bastante espaço para expansão.


E o que mudou neste último ano?

O IELTS é uma prova que já tem 30 anos e é bem conhecida, mas o computer-delivered é novidade. No mundo todo, só faz um ano que o IELTS passou a ser aplicado neste formato.A dificuldade de implantar foi que as pessoas ficaram assustadas e céticas em relação ao uso da tecnologia. Tudo que é novo assusta em um primeiro momento.


Como tem sido a aceitação deste formato novo?

A aceitação tem sido bárbara! Muitos candidatos que já fizeram no papel e agora fizeram no computador disseram que a experiência é muito mais fluida. É menos tenso, é menos cansativa. Todo o processo na prova em papel é mais demorado: entrega de provas, devolução de provas e tudo mais. E as sessões geralmente têm mais gente, enquanto aqui temos no máximo oito candidatos por vez. Isso afeta a qualidade e a experiência do candidato, com certeza.


Quais são as vantagens do computer-delivered?

O áudio tem mais qualidade, já que são usados headphones e não caixas de som. O candidato seleciona até mesmo a altura do som. Hoje as pessoas estão bem mais familiarizadas com digitar, escrevemos cada vez menos – especialmente nas novas gerações. Outra vantagem é que há um contador de palavras no writing, que é uma ferramenta essencial para a prova. E, claro, dá pra copiar e colar as alterações que você fizer no seu texto. Também é possível grifar partes do texto da prova toda, além de abrir caixas de diálogos. Por fim, o candidato também ganha tempo por não ter que passar respostas para um gabarito.


E os resultados? Saem mais rápido? E você acha que o computador vai acabar com a versão no papel?

Os resultados são bem mais rápidos! É uma nova era. Mas o fato do computer-delivered estar conquistando espaço não vai aniquilar por completo a versão de papel.


Como você se sente com toda essa responsabilidade?

É uma honra enorme trazer esse produto pro Brasil. Existem países de primeiro mundo, como o Canadá, que não têm a experiência 100% computer-delivered ainda.  Nós da Winner já fomos convidados para palestrar em Bangkok e compartilhar nossas melhores práticas em apenas seis meses de aplicação. É através do IELTS os candidatos mudam suas vidas. Seja pra imigração ou para estudar fora.A prova é muito mais do que um teste qualquer. É uma responsabilidade enorme ter os sonhos alheios em nossas mãos.

E quais são os próximos passos?

A qualidade. Precisamos melhorar cada vez mais e, com o aumento do número de sessões, teremos que manter a qualidade dos nossos serviços em um nível Premium.

Muito obrigado, Patricia! Temos certeza que muitos professores indicarão essa nova modalidade aos alunos.

Patricia Kuttner é a IELTS Test Centre Administrator – Team Leader da Winner idiomas. Ela tem mais de 25 anos na área de educação, duas gatinhas lindas e três filhos. Além de diversas certificações como CPE, CEELT I, CEELT II e BULATS, Patrícia também serve café quando necessário. 

BrELT CoLAB: Social-emotional Learning by Monica Salvo

Social-emotional Learning

What is it? How does it impact ELT practices? What are the opportunities for educators? By Monica Rodrigues Salvo

Social-emotional learning: what is it? How does it impact ELT practices? What are the opportunities for educators?

Emotions drive our attention, enrich our memories, and underline our executive functions.

As humans, our most important interactions are emotional, and as teachers, we are emotional beings. We know that for truly equipping our students for life, and in order to create deep, long lasting learning experiences, we need to help them develop social and emotional skills. But how can we possibly design learning experiences that support the full range of our learners and engage their emotions?

