28/02/2013 – Discussion Thread – Learner Training: o que é e como pode ajudar no aprendizado e em classroom management

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Natália Guerreiro: Ready? Set. Go!

Valeria Benevolo França: Olá Natália Guerreiro

Raquel de Oliveira: vamos que vamos

Danielle Tavares: Olá..boa noite

Natália Guerreiro: Boa noite, Valeria Benevolo França! E todos os colegas!

Roseli Serra: OLá Valeria Benevolo França

Karine Melo: Sim

Valeria Benevolo França: Olá, bom estar de volta.

Raquel de Oliveira: Feliz com tanta gente apaixonada por Educação aqui hoje

Roseli Serra :Pois é Raquel de Oliveira! eita grupo bom né?

Natália Guerreiro: Votei neste tópico pq tive uma experiência mto legal neste mês. Peguei uns alunos q devem ter vindo de experiências mais tradicionais com ensino de língua e, ao encontrar um curso mais comunicativo, pareciam perdidos ou resistentes às vezes. Só de explicar por que fazer pair work, por que ter atividades em q eles ficassem mais soltos para falar, por que não tinha resposta certa, em suma, só de explicar/elicitar tudo o q se fazia em sala, eles ficaram tão felizes e tão mais envolvidos! Senti um ganho enorme!

Priscila Mateini :Olá Valeria Benevolo França, Natália Guerreiro

Valeria Benevolo França: Bom, nosso tema de hoje “Learner Training” é um que vai trazer uma boa discussão. Talvez possamos começar conceituando exatamente o que entendemos como “learner training”?

Valeria Benevolo França: :Ótimo Natália, então acho que você já começou nos dando um exemplo….

Cecilia Lemos: Boa noite, pessoal! desculpem o atraso!

Juan Alberto Lopez Uribe: Olá a todos!

Raquel de Oliveira: Juan Alberto Lopez Uribe, poste aqui Rose Bard tb

Valeria Benevolo França: Olá Cecilia, que bom ter você aqui novamente como moderadora.

Raquel de Oliveira: Ceci welcome back

Rose Bard: Boa noite a todos!

Cecilia Lemos: : Acho que Learner Training é trabalhar com os alunos para eles entenderem o processo de aprendizagem, necessidades, abordagens… é treinar o aluno para que ele aprenda melhor.

Roseli Serra :OI Cecilia Lemos .

Raquel de Oliveira: Learner Trainning é crucial com crianças… mas o que são adultos senão crianças de idade, né?

Cecilia Lemos :Obrigada Valeria, Roseli e Raquel! Bom estar de volta!

Roseli Serra :E levá-los a serem mais independentes no seu processo de aprendizagem e reconhecerem senso de progresso

Natália Guerreiro : outro exemplo seria tb strategy training. como é um curso intensivo só em fevereiro, era importante estimulá-los a continuar estudando e ensinar como. apesar de novos (18-20 anos), eles pareceram apreciar mto essas dicas de aprendizado de língua.

Muita gente q vem aprender inglês nunca estudou outra língua estrangeira, então é bom trabalhar com como se aprende uma língua, ajudá-los a descobrir o q funciona para eles, desfazer uns mitos (ex.: depois de certa idade não se aprende), etc.

Cecilia Lemos: Raquel, eu não tenho muita experiência com crianças, e para minha Learner Training é essencial com adultos, principalmente aqueles que estão iniciando pela 415a vez e tem grande ansiedade (e bloqueios)

Cecilia Lemos: Obrigada Valeria, Roseli e Raquel! Bom estar de volta!

Natália Guerreiro ; engraçado, Raquel de Oliveira, nunca cogitei learner training com criança! hahaha sempre com adulto! acho q ficava pensando q era abstrato demais pra eles. adoraria saber como vc faz!

Roseli Serra: E se a gente focassse o learner training em aquisição de linguagem mais do que aprendizado de uma outra língua?

Valeria Benevolo França: Se, como Natália exemplificou, learner training involve permitir que o aluno tenha um entendimento melhor da razão pela qual ele faz algo, como é que isso irá facilitar seu processo de aprendizagem? E qual é esta relação com a questão de autonomia?

Priscila Mateini: concordo com a Natalia, porem com as crainças a utilização do ludico tem ajudado muito!!

Raquel de Oliveira: Ceci, concordo com vc… por isto afirmei que adultos são crianças de idade

Juan Alberto Lopez Uribe: A palavra training me incomoda, pois traz a idéia de algo já fechado. Gosto da idéia de conversar com os alunos sobre o aprender. Faz sentido para vocês?

Rose Bard: Tenho como prática no primeiro dia de aula encorajar os alunos a encarar a experiência de aprendizagem como uma jornada aonde aprendiz e professor caminham juntos. A assumir uma postura pro-ativa diante do seu objetivo.

Natália Guerreiro: sim, learner guiding talvez, né, juan? até pq não há uma forma única, magic bullet, pra aprender.

