Mensagem a mensagem: Ideias e sugestões para incentivar a prática de inglês fora de sala de aula 23/05

Bruno Andrade BRELT – Brazilian Teachers of English as a Foreign Language

Olá pessoALL, vamos começar nosso chat: “Ideias e sugestões para incentivar a prática de inglês fora de sala de aula”
Boa noite a todos!Parte superior do formulário

Raquel de Oliveira Boa🙂

Giselle Santos Boa noite

Bruno Andrade e ai, gente. O que vcs entendem por “falar ingles fora de sala”?

Natália Guerreiro Boa!

Raquel de Oliveira Vamos começar falando da realidade das escolas, particulares ou dos cursos livres?

Natália Guerreiro Adorei que o post do Luiz Otávio chama atenção para como fazer o noticing. Acho que eu sempre took it for granted, nunca ensinei os alunos a fazerem isso.

Bruno Andrade Acho que o estimulo do ingles fora de sala é independente do contexto onde ele se desenvolve, Raquel de Oliveira o q pensa?

Raquel de Oliveira a realidade dos alunos difere muito, Bruno Andrade… em escolas particulares, mts podem conversar com os pais em casa em Inglês, viajam frequentemente, qd a escola não é bilingue… Já no ensino público, o aluno mts vezes não vê “função” para o uso da Lingua Inglesa

Henrick Oprea Hmmm… não acho que independe do contexto. Uma coisa é estimular a prática fora de sala de aula deum aluno que tem contato com TV a cabo, Internet e etc. Outra coisa é estimular a prática fora da sala de aula para aquele aluno que não tem acesso à essas coisas facilmente.

Valeria Benevolo França Estava postando no lugar errado…sorry. Pensei sim nos dois contextos, e exatamente pensei em levantarmos as diferenças entre os dois, já que isso influenciará o tipo de atividade que possamos fazer.

Raquel de Oliveira sem falar que nas regiões fora do eixo capitais-brasileiras, a exposição ao Inglês fora de sala de aula fica ainda mais devasada…

Bruno Andrade Mas acho que exatamente o descobrimento da “função” para o uso da lingua que devemos promover…. sejamos nós professores de qq realidade. Ou estou sendo too naive? Raquel de Oliveira

Raquel de Oliveira honestamente? um cadinho naive, dear Bruno Andrade :-)

Giselle Santos Acho que o contexto na verdade nãoé bem escola pública, ou particular, acho que o contexto vai de aluno para aluno, afinal temos alundo bolsistas, e e alunos de classe média em escola pública.

Maria Xavier Achei muito pertinente o que o Henrick falou, pois as realidades podem ser muito distintas, mas, hoje , sinceramente, me pergunto sobre “como” estimular o inglês fora de sala de aula, pois , sinceramente, nunca parei para pensar em razões para não fazê-lo

Henrick Oprea ‎Bruno, não acho que você esteja sendo muito naïve, mas também não acho que não esteja. Por exemplo, já ouvi relatos de professores que deram aulas para alunos cuja realidade era se preocupar com coisas básicas para a subsistência e que nunca tiveram o menor contato com a língua inglesa até aquele momento. Para esses, é uma realidade tão distante, e um tempo tão curto de trabalho, que é beeeeem complicado mostrar a função do inglês na vida deles.

Raquel de Oliveira sim, falei duma média… eu estudei em escola publica minha vida toda… mas como fazia curso, achava o Inglês da escola chato, e fácil demais… e além disto era uma matéria na qual o professor enrolava, e os alunos nem ligavam

Giselle Santos O inglês deixou de ser um elemento elistista, agora é necessidade básica, faz parte da realidade de quem pensa em prosperar, até para cantar o inglês faz parte da vida de quem está nesse contexto menos ” affluent”

Henrick Oprea ‎Giselle, isso é algo que sempre vendemos… mas fazendo uma análise fria, muita gente não pensa assim, e há muitos exemplos de pessoas de muito suce$$o que não falam uma palavra de inglês…

Marialva Lima Capelo No momento, dou aulas particulares para adultos e eles sempre se queixam da falta de tempo para praticar o conteúdo aprendido em aula, então comecei a recomendar vídeos curtos dos mais variados temas para que eles assistam ao menos um por dia… Fora isso, pergunto se têm amigos q façam curso de inglês tb, assim eles podem conversar ou mandar msg em inglês. Digo sempre q ler jornais e revistas é importante e recomendo aqueles q tenham assuntos pertinentes para cada aluno… Bom, eu sempre falo e repito e mostro como é e onde tem, no rntanto geralmente são só os vídeos que funcionam, mas eles ainda acham q só vir a aula é tdo…é difícil mudar essa relação de dependência q os alunos tem com os professores em geral, leva tempo🙂

Maria Xavier entendo esta questão do naive, Henrick e Bruno, mas, na minha opinião, estimular o inglês fora de sala de aula não é exatamente estimulá-lo a sair da sala para praticar no pátio da escola…mas percebo que muitos professores se limitam a isso…

Raquel de Oliveira fazer parte do contexto da vida ainda difere de ser uma Língua-viva. Observo em comunidades onde trabalhei que os alunos crianças vêem o Inglês com um encantamento, algo que os faria mudar quase de classe social… Já os maiores vêem mt como um fardo, uma obrigação a ser aprendida, e acabam criando barreiras.

Giselle Santos Mas Raquel de Oliveira, estamos falando exatamente disso, sair da sala de aula

Valeria Benevolo França Sim, contexto é a chave da questão. Localização também. Numa cidade como Rio, Brasilia, São Paulo, Belo Horizonte, Recife e Salvador é claro que a realidade da necessidade do Inglês é mais claro…mas em outros locais fica mais opaco.

