Mensagem a Mensagem: Usos importantes e criativos de L1

Cadu Souza Olá. Boa noite, guys.

Valeria Benevolo França Boa noite a todos.

Roseli Serra Eu pessoalmente procuro so falar inglês com meus alunos.

Natália Guerreiro ops, boa noite!😀

Roseli Serra OI Valeria Benevolo França, oi Cadu Souza! Boa noite!🙂

Teresa Gomes de Carvalho boa noite!

Roseli Serra Estou aqui Bruno Andrade

Raquel de Oliveira Atualmente trabalho em Escola e Universidade. Na primeira o uso de L1 é permitido… é descresce ao longo do ano. No segundo ambiente, a aula é em Inglês full time, mas noto uma grande dificuldade de alguns alunos em acompanhar…

Danilo Pereira Oi, são totalmente contra. E eu a favor de usar uma palavra ou outra.

Cadu Souza A instituição onde trabalho não chega a ser “zero tolerance” com o uso de L1, mas só usamos como último recurso.

Bruno Andrade E o que vc acha disso? Qual a sua postura, Natália Guerreiro?

Cadu Souza Olá, Roseli Serra

Natália Guerreiro mas uma coisa interessante q um controlador de tráfego aéreo falou (no nosso caso, é ESP) é q o controlador tem q code-switch port/ing direto. às vezes ele tem de falar em inglês algo q o supervisor ou o colega lhe disse em português. ou seja, treinar isso do port pro ingles seria provavelmente útil na realidade de trabalho dele.

Raquel de Oliveira Denilso de Lima, o que vc acha deste tópico?

Roseli Serra humm you have a point Natália Guerreiro

Teresa Gomes de Carvalho não há radicalismo. temos uma tendência a não usar o português mas acho interessante usar o bom senso e buscar semelhanças entre as duas línguas.

Denilso de Lima Eu não trabalho com nenhuma instituição específica. Mas, a minha postura é a de que o uso da L1 é um recurso a mais para que os professores auxiliem seus alunos no processo de aprendizagem. Trata-se de um recurso a ser usado moderada e inteligentemente.

Cadu Souza Interessante a sua colocação Natália Guerreiro

Julio Menochelli Olá!

Valeria Benevolo França Danilo Pereira, você pode nos explicar sua razão por ser contra? é com todos os níveis e idades?

Valeria Benevolo França Olá Julio Menochelli

Roseli Serra Bem , como trabalho em language institute , acho que uso de L1 só em recurso extremo

Natália Guerreiro concordo, Teresa Gomes de Carvalho e Denilso de Lima. é um recurso, é rico, por q não usar? claro, devemos aproveitar o escasso tempo para q os alunos pratiquem a língua-alvo. mas às vezes usar a L1 economiza tempo!

Roseli Serra Julio Menochelli que bom tê-lo por aqui🙂

Raquel de Oliveira Sim, L1 usada como ferramenta e não como veículo de comunicação… certo, Denilso de Lima?

Valeria Benevolo França Denilso de Lima quando você fala em recurso, poderia nos exemplificar?

Juan Alberto Lopez Uribe Eu acho que o uso do português pode ajudar o aluno a se expressar em momentos em que ele não tem ainda estas palavras/estruturas em seu repertório. Aí o professor pode dar ao aluno a linguagem que ele necessita no momento exato da comunicação, o que é super significativo.

Cadu Souza Eu costumava ser contra também, hoje entendo que é melhor fazer uso de L1 pra manter o ‘flow’ da aula do que usar um tempo que é precioso tentando explicar uma palavra ou expressão quando esse tempo pode ser usado com algo bem mais útil

Julio Menochelli O uso de L1 mudou muito nesses meus 20 anos de ELT. Foi, voltou, foi de novo. Há ainda muito preconceito sobre o uso.

Teresa Gomes de Carvalho Sim, o tempo é curto para tanta L2 Natalia Guerreiro.

Natália Guerreiro pensando em casos extremos, por ex. lembro de meu primeiro nível de inglês. eu tinha 10 anos. o prof perdeu uma aula inteira (isso me marcou!) explicando drugstore. e os alunos chutando em português. até q, no final dos seus 45 min, ele disse “farmácia” (pois ninguem tinha entendido a mímica) e eu saí da aula sem ter praticado uma palavra de inglês e só aprendi “farmácia”. se ele tivesse falado de cara, tínhamos praticado “farmácia” em uso.

Denilso de Lima Isso é verdade, Natália. Quando o professor percebe que algo não está sendo bem compreendido (um chunk específico, por exemplo), ao invés de mímicas, malabarismos, tentativas de explicação e tudo mais, o uso da L1 economiza tempo.

Juan Alberto Lopez Uribe Concordo Cadu Souza!

Bruno Andrade Também concordo que deve ser um recurso, quase uma técnica. E pra isso deve se saber quando e como. Denilso de Lima e Roseli Serra

Roseli Serra Isso Denilso de Lima! Há de haver bom senso. Isso seria um caso extremo … seria?

Julio Menochelli Algumas instituições ainda proíbem?

Roseli Serra Veja Julio Menochelli , podem até proibir, Mas tem como controlar 100% o que é feito em sala de aula?

Denilso de Lima Eu não diria extremo, Roseli. Há situações (momento em sala de aula) que o professor percebe que naquele momento o uso da L1 é a melhor saída.

Mariana Lins acho que o uso deve ser feito em casos extremos mas devemos contar como uma ferramente de ajuda de qualquer forma.

Roseli Serra Agora ha gente que extrapola o uso de L1 . è aí onde mora o problema não acham?

Valeria Benevolo França Sim Teresa Gomes de Carvalho o uso de L1 como fator de comparação de uso de língua é muito útil – um pouco de trabalho via “contrastive analysis”, não é?

Cadu Souza O que penso do uso do L1 em sala de aula é que isso deve ser tratado de forma institucional, do contrário cada professor usa do seu jeito e quem sai perdendo é o aluno. Se vamos usar como recurso, os profs tem que saber o que a instituição entende como recurso. Vou usar apenas como última alternativa?