Cecilia Lemos: Acho que um dos benefícios é mais emocional, principalmente com o aluno adulto… ele entender o processo muitas vezes baixa o affective filter e ele se permite fazer as coisas, mesmo que sejam muito diferentes de metodos que eles já conheçam, mesmo que as atividades pareçam sem utilidade ou bobas

Raquel de Oliveira: Natália Guerreiro, eu converso com eles sobre o como estão aprendendo, como melhorar… as regras de comportamento em sala de aula são construídas em conjunto tb…

Roseli Serra: EXatamente mas acho que Juan tem uma certa razão… Talvez , para alguns públicos de alunos a palavra training soe como algo muito fechado

Valeria Benevolo França: Perfeito Rose, a diferença entre estimularmos um posicionamento pro-active em vez de reactive.

Natália Guerreiro: Raquel de Oliveira, acho q aí vc tá fazendo a ponte com o classroom management do tópico! bem legal!

Juan Alberto Lopez Uribe: Rose Bard, como você conversa com os teus alunos sobre a jornada?

Cecilia Lemos: Juan, faz muito sentido! Mas Learner Training é só a denominção, para todo mundo no mundo todo saber sobre o que é… Muito do meu LT é feito de conversas com meus alunos…

Karine Melo: Os alunos brasileiros são um pouco dependente dos professores, acham que eles tem obrigação de ensinar e eles só de fazer alguns exercícios orais e escritos. Esquecem que aprendizagem é algo que exige esforço de ambas as partes.

Raquel de Oliveira: Valeria Benevolo França, para mim autonomia caminha paralelamente à segurança… e quando sabemos o que estamos fazendo, para que estamos fazendo… nos sentimos mais seguros, com autonomia de vôo.. Pensei alto aqui

Cecilia Lemos: As vezes é um simples “Gente, qual vocês acham que é o objetivo dessa atividade? O que vocês estão praticando, que habilidade?”etc…

Natália Guerreiro :isso, sem a explicação (q o prof às vezes não dá por parecer óbvio pra ele), as coisas q se fazem em aula podem parecer gratuitas e daí o aluno pode não aproveitar tanto.

Roseli Serra :Ótima a sua colocação Cecilia em relação a training ser apenas um nome

Rose Bard :Juan, procuro ouvir as expectativas deles, medos e tudo mais que eles trazem para o grupo.

Raquel de Oliveira : Awareness, né? Como a sala é parte do mundo, nosso aluno não pode ser alienado

Natália Guerreiro : what’s in a name, though. concordo com o juan q training dá mesmo arrepio.

Rose Bard: E que juntos vamos alcançar o objetivo que eles almejam.

Juan Alberto Lopez Uribe: Concordo com vc Cecilia Lemos, é importante trazer consciência sobre o que acontece na sala, trazer tangibilidade para a rotina.

Cecilia Lemos: Isso Natália!

Priscila Mateini: acho que é o aprendizado naõ individualizado e sim em conjunto com o professor e aluno, as atividades que utilizamos vai depender de cada grupo

Roseli Serra: SS expectations no primeiro contato. Isso! É crucial que o professor saiba e trabalhe essas questões ao loongo do processo

Valeria Benevolo França: Concorod com Cecilia temos o lado emocional e o lado de “skills” em Learner training.

Cecilia Lemos :Saber o porque fazemos algo normalmente motiva a gente, traz ânimo!

Karine Melo: Uma coisa que faço é deixar uma deixa para próxima aula… uma pergunta a ser pensada em casa, pesquisada.

Natália Guerreiro: então learner training passa por uma needs analysis, Roseli Serra?

Cecilia Lemos: Nossos alunos não estão acostumados a refletir sobre o aprendizado, então por isso eles precisam ser “treinados”

Roseli Serra: Começando por aí Natália Guerreiro

Valeria Benevolo França : E saber porque fazemos e depois saber o que eu faço melhor…a soma destes dois olhares ajuda em muito.

Danielle Tavares: pode dar um exemplo natália guerreiro?

Raquel de Oliveira: e a busca por estratégias de aprendizagem,Natália Guerreiro

Vinicius Lemos: Bacana o tema, não conhecia formalmente mas acho que nós fazemos um pouco de learner training no dia a dia. Concorod com afirmações anteriores relacionando o termo com classroom management.

Teresa Gomes de Carvalho: Olá boa noite!

Roseli Serra: Mas essa needs analysis pode ser feita das mais variadas maneiras. Inclusive de maneiras muito informais

Juan Alberto Lopez Uribe: Bacana também é termos eles trocando como aprendem, o que os estimula e motiva. Esta conversa com os alunos sobre learning awareness é essencial para o professor ver e rever suas posturas e como elas afetam os alunos.

Raquel de Oliveira :Valeria Benevolo França, e aí a autoestima ajuda o desenvolvimento do aluno…

Roseli Serra: BINGO, Juan Alberto Lopez Uribe

Roseli Serra :Teresa Gomes de Carvalho! Que bom ter vc por aqui!

Raquel de Oliveira: Afetivo, de afetar… boa Juan Alberto Lopez Uribe!