Bruno Andrade Tendo a discordar, Raquel de Oliveira. Hoje nossos alunos tem condições de eles próprios criarem condições para a prática de ingles fora de sala. Comente sobre um video interessante no Youtube sobre algum assunto que tenha rolado em sala e recolha comentarios depois? eles utilizaram inglesa fora de sala sem ter aquele peso de obrigação do homework…

Cadu Souza Quando eu era criança, com menos condiçõwes financeiras do que tenhonhoje, meu estímulo para falar inglês – o de escola pública, diga se de passagem – era poder ter segredos com meus amigos. Eu me esforçava muito para poder aprender a falar o que eu queria “fofocar” com meus colegas. Essa era minha motivação.

Raquel de Oliveira Vencer esta barreira ideológica e geográfica = nosso grande pulo do gato como educadores.

Raquel de Oliveira ‎Bruno Andrade, estava falando de alunos de escola pública… não os de curso.

Maria Xavier que interessante, Cadu.rsrsrs curioso…

Henrick Oprea O que acho que seria interessante determinarmos dois momentos para o chat: como estimular a prática do inglês em um ambiente onde os alunos tem acesso à internet e outros recursos que muitos take for granted, e outro para o estímulo da língua onde esses recursos não fazem parte da realidade das pessoas. Ou então focamos em apenas um contexto.

Giselle Santos Sim, Henrick Oprea, e Valeria Benevolo , mas que tipo de register estamos falando, eu penso que se em uma cidade chega uma rádio, o aluno está exposto ao ingles…

Bruno Andrade E o que vc diz com isso? nao tem acesso a internet? Dont think so.. Raquel de Oliveira

Henrick Oprea Essa é uma motivação interessante, Cadu.

Maria Xavier mas, Giselle Santos, este inglês da rádio não necessariamente está promovendo o aprendizado, certo?

Cadu Souza Acho que um exemplo do que o Bruno está falando é que quase todos meus alunos viram o vídeo do Koni antes de mim, gora da sala de aula. Isso é usar inglês fora de aula.

Raquel de Oliveira ‎Bruno Andrade, mts não têm nem comida… são violentados fisica e moralmente… Internet não é essencial e nem tão presente assim para alguns… believe me.

Bruno Andrade Mas uma prova de que só a tecnologia ajuda na pratica do inglês fora de sala o depoimento do Cadu SouzaHenrick Oprea :-) que tal se colheremos ideias assim?

Maria Xavier então fica a pergunta: de que tipo de “uso” estamos falando?

Henrick Oprea Hmm… que tal deixarmos claro o que queremos dizer por “usar” o inglês?

Giselle Santos prq não, Maria Xavier? Conheço muita gente que aprendeu muitas expressões com música, e de lá foram despertando para uma coisa mais rebuscada e acadêmica

Valeria Benevolo França Acho que nossa discussão até agora espelha de uma maneira bem contundente as questões presentes em nosso PCN. Mas vejo que dentro do ensino público, se formos pelo vies do letramento crítico, aí temos uma bela oportunidade também de entender como trazer o inglês para a sala de aula..e então pensarmos em possibilidades de estimular isso fora da sala de aula…é conseguir ajudar ao aluno ver que ele vai ganhar algo com aquele aprendizado.

Raquel de Oliveira exposição à Língua = condições pedagógicas de aprendizagem?? #genuinequestion

Cadu Souza Talvez o rádio não promova o aprendizado, mas promove a exposição e, com um pouco de sorte, o interesse pela língua.

Henrick Oprea Exatamented, Bruno Andrade! Esse tipo de estímulo pode funcionar… coisas simples e bobinhas, como por exemplo, brincar com os alunos dizendo que aprenderem a produzir os sons corretamente podem ajudá-los a beijar melhor.🙂

Maria Xavier Sim, Giselle Santos, mas nem todos têm essa facilidade… eu mesma, que estou aprendendo outro idioma, me esforço muito para aprender ouvindo músicas, isso não é algo natural pra mim, entende… não sou o tipo auto-didata…

Luciana Berner Oi! Acabei de chegar. Maria Xavier (sem querer ser saudosista, mas, na minha epoca) eu gravava musica na fita K7 direto do radio e tirava a letra no papel. Aprendi mt…

Henrick Oprea Temos um outro problema, aproveitando que aValeria mencionou as PCNs. Há muitos lugares em que professores de inglês não conseguem falar inglês… olha mais uma dificuldade aí…

Maria Xavier sim sim Cadu, concordo!

Natália Guerreiro ‎Bruno Andrade, não ter internet é fato até na nova classe média. qd a cultura começou a estimular e cobrar mesmo q fizessemos projetos de internet com os alunos, tive dificuldade pq mts crianças não tinham acesso ao computador em casa. até havia um computador (internet discada as vezes), mas mts vezes o pai proibia o acesso. isso tem um tempo,fato, era 2005 ou 6, mas era no rio de janeiro capital, lá em jacarepaguá.