Natália Guerreiro a Penny Ur falou isso numa palestra q ela fez no cambridge day deste ano, q traduzir a expressão às vezes economiza tempo e vc gasta o tempo pro aluno praticar aquele item em uso em vez de ficar num guessing game. eu achei q fez sentido, ecoou minhas experiências.

Julio Menochelli Eu lembro que na Berlitz tinha câmeras para controle!

Juan Alberto Lopez Uribe O português como recurso é importante para construir a relação com alunos iniciantes. L1 pode ajudar a diminuir a sensação de impotência que alunos adultos tem ao começar um curso. Para conversar sobre o aprender em estagios iniciais o português pode ser ótima ferramenta.

Danilo Pereira Valeria Benevolo França, eu sou a favor do uso moderado e responsável, a instituição que trabalho que é contra.

Raquel de Oliveira “Veja Julio Menochelli , podem até proibir, Mas tem como controlar 100% o que é feito em sala de aula?” > boa pergunta, Roseli Serra

Natália Guerreiro trabalhei num curso com microfones na sala ligados na sala da diretora.

Denilso de Lima Isso mesmo Cadu. Como bem disse o grande profissional Luke Prodomou, “we need to break the stranglehold of negative perceptions of the mother tongue in the classroom”. Logo, as instituições que proíbem o uso da mother tongue deveriam rever seus conceitos metodológicos.

Juan Alberto Lopez Uribe Que horror Natália Guerreiro! Onde está a confiança?

Roseli Serra Que horror, Julio Menochelli! è verdade Natália Guerreiro. Vi essa palestra da Penny Ur . e concordo que economiza tempo . eu mesma já fiz isso. Principalmente com very / real beginners

Julio Menochelli Sim! Éramos punidos severamente, às vezes demitidos!

Roseli Serra Vixe Natália Guerreiro e Julio Menochelli! Nunca imaginei que esse tipo de controle horroroso existisse ..

Bruno Andrade Sim, Julio Menochelli. No Brasas, onde trabalhei, o português é totalmente proibido. Acho que muito por seguirem a metodologia audiolingual.

Juan Alberto Lopez Uribe O alunos têm sempre algo a dizer, somente lhes faltam as palavras. (não lembro de quem é esta frase)

Valeria Benevolo França Eu acho interessante este conceito de controle do professor em sala de aula…a possibilidade reagir as necessidades dos alunos em sala de aula as vezes significa sim a necessidade de usar L1, de forma breve e eficaz.

Roseli Serra BINGO Juan Alberto Lopez Uribe

Cadu Souza Denilso, não só isso. Mesmo as que permitem o uso de L1 devem deixar claro para seus profs o que elas consideram aceitável, do contrário cada um vai decidir quando e como usar da sua própria maneira.

Danilo Pereira Por exemplo em uma palavra “econimzo” alguns minutos que tentaria explicar em português. Também penso que é um recurso melhor utilizado com begginers.

Julio Menochelli Super concordo com Denilson. Além do mais, Luke é um grande amigo! Rsrs!

Roseli Serra E a gente não pode jamais inibi-los de falr mas tb não podemos encorajá-los a se acostumarem com o uso de L1

Denilso de Lima Sim Cadu. Aí entra em cena a questão do treinamento, preparação dos professores e essas coisas que sabemos bem.

Raquel de Oliveira Alguém já se sentiu ‘peixe fora d’agua’ por conta desta proibição em algum ambiente de trabalho? Como lidar?

Juan Alberto Lopez Uribe O Mario Rinvolucri escreveu um livro sobre L1 em sala:http://www.deltapublishing.co.uk/titles/methodology/using-the-mother-tongue

Cadu Souza Exato, Denilso de Lima. E isso é super importante…

Julio Menochelli Contrastive analysis! Isso mesmo, Valéria.

Fabrício Cruz Concordo com o uso de L1 em algumas situações sim, especialmente para real beginners, só é preciso cuidado para que os alunos entendam que eles não devem depender da L1 para outras situações

Roseli Serra Perfeito Denilso de Lima! Treinamento e profissionalismo, além de atitutde profissional e ética contam nessas horas tb

Raquel de Oliveira ” O alunos têm sempre algo a dizer, somente lhes faltam as palavras. (não lembro de quem é esta frase)” > Juan Alberto Lopez Uribe, concordo contigo!

Julio Menochelli Eu mesmo uso tradução para remedial work de There is/are x have/has.

Cadu Souza Exato Fabrício, e por isso acredito que devemos usar apenas como último recurso.

Valeria Benevolo França Acredito Fabrício Cruz que este é um dos principais argumentos contra o uso de L1…que cause dependência. Vocês acham que isso pode acontecer?

Natália Guerreiro eu sempre fui partidária de usar realia, visual aids, mímica, paráfrase, o q for. mas vcs já repararam q o aluno vai e escreve a tradução no livro? com frequência uma tradução errada? isso mesmo nos mais interm/avançados, q é qd vc define conceitos mais abstratos em vez de mostrar algo.

Natália Guerreiro ou seja, quero dizer q o uso de L1 em sala de aula não está no nosso controle. os alunos usam. nos livros deles, nas mentes deles.

Cadu Souza Valeria, tenho mais medo que cause dependência no professor do que no aluno…

Fabrício Cruz Acredito que essa dependência pode acontecer sim, por isso não acho indicável o uso de L1 com frequência.

Julio Menochelli Uso tb para his/her x seu/sua. Quem nunca ouviu: She went to the cinema with your husband?

Mariana Lins concordo Fabrício Cruz, uma vez utilizado em excesso os alunos podem se habituar e essa não é a melhor maneira para o aprendizado de uma nova língua

Roseli Serra eu tb Cadu Souza

Roseli Serra Isso Fabrício Cruz

Julio Menochelli Não sei se causa dependência.