Vinicius Lemos: Acho que uma maneira de trazer a pro-ativdade dos alunos é conversar sobre como eles gostam de aprender e elicitar o porquê

Natália Guerreiro: então juntando tudo q todo mundo disse até agora, LT envolve: (1) busca conjunta estratégias de aprendizagem; (2) trabalho com os medos e ansiedades e expectativas; (3) explicação dos objetivos das técnicas e tarefas utilizadas em sala.

e isso pode ser iniciado desde a 1a aula, com um papo e/ou com uma needs analysis.

è isso?

Priscila Mateini: sim!! Natália Guerreiro

Teresa Gomes de Carvalho : Na primeira aula com meus alunos discutimos assuntos relacionados ao aprendizado de uma língua. Acho essencial que eles saibam que nós conhecemos um pouco de como este aprendizado se dá. Muitos alunos acham que nós ‘só ensinamos inglês,’ poucos sabem que podemos ajudá-los a aprender melhor.

Juan Alberto Lopez Uribe: Boa Natália Guerreiro! Gostei do teu resumo.

Karine Melo: Tabém podemos ajudá-los a a fazer uso das redes sociais pra melhorar a aprendizagem, usando learner trainer.

Rose Bard: Sem dúvida Juan.

Natália Guerreiro: resumo ainda não, juan! temos mto papo ainda.

Roseli Serra: É um trablaho de formiguinha esse de learber training. A gente envolve tudo isso aí que Natália Guerreiro mencionou e ainda temos de estar bem aware dos learning styles dos alunos a fim de que o LT seja mais efective.

Raquel de Oliveira: E o papel da coordenação pedagógica tb é crucial… pq ajuda a montar as peças do quebra cabeça…

Roseli Serra: Isso! E pense num trabalho trabalhoso , viu Raquel de Oliveira?

Rose Bard: O que acham do professor como role model? Aonde precisamos ter uma atividade de Learner também?

Juan Alberto Lopez Uribe: Importante no learning awareness é desconstruir modelos mentais que os alunos trazem. Estes incluem não tenho talento, minha familia não consegue, e muitos outros.

Vinicius Lemos: A ideia do Learner Training parece ser um método eficaz de envolver mais o aluno no processo.

Raquel de Oliveira: http://iteslj.org/Techniques/McCarthy-Autonomy.html >> achei este artigo interessante

Roseli Serra: hummm food for thought Juan

Priscila Mateini : Juan essa eh uma realidade constante em muitas salas

Juan Alberto Lopez Uribe: Fiz até uma manualzinho de orientação para pais, seria um “parent training”, já que os pais influenciam muito a aprendizagem das crianças.

Ramon Silveira: Boa noite pessoal! Desculpem o atraso! Tentando acompanhar os posts.

Cecilia Lemos: Muito importante tb o LT acontecer não só no início do semestre, mas ao longo de todo o processo de aprendizagem…

Valeria Benevolo França: De certa forma é auxiliar o aluno a criar seu próprio “framework” ou “scaffold” para direcionar seu processo de aprendizagem – ajudar ele/ela a ter uma clareza das atividades, recursos que o auxliliam na aprendizagem.

Roseli Serra: EXatamente Cecilia Lemos! è aí onde mora o segredo do sucesso

Valeria Benevolo França : Perfeito Cecilia, é um processo….

Raquel de Oliveira: Atualmente, tenho pensado em LT em plataformas online… Pq o aluno precisa ter a autonomia de responder questões em L2 num ambiente sem “mediação”

Teresa Gomes de Carvalho : Muito bem colocado, Juan Alberto Lopez Uribe Vi os conceitos que os meus alunos tinham do aprendizado e do inglês em geral e fiquei surpresa com alguns mitos que eles têm.

Karine Melo: Atualmente, os alunos tem um mundo de informações mas não sabem como usar em favor próprio pra aprender o que desejam incluindo um novo idioma.

Cecilia Lemos: Com alunos mais fluentes e avanaçados, vejo que LT ajuda muito em eles preceberem que estão aprendendo, ao invés de ter aquela sensação de estagnação comum em níveis mais avançados.

Roseli Serra: ISso me lembra mentoring Ss , Valeria Benevolo França!

Priscila Mateini: eu sempre pensei que o professor é uma facilitador, ajudar nossos alunos é essencial para a autonomia de cada um

Roseli Serra : Ramon Silveira! Salve !

Valeria Benevolo França: E como já começamos a sugerir alguns exemplos, talvez possamos pensar em mais exemplos conxretos de como desenvolvemos este “awareness” do processo de aprendizagem….

Teresa Gomes de Carvalho: Com crianças podemos fazer algo semelhante, como experimentar diferentes formas de se fazer uma atividade e como aprendemos a fazê-la, etc.

Natália Guerreiro: isso, Raquel de Oliveira, com EaD, learner training/awareness se faz ainda mais importante pois não é uma modalidade ainda usual para as pessoas.

Juan Alberto Lopez Uribe : Isso mesmo Valeria Benevolo França, dar ao aluno um menu com opçoes que ele pode escolher e deixa-lo perceber criar e rever suas próprias formas é um excelente caminho.