Bruno Andrade Com certeza, Cadu Souza – eu aprendi a falar ingles sozinho. Nunca tinha feito curso ou viajado. A musica e o rádio me ajudaram muito. Esses recursos requerem condicoes baixa de custo… ou seja, dá pra ter exposicao sem ter que depender de muita grana

Cadu Souza Isso é verdade, Henrick

Marialva Lima Capelo Aprender idiomas e praticá-los está cada vez mais fácil, vivemos em uma aldeia global, mas o q deve ser ensinado é o desapego ao professor, as pessoas ainda acham q os professores ensinam, não ensinamos, facilitamos o meio de chegar lá, mas o objetivo deveria ser ajudar os alunos a serem auto-suficientes, como nós somos hj após anos estudando inglês… Praticar o idioma fora da sala de aula é essencial, afinal as línguas estão vivas🙂

Carminha Pimentel Boa noite. Eu fazia o mesmo Luciana Berner. O número de expressões idiomáticas que eu aprendi em inglês sãop inúmeras!

Giselle Santos Fato, Henrick

Maria Xavier acho que quando falamos em “promover” o uso do inglês fora de sala pensamos em dar ao aluno estratégias para que ele se beneficie desta exposição natural, que já acontece nas grandes cidades. Por outro lado, vejo que também é importante dar tarefas específicas, do tipo recomendar a leitura tal, ou a atividade ‘x’.

Raquel de Oliveira o professor saind deste papel de guia, e passando a ser apenas um mediador… fazendo as pontes entre a Língua e a realidade dos alunos… autonomia de uso para os alunos.

Henrick Oprea Proporcionalmente, o número de pessoas que aprende inglês sozinha, por meio de música ou outro recurso, é muito baixo. Por exemplo, eu aprendi porque gostava de jogar RPG e os livros eram em inglês… o meu ponto é, neste caso, passamos a trabalhar com a motivação de cada um, mas isso independe do professor e do estímulo que tentamos promover.

Giselle Santos rs, pois é Luciana Berner, antes do celular , Mobile learning era via radio e fita cassete

Cadu Souza Tem muito o fator interesse também. Meu amigo Ricardo Razo, que muitos devem conhecer, me contou que ficava em McDonalds onde tivesse gringos, tirava o relógio do pulso e perguntava a hora, só pra poder iniciar uma conversa.

Maria Xavier ‎Valeria Benevolo França, poderia falar um pouco mais sobre esta questão do PCN? O que quer dizer?

Maria Xavier I mean, o que você quer dizer?

Luiz Otávio Barros Oi, gente. Desculpe.

Luiz Otávio Barros Tô me sentindo que nem aluno atrasado

Bruno Andrade ‎Maria Xavier acho que esse distanciamento exista, também. Porém, um simples comentario sobre uma leitura que fizemos (sem a cobrança contundente de um homework) já é suficiente pra estimular a curiosidade, pratica e discussão na próxima aula… não acha?

Natália Guerreiro caríssimos, desculpem-me, mas partirei. o papo está bom, mas o sono está getting the best of me. aguardarei a transcrição! Abcs

Raquel de Oliveira ‎Carmen KoppeRafael Parente juntem-se a nós🙂

Bruno Andrade Welcome, Luiz Otávio Barros esse assunto vc domina! Muito bom o seu texto. Parabens!

Henrick Oprea Exatamente… acho que o ponto pra incentivar a prática do inglês fora da sala de aula deve ser algo que pode vir a tocar na motivação do aluno para aprender e buscar por conta própria, mas onde é que entra o nosso pontapé inicial? O que eu procuro é entender o que posso fazer para que o aluno veja que tem uma motivação para aprender.

Luiz Otávio Barros Brigado, Bruno.

Jossely Oliveira gente, vou copiar colar um comentário de um aluno a um post meu com o link do post de Luiz Otávio Barros:

Neto Lima (aluno do Interlink 3 da Cultura Inglesa de Patos na PB, Neto é residente de uma cidadezinha próxima a Patos, chamada São Mamede) “Uso várias coisas para melhorar meu inglês outside the classroom: podcasts, movies, series, interviews, online radio, games and english blogs.

Mas apenas “consumir” inglês, é meio que um problema, eu acho. Uma parte importante da aprendizagem é produzir coisas em inglês, seja falado ou escrito. Então, eu resolvo isso falando um bocado durante as aulas, falando sozinho em casa (avisei a minha mãe antes, por precaução HAHAHA). Quanto a escrita, um tempo atrás eu criei um blog privado onde eu escrevia em inglês, coisas simples…

Ficam aqui minhas dicas. :)”

Bruno Andrade Boa noite, Natália Guerreiro – sempre bom ter vc aqui!

Giselle Santos clap, clap, Luiz Otávio Barros

Maria Xavier Sim Bruno Andrade, e acho que fazemos isso tão pouco…

Maria Xavier Quero dizer, muitas vezes a mera interação natural é substituída por um roteiro de sala de aula…e perdemos esses pequenos comentários

Luiz Otávio Barros Os últimos grupos que eu tive, há coisa de 2 anos, eram MUITO desmotivados. Alunos apáticos, que só pensavam em trabalho, detestavam música, não iam ao cinema… Fico pensando se é possível gerar um interesse genuino nesses alunos.

Valeria Benevolo França ‎Maria Xavier o PCN de língua inglesa foi idealisado para estimular uma abordagem que privilegia o desenvolvimento da leitura, a reflexão crítica, dentro de uma pedagogia sócio-construtivista…mas claramente não estimulava a oralidade. Isso é uma questão que talvez terá que ser repensado hoje, mas muitos Municípios estão lidando com esta falta de estímulo a oralidade escrevendo OC (Orientações Curriculares) em outros estados tem nomes de Programa Pedagógico..nomes diferentes, inserindo as 4 habilidades.

Luciana Berner ‎Henrick Oprea a proporção é peq mesmo, mas nao deixa de me surpreende a qt de vocabulario e expressoes q meus alunos trazem dos jogos. Mts relatam o qt progrediram atraves dos jogos multiplayer. Como vc e o Cadu disseram, interesse e motivacoa sao key.