Teresa Gomes de Carvalho Eu acho que isso acontece mas o uso constante do vocab faz com que fique automático e o aluno perde a dependencia da tradução Natalia

Denilso de Lima O que acho curioso nisso tudo é quando ocorre a seguinte situação:

O professor está explicando algo – by the way, por exemplo. Aí ele faz de tudo para os alunos entenderam. Quando um entende, ele olha para o professor e diz algo como “aaaaaa… é por falar nisso, né teacher?”. O professor então abre o sorriso, confirma com um “Excellent! That’s it!” e prossegue a aula.

Pergunta, os alunos podem? Mas, o professor não? Por quê? Não seria logo melhor que o professor escrevesse o chunk (ou palavra) no quadro, falasse sua equivalência na L1, e então desse exemplos na língua alvo. Isso evitaria que os alunos sugerissem coisas absurdas às vezes!

Julio Menochelli Na Wizard usam tanto e vejo alunos falando inglês…

Roseli Serra Inclusive com crianças. Acho que nós professores, algumas vezes , subestimamos nosso alunos e entramos no uso de L1 mais como zona de confirto pra nós que pra eles. è esse o meu maior receio

Mariana Lins Julio Menochelli acho que acaba se tornando um hábito que depois é dificil de ser eliminado

Natália Guerreiro exato, Denilso de Lima!

Valeria Benevolo França Um ótimo ponto Denilso de Lima. O que os outros acham disso? Concordam?

Julio Menochelli Sei não, Roseli. Não vejo isso em escolas com método como Wizard, que falei.

Roseli Serra Isso Denilso de Lima Nesse caso eu concordo

Denilso de Lima É por isso que os professores devem ter treinamento nessa questão, Roseli.

Juan Alberto Lopez Uribe Também tenho receio disto, Roseli Serra. Um patronizing da capacidade das crianças com o uso desnecessário de L1.

Raquel de Oliveira Concordo Denilso de Lima… usar a L1 como uma ferramenta para ativar o vocabulário, e ambientar o uso e viabilizar a comunicação em L2.

Valeria Benevolo França Agora, se pensarmos em nossas infâncias…quando apreendemos a andar de bicicleta, usamos aquelas rodinhas para ajudar no equilibrio até o dia em que isso não era mais necessário. Será que o uso do L1, de forma consciente e bem embasada, não tem o mesmo efeito?

Julio Menochelli Concordo!

Roseli Serra Sou a maior defensora publica , total e irrestrita de que professor precisa de treinamento e certificação Denilso de Lima!

Teresa Gomes de Carvalho eu acho que tudo pode ser experimentado mas os alunos realmente entendem mais q a gente pensa em l2

Fabrício Cruz Acho que mesmo que os alunos sugiram coisas absurdas para a tradução da palavra, ainda é uma boa idéia esperar eles conseguirem entender o significado d apalavra, pois assim estão pensando na mesma.

Cadu Souza O que penso sobre o que o Denilson disse não é que os alunos tenham mais direito de usar L1 que os professores, mas ao esgotarmos nossa tentativa de explicar em inglês aos alunos estamos expondo eles a língua e, aos poucos, aumentando a capacidade de compreensão deles. Se formos direto para o L1, como no caso do by the way, o aluno nunca irá se habituar a decodificar a mensagem – mesmo que o resultado final seja em português, isso significa que ele decodificou

Raquel de Oliveira só não podemos ter alunos tecla SAP em sala de aula… né?

Juan Alberto Lopez Uribe Gostei da analogia Valeria Benevolo França. As rodinhas possibilitam que a criança ganhe confiança e que goste do andar de bicicleta. Começar sem as rodinhas faria que menos pessoas andassem de bicicleta.

Natália Guerreiro segundo a pesquisa q a penny ur apresentou (mas o livro dela tá aqui na lista pra ler, infelizmente), o tempo gasto em tentar adivinhar o q a palavra quer dizer (seja pelo contexto, seja pelo eliciting do prof) nao se reverte em aquisição, na revisão de literatura q ela fez. claro q todo estudo na área de SLA ainda é incipiente.

Julio Menochelli Afinal, não é curso de tradução, né?

Roseli Serra O problema é o tempo que pode se levar pra tirar as rodinhas …

Mariana Lins concordo Raquel de Oliveira acho que a gente tem muitas outras opcções a serem usadas primeiro

Raquel de Oliveira A big question para mim é: como balancear o uso de L1 sem deixar o aluno numa eterna zona de conforto que o impeça de arriscar em L2?

Teresa Gomes de Carvalho eu estava hoje introduzindo a expressao “mind you” e veja bem é uma expressao dificil para alguns alunos entenderem exatamente e aí eu pergunto para eles como eles dirian em portugues a partir de vários exemplos.

Juan Alberto Lopez Uribe E se a gente estivesse aprendendo chinês? Gostaríamos de que o português fosse em alguns momentos usado. Para mim seria uma necessidade. Pode ser muito estressante estar em um ambiente tão ambíguo, principalmente no começo.

Bruno Andrade Concordo plenamente com o Denilso. A tradução êh um processo natural. Ser fluente êh tambem traduzir. Só que se faz tão rápido que êh quase imperceptível. Além disso, uma tradução objetiva e clara poupa tempo e esforço. Mas vejo que muitos professores quando comentam de tradução, tem em mente única e exclusivamente o uso de vocábulos e chunks. O mesmo não se aplica a gramática? Que já traduziu uma forma gramatical e se sentiu melhor?

Elivan Souza Eu creio que existe esta resistência porque acham que usando o pt em sala o aluno nunca vai pensar em inglës. Quem garante que os que falantes fluentes da língua não passam pela tradução tão rápida que mal percebem que estão inconscientemente usando L1 o tempo todo!?

Valeria Benevolo França Perfeito Juan Alberto Lopez Uribe ajuda criar um “non-threatening environment” de estudo.

Cadu Souza Por outro lado Juan se estivesse aprendendo qualquer língua em seu país de origem, dificilmente poderia fazer uso de sua L1.

Juan Alberto Lopez Uribe Isso é bacana Teresa Gomes de Carvalho, o comparar como as diferenças línguas expressariam algo.