Educational systems should prepare students for core academic skills, but also contribute to prepare them to work well with others from diverse backgrounds in socially and emotionally skilled ways, practice healthy behaviors, and behave responsibly and respectfully (Association for Supervision and Curriculum Development, 2007; Greenberg et al., 2003). Current research indicates that when schools support SEL, students benefit in both academic achievement and improved social emotional functioning (Durlak, Weissberg, Dymnicki, Taylor, & Schellinger, 2011)

However, schools and teachers have limited resources and important time constraints to address all these cognitive and non-cognitive aspects of education


How can teachers embrace SEL development under so much pressure? One of the most recurrent questions I hear in my teacher training sessions is: How do we do this? And WHEN do we do it? We hardly have time to cover the demands of our curricula. When is SEL development supposed to fit in? In my experience, SEL teaching and learning should be very realistic. And we need to consider our REAL teaching settings and challenges. We have little time, sometimes extremely limited resources, and in many cases not all authorities can see the importance and value of SEL. True. Now, all of us teachers can make a difference in our students’ lives just allocating 15 minutes of our classes a week: activities, mindfulness games, role-plays, reflection circles etc. Short interventions, interwoven with sustained practice, can make a huge difference. Through these short activities, we develop aspects such as self and social awareness, emotional regulation and relationship-building.

For some years now I have helped Institutions implement regular programs for social and emotional development.

Beyond all academics and research, I have seen the power of SEL in action. I have witnessed how students from kinder to secondary school flourish when learning how to communicate assertively, express and regulate their emotions for improved relationships; when they learn how to be more compassionate, more empathic, how to build effective communication, and how to cope better with stress.

For any SEL program to be effective, two main principles should apply: changes should be sustained and cross- curricular. SEL can be learnt and taught, but it needs to be done in a systematic, organized way. And everyone at the educational institutions should be involved, mainly because these skills are learnt though OUR modeling.

SEL implementations should cover these core 5 areas:

Self-awareness

Self awareness involves our capacity to recognize our emotions and label them. It implies recognizing our strengths as well as our weaknesses. It is basically about connecting with our inner world.

Self-management

Once self awareness is tackled, we can now move into managing our emotions. Emotional regulation is the key concept. In this area we help students make the most of their emotions, triggering the calm brain and providing tools to be more in control of their emotional states.

Social-awareness

Moving now into the social realm, social awareness is about becoming conscious of differences, and valuing different points of view. It is related to culture sensitivity as well, and lies as the foundational step for embracing diversity.

Relationship building

Relationship building in the area where social aspects are at full swing. Through games, activities, role-plays and reflection tasks we can help our students improve their relationships through empathy, connection, and improved communication skills. It involves basic 21st century competences such as cooperation, collaboration and team- building.

Responsible decision making


All the four previous areas get into action for responsible decision making. Accountability is the key word, becoming both more empathic and more responsible about the impact our decisions have on others, and the world. The first two areas are related to interpersonal skills, and the others, closely connected to the social and interpersonal world. We clearly start developing these skills from the awareness realm: self and social awareness first, to then move into the social areas.


Teaching SEL is a DECISION, and all of us, educators, have the possibility and a huge opportunity to help our students connect to this knowledge. There are many simple strategies that we can realistically implement in our classrooms, using the same teaching materials we are using, and give SEL a chance.

Experience has taught me that these plans are as transformative a journey for students as they are for teachers. I truly believe Social and Emotional development is not only a missing piece in Education, but the plate where all pieces fit in. As educators, we have a tremendous opportunity to help our students use their minds and their hearts to build a better future, let us not waste this chance!

Monica Salvo is a graduate English teacher from Argentina, sworn public translator and holds a post- graduate degree in Human Resources. She is a certified and accredited Neurolanguage Coach and a Mindfulness practitioner from University of California (UCLA) She also holds a diploma in Social and Emotional Learning from San Diego University.  She specializes in Social and Emotional Learning and Mindfulness for Education. She has presented extensively in plenary, semi plenary and worksop sessions in Argentina, Uruguay, Chile, Brazil, Colombia, UK, Peru, Germany and France.She currently runs her own Educational Institution, InspirED Consultora Educativa. 

National Geographic Learning: Look

The world is an amazing place.


Get up close with Look, a seven-level series for young learners of English.

See something real with amazing photography, authentic content, stories and video, and inspiring National Geographic Explorers.

Help learners make connections in English between their lives and the world they live in through high-interest, global topics that encourage them to learn and express themselves.

With short, fresh lessons that excite students and make teaching a joy, Look gives young learners the core language, balanced skills foundation and confidence-boosting exam support they need to use English successfully in the 21st century.


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