Mensagem a mensagem: Alunos com necessidades especiais em aulas de inglês: desafios e soluções (26/04)

Bruno Andrade Olá! Quem esta online?

Valeria Benevolo França Ola gente, prontos para começar?

Giselle Santos presente! 😉

Mila Navarro hello!

Valeria Benevolo França Boa noite Giselle Santos e Mila Navarro

Bruno Andrade Olá Mila e Giselle! Voces já tiveram algum caso de aluno special needs?

Luciana Berner Boat noite

Valeria Benevolo França Talvez possamos começar considerando o que é um aluno com necessidade especial?

Giselle Santos Boa noite !

Aurelio Araujo Boa noite a todos

Valeria Benevolo França Boa noite Luciana Berner

Bruno Andrade Olá Luciana! Welcome aboard!

Valeria Benevolo França Olá Aurelio Araujo

Mila Navarro na nossa filial temos vários alunos com TDAH e dificuldades de aprendizagem

Giselle Santos Bruno como Valeria colocou tão bem, antes de dizer se já tive uma experiência gostaria de fazer uma observação sobre diagnosticar alunos. Acho muito importante que os conceitos não sejam trocados

Vaddie Najman Oi gente!

Giselle Santos e também acho que muitas vezes existe uma confusão generalizada entre comportamento, diagnóstico, rendimento e assim vai.

Valeria Benevolo França Segue uma definição: O educando que apresenta desvio – da média considerada padrão para uma faixa etária determinada, para menos ou para mais – nos aspectos: físico, sensorial e mental.(http://www.conteudoescola.com.br/inclusao/17/68) Concordam com esta visão?

Necessidades Especiais – Glossário de termos www.conteudoescola.com.br

Valeria Benevolo França Boa noite Vaddie Najman

Giselle Santos Boa noite!

Bruno Andrade Sim! Isso eh verdade. Mesmo pq não somos (pelo menos eu não) qualificados para diagnosticarmos os muitos distúrbios de aprendizagem. Os pais são chave importante nesse processo, devendo informar à escola onde seus filhos precisam de mais apoio

Natália Guerreiro Eu já tive, mas foi bem no início da carreira. Eu não sabia nem dar aula feijão com arroz, que dirá ter sensibilidade e buscar conhecimento sobre necessidades especiais.

Raquel de Oliveira boa noite 🙂

Giselle Santos Sim, Valéria concordo com a visão mas não sei se a prática de sala de aula nos dá segurança para traçar ou identificar essa média, esse foi o motivo que mais me chamou a atenção na discussão de hoje

Mila Navarro difícil é que as vezes os pais escondem/não aceitam que o filho tem difficuldades/necessidades especiais

Natália Guerreiro Boa noite a todos!

Bruno Andrade Hello parceira Raquel!

Aurelio Araujo A meu ver, alunos com necessidades especiais são aqueles que apresentam algum tipo de dificuldade de aprendizado devido a: TDAH, problemas de dicção, bloqueio e rejeição ao aprendizado de uma língua estrangeira (filtro afetivo) e/ou transtornos comportamentais.

Valeria Benevolo França Pois é, acho que já tocamos em um dos pontos fundamentais desta discussão: como saber se o aluno realmente tem uma necessidade especial sem que temos este diálogo aberto com os pais e eles nos informem sobre isso.

Raquel de Oliveira acredito que jpa devo ter tido sim, mas nenhum diagnosticado… este viés é bem sútil

Valeria Benevolo França Isso Mila Navarro sem a cooperação dos pais fica muito difícil de começar o diálogo.

Marília Barreto de Souza Oi Gente! Perdoem o atraso..

Valeria Benevolo França Boa noite Marília Barreto de Souza

Bruno Andrade Pois eh! Acho que sem esse dialogo com os pais, o diagnostico pode ser arriscado e errôneo. Muitos dos distúrbios podem ser confundidos com falta de interesse, bagunça e hiperativismo. E o pior eh que The other way round eh tão perigoso quanto, Valéria..

Aurelio Araujo Neste semestre, estou a lidar com a seguinte situação: um aluno com hiperatividade diagnosticada e que toma medicamentos controlados. Além disso, ele apresenta dificuldades de socialização, e tem comportamentos agressivos.
Não só isso, na mesma turma tenho um aluno que eu desconfio ser hiperativo, é extremamente indisciplinado e age como um ‘negative leader’ em sala de aula.

Valeria Benevolo França Voltando ao ponto da Natália Guerreiro, como lidar com a questão da inclusão já que em nosso campo raramente estudamos isso na universidade?

Raquel de Oliveira qual deve ser nossa postura qd os pais não são abertos ao diálogo?

Carminha Pimentel Boa noite. Ao conversar com uma mãe semana passada fiquei sabendo que meu aluno que conversa a aula inteirinha toma remédio para controlar o problema. Alguém sabe me dizer se conversar muito, o tempo todo é um sintoma?

Mila Navarro alguem tem experiencia com alunos com baixo nível de cognição? Como ajudar?

Bruno Andrade Olá Marilia!!! Que bom ter vc aqui! Lets share!