Vinicius Lemos: Um dia desses conversando com uma amiga que estava estudando inglês ela estava reclamando da atitude da professora em dizer que não poderia dar as respostas de mão beijada e que eles tinham de descobrir significados e que isso tornaria o aprendizado mais eficaz. Minha amiga, como aluna, queria saber todas as respostas e não estava pagando para descobrir nada. Acho isso um reflexo do jeito que aprendemos no passado e precisamos mudar os paradigmas. Acho que learner training seria interessante para trazer a consciência da importância da autonomia.

Valeria Benevolo França: ótimo Teresa Gomes de Carvalho e como você faria o follow-up? Via uma conversa informal?

Ramon Silveira: Bem…tentando acompanhar ainda mas acho que tenho um exemplo. Na minha unidade temos a carta de apresentação que entregamos na primeira aula aos alunos explicando coisas da escola, inclusive como funcionam as aulas etc. O professor é treinado a explicar na primeira aula esse processo aos alunos.

Raquel de Oliveira: Valeria Benevolo França. gostaria de saber se alguém já pensou em LT como forma de rmedial work… Alguém?

Teresa Gomes de Carvalho: É importante mostrar e demonstrar para os alunos a importância da atenção e da memória para o aprendizado através de hands-on.

Roseli Serra: Isso fa-los-ia reconhecer seus L styles e discernir suas strategies Juan Alberto Lopez Uribe?

Cecilia Lemos: Como remedial work, Raquel?

Juan Alberto Lopez Uribe: Teresa Gomes de Carvalho, trazer estes conceitos para a mesa, desconstruí-los e reconsctruí-los com os alunos é fundamental. Faço isso bastante de forma indireta também por meio de quotes que escrevo na lousa.

Natália Guerreiro: Raquel de Oliveira, acho q é essa hora q o LT vem mais fácil nas nossas cabeças, né? qd a gente vê q o aluno não tá se desenvolvendo…

Teresa Gomes de Carvalho : É verdade, Vinicius Lemos, os alunos têm certas expectativas em relação ao aprendizado e querem aprender tudo de uma vez e respostas prontas. Este é o modelo mais antigo em que o professor responde as perguntas dos alunos. Na minha escola a vida toda foi assim. Perguntávamos e o professor respondia.

Karine Melo: Uma coisa que faço com as turmas do Município é trabalhar com palavras que usamos, vindas do inglês, logo no primeiro dia de aula. Isso ajuda a mostrar o quanto eles já sabem e como o inglês é importante hoje em dia.

Cecilia Lemos: Sempre faço isso com meus alunos adultos iniciantes tb, Karine! Ajuda muito!

Raquel de Oliveira : Cecilia Lemos, quando identificamos alunos com dificuldade de aprendizagem, ou com tempo de aprendizagem mais prolongado, diagnosticamos isto e fazemos um plano de açao, certo? Será que já incluimos LT nisto?

Valeria Benevolo França : Perfeito, e o quanto que learner training é influenciado por learning styles? Será que isso fica claro para os alunos?

Cecilia Lemos: Juan Alberto Lopez Uribe, adorei a ideia de um manual de “Parent Training”!

Roseli Serra : Será que nesse momento uma nova needs analysis não seria util Natália Guerreiro?

Vinicius Lemos: Verdade Karine Melo e Raquel de Oliveira , e eles sempre ficam surpresos com o tanto que já sabem !!

Cecilia Lemos: Devemos com certeza incluir LT nisso, Raquel de Oliveira, mas do que nunca, acho eu!

Rose Bard : Um exemplo concreto Valeria. uhmmm no semestre passado fiz uma atividade com vídeo e vocabulário que evoluiu para uma discussão sobre a questão da memória, observação, estratégias e das habilidades pessoais de cada um. Os alunos discutiram em pares após a atividade sobre quais estratégias usaram para lembrar das palavras.

Natália Guerreiro : bem, eu tenho uma resistência à ideia de learning styles como se costuma apresentá-la. parece uma profecia autorrealizável q limita mais do q liberta.

Roseli Serra: Nossa manual de prente training se for segudios pelos parents . UAU! EStaremos no céu!

Raquel de Oliveira: Cecilia Lemos, mas acho que na correria do dia a dia isto ainda fica muito superficial, sabe?

Karine Melo: Trabalha auto-estima que é bem baixa em alguns!Vinicius Lemos !

Valeria Benevolo França: Karine Melo, interessante o seu ponto. A valorização do conhecimento prévio do aluno é fundamental. Quantos alunos em média tem em sua turma no Município? Voce acha que learner training facilita o processo para eles?

Cecilia Lemos: Valeria, acho que se os learning styles não está claro (ou a gente sentir que não está) temos que fazer LT para remediar isso!

Juan Alberto Lopez Uribe: Cecilia Lemos, aqui vai o mini manual para pais:http://childrenlearningenglishaffectively.blogspot.ca/2012/10/a-mini-manual-for-parents-of-children.html

Teresa Gomes de Carvalho: Valeria Benevolo França, eu geralmente discuto com os alunos sobre o propósito de algumas atividades no decorrer do curso. Acho importante eles saberem porque estão fazendo isso e não aquilo, etc. Fiquei feliz porque consegui demonstrar para a minha turma avançada a importância de anotar vocabulário para lembrar melhor em uma atividade de ditado.