Natália Guerreiro exatamente, juan. claro q nao defendo q as aulas sejam todas em L1, como umas aulas de alemao q fiz num curso mto famoso, q eram todas em portugues e a profa olhava feio pra brazuca aqui q insistia em dar guten morgen (aquela cara de “quem ela pensa q eh de falar alemao no basico 1”). kkkkkkkk mas se vc economiza tempo de fala seu pra q os alunos pratiquem aquilo na L2, p q nao?

Roseli Serra Vixe! com certeza Juan Alberto Lopez Uribe! Mas e quanto “as crianças que mudam pra países onde a L1 é ingles e eles nunca tem Port ? Eles não aprendem tão mais rápido? e isso tb não aconetce com adolescentes e com quem faz intercâmbio, ?

Teresa Gomes de Carvalho Concordo, Juan, o nosso pensamento esta estruturado em portugues, a nossa visão de mundo é em portugues e portanto é dele que a gente parte.

Elivan Souza Mas pensaria na L! Cadu Souza. Pode ter certeza.

Raquel de Oliveira Sim sim Valeria Benevolo França e San Juan, Puerto Rico: a fala implica em se sentir seguro para realizá-la

Juan Alberto Lopez Uribe Verdade Cadu Souza. Mas se temos o recurso será que não vale a pena usá-lo?

Denilso de Lima Quando falo sobre isso em minhas palestras e workshops, tem gente que falta me bater. Para mim, as pessoas estão ainda muito presas ao Direct Method. Os pais do Communicative Approach (CLT) pregavam o uso moderado da L1 nas aulas. Infelizmente, a lenda de que professor nativo é melhor que não nativo acabou fazendo com que essa parte da Communicative Approach fosse deixada de lado e esquecida. Por meio de treinamentos, certificações, conversas e atualização pedagógica (abordagem e método de ensino) todo mundo só tem a ganhar: alunos, professores, escolas, etc. Só para registrar aqui o linguista britânico David Graddol disse que “O melhor professor é aquele que fala a língua materna de quem está aprendendo o idioma. Também é preciso ser altamente capacitado e ter um ótimo domínio do idioma, claro.” Ou seja, para mim trata-se de um caso do tipo “o pior cego é aquele que não quer ver”. Ou seja, as escolas, professores e demais pessoas envolvidas no processo percebem que é algo vantajoso desde que usado com cautela e inteligência; mas, eles têm medo de fazer isso e instaurar o caos ou a dependência. É aí que entra o trabalho de teachers trainers, coordenadores…

Julio Menochelli Quando dei aula na Inglaterra, tive senti muita falta do uso de L1 em varias situações. Uma vez, num grupo de orientais, perdi meia hora para explicar o que era transport!!

Raquel de Oliveira Na educação infantil, tenho notado algo interessante. As crianças de 2-5 anos misturam L1 e L2 na sua fala cotidiana… eles são expostos a 4 horas semanais de Inglês.

Natália Guerreiro não sei se são assim tão encorajadores os estudos em contexto de aprendizado no país nativo… não tem aquele caso clássico do W… esqueci o nome dele, q era super fluente e acurácia nenhuma?

Bruno Andrade Clap clap clap, Denilso.

Raquel de Oliveira Como nosso pensamento é estruturado? Em L1? Nosso enfoque aqui está em monolingual classes, mas quando a realidade não é esta como Julio Menochelli bem colocou aqui?

Cadu Souza Sim, Juan. Concordo que devemos usá-los. Elivan Souza, pensar na L1 aconteceria, sim, mas vc dificilmente teria um prof com a sua L1 pra te ajudar

Juan Alberto Lopez Uribe Concordo Denilso de Lima, o fato do professor transitar nos dois mundos línguísticos pode ajudar muito o aluno.

Teresa Gomes de Carvalho eu uso portugues para os alunos traduzirem uma parte de uma musica do portugues para o ingles e comparar com a letra original em ingles da musica. é muito interessante ve-los contrastar o que eles sabem com o real english e eles verem que eles tb conseguem alcançar. otima oportunidade para sentido figurado vs sentido literal e expressões.

Elivan Souza E o dicionário, Cadu Souza? Eu usei MUITO quando estudei em Londres e dormi MUITO nas aulas quando náo entendia nada. rs

Natália Guerreiro mas a realidade do pais nativo eh tao encorajadora assim?

Raquel de Oliveira Sem falar no apelo comercial… No curso x, na escola z vc NÃO falará Português… #playingthedevil

Roseli Serra Foi o que falei. Quando fz intercambio ainda adolescente e depois fui estudar na inglaterra com multilingual classes, não tinha nada de L1 p me salvar

Bruno Andrade Verdade, Raquel.

Roseli Serra ahh é vero Raquel de Oliveira! aff😦

Denilso de Lima Lembrei aqui uma coisa! No Direct Method a regra era “jamais traduza: demonstre”. Depois no Audio Lingual Method a regra foi reforçada: “o uso da língua materna do aprendiz é proibido”. Depois, Finocchiaro e Brumfit, dois pais da Communicative Approach escreveram “o uso prudente da língua materna é aceito quando necessário”. Isso eles escreveram em 1983. Eu não entendo que parte do PRUDENTE as pessoas não entenderam ou não entendem!

Elivan Souza Roseli Serra mas com certeza vocë perdeu um tempo precioso.

Roseli Serra rsss é verdade Denilso de Lima

Raquel de Oliveira Denilso de Lima, a parte comercial do aluno achar que não está falando a língua que ‘comprou’…?

Natália Guerreiro foi o q falei assim q abrimos a discussão: tem uma interpretação mto direct method no ‘communicative’ praticado até hj.

Julio Menochelli Boa, Denilson!

Roseli Serra Não , Elivan Souza. Ao contrário, foi quando mais aprendi

Juan Alberto Lopez Uribe Muitas vezes os alunos têm o mesmo livro em Português e Inglês e eu faço a seguinte atividade. O aluno lê em português traduzindo para o inglês e depois eu leio como seria o original em inglês. Ai inverto eu fazendo a trdução e os alunos leem o original. Eu mesmo não consigo trazer a riqueza do original. Os alunos gostam bastante.