Raquel de Oliveira ‎Bruno Andrade, ressaltar q o diagnóstico não é nosso…

Giselle Santos o que observo e tenho lido sobre o assunto é uma avalanche diagnósticos desencontrados, afinal a responsabilidade deixa de ser dos pais, educadores e passa ser médica isto é, mais facil medicar do que lidar com problemas que possam nem passar pelo aluno, Exemplo aluno apatico e disruptive por brigas constantes dos pais, masi facil dizer que a criança está com problemas do que aceitar um fracasso no casamento.

Valeria Benevolo França ‎Aurelio Araujo você levanta um ponto interessante, mesmo com o diagnóstico, como fica o papel do professor diante do desafio. A quem pedimos uma apoio?

Luciana Berner Oi Raquel de Oliveira. E qd os pais ate informam, mas proíbem vc de falar sobre o assunto c o aluno e não querem concessões ou adaptações p ele?

Marília Barreto de Souza Pois é, Valéria, quando você diz ” … como saber se o aluno realmente tem uma necessidade especial sem que temos este diálogo aberto com os pais e eles nos informem sobre isso”, fico confusa, porque fui orientada a jamais levantar suspeita. Os pais é que devem vir a nós, professores, e informar o problema, …

Raquel de Oliveira ‎Marília Barreto de Souza e Luciana Berner colocaram pontos relevantes…

Marília Barreto de Souza É isso mesmo, Giselle. Infelizmente, hoje é muito mais fácil medicalizar a educação. Afinal, educar dá muito trabalho … (se você quer tentar fazer um trabalho sério com o seu filho/aluno)

Luciana Berner ‎Marília Barreto de Souza minha experiência (1 caso na família e outro c amigos) o diagnostico so foi procurado depois da intervencão do professor. Os pais nao tinham “percebido”. Como fica esta orientação nestes casos? Eu tb sempre ouvi q não podemos levantar suspeita.

Valeria Benevolo França Sim Marília Barreto de Souza, nós devemos sempre esperar os pais conversarem com agente…porém, as vezes identificamos uma dificuldade com que o aluno lida com certas coisas na sala de aula, e como pedagogos vamos ter que encontrar soluções pedagógicas. É claro, que com o diálogo, ficaria mais fácil encontrar a solução ou trabalhar com os pais, ao contrário, temos que adequar as necessidades daquele aluno, como faríamos com qualquer aluno…

Aurelio Araujo ‎Valeria, eu sinto-me às vezes como cego em tiroteio, pois tenho que gerenciar uma sala de aula, delegar tarefas, seguir (ou não e adaptar) o plano de aula, lidar com alunos ‘disruptive’, monitorar os demais alunos, e ainda zelar pela integridade deste aluno em específico.

Valeria Benevolo França Acho Luciana Berner que uma fala nossa, se os pais não suspeitam e não queremos tocar primeiro no assunto é perguntar: “E na escola, como anda o trabalho do aluno?”

Giselle Santos diante de um diagnóstico acho que o professor deve acima de tudo procurar tb uma ajuda profissional, validada pela instituição onde trabalha para que todo um trabalho sério e consistente possa ser feito, até mesmo prq alguns pais podem não saber como lidar com um diagnóstico que muitas vezes parece uma sentença de fracasso para o aluno

Bruno Andrade Ótimo ponto, Marília Barreto de Souza! Medicalizar a educação não tem que ser a solução. Muito se fala de educação inclusiva, mas pouco se faz a respeito. Há de haver, principal,e

Aurelio Araujo ‎Carminha, esse tipo de comportamento pode ser um sintoma de hiperatividade ou também uma forma que o aluno tem de chamar a atenção para si mesmo. Talvez este aluno possa te ajudar a entendê-lo se você tiver uma conversa informal com ele após a aula.

Bruno Andrade ‎…, principalmente um dialogo franco e aberto com os pais do aluno e um suporte muito intenso da instituição a esse professor. De contrario, não na inclusão

Marília Barreto de Souza Quanto ao apoio, ele existe sim, Valéria, só que é outro ‘campo minado!!!

Aurelio Araujo ‎Bruno, concordo com você e Marília ao dizer que não devemos “medicalizar” a situação. Por outro lado, tantos têm sido os problemas que fica um tanto difícil garantir que o ensino/aprendizado de inglês transcorra sem problemas para professores e alunos…

Marília Barreto de Souza Envolve não apenas o professor, mas toda a instituição, a empresa

Kelly Amorim boa noite!! desculpem o atraso e as constantes faltas, mas esse semestre está tirando o melhor de mim 🙂

Mila Navarro acho que, al[em de tudo, temos que ter muita paciência e compreensão e sempre experimentar novas técnicas

Aurelio Araujo Além disso, há pais que preferem não perceber que o filho apresenta dificuldades.