Cadu Souza Talvez uma ideia seja descobrirmos os interesses dos alunos e apresentá-los com ferramentas que possam ser usadas por conta própria.

Cadu Souza Sites, revistas, jogos, etc.

Maria Xavier neste caso, Henrick Oprea, conhecer a turma é fundamental

Henrick Oprea É uma questão de conseguir que o aluno consiga acrescentar o inglês em sua lista de prioridades. Enquanto isso não ocorrer, nem mesmo 10 minutinhos por dia serão possíveis. O incentivo eficaz que podemos dar é algo que vai fazer o aluno enxergar a real necessidade de usar o inglês fora da sala de aula, e não achar que ver TV é o suficiente.

Luiz Otávio Barros Para esse out of class exposure funcionar bem eu acho que o ingrediente mais importante é interesse real

Raquel de Oliveira o caso aqui do rio, né, Valeria Benevolo França?

Luiz Otávio Barros Voces têm lidado com alunos adultos assim?

Giselle Santos ou seja personalização

Henrick Oprea Personalização, coisas significantes para o aluno, e mostrar a real necessidade. Muitos alunos passam o primeiro mês após retornarem do exterior com um super gás para estudar inglês, mas isso não é uma motivação real – é apenas entusiasmo por conta da viagem.

Bruno Andrade ‎Henrick Oprea, no meu contexto – classe media – eu sigo meus alunos nas redes socias e procuro saber sempre sobre o que eles tem falado. Dessa forma, eu trago pra sala de aula em forma de discussão e lanço mais alguma coisa interessante que vi ou li. Geralmente, um topicos mais politizados, eu procuro uns TED talks ou artigos. Já pros mais banais, tem sempre um video no YouTube sobre qualquer, eu disse qualquer, besteria lá. Entao, eu comento sobre e digo para assistirem/lerem (ou posto aqui mesmo no FB) – depos é só colher os frutos. Meu alunos estao tao iused to it que ate qnd estao atrasados e ja passou o momento da discussao, eles param a aula pra discutir. Nivel intermediario, isso ok?

Valeria Benevolo França Não somente no Rio Raquel de Oliveira, mas em Belo Horizonte, interior de São Paulo…

Jossely Oliveira Super concordo com o Cadu Souza. No primeiro dia de aula, sempre tenho essa conversa com meus alunos porque deixo claro que duas horas e meia semanais não são suficientes para ser proficiente em uma língua. A medida que eles vão falando de suas preferências, vou sugerindo opções…. muitos nem preferem nada, daí tenho que incentivá-lo… normalmente sugiro séries de TV porque tem pra todos os gostos e é acessível

Cadu Souza A motivação dos meus alunos adultos é falar no trabalho. A maioria avassaladora deles passa por isso. Já os adolescentes são expostos ao idioma ao verem vídeos no youtube, sites de interesse pessoal e cois do tipo. Acho que nosso papel é incentivar esse comportamento aceitando que, de vez em quando, eles possam dividir em sala o que aprenderam “na rua”.

Raquel de Oliveira As políticas educacionais estão sendo alteradas e espelham mais o uso hj em dia… uma vitória para o ranso tradicionalista que tinhamos antes, Valeria Benevolo França.

Luiz Otávio Barros Há coisa de 3 anos, eu tive um grupo de “current events”. O homework deles era assistir a um vídeo do youtube por semana, contar para a sala do que se tratava e dividir com o grupo 2 expressões que eles acharam interessantes.

Luiz Otávio Barros A regra para essa escolha era a seguinte:

Raquel de Oliveira uma vitória sobre*

Valeria Benevolo França Quem estiver interessado em ler o PCN de Inglês (língua estrangeira) pode ver aqui:http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/pcn_estrangeira.pdf

Cadu Souza Eu já fiz algo parecido, Luiz Otávio. Realmente funciona.

Luiz Otávio Barros Precisam ser expressões com palavras que vocês conheçam, necessariamente. Fiz isso para meio que forçar o aluno a notice useful lexical chunks e tal – e não só aquelas palavras mais obscuras

Luiz Otávio Barros Funcionou MUITO, MUITO bem. E olha que o grupo era cheio. Mas eles adoravam ouvir as descrições. Inclusive, muitas vezes os vídeos eram os mesmos, e as expressões escolhidas, também.

Maria Xavier ‎Luiz Otávio Barros, achei interessantíssimo o que disse…

Henrick Oprea Gente, não vamos esquecer um pequeno detalhe, por favor: em pesquisas recentes, o resultado do nivel de comando do inglês do brasileiro foi muito baixo… isso mostra o quanto a situação e o buraco são muito mais embaixo do que nesse universo que estamos.

Maria Xavier mas vc abria mão do homework tradicional?

Jossely Oliveira eu acho que nós, professores, sempre trabalhamos com foco nas necessidades mais urgentes de nossos alunos, não? Nem sempre a gente precisa ter uma decisão/objetivo regulamentado ( (falo de políticas educacionais) para começarmos a trabalhar naquela necessidade…

Cadu Souza Jura, Henrick? Eu jurava que tínhamos um excelente nível de inglês.

Luiz Otávio Barros ‎Henrick Oprea, concordo. O buraco é mais embaixo e não acho que ELT tem dado a atenção necessária a esse adult beginner.

Luiz Otávio Barros ‎Maria Xavier, nesse curso em particular, não tinha livro, então não tinha homework tradicional.