Roseli Serra: POis é gente.. de repente essa correria deixa nossas práticas meio nubladas em relação às nosas idéias né Raquel de Oliveira?

Roseli Serra: Thanks Juan Alberto Lopez Uribe

Juan Alberto Lopez Uribe : Que bacana Rose Bard como você trabalhou a atividade de video e vocabulário com o teu grupo.

Vinicius Lemos : Obrigado por compartilhar Juan Alberto Lopez Uribe!!

Karine Melo Com alunos da rede particular indico aplicativos que podem baixar, discionários, coisas que fazem parte do cotidiano deles. Assim aprendem fazendo o que gostam.

Natália Guerreiro: : isso, apontar para recursos online é uma ótima ideia, Karine Melo!

Natália Guerreiro: aliás, poderíamos como grupo desenvolver uma lista só com o creme de la creme desses recursos, né?

Cecilia Lemos: Partindo para a prática, que tal compartilharmos exemplos de atividades, formas que fazemos LT em sala?

Raquel de Oliveira: E o quanto de habilidades não congnitivas (motivação, controle emocional, disciplina ou capacidade de interação) incluimos no LT? E como fazê-lo? > pensando aqui na realidade das escolas públicas, Karine
Melo, Valeria Benevolo França e tdos?

Rose Bard: Fiz isso ainda essa semana com os meus adolescentesKarine. E fico impressionada com a imagem que eles trazem de si mesmos nos grupos iniciantes. Um dos alunos (um menino de 12 anos) disse quando viu a sala cheia com as mochilas, ” todos esses alunos vão estudar aqui (eram 9)?” eu disse que sim, e ele disse em seguida, “bom se eles não souberem nada, eu to feliz, porque eu não sei nada.”

Roseli Serra: Nossa! Apps , web tools, recursos online, nossos alunos amam!

Teresa Gomes de Carvalho: Fazer um paralelo com os alunos com outras experiências de aprendizado pelas quais tenham passado também ajuda e tira a ansiedade (ex: algo que eles aprenderam e agora dominam), isso tudo pode e deve ser discutido se não com o grupo como um todo pelo menos com os alunos mais ansiosos. A ansiedade impede que o aluno consiga aprender, pois em pânico você não retêm informação.

Juan Alberto Lopez Uribe: Alguns livros didáticos tinham um pouco de LT em caixinhas que falavam como algumas pessoas aprendem. Outros tinham checklists ou listas de perguntas para guiar os alunos.

Roseli Serra : è verdade Juan. Usei muitos deles

Ramon Silveira: Fiz uma atividade em que os alunos deveriam tirar fotos na escola de alguns objetos em uma lista. Era a primeira aula de adultos. Um aluno me perguntou, professor, isso vai nos ajudar a memorizar esse vocabulário e identificá-lo futuramente quando o vermos não é? Fiquei impressionado!

Vinicius Lemos: AS vezes muitos alunos têm um rendimento baixo por não saberem como estudar de maneira eficaz! Um pouco de orientação pode fazer muita diferença!

Cecilia Lemos: Uma coisa que eu faço são self-assessments periodicos com meus alunos, com checklists de “Can do” com as functions, gradações… e antes trabalho a cabeça deles que não é pra ser perfeito, que aquisição de língua é um processo em espiral…

Natália Guerreiro: uma q eu fazia (q acho q era do jack sh… esqueci o nome agora, da disal) era, no 1o dia de aula, espalhar pelo chão folhas coloridas cada uma com uma quote. eles tinham de escolher uma e justificar em pares p q escolheream, tentando inferir a ligação daquelas frases com aprendizado de língua. as frases eram como “a ship in the harbor is safe, but that’s not what ships are made for” e “it’s ok to make misteaks (sic)”.

Roseli Serra: Dependendo do grupo Journal diaries são de muita ajuda. è algo meio libertador pro aluno saber q o prof vai ouvi-lo / lê-lo sem julgamento de valor e respodenr-lhe a fim e encorajá-lo. Agora que é super time consuming,isso é!

Cecilia Lemos: Jack Scholes, Natália Guerreiro

Karine Melo: Estamos chamando os alunos um a um, na escola onde trabalho, para montar o plano de estudo deles.

Juan Alberto Lopez Uribe: Interessante Natália Guerreiro, imagino que esta atividade revela muito logo de cara.

Roseli Serra: Nossa Cecilia! Gosto de fazer esse tipode prática com meu alunos tb

Ramon Silveira: Uma amiga professora fez Journal com alunos do Município que estudam à noite! Eles adoraram!

Valeria Benevolo França: Karine eles tem quantos anos?

Teresa Gomes de Carvalho: Mesmo os conceitos de que inglês britânico é mais correto que o inglês americano acabam sendo discutidos e os alunos saem com ‘menos peso.’ Agora mesmo eu baixei um curso do U-Tunes sobre o inglês como língua franca e fiquei surpresa com alguns fatos e é lógico pretendo incluir esta discussão com os meus alunos em algum momento.