Teresa Gomes de Carvalho Roseli, uma vez entrei p substituir uma professora em uma turma de crianças de 10 anos e fiz uma brincadeira dizendo q havia esquecido todo o meu portugues e eles se comunicaram e se ajudavam qdo um deles nao conseguiam. foi muito bom ve-los tentando e conseguindo!

Juan Alberto Lopez Uribe No Community Language Learning (do Charles Curran) L1 era usada. Lembram disto?

Bruno Andrade Muito bom, Juan! Os exercícios de tradução e versão são ótimos exercícios pra mente e pro aprendizado.

Cadu Souza Elivan Souza, concordo com Roseli Serra. Essa ‘perda de tempo’ inicial significa ganhos enormes futuros

Roseli Serra BINGO Teresa Gomes de Carvalho! Volto ao meu ponto: A zona de conforto do prof, o fato de subestimarmos os nossos alunos “as bezes e tb ao que Denilso de Lima falou: qual a parte da prudencia que o professor nao entende né?

Cadu Souza Quando trabalhei em Macaé uma das professoras da escola era Russa e o Português dela era péssimo MESMO. Ela dava aulas para criancinhas sem falar um ‘piu’ em português

Teresa Gomes de Carvalho pra certas coisas L1 é um caminho mais prático e a gente ganha tempo.

Raquel de Oliveira Gente, o povo critica o audiolingual e ama o PPP. Mas não seria o segundo filho do primeiro? Acredito que estudar como estruturamos nosso pensamento é crucial… nós educadores precisamos nos focar, nos apropriar nesta bases antes de nos moldarmos a metodologias específicas das instituições onde trabalhamos

Elivan Souza Cadu Souza o oposto também é verdadeiro. rs

Denilso de Lima Raquel, uma vez em uma mesa-redonda esse assunto entrou na discussão. Afinal, na Lexical Approach defendemos o uso da L1. Na hora eu respondi que o comércio (escolas, editoras, faculdades, etc.) enfiaram na cabeça do povo a ideia de que a aula tinha de ser sempre em L2 para quem os falantes nativos que se aventuram ao redor do mundo possam ganhar uns trocados em cada país no qual passam para continuar a viagem. Quem aí já viu estrangeiro que vem ao Brasil e para ganhar uma graninha procura dar aulas de inglês. O cara não tem método, conhecimento pedagócico, didática, nada disso e dá aulas para seguir em frente. Esse comércio realmente está na cabeça das pessoas até hoje.

Valeria Benevolo França As vezes também é interessante pegar aquelas revistas de avião e comparar os textos em ingles e portugues…hoje mesmo estavamos falando sobre isso com Guilherme Pacheco e Fernando Guarany , que deu uma exemplo bom disso.

Roseli Serra Excelente colocação Raquel de Oliveira!

Raquel de Oliveira Repetindo: A big question para mim é: como balancear o uso de L1 sem deixar o aluno numa eterna zona de conforto que o impeça de arriscar em L2?

Roseli Serra Elivan Souza, permita-me discordar de vc. Nunca tive perdas de tempo no meu rpcesso de aprendizagem., Ao contrário, mais pressão,mais ganho!

Jossely Oliveira Outra coisa que precisamos pensar é no pouco tempo que os alunos se expõem a língua aqui no Brasil… é injusto gastar tanto tempo tentando explicar uma expressão… diz o equivalente em português, pede pros alunos dizerem em que situações aquela expressão é usada e segue em frente (em L2, lógico! srsrs) Os momentos em que se faz necessário o L1 são tão curtos, alguns segundos de um todo de 1h15 – duas vezes por semana (no meu caso)

Denilso de Lima Ano passado, em algum momento escrevi sobre esse assunto. Vejam o link abaixo para mais detalhes:

http://www.denilsodelima.com/portugues-na-aula-de-ingles/

Juan Alberto Lopez Uribe Acho que existem vantagens e desvantagens e é pela conversa institucional sobre o tema que se chega nas melhores práticas. O assunto tem que ser conversado. No dizer que pode ou não pode sem aprofundar pode se perder as vantagens de um dos dois lados.

Cadu Souza Raquel de Oliveira, acho que a melhor maneira de balancearmos é sentindo a necessidade do aluno/turma naquele determinado momento

Natália Guerreiro Mas, Raquel de Oliveira, acho q ninguém sugere impedir o aluno de arriscar em L2. Por ex, se eu traduzo um termo para economizar tempo e depois ponho atividades de conversação em q aquele termo vai ser usado, pelo contrario, estou usando a L1 para impedi-los de usar mta L1 e encoraja-los a usar a L2.

Teresa Gomes de Carvalho Valéria, eu sempre comparo o ingles e o portugues.

Roseli Serra Juan Alberto Lopez Uribe, obrigada pelo link que vc enviou lá em cima

Fabrício Cruz Bem apontado Natália Teixeira

Bruno Andrade Tb acho legal. As vezes peco a eles pra fazer em grupos diferentes trabalho de tradução e versão do mesmo texto. Eles então comparam. Sempre rola muita reflexão .

Cadu Souza Então deixa eu fazer uma pergunta também, vocês acham que o uso de L1 só serve para níveis iniciantes? Existe alguma situação em que podemos usar L1 com intermediários e avançados?

Giselle Santos Boa noite, sempre chego atrasada mas como boa lurker rs estava lendo todas as ótimas contribuições

Elivan Souza O problema surge quando você vai dar uma aula sobre o Present Perfect por exemplo e os alunos mal sabem o que é um tempo composto em pt. Nesta hora, é preciso dar um mini curso de pt. E não precisa nem ir muito longe. Tem alunos adultos graduados de empresa que não sabem o que é um verbo, adjetivo, etc. Como vc vai dar aula para uma pessoa desta sem antes dar uns toques em pt aqui e alí. Como sou autônomo eu chego até mesmo a dar um mini curso no decorrer da aula.

Cadu Souza Boa noite, Giselle Santos

Raquel de Oliveira Há espaço para a Interlingua em sala? Como lidar?