Raquel de Oliveira quem em conhece sabe que sou super pró-uso das mídias sociais e de tech em sala… mas o que me preocupa sempre é: qual o viés pedagógico daquele uso? é uma ferramenta simples e tds tenham acesso? pq até o uso de desenhos num mural de cartolina é tecnologia. Mas … what for?

Luiz Otávio Barros Sabem uma coisa que me intriga um pouco?

Henrick Oprea Infelizmente, a linguagem por texto não permite definir se seu comentário foi irônico ou não, Cadu. Independente disso, acho que o problema vai além do adult beginner, Luiz Otávio. Acho que muitos professores confundem bater papo com ensinar, e preferem não ter problemas e enfrentar as dificuldades COM os alunos e simplesmente dizer, “EXCELLENT!”

Maria Xavier entendi, Luiz Otávio Barros. Dá pra fazer isso com Twitter, talvez…

Raquel de Oliveira shoot

Luiz Otávio Barros O nível de exposure to authentic English nunca foi tão alto, né? Across the board. And yet, não sei se nossos alunos estão necessariamente more accurate. Creio que não. O listening dos teens melhorou muito, e eles pick up a lot of things. Mas os adultos, me parece, estão falando pior do que há alguns anos.

Cadu Souza Não foi irônico, foi honesto. Realmente achava que nossos falantes de inglês eram/são muito bons.

Maria Xavier Talvez Henrick Oprea pq muitos destes professores não saibam o que fazer além de dizer EXCELLENT

Giselle Santos ‎Fatima Espírito Santo Godinho, que bom ter vc entre nós =)

Luiz Otávio Barros ‎Henrick Oprea, você já leu um blog chamado high demand teaching, que o Adrian Underhill started com o Jim Scrivener? Eles falam justamente disso.

Henrick Oprea ‎Cadu Souza, um exemplo de onde vemos esse resultado: http://www.ef.com/epi/ef-epi-ranking/

Maria Xavier ‎Cadu Souza e Henrick Oprea, eu realmente gostaria de entender essas pesquisas, pois tem empresa brasileira perdendo contas pra India e pro Cairo, quando o inglês destes povos consegue ser infinitamente pior, mas isso é um outro assunto.

Cadu Souza Uma coisa que me entristece é ver alguns canais a cabo trocando os programas legendados por dublados. Muitos alunos já vieram até a mim fazer comntários do que entenderam/aprenderam, etc. nesses canais e programas

Luiz Otávio Barros Mas, sério, se nunca houve tanto exposure, por que os alunos não estam falando melhor (assuming this is true)? Falta noticing? E se falta, será que é por que eles não estão conseguindo ouvir direito? Será que anos e anos de ênfase em top-down processing, listening for gist e o diabo a quatro não ensinou o nosso aluno a listen to what was ACTUALLY said? Tipo, ele ouve uma frase com terceira conditional, e só percebe os key words? Ou seja, falta matéria prima para acquisition? Ou estou viajando?

Luciana Berner ‎Luiz Otávio Barros meus alunos adultos tem exposure alto – ate mesmo autentico pq trabalham em multinacionais. Mas, a empresa acaba criando um jargao proprio e tenho tido mt dificuldade de “desensinar” algumas coisas. Neste pt concordo c vc, estao falando pior.

Jossely Oliveira gente, tô muito confusa com alguns comentários e meu internet service tá lento e acho que estou perdendo muito, MAS vou falar de algo que observo semestre a semestre na escola onde trabalho (nós sempre pegamos turmas diferentes a cada semestre). Tenho observado que alunos que se dedicam a ver filmes e séries de TV legendados tem um desempenho muito superior a alunos que não têm esse input

Raquel de Oliveira ‎Henrick Oprea, numa abordagem comunicativa o papo faz parte do processo de aprendizagem… e vc tocou numa ferida, na minha opinião. Conhecer bem os alunos para elicitar atividades e interesses que possam ser usados como ponte para lingua fora de sala de aula ainda esbarram num timetable corrido, sem brechas, e com foco em avaliações somativas…

Henrick Oprea ‎Maria Xavier e Cadu Souza – em 2010, em uma de suas sessões no Braz-TESOL em SP, Jeremy Harmer falou exatamente isso: o nível do inglês do Brasileiro é baixo. Todos os professores na sala xiaram e ele simplesmente disse: “não estou falando do nível de vocês, mas do nível de conhecimento do Brasileiro como povo…”. A minha dúvida é a mesma do Luiz Otávio Barros: o que é que acontecia que os professores e os alunos no passado tinham um comando da língua melhor do que hoje em dia?

Cadu Souza Hoje mesmo alguns alunos comentaram que viram ontem a final do American Idol em inglês pois queriam ver junto com os EUA. Tudo 100% em inglês.

Carminha Pimentel Acho que a maioria dos alunos adotam uma posição ‘passiva’. Escutam muito, leem muito, mas produzem pouco em sala. Why’s that?

Cadu Souza Luiz, quando estamos assistindo um programa, esse tipo de exposure natural, não pensamos em estrutura.

Jossely Oliveira acho que a gente tem que levar em consideração o learning style do aluno… e acho que a escolha a respeito do material deve ser dele. Detalhe: no caso dos alunos que veem séries e filmes, eu não indico nada… só sugiro que eles devem se expor ao inglês o máximo possível

Raquel de Oliveira timidez, estresse pós jornada de trabalho, cansaço, opção por aprender melhor em silêncio… tens razão,Carminha Pimentel

Luiz Otávio Barros ‎Henrick Oprea, palpite: a gente está vivendo um momento histórico, sócio-cultural de get things done. E sempre tem um trade off entre WHAT is said / heard and HOW it is said / written, né?