Natália Guerreiro: obrigada, Cecilia Lemos

Karine Melo: são do ensino fundamental segundo segmento, Valeria Benevolo França

Cecilia Lemos: LT serve até para trabalhar na cabeça dos alunos como a tradução pode ser negativa em níveis um pouco acima do zerado…

Juan Alberto Lopez Uribe: O livro da vida do Frenet é similar. Os alunos registram coletivamente tanto o que aprenderam e como foi a experiência de fazê-lo coletivamente. É muito bonito.

Roseli Serra: Adorei Natalia!

Vinicius Lemos: Uma atividade interessante seria botar os alunos para discutirem mitos e verdades em relação ao aprendizado de uma língua. Muitos , principalmente adultos acham que têm de fazer mil coisas ao mesmo tempo e nem sempre são as melhores altermativas. Uma boa conversa e discussão deixaria todos melhor informados para tomare mdecisões mais acertadas.

Valeria Benevolo França: Pois é…a questão de escrever “journals” é bem sofisticada mesmo, não é Ramon, e mostra um alto grau de entendimento e reflexão do processo de aprendizagem….

Raquel de Oliveira: 1) Eu costumava gravar meus alunos e eles se assistiam e comentam o que deviam melhorar… e discutíamos juntos o como chegar lá. 2) o uso da agenda com os objetivos da aula e a volta a ela no final da aula para que eles se conscientizem do que foi aprendido

Teresa Gomes de Carvalho: Eu nunca dei aula no município, mas eu acho que deve ser importante discutir LT com eles assim como é importante discutir com qualquer aluno em um grau menor ou maior.

Roseli Serra :You mean Celestine Frenet , Juan Alberto Lopez Uribe?

Raquel de Oliveira: 3) peer correction com sugestões 4 ) autoavaliação

Juan Alberto Lopez Uribe: Sim Roseli Serra!

Ramon Silveira: O que ela mais se surpreendeu é que ela estava um pouco cética pois eram adultos praticamente sendo alfabetizados na língua materna e algo assim para eles fosse muito desafiador. Eles adoraram expressar sua opinião sobre algo tão interessante quanto educação!

Roseli Serra: Gosto da idéia Raquel de Oliveira

Natália Guerreiro: Cecilia Lemos, acho q ando na contramão um pouco. os alunos (este ano não, mas em anos anteriores) estavam vindo com tradução como tabu. eu tenho tentado mostrar pra eles q a L1 é um grande recurso q não se precisa deixar de lado.

Raquel de Oliveira :5) o uso de portfólios que são debatidos com os alunos.. para que eles reflitam sobre sua produçã… exemplos que me vieram a mente, Cecilia Lemos

Valeria Benevolo França: E o que torna tudo isso mais interessante, haja visto que estamos falando de processo, é poder comparar o início, meio e fim – seja ele num semestre ou um ano escolar. Assim entende-se o que realmente fez a diferença e quanto o aluno realmente se desenvolveu usando habilidade ou estratégia X de aprendizagem.

Teresa Gomes de Carvalho: Eu gosto de Frenet.

Natália Guerreiro :caramba, Raquel de Oliveira, a learning awareness machine!

Vinicius Lemos: Outra ideia seria enviar feedbacks personalizados aos alunos seja por meio de e-mail ou mensagens de audio reconhecendo as atitudes positivas do aluno e apontando o que ele está fazenod de positivo e sugerir outras ideias.

Valeria Benevolo França: Elabora um pouco mais Teresa.

Juan Alberto Lopez Uribe: Acho que LT pode passar também em proporcionar diferentes experiências de aprendizagem e com estas levar o aluno a refletir como foi aprender com cada uma. Muitos alunos tem certo condicionamento nas formas como aprender uma língua. E estas estão sempre mudando, ainda mais com toda a tecnologia atual!

Cecilia Lemos :Mas eu uso a L1 nos níveis mais baixos, Natália. Acho que a L1 tem sim um papel importante… mas mostro que não pode virar uma dependência.

Raquel de Oliveira :Usamos Journal com as turmas de Bilingue hj em dia… Os alunos do pre-k registram suas experiências via desenhos num Journal… e tb desenham a percepção que tiveram do resultado das mesmas…

Roseli Serra: Gente isso tudo postado aqui é muito valioso! S epensarmos em cada contexto, nos diferentes perfis dos nossos alunos, há espaço pra todas essas idéias.

Teresa Gomes de Carvalho: Gostaria de ter tempo para fazer journals e portfolios principalmente com os meus alunos mais novos. Revisitar os estágios anteriores do aprendizado e compará-los é muito motivador.

Karine Melo: Já montei um portifólio que iniciava com uma palavra que sabiam e terminava com um texto. encadernei e entreguei a eles na última aula.

Roseli Serra: POis é Teresa Gomes de Carvalho! Tempo tempo tempo1 Sempre ele nos puxando a perna

Teresa Gomes de Carvalho: Adorei Karine Melo!

Vinicius Lemos: Vcs acham que é mais difícil aplicar LT em níveis mais avançados , quando o aluno já está condicionado a hábitos específicos? ou isso não faz diferença?

Juan Alberto Lopez Uribe: Concordo com Cecilia Lemos, que para falarmos de LT podemos usar L1. Os alunos precisam poder se expressar livremente para desenvolver as competencias cognitivas, sociais, e afetivas.