Natália Guerreiro sim, cadu! acho q o povo deu exemplos aih bem avançados: revista da companhia aérea, livro…

Juan Alberto Lopez Uribe Bruno e Valéria, muito interessantes as atividades sugeridas com L1!

Natália Guerreiro mas só há interlíngua em sala, não?

Denilso de Lima Cadu, eu acredito que há situações nas quais os alunos intermediários e avançados também se beneficiam com o uso da LM.

Teresa Gomes de Carvalho eu ja dei aula em um curso onde portugues era terminantemente proibido nas dependencias e os alunos se viravam. L1 nem pensar. dava certo tb

Valeria Benevolo França Eu acho Cadu Souza que o que vai ser elegido pode ser diferente. Em vezes de palvras curtas podemos ver chunks of language em níveis mais alto.

Raquel de Oliveira Natália Guerreiro: A transferência, a interferência e a interlíngua🙂

Roseli Serra Claro Teresa Gomes de Carvalho

Roseli Serra Perfeito Valeria Benevolo França!

Juan Alberto Lopez Uribe Teresa, mas será que aprenderiam melhor se pudesse L1? Eles sempre se viram.

Julio Menochelli Teresa, os alunos aprendem nos mais variados ambientes!

Natália Guerreiro desculpa, Raquel de Oliveira, ainda não entendi. tudo q meus alunos produzem, a meu ver, é interlíngua.

Giselle Santos Cadu Souza, acho que L1 para advanced levels é como uma DR tem horas que é preciso esclarecer as dúvidas (*DR= Discutir Relação) mas o foco não deve ser em L1 mas sim no que ficou pouco entendido. ClarifyXtranslate

Natália Guerreiro e tudo q eu produzo, pra ser sincera, eh teacherese, não é inglês.

Cadu Souza Boa, Giselle Santos

Julio Menochelli Pessoas são diferentes, e aprendem diferentemente!

Raquel de Oliveira Natália Guerreiro, excelente ponto levantado!

Roseli Serra Gente, e as questões dos learning styles e strategies do aluno? Naõ teriam a ver se ele se beneficiará mais ou menos com o uso de L1?

Teresa Gomes de Carvalho sim, eu mesma aprendi ingles em ambientes diferentes e aprendi. meu pai aprendeu com o metodo listen and repeat e falava um ingles impecavel.

Denilso de Lima Um exemplo para intermediários e avançados seria ao falar mostrar diferenças em sentenças como “I’ve been living there for ten years” e “I lived there for ten years”. Nesse caso, comparar as duas sentenças com a língua materna (português) ajuda os alunos a assimilarem melhor quando usar a preposição FOR com o Present Perfect Continuous e o Past Simple. Também vejo situações com alguns chunks (formulaic language).

Raquel de Oliveira Boa, Julio Menochelli… Mas como atender estas necessidades se há que se haver um método que padronize as aulas de dadas instituições?

Julio Menochelli O que não se pode é fechar os olhos e blindar do uso de coisas aqui e ali porque disseram-nos que era ‘pecado’.

Cadu Souza Boa, Denilso de Lima

Roseli Serra Isso Giselle Santos! como no caso de Idioms pra upper intemediate level. once in while até que a L1 pode e deve acontcer como ferramenta de ajuda.

Roseli Serra Bingo Julio Menochelli!

Juan Alberto Lopez Uribe Ai depende Raquel de Oliveira, dá abertura da instituiçao. É mais fácil para escolas pequenas, uma vez que o uso adequado pode ser subjetivo.

Juan Alberto Lopez Uribe Todo dogma é alienante.

Roseli Serra Vc tá falando de métodos assim.,. fechados do tipo Wizard, etc, Raquel de Oliveira?

Julio Menochelli Acho um medo bobo esse de não pode isso, não pode aquilo. Como se ensinar fosse seguir preceitos e somente preceitos. Parece religião, oxente!

Natália Guerreiro outro exemplo de usar L1 pra gramática é facilitar o transfer positivo, ou seja, aquele q vai ajudar. sabe aquele estágio q eles omitem o cópula? “i student”? (tá, nunca vi com esse exemplo, mas omissão de BE já vi a rodo.) daí vc aponta com a finger technique e tal, mas se vc traduz, delicadamente aponta q ele está dizendo “eu aluno”, tvz nao queime a etapa e acelere essa omissao de copula? ou seja, a l1 dele pode ajuda-lo a chegar mais rapido na l2.

Teresa Gomes de Carvalho hoje mesmo me virei do avesso para demonstrar ‘ in spite of’ meu aluno virou e disse ‘ah, é apesar de. ai eu falei, ok, agora vamos comparar como usamos em port e ingles as estruturas…

Giselle Santos é interessante essa coisa de idiioms até prq e levarmos para o lado de L1 não chegamos a um acordo muitas vezes… me pergunto o prq não levar uma discussão em Ingles sobre as diferenças …enfim…vejo de uma forma muito calar a diferença entre usei L1 prq estou com preguiça de explicar para usei L1 prq nesse momento o meu aluno vai fazer uma conexão memorável!

Julio Menochelli Os melhores professores que eu já vi na minha carreira eram aqueles que realmente ouviam seus alunos.

Juan Alberto Lopez Uribe Isso mesmo Julio Menochelli. Professor é ser pensante, reflexivo, que percebe sua sala e tem autonomia para fazer decisões pedagógicas. Tirar isso do professor não dá!

Raquel de Oliveira Instituições treinam profs e as aulas ‘precisam’ ser homogêneas, @roseli

Roseli Serra Pq veja na verdade, não usamos um método só nem um aprroach só, correto? Temos a base no communicative approach , por exemplo mas vai e vem usamos outras coisas de ” antigamente’ que se tornaram tabus muitas vezes

Elivan Souza Teresa Gomes de Carvalho aí está algo que eu traduziria na bucha.

Julio Menochelli E ouvir, às vezes significa, professor traduz que não entendi bolhufas!!!