Giselle Santos ‎Bruno Andrade a educação inclusiva infelizmente não é tangível dentro do padrões de sala de aula de uma escola dita comum, estamos falando de salas cheias, com condições nem sempre favoráveis

Mila Navarro o nosso tempo com o aluno também é muito limitado e progresso é as vezes lento

Bruno Andrade Sim, Giselle Santos – mas aí são os muitos desafios que nos como professores passamos na nossa carreira… I guess it comes with the territory, although some might prefer to neglect them

Maria Xavier Olá pessoal, desculpe o atraso, mas levo um tempo pra chegar em casa…

Kelly Amorim Gostaria de colocar aqui um caso que estou lidando com esse semestre: Tenho um aluno na idade de 8 anos que começou o curso esse ano. Logo de início a mãe me informou do problema de dicção que o aluno tem, até mesmo para o Português (não sei se o caso entra como especial). Desde de o início venho trabalho de forma diferente com ele e semana passada e mãe me trouxe um feedback de que o aluno está melhorando a fala desde que começou no curso.

Valeria Benevolo França Sim, a paciência é fundamental. Bom, mas vamos agora pensar em o que podemos de fato fazer, tem técnicas ou dicas que cada um já tenha experimentado? Por exemplo: uma criança que precise se movimentar mais durante a aula, este não pode passar a ser o seu “assistant”? Isso ajuda?

Aurelio Araujo Concordo plenamente com você, Mila. O nosso tempo com o aluno é limitado e um tanto corrido para identificarmos problemas e pensarmos em soluções para lidar com o aluno e, às vezes, com a família do mesmo.

Marília Barreto de Souza Quanto ao comentário da Mila, o aluno de baixa cognição é capaz de aprender, sim, desde que tenhamos um atendimento diferenciado e individualizado. Ele tem um aprendizado mais lento, mas aprende.

Vaddie Najman e temos que achar/procurar estratégias para inclui e envolver esses crianças – discover their strengths and weaknesses – multiple intelligences etc.

Aurelio Araujo Alguém poderia me dar uma ajuda sobre como lidar com esse meu aluno que tem TDAH e dificuldades de socialização? É um garoto de 12 anos, que tem bom domínio do inglês e que evita ao máximo participar das aulas.

Giselle Santos Mila tocou em outro ponto crucial, um aluno que vem de outras atividades, varias vezes sem almoçar e com poucas horas de sono pode ser facilmente considerado com algum déficit de atenção

Mila Navarro ser ‘assistant’ ajuda sim, também como um mini-intervalo p/tomar água, para os hiperativos um briquedinho bem pequeno que não produz som nenhum (tipo bichinho de pelúcia) p/acalmar, passar conforto..

Marília Barreto de Souza Sim, Aurélio, mas se fizermos um trabalho conjunto, creio que conseguiremos minimizar os problemas. Por isso, estamos aqui, certo?

Maria Xavier Olá, tenho um caso diferente este semestre. Uma aluna de nível básico foi diagnosticada há 2 anos (ela hoje tem 18 anos) com um tumor que faz com que ela tenha crises de ausência, não consegue abstrair e tem muita dificuldade. Nunca tinha tido uma aluna com esse perfil. A mãe não quis que levássemos para o dpto de special needs.

Bruno Andrade Bem vinda querida Maria Xavier

Aurelio Araujo Concordo, Marília.

Natália Guerreiro sinceramente, alunos de baixa cognição para mim não combinam com syllabi apertadíssimos, prova com o conteúdo todo, horário mínimo de aula, prof com horários cheios… acho q é responsabilidade da instituição de oferecer opção q ñ o mainstream q vai atropelar o aluno.

Valeria Benevolo França Isso, acho que um aluno com uma cognição diferenciada vai precisar de “scaffolding” das tarefas e uma forma diferente de apresentarmos os trabalhos…e acredito muito que exigimos que o aluno produza dentro de sua capacidade de produção…alias, isso é o que desejamos de todos alunos…cada um trabalhando dentro de suas possibilidades..que nunca vai ser a mesma para todos os alunos na sala, não é? Será que a inclusão não é sobre isso? Ou isso é uma fala muito idealizada?

Marília Barreto de Souza Aí você toca na ferida, Natália. Tenho um grupo bem fraquinho. Eu consigo ajudá-los a prender, mas não no ritmo que o curso exige.

Marília Barreto de Souza Ofereci-me para fazer provas diferenciadas, mas PRECISO usar os testes pronto que a escola oferece. Logo, tenho que ‘encaixá-los’ no curso, e não o contrário, que seria o ideal, …

Natália Guerreiro acho um pouco idealizada, sim. infelizmente, as condições de trab na maior parte dos cursos ñ me parecem permitir mta acomodação às necessidades do aluno. já acho isso para alunos sem necessidades especiais, q dirá estes e ainda por cima com profs despreparados para isso (eu inclusa aí!).

Kelly Amorim Tenho um aluno com baixa cognição na idade de 9 anos. Como as aulas possuem sempre histórias e músicas, sempre solicito a ele, no fim da aula, que na próxima aula me traga uma historinha sobre o que aprendeu e o que lembra da aula. Assim ele vem se mantendo motivado, pois está conseguindo acompanhar a turma, uma vez que está fazendo, do jeitinho dele, um apanhado do que foi aprendido e esse trabalho em casa o faz pensar mais e ter mais tempo de contato com o livro e a matéria, além do dever de casa.

Mila Navarro ‎Marília, tenho o mesmo problema e por enquanto consigo lidar com a turminha mas me preocupo com o próximo semestre. O rítimo deles é muito lento.