Raquel de Oliveira: e os pais precisam mais de concreto do que as crianças/teens em si… engraçado isto, não?

Teresa Gomes de Carvalho: Eu acho que depende da nossa abordagem Vinicius Lemos, nós temos uma relação de confiança com os nossos alunos e se eles realmente confiarem e nós apresentarmos argumentos válidos, eles podem mudar e muito.

Ramon Silveira: Acho Vinicius Lemos que talvez leve um pouco mais de paciência, porém, traz a possibilidade também de uma troca de experiências!

Natália Guerreiro: no meu contexto, há mto vocabulário técnico a ser ensinado. acho legal a cada unidade fazer um exercício de retomada/record-keeping do vocabulário e discutir com eles qual lhes parece mais útil, o q vai ajudar a lembrar, o q eles já usam… nem sempre eu faço, mas qd faço, sempre me bato por não fazer sempre. haha

Cecilia Lemos: Faço LT com adultos sobre o mito de que é mais fácil para Young Learners aprenderem uma língua, mostro pesquisas que mostram que a facilidade é mais fonética, que eles não precisam ter uma pronúncia perfeita, questiono eles sobre o que afinal é a pronúncia perfeita – a de quem, mostro que o que importa é inteligibilidade… E que o aluno tem motivação, pois sabe porque está ali

Roseli Serra :Outro dia li um link compratilhado pela Cecilia Lemosspbre os tão criticados portifólios. NO entanto, conheço o trabalho da instituição onde ela trabalha com portifólios e sei a eficácia deles. Só acho que o nosso alunato precisa ter várias dessas culturas aqui ( portifólios. journals) inculcadas e absorvidas como positiva e não como algo que vai roubar o tempo deles.

Juan Alberto Lopez Uribe: Acho mais fácil Vinicius Lemos, pois o alunos já tem um caminho a analisar e compartilhar com o grupo.

Natália Guerreiro: isso, Cecilia Lemos! sempre falo dessas pesquisas. eles ficam chocados!

Cecilia Lemos :Com os adolescentes faço até um tipo de LT sobre a importância do homework!

Roseli Serra :Aê Cecilia Lemos! Bingo de novo!

Roseli Serra: Yes , again!

Natália Guerreiro :achei interessante como, neste assunto de LT, feedback e assessment apareceram bastante!

Raquel de Oliveira: Construir regras logo no início, e ensinar a aprender / aprender a ensinar : importante que o
fazemos logo no início do semestre.

Cecilia Lemos: Quando tiver tempo coloco num post o LT com adolescentes sobre homework… Com muitos funciona!

Ramon Silveira :Algumas instruções podem até ficar nos murais pela escola.

Natália Guerreiro: pf fale mais desse LT do homework, Cecilia!

Vinicius Lemos: Estou adorando o chat pois nem conhecia nada a respeito do termo LT e estou absorvendo bastante da discussão!

Roseli Serra: MAs é que tem a ver com o que alguém de vocês mencionou: começo, meio e fim de processo, Natália

Juan Alberto Lopez Uribe :Como trabalham com as inteligencias multiplas no learner training? O conceito é bom pois quebra a idéia de tenho talento/não tenho talento.

Ramon Silveira: Raquel de Oliveira, assisti um workshop sobre the importance of class zero. Muito bom!

Raquel de Oliveira: O quanto o LT decorre do Professor e o quanto ele é institucionalizado em alguns casos??

Roseli Serra: eu fiz isso na minah primeira monografia através de needs analysis, Juan

Teresa Gomes de Carvalho: Ótimo, Juan Alberto Lopez Uribe. Este é um outro mito que pode ser derrubado. O aluno que acha que não tem talento não vai aprender nunca, enquanto que o que tem talento, não vai se esforçar nunca.

Roseli Serra :Esse questionário de needs analysis envolvia perguntas sobre multiplas inteligências de forma muito sutis mas muito eficientes

Juan Alberto Lopez Uribe :BINGO Raquel de Oliveira! LT é uma questão institucional e não pode ser trabalho de um professor isoladamente. Precisa ter continuidade, os alunos se desenvolvem ao longo do tempo não só na língua, mas também como aprendizes.

Cecilia Lemos :Num primeiro momento faço eles se arrependerem (por si mesmos) de não ter feito. Por exemplo: se o homework foi praticando o vocabulário visto na aula anterior, faço uma competição usando as palavras do homework. Quem fez vai estar com elas bem fresquinhas… Depois faço uma atividade elicitando deles os benefícios do Homework, o que é diferente para quem faz o homework?

Vinicius Lemos: Onde trabalho damos uma lista aos alunos adultos de sugestões para aprenderem de forma eficaz durante o semestre. Dicas de comportamento como aluno, dicas de estudo, como estudar, etc. Isso é uma forma de LT, certo? Já tinha contato com a prática mas não tinha consciência de toda essa filosofia por trás!

Roseli Serra: Great idea Cecilia!

Cecilia Lemos: Vinicius Lemos, vou dar uma olhada nos artigos que tenho sobre LT – e possíveis atividades, para postar aqui. Quer que eu te marque quando conseguir fazer?