Valeria Benevolo França Acho que talvez gostem deste blog post sobre o assunto: http://eltnotebook.blogspot.com.br/2006/11/using-l1-in-efl-classroom.html

Roseli Serra Ainda mais que certas coisas que foram outrora banidas, como o uso de L1 agora nãp são mais “pecado”

Juan Alberto Lopez Uribe Obrigado pelo link do blog Valeria!

Bruno Andrade Alguém com alguma outra atividade criativa pro uso da tradução em sala?

Denilso de Lima O problema Julio é que as escolas (instituições) fazem as pessoas pensar que é assim. Para piorar os professores que essas escolas marqueteiras contratam são geralmente pessoas sem conhecimento sobre ensino/aprendizado de línguas. Aí os caras perpetuam a ideia de que é proibido o uso da L1. Ou seja, o marketing destas escolas mais a contratação de “professores” de fachada é o que atrapalha a mudança e o pensamento crítico para assuntos como este que estão discutindo aqui. #prontofalei rsrsrsrs

Valeria Benevolo França E embore não seja exatamente nosso assunto, vale ver esta pequena entrevista do Guy Cook sobre Translation: http://www.youtube.com/watch?v=7CHMfboM06g

Raquel de Oliveira “interlanguage: In the process of acquiring a second language, a language learner may acquire forms of language that are in between their first language and their target language. This can happen when, for example, they incorrectly apply rules of their native language to the target language, or they have not completely learned the full extent or limitations of a rule’s use and so misapply it systematically.

Interlanguage may seem completely logical and correct in the mind of a language learner. It may also be a part of a natural learning process where rules get more refined as more input is received. However, if learners fail to receive corrective feedback, these interlanguage forms may fossilize.” > para mim é o que temos em sala de aula, meu povo!

Natália Guerreiro eu gostei mto da atividade do scott thornbury q postei aqui outro dia, Bruno Andrade, mas o link agora nao está funcionando. =( ele gravou uma egipcia descrevendo a cidade dela em arabe e pediu pra os alunos irem explicando pra ele, q nao falava arabe, o q ela disse.

Juan Alberto Lopez Uribe Um aluno meu adorava futebol e ele lia sobre o time dele e depois me recontava. Ou ele lia e me contava sendo um dos personagens. Aparecia cada expressão como lanterninha, fominha, etc era divertido e ele adorava. Era bem desafiador para mim também.

Roseli Serra Ótimo link Valeria Benevolo França!

Elivan Souza Tempo sempre foi dinheiro e hoje a coisa está muito pior. O aluno quer a tradução ali agora. Anos 80 ficou para trás.

Cadu Souza O que percebo é um consenso no uso de L1 apenas quando se está apresentando language, é isso mesmo?

Juan Alberto Lopez Uribe A gente ia ler jornais esportivos para aprender termos.

Roseli Serra eu tentei Natália Guerreiro

Denilso de Lima Bruno, acabei de pensar em uma atividade aqui. Algo do tipo telefone sem fio. O professor cochicha uma sentença (ou um chunk específico) para um aluno. Esse aluno deve passar para o próximo aluno em inglês. O segundo aluno passa para o terceiro e assim em diante. Quando o último aluno receber a mensagem, ele deverá passar para o professor. O professor então confirma o que houve no meio do caminho!

Julio Menochelli Não Cadu.

Julio Menochelli Em to das as situações, desde que com um propósito!

Fabrício Cruz Muito bom o papo, mas vou ter q ir agora. Foi um prazer falar com todos vcs! Até a proxima!

Cadu Souza Ok

Roseli Serra Não Cadu Souza! Presenting language em L1 , eu não diria…

Raquel de Oliveira e até agora estamos falando de realidade de Institutos… e em escolas? Há MUITOS professores que não conseguem se comunicar em L2 #fato

Roseli Serra Concordo com Julio Menochelli. Vai depender da necessidade do uso de L1, do nível dos alnos, do contexto, não acham?

Cadu Souza Ok, Julio Menochelli. Mas fica a dúvida, se os alunos já sabem o equivalente do L1 em inglês, pra que fazer uso de L1 novamente? Roseli Serra, quando falei em presenting, estava me referindo a solucionar dúvidas nesse momento, não apresentar toda a língua em L1

Julio Menochelli Vishe, Raquel. Lá o objetivo muitas vezes é outro.

Valeria Benevolo França De fato estamos quase ao fim e então podemos tentar resumir alguns pontos principais de nossa discussão. Quem cmeça?

Natália Guerreiro acho q se a aula é de inglês pra leitura, realmente nao precisa de mta L2 em sala.

Julio Menochelli Analise de gênero, etc etc…

Elivan Souza Cadu Souza continuamos começando a aula com L2. Se cair no atoleiro, usa L1 sem culpa.

Teresa Gomes de Carvalho eu tinha uma aluna q trazia um michaellis e traduzia tuuudo, ai dei umas dicas de learners dictionaries mais basicos e la gostou. era pura inseguranca,

Roseli Serra Ah Cadu Souza , desculpe o mal entendido!

Bruno Andrade Me FB congelou, galera. Chegam as notificações mas a mensagens não aparecem. O de vcs esta bem?

Juan Alberto Lopez Uribe L1 pode ajudar para traduzir algo que é difícil e demorado de explicar na L2.

Raquel de Oliveirahttp://www.inventario.ufba.br/05/pdf/sromanelli.pdf

Roseli Serra Td certo por aqui Bruno Andrade; Sai e entra de noco que resolve

Cadu Souza Queridos, também estou partindo. Meus olhos estão fechando. Beijos em todos e até o próximo. Como sempre, adorei estar aqui…

Natália Guerreiro acho q nao só no atoleiro, elivan. o povo aí deu exemplos interessantes em q se dá uma task pro aluno. a task já envolve o paralelo entre port e ing. ainda nao tentei. vou pensar como.

Julio Menochelli Pode-se usar L1 sim, desde que com um objetivo.

Juan Alberto Lopez Uribe L1 pode ajudar na confiança de beginners.

Roseli Serra eita bjks Fabrício Cruz a gente se fala amore!