Raquel de Oliveira a avaliação para alunos com special needs deve ser diferente?

Bruno Andrade As técnicas sempre ajudam! Mas acima disso,Valeria Benevolo França acredito que o aluno especial precisa de muito apoio emocional. Tanto em casa quanto na escola. Isso vai ajudar a superar os traumas de ser um aluno “diferente” de seus colegas

Bruno Andrade Usei “diferente” entre aspas pois acho que assim que um aluno especial deve se sentir

Valeria Benevolo França Sim, concordo Natália. Mas nestes casos temos que trabalhar as expectativas de forma diferente. Ai que torna o desafio de nosso trabalho, encontrar uma forma de envolver este aluno, mas ainda dirigindo nosso trabalho com os outros.

Maria Xavier O complicado é que , quanto mais esses alunos vão avançando no curso, mais difícil fica (ao menos pra mim) dar uma atenção tão individualizada. Essa minha aluna, por exemplo, precisa muito de tradução, mas como ela já está no YEX3, eu tb não posso ir tão longe com isso…

Kelly Amorim ‎Valeria Benevolo França concordo plenamente com você. “Trabalhar dentro das possibilidades dos alunos” não é idealizar e sim aceitar que nós professores não estamos na sala de aula para criarmos gênios. Temos que ter paciência para que o conteúdo seja apreendido. Tenho alunos que acompanho a alguns semestres e alguns demoram mais de um para aprender algo específico, mas, eventualmente aprende.

Bruno Andrade E como vc procede, Maria Xavier? Fico receoso quanto aos outros alunos também

Maria Xavier Raquel, acho que as avaliações precisam ser diferentes como um todo, acho que atualmente poucas escolas estão preparadas para receber estes alunos.

Raquel de Oliveira personalização ajuda… observar qd o aluno se sai melhor em sala, com o que ele se sente mais confortável… se é mais auditivo, cinestésico ou visual… conversar com o cooordenador pedagógigo, e uma vez o aluno diagnosticado, estabelecer parceria com os pais com tarefas que sejam a extensão do mundo do aluno em sala de aula e vice-versa…

Maria Xavier Acho que as avaliações precisam ensinar a “olhar para a diferença”

Valeria Benevolo França Gente, está difícil responder a todos, mas vou tentar. Maria Xavier já tive um caso como o seu, só que era adulta e além de ausência, eram convulsões epiléticas em sala de aula…

Bruno Andrade ‎(…)Também… Já tive uma turma que reclamava da lentidão da aula que favorecia um aluno com necessidade especial. O que fazer?

Valeria Benevolo França Conversando muito com ela sobre os sintomas eu comecei a identificar os dias quando ela iria ter uma convulsão e assim já estava preparada com os contatos dela de família etc. A aula tinha um passo diferente e eu tinha a compreensão dos colegas…trabalhamos 2 anos assim. Ela se formou.

Raquel de Oliveira ‎Maria Xavier, eu fui diagnosticado com dislexia quando eu tinha 9 anos, e ainda não sabia ler … lembro de como foi mágico o momento que uma professora me abriu o mundo de leitura/escrita através de contação da histórias…

Mila Navarro ‎Bruno , eu também tve uma turma assim depois de muitas conversas os outros entenderam a situação e aprenderam a lidar com a situação. (foi uma turma de adultos)

Kelly Amorim Já tive esse caso também Bruno Andrade … quando ocorreu eu acelerei o andamento da aula e quando percebia que o aluno não estava acompanhando esperava um tempo de exercícios para me aproximar e ajudá-lo na mesa dele.

Maria Xavier Sim Valeria Benevolo França, a mãe me disse que ela tb tem as crises, mas esse semestre, até agora, graças a Deus, ainda não aconteceu nada… Estou sendo muito sincera pessoal, eu não sei muito o que fazer… a mãe é excelente, mas eu não sei como ela aprende, não consigo me colocar no lugar da aluna…

Jossely Oliveira Acho que o professor não pode se responsabilizar sozinho por administrar o ambiente de sala de aula com um aluno especial. Acho que deve-se compartilhar com o resto da turma, no sentido de se criar e incentivar a cooperação nesse processo.

Valeria Benevolo França Gente, cada um tem um passo de aprendizagem e acho que as vezes precisamos fazer um pequeno exercício em sala, usando habilidades diferentes para mostrar como cada um tem um talento para uma habilidade diferente….e Kelly Amorim está super certa dizendo que valoriza as habilidades que o aluno dele demonstrar ter para a leitura e histórias…o foco é no aluno, isso é que é a inclusão.

Kelly Amorim As vezes, não estou generalizando, mas, às vezes, colocar o aluno perto de você e falar mais próximo também ajuda nos casos de alunos que não conseguem acompanhar o ritmo da aula.

Natália Guerreiro eu tive dois casos. uma era uma mulher adulta de pouquíssimo estudo (o q em si já dificultava pq o material pressupunha um certo nível de cultura letrada, por assim dizer) que tinha uma deficiência que só a permitia enxergar de cabeça pra baixo. ela escrevia assim e da direita para esquerda. como ela tinha vergonha, usava o livro normal (para ninguém sabre) e não aceitava q eu escrevesse diferente no quadro para ela. era minha 1a experiência como profa e eu não consegui ensinar sequer o verbo to be para a turma, ela inclusa.