Bruno Andrade fora a rica discussao por tras disso tudo, que atividades praticas e simples (ou complexas) que vcs usam pra estimular ingles fora de sala?

Valeria Benevolo França Mas gente, não vamos confundir nossos alunos, e no caso de muitos de nós neste chat, são alunos de uma escola de idiomas, com a população em geral.

Jossely Oliveira acho que muito da aprendizagem não precisa ser sistemático, não precisamos de homework no papel nem perguntas pré-formuladas

Maria Xavier Vejo Jossely Oliveira, que o ponto aí não é necessariamente a exposição. Mas ensinar ao aluno as estratégias adequadas

Henrick Oprea Em conversas com uma professora que dava aula no início dos anos 80, me foi relatado que, para que o aluno cursasse o nível avançado, ele tinha que passar em uma prova internacional de nível, nos dias de hoje, do FCE. Hoje em dia, na mesma instituição, os alunos terminam o nível avançado com dificuldades para cursarem o preparatório para o FCE…

Maria Xavier para que esta exposição seja melhor aproveitada

Raquel de Oliveira ‎Henrick Oprea, when education turns into commodities, my friend…

Cadu Souza Gente, infelizmente não consigo pensar em um outro motivador que não a necessidade.

Luiz Otávio Barros ‎Bruno Andrade, eu costumava pedir para os alunos procurarem collocations and interesting examples com o google. Fazia algo assim:

Henrick Oprea Talvez, a melhor forma de estimular o uso e a prática do inglês fora da sala de aula seja com um feedback direto ao ponto, sem sugar-coating nenhum, que mostre ao aluno que é necessário ESTUDAR, e aí mostrar que estudar inglês pode se dar de muitas formas diferentes.

Valeria Benevolo França E Henrick Oprea, vamos falar a verdade, as provas de Cambridge ESOL não são tão difícil hoje como eram no passado…

Luiz Otávio Barros Os alunos tinham que procurar exemplos com o chunk “through and through” / ou “I wholeheartedly…” / ou “the odds that…”

Luiz Otávio Barros Aluno 1 procurava páginas 1 e 2

Luiz Otávio Barros Aluno 2 procurava páginas 3 e 4 e assim por diante

Luiz Otávio Barros Eles tinham que copiar o exemplo mais memorável de todos os results.

Luiz Otávio Barros Em sala, eles faziam uma jigsaw activity montando um spidergram a partir de todos os exemplos.

Luiz Otávio Barros Alguns grupos gostavam, outros detestavam.

Henrick Oprea ‎Valeria Benevolo, concordo em gênero número e grau. Mas isso é um fenômeno em várias matérias. Converso com meus professores de matemática, física e eles são categóricos ao afirmar que se usassem as mesmas provas que usavam 15 anos atrás, a maioria dos alunos não teria condições de resolver.

Luiz Otávio Barros O saldo foi positivo.

Luciana Berner ‎Bruno Andrade pé no chão: tenho sugerido q depois de ver um filme c a familia em port mesmo, escolha uma cena e assista em ingles (c legendas em ingles ou sem legendas dependendo do nivel). Alguns alunos de CAE estao ficando viciados nos podcasts da BBC.

Maria Xavier Porque percebo, Henrick Oprea e todos aqui, que não damos a devida atenção a reading e a listening em sala de aula como antigamente. Muito menos a writing. A demanda por speaking é enorme, e ressentindo isso muitas aulas são focadas nisso – falo de todo tipo de aula, até mesmo daqueles que pagam um native speaker apenas para bater papo… Então esse aluno não desenvolve skills, ele apenas anota listas intermináveis de palavras (quando anota), estuda resumos de gramática (quando estuda), e vai “se virando”…

Jossely Oliveira Isso Henrick Oprea! E esse processo deve ser o mais autônomo possível. O que pode servir de incentivo e até de cobrança mesmo, seria uma sessão de feedbacks e comentários sobre o que viram fora de sala de aula durante a semana, por exemplo.

Raquel de Oliveira ace, Maria Xavier

Teresa Gomes de Carvalho Boa noite! A diferença é que o foco do aprendizado era falar corretamente enquanto hoje é uma comunicação mais imediata e informal. Basta ver um livro de correspondência comercial dos anos 70. Eu tinha um quando dava aula la pelos anos 80 . Era muito mais protocolar .

Luiz Otávio Barros Outra atividade bobinha que pode encorajar noticing fora da sala de aula:

Henrick Oprea Acrescente a isso que você citou, Maria Xavier, a necessidade de muitos professores de quererem ser os mais populares da escola, de se preocuparem mais com o que os alunos pensam deles do que com o que eles estão ensinando aos alunos…

Cadu Souza Meu único porém em pedir que os alunos procurem no google ou coisas do tipo é que não é um uso natural do inglês fora da sala de aula; é um uso que foi pedido pelo professor, mas de uma maneira mais solta.

Raquel de Oliveira Esta mudança no modo de ensinar teria um viés mercadológico? Henrick OpreaLuiz Otávio BarrosTeresa Gomes de CarvalhoMaria Xavier

Luiz Otávio Barros Dou um mini diálogo em português e peço para eles traduzirem para o inglês. Daí, toco um trechinho do filme / sitcom em questão e eles anotam as diferenças – meio que um dictogloss com notice the gap. No longo prazo, acho que isso pode ajudar o aluno a prestar atenção não só no conteúdo (which is what we will naturally do, right?), mas em language também.