Raquel de Oliveirahttp://www.revistas.ufg.br/index.php/sig/article/view/3743 – L1: MADRINHA OU MADRASTA? – O PAPEL DA L1 NA AQUISIÇÃO DA L2*
HELOÍSA AUGUSTA BRITO DE MELLO

Roseli Serra Cncorodo com os 2 : Julio Menochelli e Juan Alberto Lopez Uribe

Natália Guerreiro o meu está bem, Bruno Andrade

Roseli Serra mAs L1 em dose homeopáticas1 rsrsrss

Juan Alberto Lopez Uribe L1 pode ser bom para conversar sobre o aprender e para dar e receber feedback.

Denilso de Lima Aí o problema é mais complicado, Raquel. Para esse público temos de cobrar dos governantes uma política pública de ensino de língua inglesa. Com isso, mexeria-se também na formação de professores em cursos de Letras. Aliás, curso de Letras, em minha opinião, deixaria de existir. Passaríamos a ter um curso de TESOL nas faculdades. Os candidatos seriam avaliados linguisticamente (nível FCE) para cima. Mas, essa política pública teria de fazer com que os alunos terminassem o ensino médio com nível FCE. Aí sim a coisa seria bem diferente! Mas, como bons brasileiros, nós sabemos bem como nossos governantes estão preocupados com isso, não é mesmo?

Raquel de Oliveirahttp://www.inventario.ufba.br/05/pdf/sromanelli.pdf – Traduzir ou não traduzir em sala de aula? Eis a questão

Valeria Benevolo França Bom, como bem sabem temos nosso blog onde irei postar as nossas mensagens. Ficariamos imensamente grato se alguem se oferecesse para resumir alguns pontos de nossa discussão?

Juan Alberto Lopez Uribe L1 pode ser interessante nos exerciccios de tradução.

Juan Alberto Lopez Uribe Nossa, será que fundimos o FB? Travou aqui!

Raquel de Oliveira Denilso de Lima é uma seara árdua, viu? Mas eu ainda acredito🙂

Natália Guerreiro http://itdi.pro/blog/2012/10/01/breaking-rules-scott/ aqui o link do scott com o exercício no egito!

Roseli Serra You bet Raquel de Oliveira!

Roseli Serra Muito legal esse link do Scott

Denilso de Lima Eu também, Raquel. Posso não ver isso acontecendo, mas creio que estamos todos aqui preparando o terreno para que no futuro nossos herdeiros continuem a luta e façam essa mudança acontecer! rsrsrs

Juan Alberto Lopez Uribe Boa Natália Guerreiro! Rules are made to be broken!

Valeria Benevolo França Estamos chegando ao fim. Foi uma discussão maravilhosa hoje, com velhos amigos e novos também. Agradeço aos moderadores Raquel de Oliveira e Bruno Andrade pela co-moderação. Tenham todos uma ótima fim de noite e muito obrigadapor estarem aqui. Se gostaram da conversa reflexiva, convidem outros colegas para fazerem parte de nosso grupo. Um abraço a todos.

Roseli Serra ahahhaa Juan Alberto Lopez Uribe

Elivan Souza Natália Guerreiro e quem dá aula de busines tem de traduzir mesmo aquelas terminologias e expressões cavernosas porque senáo vai passar a aula inteira e o aluno com cara de paisagem.

Juan Alberto Lopez Uribe A questão é que aceitar usar L1 implica em perda de poder para o professor, existe uma posição ideológica ligada ao uso de L1. Mas aí já é outra conversa…

Denilso de Lima Pela primeira vez consegui participar full time. Hmmmmm… Sinal de que estou conseguindo voltar ao normal! rsrsrsrsrsrs Valeu pessoal! Boa a noite a todos!🙂

Roseli Serra e bota conversa nisso né meu amigo Juan Alberto Lopez Uribe? ôooooooooooo

Giselle Santos muito legal! Mesmo atrasada é ótimo saber que posso catch up mais tarde =) Boa Noite!

Julio Menochelli Boa noite, queridos! Adorei a companhia!

Roseli Serra Show de bola Denilso de Lima!

Roseli Serra bjks Giselle Santos e Julio Menochelli ♥

Elivan Souza Juan Alberto Lopez Uribe como assim? Acho que só se o aluno náo tiver confiança no professor.

Bruno Andrade Obrigado a todos por sugerir, votar e participar do BRELTCHAT! Obrigado em especial Valeria Benevolo França e Raquel de Oliveira – boa noite a todos!

Raquel de Oliveira Valeria Benevolo França e Bruno Andrade: a cada dia que passa acredito mais que unidos conseguimos mais🙂 A cada amigo de profissão aqui presente hj: a big THANK YOU!!

Jossely Oliveira Ótima discussão! Boa noite!

Valeria Benevolo França Boa noite, sleep tight you all (and don’t let the bed bugs bite”!

Juan Alberto Lopez Uribe É sempre muito bom estar com vocês aqui no Breltchat. Parabéns a todos pela ótima discussão!

Raquel de Oliveira Denilso de Lima, meu amigo… mt bom tê-lo aqui hj :) Julio Menochelli tb estreou… #feliz feliz

Raquel de Oliveira PessoALL do RIO: Quem vai amanhã no evento do BrazTesol Rio Chapter??? Nos vemos lá!!!

Roseli Serra Uma boa noite pra vcs, Valeria Benevolo França,Bruno AndradeRaquel de Oliveira e a todos vcs, meu povo!

Roseli Serra Da-lhe Julinho Julio Menochelli! Muito bom! uhuuuuuuuuu

Juan Alberto Lopez Uribe Elivan Souza, o professor pode se comunicar somente na L2 como uma forma de ter um discurso dominante sobre o aluno, isto foi a que me referi.

Juan Alberto Lopez Uribe Bem-vindo Julio Menochelli!

Roseli Serra Pense numa figuraça fera que é Julio Menochelli :) Bom tê-lo aqui, !

Juan Alberto Lopez Uribe Boa noite a todos!

Teresa Gomes de Carvalho boa noite pra todos, in spite of having to use my limited cell phone keyboard, foi muito bom participar.

Roseli Serra Boa noite Juan Alberto Lopez Uribe. A gente se fala!

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