Giselle Santos eu tive uma aluna narcoleptica, e devo confessar que era bem difícil lidar com a situação

Mila Navarro acho que PRAISE é uma das melhores técnicas nestas situações, junto com rapport

Marília Barreto de Souza É muito difícil falar de inclusão quando não estamos preparados para a mesma. A inclusão requer sensibilização da família, escola, colegas de classe, e todos, TODAS as esferas da vida do aluno trabalhando juntas. Parece meio utópico não? Mas, é possível, Galera. Só dá um pouquinho mais de trabalho.

Maria Xavier ‎Giselle Santos, o que é isso?

Marília Barreto de Souza Não existe receita de bolo. Existe o cuidado da observação, a sensibilidade no planejamento e avaliação, e o respeito às diferenças de cada um

Raquel de Oliveira Inclusão já implica que alguém estava a margem… Ao ser carimbada pelo professor e pelos pais, a criança desenvolveria uma equivocada noção de si e passaria a se ver como incapaz de avançar?

Bruno Andrade Pois eh! O que fiz foi o que faço com fast finishers, else acabavam antes dela então eu dava uma atenção especial como leitura em conjunto, tradução e repetição, enquanto os outros faziam uma bateria de quizzes ou exercícios num handout

Valeria Benevolo França Acho também que além de pensar onde este aluno pode sentar em sala, podemos pensar, como será feito o registro da aula? Iremos falar do conteúdo com o aluno antes da aula? Tem alguem para passar parte da matéria depois com o aluno? Podemos usar a gravação de voz para os exercícios em vez de a escrita para registro de dever? As provas podem ser lidas para o aluno em vez de o aluno fazer em sala com os outros colegas? O laudo pode ter mais tempo de prova? São tantas possibilidades, que acho que isso rende uma discussão rica também.

Kelly Amorim A Maria Xavier levantou uma questão muito importante…o que me me preocupa, muitas vezes, é o esforço feito pelo professor e pelo aluno durante as aulas, e chegar na avaliação todos serem tratados iguais.

Giselle Santos a aluna tb tinha ausencias, na verdade ela caia em sono profundo por minutos, ou segundos e muitas vezes durante a própria fala

Valeria Benevolo França Mas Kelly Amorim e Maria Xavier eu não sei se a avaliação pode ser igual não….tem que ser algo que mostre a capacidade deste aluno e não o que ele/ela não consegue fazer.

Giselle Santos e outros tipos de necessidades especiais, as visuais, auditivas e de locomoção?

Raquel de Oliveira A discriminação é muito pior do que qualquer distúrbio porque destrói o interesse da criança pelo aprender. Reverter esse quadro é um longo trabalho… Estamos capacitados para tal? Como?

Maria Xavier Pessoal, na pós estou tendo aulas com o Prof. Antonio Borges, o criador do DosVox (programa que auxilia cegos para usar o computador). Ele defende umas idéias bem interessantes, ele acha que a inclusão só é possível se todo o sistema for reformulado, e que isso parte por ensinar , desde sempre, a conviver com as diferenças. Ele não acredita muito no sistema de avaliação atual (provas), mas ele defende uma mudança TOTAL no sistema de educação.

Marília Barreto de Souza Praise é um excelente caminho mesmo. Além de trabalhar constantemente a auto-estima destes alunos.

Mila Navarro todas as sugestões da Valeria são valiosas, tenho usado gravações de pronuncia com um aluno (ele usa o celular) e está produzindo resultados – pequenas melhoras na pronuncia, memorização…

Kelly Amorim Pois é Valeria Benevolo França, eu concordo. Mas, aonde fica isso em uma prova de multipla escolha?

Marília Barreto de Souza Uma característica marcante de alunos especiais é a baixa estima.

Maria Xavier Vou mostrar pra ele nossa discussion e pedir a ele uma opinião. Ele é super acessível, vai gostar.

Natália Guerreiro sinto um despreparo total meu (o q já ñ é prob pq hj trab num contexto em q essas deficiências não existem). mas tenho pra mim q mts colegas professores sentem o mesmo.

Valeria Benevolo França Teve um semestre quando tive dois cadeirantes em minha sala de aula…foi uma experiência maravilhosa. Mudou totalmente minha dinâmica em sala de aula e eu aprendi muito

Kelly Amorim Não acredito que provas objetivas nos ajudem no campo de avaliar o que o aluno é capaz ou não.

Bruno Andrade dica: SUPR@ISE them! 🙂

Teresa Gomes de Carvalho Olá para todos! Sem a participação da família neste processo, dificilmente haverá inclusão no sentido do aprendizado. É logico que o aluno estará incluido, mas ele precisa de apoio em casa também. A gente percebe quando a familia está dando o apoio necessario qdo ele chega no horario, traz os deveres feitos, traz o material, etc.

Raquel de Oliveira Os livros didáticos atuais são TODOS calcados no paradigma visual… Mesmo que passados para Braile, como se fazer entender uma frase como: a luz atravessou a grade da janela e desenhou uma sombra de zebra no chão da sala…? E td a exploitation que há via figuras?