Valeria Benevolo França Sim, feedback é fundamental para o crescimento “scaffolded” do uso da linguagem. E um feedback real como o Jim Scrivener e Adrian Underhill estão mencionando no tópico deles de Demand High ELT. Porém, todos nós precisamos compreender a razão porque devotamos tanto tempo fazendo algo..qual o resultado? Penso no meu processo de aprendizagem de matemática…nunca entendi porque tinha que apreender certas coisas..não fazia sentido..não faria parte da minha realidade. Será que não é o mesmo com o inglês? Nós professores temos que mostrar para alguns alunos as vantagens e benefícios.

Luiz Otávio Barros Cadu, de repente é um rehearsal, né?

Maria Xavier ‎Raquel de Oliveira, acho que são dois lados: acho que de fato há no mercado de trabalho uma demanda por speaking. E quem “vende” aulas de inglês percebe isso.

Raquel de Oliveira Contexto + função + prática + cativar

Luiz Otávio Barros ‎Raquel de Oliveira, acho que sim, mas é mais amplo que isso, eu acho.

Cadu Souza Ou ainda mexer com a vaidade deles. Falamos em interesses, em motivação, mas não podemos esquecer que somos todos vaidosos, uns mais outros menos, mas a vaidade é uma excelente ferramenta também.

Raquel de Oliveira sim, Maria Xavier e Luiz Otávio Barros… somos parte de uma engrenagem maior… tanto em esfera pública ou privada.

Luiz Otávio Barros Pensa no nosso chat aqui – pensa em todos os constraints – tempo, velocidade, vários assuntos ao mesmo tempo. É difícil pensar em language, não é? A minha pontuação deve estar um horror. Spelling então…

Jossely Oliveira por isso a importância de conversar com o aluno e saber se ele tem consciência da necessidade dele, de seu foco… e a partir daí buscar junto com ele alternativas adequadas a sua realidade

Luiz Otávio Barros Acho que os nossos alunos vivem esse tipo de realidade de uma forma muito mais ampla. E natural. Tipo, a vida em 140 caracteres.

Cadu Souza Ah, sim. Deassa forma acho pra lá de válido. E isso talvez até desperte o interesse neles em repetir a atividade de maneira espontânea.

Maria Xavier Tá boa, Luiz Otávio Barros… no stress…rsrsrsrs

Henrick Oprea ‎Raquel de Oliveira, há um viés mercadológico, mas há também uma mudança no propósito que a população enxerga para aprender uma língua estrangeira. Agora, se essa mudança foi causada por marketing, já são outros 500… outro dia um colega me contou que, ao questionar um taxista de uma grande cidade sobre ele ter que aprender inglês, a resposta foi bem seca: “pego turistas de vários países há anos e não falo uma palavra do idioma deles e sempre deu tudo certo. Agora fica esse monte de propaganda dizendo que temos que aprender inglês… eles nunca souberam o que fazemos.”

Teresa Gomes de Carvalho Eu sinto que o brasileiro em geral não é comprometido com o seu aprendizado. Ele nao faz dever de casa e se contenta com um aprendiZado beirando o mediocre. Acha q ir a aula é o bastante e que nao requer esforço. vejo isso em crianças, adolescentes e adultos.

Bruno Andrade Verdade,Teresa Gomes de Carvalho

Valeria Benevolo França ‎Cadu Souza, as vezes a questão da vaidade está coberta pela falta de confiança, a insegurança e baixa estima…as vezes temos que trabalhar isso primeiro..mas acho que as vezes até conseguimos trabalhar pela língua inglesa..sempre acho que o aprender de uma nova língua ajuda a criação de uma outra auto-imagem, e isso pode ser de grande valia para nós.

Henrick Oprea E agora, Teresa Gomes de Carvalho, muitas escolas aceitaram esse jogo e simplesmente baixaram o grau de exigência para não perderem o cliente… não é mais nem aluno…

Jossely Oliveira ‎Raquel de Oliveira, acho que não é só mercadológico, acho que virou mercado por causa da demanda… se pensarmos que é mais fácil a leitura em língua inglesa por causa da estrutura da língua parecida com o português, se compararmos com o japonês, por exemplo… acho que o foco no speaking/listening se dá por causa da necessidade… são os mais usados… e pro brasileiro é mais difícil desenvolver esses skills do que os demais, não acha?

Raquel de Oliveira tivemos uma esperiência com o twitter com alunos adultos… o writting deles melhorou horrores, a amizade dentro do grupo cresceu, e o interesse pela Língua Inglesa tb… Tanto é que um dos alunos começou a usar o twitter como ferramenta profissional e migrou para a Inglaterra para trabalhar num grande banco de Londres…

Henrick Oprea ‎2 minutos para o final, pessoal…

Teresa Gomes de Carvalho Eu estidei nos EUA e a competividade é grande entre colegas de classe. eu ficava chocada na epoca, mas era algo estimulado. aqui eles se contentam com pouco, la tem ranking nas universidades e vale muito para o seu currículo

Maria Xavier ‎Teresa Gomes de Carvalho, tem isso também, mas acho que existem outras questões… nas cidades como o Rio, perdemos horas preciosas do dia com deslocamento, por exemplo… isso acaba com as pessoas..

Luiz Otávio Barros ‎Jossely Oliveira, tem sempre uma percepção do aluno (e de alguns professores) que time well spent in class e com speaking e, em menor grau, listening, né? Reading e writing são encarados muitas vezes como perda de tempo. And I sympathize. Deve ser difícil para um sujeito que acorda às 6, enfrenta uma hora de transito para chegar na escola e, logo em seguida, enfrentar um chefe, um escritório… Pensa nesse aluno lendo textos muito longos em sala…

Raquel de Oliveira Bangu é longe de tudo, Maria Xavier… Ou tudo é longe de Bangu?? Hahahahaha

Maria Xavier Mas em dado momento, Luiz Otávio Barros, não dá pra fugir disso…ou dá?