Valeria Benevolo França Concordo Natália Guerreiro e temos um grande caminho pela frente mesmo, mas acho que enquanto discutimos isso e vemos que cada vez mais todos nós temos pelo menos 1 aluno com necessidade especial quem sabe podemos começar a solicitar mais apoio pelas nossas instituições, pelas nossas Associações (Braz-Tesol) e nos cursos de formação também.

Natália Guerreiro sim, sim, Valeria Benevolo França. não estava querendo ser negativa, não. é que a Raquel de Oliveira perguntou se estávamos capacitados. mas, realmente, qd eu cursei a faculdade, nem se mencionava o tema. discussões como esta, só por existirem, já mostram um grande avanço.

Valeria Benevolo França Sim Raquel de Oliveira bom ponto, e num mundo cada vez mais visual isso nos leva a refletir como será a inclusão de uma pessoa com visão reduzida na vida em geral…mas será que o potencial da voz e audio não passa a ser uma saída? Precisamos é colocar pressão em editoras para ter opções para alunos com necessidades visuais.

Natália Guerreiro e estou aprendendo mto com as técnicas listadas aqui. eu nunca as cogitaria. (aliás, podemos um dia discutir sb superdotados. acho q o assunto é parecido e complicado tb.)

Marília Barreto de Souza Bem, se me permitem, poderíamos ouvir a opinião de quem vive isso na pele. Trabalho com alguns professores que têm deficiência, e são excelentes profissionais. Talvez eles possam facilitar o entendimento de nossos alunos

Mila Navarro o que ajuda muito não é somente a conversa com os pais, mas também ‘as tarefinhas para os pais’ – passo algumas atividades pra casa – tipo os pais levam pra casa o jogo de memória que foi usada na sala de aula e eu ensino como brincar

Raquel de Oliveira com certeza, Valeria Benevolo França… na Puc-Rio, discutíamos com Barbara Hemais formais multimodais de operacionalizarmos os materias pedagógicos…

Valeria Benevolo França Muioto bom ponto Natália Guerreiro, necessidade especial inclui o aluno que faz tudo super rápido e acha tudo fácil. Este também muitas vezes gera dificuldades de comportamento em sala por terminar tudo muito antes dos outros e se distrair totalmente.

Gustavo Barcellos Gente, entrei agora e não li o que foi escrito, mas já falaram sobre alunos com necessidades especiais auditivas?

Bruno Andrade Ótima idéia Marília Barreto de Souza exemplos são sempre bem vindos

Natália Guerreiro ainda não, Gustavo Barcellos.

Raquel de Oliveira e quando eu trabalha em Editoras, que não era de didáticos, meu Editor sempre falava: Ah Raquel… libera estes direitos autorais para Braile, eles não vão entender nada mesmo nas escolas… Isto mexeu tanto comigo que resolvi estudar Psicolinguística… Me sentia numa mescla de impotente e covarde naquele momento, sabe, Natália Guerreiro?

Valeria Benevolo França Adorei sua idéia Marília Barreto de Souza, alias,t alvez eles possam nos ajudar em nossa discussão. Nada como ter o outro lado da moeda. Tem uma moça americana, Carly, que é severamente autista e precisam ver como ela descreve as dificuldades que tem. Ler sobre isso me ajudou muito entender isto: http://carlysvoice.com/

Carly’s Voice | Order yours today!

Natália Guerreiro eu não entendi direito o q seu editor falava,Raquel de Oliveira

Shirley Rodrigues Oi gente!! cheguei no fim… better late than never… traffic jam ¬¬

Valeria Benevolo França Como estamos chegando quase ao fim, vou postar alguns links que possam ajudar, mas quem tiver mais outro link, nos passa e vamos colocar no blog:http://www.profala.com/arteducesp53.htm

ProFala.com – Site Especializado em Terapias de Reabilitação

www.profala.com

Marília Barreto de Souza Isso aí, valéria. A ideia é essa mesmo: “beber da água da fonte”.A professora Beth Canejo fez Mestrado comigo. É totalmente cega e trabalha através do Dos Vox. Já assisti a algumas aulas dela, e as pessoas não acreditam se tratar de uma pessoas cega.

Raquel de Oliveira ela dizia que não importava se o livro seria liberado para Braile ou não, pq os leitores nao iriam entender mesmo, sabe? Natália Guerreiro

Natália Guerreiro há comediantes de stand-up com deficiências tb. já vi autista e deficiente físico. estou pensando aqui q trabalhar vídeos com esses profissionais pode ajudar a turma a ver o lado do colega e se envolver.

Shirley Rodrigues vou ler os posts e ficar meio q lurking 😉 espero q de tempo de colaborar

Natália Guerreiro ah tá, que triste, Raquel de Oliveira. 😦

Gustavo Barcellos Tive uma aluna que era 100% surda. E descobri isso pq vi o aparelho no ouvido dela.

Maria Xavier como faço pra enviar um material pro blog?