Cadu Souza Boa noite, pessoal. Adorei estar aqui. Obrigado pelas ideias e insights. Um único último pensamento, não devemos criar expectativas maiores do que nossos alunos realmente estejam dispostos a fazer. Vocês nunca vão me ver estudando matemática espontanemante, mesmo quando estounestudando. Fora de sala de aula só pra revisar e estudar pra prova. Lidamos com gente e cada um é diferente do outro. Fui. Bjs

Teresa Gomes de Carvalho Parece derrotismo mas como fazer o aluno se esforçar fora de sala de aula com esta falta de “ambição” dele? O que ele vai ganhar? Sera que tem sempre que ter um jogo, um premio imediato?

Valeria Benevolo França Me parecesse que este tópico gerou um belo questionamento sobre o nosso fazer na sala de aula, em diversos contextos e realidades e com isso revisitamos os temas de motivação, o papel do aluno e do professor, o ambiente e meio como um fator estimulador, pensamos em algumas sugestões de atividades e boas práticas..tudo isso e muito mais, e tudo estimulado pelo blog post do Luiz Otávio Barros.

Luiz Otávio Barros Maria Xavier, não dá não. Mas existem compromises, eu acho. Porque por mais importante que uma atividade seja, se o aluno achar que é perda de tempo, o impacto da atividade em termos de language improvement fica comprometido, eu acho

Raquel de Oliveira Gente, o chat de hoje foi supimpa (do tempo da minha avó isto!! rsrs) Um abraço grade a todos, e bom passeio-sono a vcs! Henrick OpreaValeria Benevolo França e Bruno Andrade: obrigada pela co-moderação sempre perspicaz. E que venha o próximo… Enquanto isto, vamos interagindo em outras midias e aqui… temos novidades, né??

Raquel de Oliveira Gente, o chat de hoje foi supimpa (do tempo da minha avó isto!! rsrs) Um abraço grade a todos, e bom passeio-sono a vcs! Henrick OpreaValeria Benevolo França e Bruno Andrade: obrigada pela co-moderação sempre perspicaz. E que venha o próximo… Enquanto isto, vamos interagindo em outras midias e aqui… temos novidades, né??

Luiz Otávio Barros Gostei muito. Bruno, obrigado pelo convite. Nunca tinha chatteado no Face!

Valeria Benevolo França Para não deixarmos este tópico chegar ao fim e juntarmos idéias bem práticas de como estimular a prática de inglês fora da sala de aula, temos um Voxopop no assunto onde podem contribuir com sugestões práticas: http://www.voxopop.com/group/b8a6ae48-3b85-476d-838b-47ee1f2a13bc

Jossely Oliveira acho que como em tudo que tentamos fazer em sala de aula, não é diferente fora dela: a motivação do aluno é fundamental. Não dá pra fazer com que todos os alunos se comprometam com tarefas extra classe, mas trabalhamos com os que se interessam…

Bruno Andrade Quem gostaria de fazer o resumo dessa vez?🙂

Valeria Benevolo França Foi muito bom ter voce aqui hoje Luiz Otávio Barros, obrigada. Alguem gostaria de fazer um resumo do chat de hoje? Logo mais vou postar o “discussion thread” no nosso blog para todos lerem. Mas o resumo é onde conseguimos consolidar nossas idéias de forma melhor. Any volunteers?

Luiz Otávio Barros Bem, como eu sou novato, dessa vez eu passo, ok?

Giselle Santos muito boa a idéia do voxopop =)

Maria Xavier Adorei nosso debate de hoje, pessoal. Muito produtivo mesmo! Aprendi muito!

Giselle Santos ótimas idéias hj, obrigada

Bruno Andrade E nao deixem de comentar no Voxopop criado pelaValeria. Vamos keep up the discussion…🙂http://www.voxopop.com/group/b8a6ae48-3b85-476d-838b-47ee1f2a13bc

Maria Xavier Bacana conhecer teu trabalho, Luiz Otávio Barros!

Luiz Otávio Barros ‎Maria Xavier, nice to meet you! Obrigado!

Jossely Oliveira Parabéns pelo post Luiz Otávio Barros! Ele vai parar no meu IWB em breve!

Luiz Otávio Barros Brigado, Jossely Oliveira! Many thanks, viu?

Luiz Otávio Barros Nossa, quanta gente legal nesse grupo!

Valeria Benevolo França O nosso blog é: https://breltchat.wordpress.com/ Ele é um repositório de nossas idéias, sempre com um tipo de extensão do tópico. Vale passar pelo blog e ver tudo que temos ali. Sempre ajuda quando estivermos buscando uma reflexão sobre assuntos diversos. Obrigada aos co-moderadores Henrick OpreaRaquel de Oliveira e Bruno Andrade. E super obrigada a todos voces pela participação. Vamos nos encontrar face-toface no Braz-Tesol National Convention? Um grande abraço e boa noite.

#BReltChat breltchat.wordpress.com DISCUSSÕES SOBRE ENSINO DE INGLÊS POR E PARA PROFESSORES NO BRASIL

Bruno Andrade Voluntarios ao resumo, por favor, falem com a gente…

Jossely Oliveira Boa noite, queridos!🙂 Adorei o chat!

Maria Xavier Fortíssimo abraço a todos!! Obrigada pelo chat excelente, como sempre!

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