Raquel de Oliveira O professor é quase um terapeuta da linguagem… ter conhecimento de como o cérebro processa a língua ajuda a personalizar as atividades e catalisar aprendizagem. Ressalto: não é nosso papel diagnosticar, mas nossa responsabilidade encontrar novas formas do aluno ler o mundo, e se expressar…

Valeria Benevolo França Pode mandar para mim via e-mail ou message me no Facebook Maria Xavier

Valeria Benevolo França Acredito que nem chegamos na metade do caminho, mas vamos tentar chegar a um consenso. 1) Hoje ter um aluno com necessidade especial já faz parte da rotina, mas como professores isso não faz parte ainda de nosso treinamento. Não nos sentimos equipados. Concordam?

Marília Barreto de Souza Entendo que é hora de pararmos por hoje. Mas, creio que o papo de hoje foi apenas ‘uma provinha’ do que podemos trocar e aprender. Poderíamos voltar ao assunto tão logo possível, pois tenho a impressão de que o numero de alunos especiais vem aumentando nos últimos anos.

Marília Barreto de Souza SIM!!

Natália Guerreiro concordo com o ponto 1, Valeria Benevolo França

Marília Barreto de Souza Não estamos equipados at all!

Natália Guerreiro ai, eu queria compartilhar um artigo q outro dia linkei aqui (qd uma profa pediu material), mas quem diz q acho agora? =(

Valeria Benevolo França ‎2) Precisamos sempre do apoio da escola, dos pais e tentar estabelecer um diálogo, sempre escutando primeiro e depois buscando soluções pedagógicas criativas, inovadoras e que realmente fazem estes alunos se sentirem incluídos na sala de aula.

Bruno Andrade Queridos, nossa discussão vem chegando ao fim! Aprendi bastante! Precisamos, porém, de um voluntário para escrever um resumo desse rico chat. Quem se habilita?

Gustavo Barcellos Concordo com a Marília. E concordo com a Valéria quando diz que não nos sentimos equipados.

Maria Xavier ‎Valeria Benevolo França, acho que treinamento é bacana, mas nós temos que organizar estas informações aqui e o que mais surgir, registrar mesmo…

Maria Xavier ‎Bruno Andrade, conte comigo!

Raquel de Oliveira concordo, Valeria Benevolo França!! 1 – Faculdades pouco exploram a área de Linguagem E Cognição aplicada ao ensino; 2 – Editoras ainda não se coçaram para este mercado editorial… E há demanda e verba do governo. 3 – Os pais ainda não estão abertos ao diálogo e os professores se sentindo um “faz-tudo-ao-mesmo-tempo” pode ou se sentir salvador da pátria ou um fracasso ( e ambos extremos são perigosos)

Raquel de Oliveira Super obrigada Maria Xavier 🙂

Shirley Rodrigues Gente, é muito post! Então vou relatar aki minhas experiências, pq vô te contar – já tive vários casos diagnosticados mesmo!! Lá vai meu muro das lamentações: SURDEZ, TDAH, e , sinceramente, o mais difícil de todos um SUPERDOTADO! (sim, eles são considerados necessidades especiais) 😉

Maria Xavier Isso super me interessa, pq estou tendo essa matéria lá no Fundão este mês mesmo… veio a calhar!! 😉

Raquel de Oliveira E nós: somos professores especiais? #vivaapluralidadedalíngua

Henrick Oprea Mil desculpas… Só agora consegui chegar… 😦

Mila Navarro only you, Raquel de Oliveira, to end this discussion (for now) 🙂

Natália Guerreiro um vídeo sobre dislexiahttp://www.youtube.com/watch?v=Ojt_WgVxqKY&feature=youtu.be

Raquel de Oliveira O fato é que cada ser humano é único, cheio de sutilezas e tem uma intrincada e singular forma de observar e interagir com o mundo… Viva as diferenças 🙂

Jossely Oliveira Parabéns, professores! Minha primeira vez no chat, comentei 1 vez só, dei vários likes e saio com um monte de coisas pra pensar a respeito!

Teresa Gomes de Carvalho O maior desafio no meu contexto consiste em atender o aluno e todos os demais alunos em suas individualidades, necessidades (especiais ou não) em turmas de quase 20 crianças, algumas com problemas sérios de disciplina em 1 hora ou um pouco mais de aula com conteúdo para passar 2 vezes por semana. É possível? Sim, mas muitas vezes frustrante também e não vejo isso com pessimismo, mas sim como um desafio a ser vencido no dia-a-dia.4 minutes ago ·

Valeria Benevolo França Vamos ter que terminar por aqui. Agradeço muito a presença de todos, e vamos via o nosso blog do #BReltchat levar este assunto adiante. Logo mais vou subir a discussão para o blog e depois teremos um resumo. Vamos ver se convidamos especialistas para conversar com agente via o blog. Boa noite a todos.

Maria Xavier ‎Raquel de Oliveira, chego a me perguntar se todos nós, de alguma forma, não temos “necessidades especiais”… quando falamos em múltiplas inteligências, não lidamos com a pluralidade?

Natália Guerreiro por isso q o desafio não pode ser só nosso. precisamos de apoio da instituição (inclusive de repente prof assistente!), dos pais, etc.

Valeria Benevolo França Obrigada por participar Joselly Oliveira.

Jossely Oliveira Prazer foi todo meu, Valeria Benevolo França! 🙂

Valeria Benevolo França Nosso blog é: https://breltchat.wordpress.com/

Shirley Rodrigues Concordo muito gente: nos casos que eu já vivenciei, tive uma psicologa/psicopedagoga na filial que entrevistou e ,me deu algumas dicas, no caso do TDAH. No caso de SURDEZ, a mãe era muito acessível e conversou comigo e ate´o aparelho q o menino se negava a usar conseguimos convencê-lo a usar! Mas, o que eu tinha eram “dicas”, muita boa vontade, apoio de meus gestores/ coordenadores na época, parceria dos pais e muito, mas, MUITO amor pelo ser humano MESMO!!! 😉

Raquel de Oliveira ‎Maria Xavier, exato…Em outras palavras, todos os estudantes apresentam afinidade com diferentes linguagens. Titio Gardner já dizia isto desde há algumas décadas, né?

Bruno Andrade O resumo dessa semana fica com a Maria. Obrigado Maria Xavier – se precisar desajuda

Marília Barreto de Souza Claro que somo especiais. Não sou radical como a Claudia Werneck em seu livro “Você é gente?”, masé por aí mesmo. Somos únicos e especias à nossa maneira. É isso que faz o trabalho com o ser humano fascinante. Desafio constante.

Shirley Rodrigues Tudo foi feito a custa de seguir as dicas, diagnósticos e conselhos e, acima de tudo, a intuição!

Bruno Andrade De ajuda, procure-me ou Valeria Benevolo Françaou Raquel de Oliveira 🙂

Raquel de Oliveira ‎Valeria Benevolo França, Bruno Andrade,Henrick Oprea: obrigada por mais esta chance de interação e aprendizagem!!

Maria Xavier pode deixar, Bruno Andrade, qq coisa “grito”…;P

Marília Barreto de Souza Intuição e … afeto. Como dizia Wallon.

Raquel de Oliveira A todos que participaram do nosso BRELTCHAT de hoje… meu muito obrigada tb! Como sugestão, que tal coletarmos depoimentos de professores e catalogarmos cases de sucesso?

Raquel de Oliveira Dar aulas com olhos de açúcar…

Kelly Amorim Esse semestre tenho uma turma de Junior C com 19 alunos entre 8 e 10 anos. Como vocês podem imaginar é uma turma repleta de casos especiais, do aluno “lento” ao aluno “agitado” demais. Essa turma apresentava sérios problemas de comportamento, uma vez que as diferenças o afastavam. Resolvi trabalhar de forma diferente. Cada um tem sua responsabilidade consigo e com um colega. Assim misturei os alunos espertos que acabavam rápido com os alunos que tem mais dificuldades. Eles devem trabalhar juntos, um ajudando o outro e isso tem dado muito certo. Eles usam mais o inglês para se comunicarem e ficam motivados, quase que ensinando a matéria “over and over again” ao amigo que ainda não aprendeu.

Teresa Gomes de Carvalho Qual é mesmo o nome daquele filme de animação que trata da sindrome de Asperger? muito bom mesmo para nos professores e alunos.

Gustavo Barcellos Boa noite a todos.

Jossely Oliveira ‎Teresa Gomes de Carvalho: Mary & Max

Maria Xavier Obrigada pela oportunidade, pessoal! boa noite!

Marília Barreto de Souza Boa noite. Muito obrigada pelo papo. Amei!

Kelly Amorim Boa noite pessoal! A discussão de hoje foi maravilhosa! Muito feliz por ter conseguido participar novamente! 🙂

Raquel de Oliveira ‎Teresa Gomes de Carvalho… eu aaaaaaaaamo aquela animação… Mary and Max 🙂 http://www.youtube.com/watch?v=KPULUwu0Wm8

Shirley Rodrigues Muro das lamentações – para finalizar: (^^) -> o pior caso é ter um “necessidades especiais as avessas” (como eu costumava chamar um aluno superdotado, porque os pais chegam com uma pose de que vc está com a reencarnação de Einstein em ..

Shirley Rodrigues boa noite a todos!

Shirley Rodrigues bjks

Giselle Santos boa noite, sorry tive que me ausentar para atender um telefonema de família

Giselle Santos mas achei muito proveistoso. Bjs

Raquel de Oliveira http://luz.cpflcultura.com.br/20 > O cérebro e as novas subjetividades no mundo contemporâneo
Existe um espaço para os diferentes na sociedade

Raquel de Oliveira A IMPORTÂNCIA DOS CONHECIMENTOS BÁSICOS SOBRE O SISTEMA COGNITIVO CEREBRAL NA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO
http://www.webartigos.com/artigos/a-importancia-dos-conhecimentos-basicos-sobre-o-sistema-cognitivo-cerebral-na-formacao-do-pedagogo/67141/�(?itf�O� `� y:”Times New Roman”;mso-fareast-language:PT-BR’> Isso aí, valéria. A ideia é essa mesmo: “beber da água da fonte”.A professora Beth Canejo fez Mestrado comigo. É totalmente cega e trabalha através do Dos Vox. Já assisti a algumas aulas dela, e as pessoas não acreditam se tratar de uma pessoas cega.


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