Teresa Gomes de Carvalho: Que pena, tenho que ir. Boa noite para todos. O chat está tão bom mas… Amanhã leio os posts.

Ramon Silveira: Seria possível incluir algo do tipo em um coursebook ?

Vinicius Lemos: Boa ideia Cecilia Lemos , eu confesso que fico muito bravo quando entro em sala e vejo vários alunos querendo fazer o dever ali na hora.

Juan Alberto Lopez Uribe :Teresa Gomes de Carvalho, até mesmo porque talento e’ relativo, pois esta associado a oportunidades e esforço. Quanto mais nos empenhamos e suamos, mais talento vamos tendo.

Natália Guerreiro :Vinicius Lemos, tenho um artigo da Rebecca Oxford sb a históra das pesquisas em learning strategies. Se quiser, posso te mandar. pra quem quiser, aliás.

Cecilia Lemos: Eu diria que isso é uma forma passiva de LT, Vinicius Lemos. Um inicio… Mas não LT de verdade.

Roseli Serra: BJks Teresa Gomes de Carvalho! Sweet dreams

Ramon Silveira: Me marque também Cecilia Lemos por favor.

Valeria Benevolo França: Pois é, eu fico muito ambivalente quando falamos da “institucionalização” de learner training….eu acredito que isso é uma habilidade que deve ser estimulada para auxiliar o processo de aprendizagem. Acho que podemos orientar professores a fazer e até mostrar formas diferentes de fazer, mas acho que “at the end of the day” isso realmente fica no relacionamento estabelecido entre professor e aluno….but this is me.

Vinicius Lemos: Por favor Cecilia Lemos , adoraria aprender mais a respeito desse assunto!

Natália Guerreiro: os coursebooks da cultura inglesa têm. era ótimo. treinava aluno e treinava professor.

Juan Alberto Lopez Uribe: Boa noite Teresa Gomes de Carvalho! Beijo!

Rose Bard: Vinicius não acho que seja uma questão de nível línguistico, mas a atitude do aluno, que tem que ser trabalhada. Já tive alunos em níveis que procuraram desenvolver suas habilidades de aprendizagem experimentando differentes formas de aprender, porque em geral sempre temos aquela idéia de que eu aprendo melhor assim e acabamos por nós acostumar com um jeito X or Y de fazer as coisas. E alunos que tinham muita resistência e acabavam por continuar fazendo sempre da mesma forma, e queriam homework e aulas bem estruturadas.

Raquel de Oliveira :Amores, preciso ir… Feliz que estamos Elevando o Nível de Consciência do Aluno … E o nosso também :):) beijos a todos!!

Roseli Serra: Concordo Valeria Benevolo França. De repente institucionalizar Lt seria meio, engessá-lo , seria isso?

Vinicius Lemos: Thanks Natália Guerreiro , adoraria!

Rose Bard :uhmm ótima dica Cecilia. Boa estratégia.

Roseli Serra: Vai Sra da alegria Raquel de Oliveira! Sweet dreams, dear!

Natália Guerreiro: concordo q o institucionalizado pode ser 1 dos LT, mas não o único. afinal, LT tem de ser personalizado pra dar certo.

Ramon Silveira: Acho que talvez algo conversado entre os professores em conselhos de class por exemplo mas não institucionalizar.

Karine Melo :Tenho que ir! Let´s increase Critical Thinking!

Ramon Silveira: Boa noite Raquel de Oliveira!

Roseli Serra: è uma idéia Ramon Silveira

Juan Alberto Lopez Uribe: Valéria e Roseli, acho que talvez tenha usado a palavra errada, quero dizer que é fundamental que a escola viva a idéia de LT. Espaço para que cada professor crie e deixe sua marca com seus grupos é fundamental.

Ramon Silveira: Conselho de class foi ótimo…rsrsrs

Roseli Serra: Great idea KArine!

Valeria Benevolo França: Teresa, Karine obrigada pela presença hoje e nos vemos aqui em breve.

Roseli Serra: Perfeitamente Juan! Sendo assim é perfeito!

Natália Guerreiro: um strategy inventoryhttp://www2.education.ualberta.ca/staff/olenka.Bilash/best%20of%20bilash/SILL%20survey.pdf

Valeria Benevolo França: Bom gente, faltando apenas 8 minutos para terminarmos, gostaria de saber de cada um aqui sua preferida estratégia de LT.

Juan Alberto Lopez Uribe: LT pode ser um MEGA diferencial para escolas!

Valeria Benevolo França: ótimo Natália.

Ramon Silveira: Uma pergunta legítima, como vocês dão instruções para o PRIMEIRO listeling de uma turma de iniciantes ?

Roseli Serra :BINGO de novo Juan Alberto Lopez Uribe

Natália Guerreiro: a minha estratégia favorita é mesmo ir conversando com os alunos sobre o q estão/estamos fazendo à medida q as tarefas e os problemas vão surgindo.

Priscila Mateini: geralmente uso a L1

Natália Guerreiro: vixe, strategy for listening é sempre mto importante! bem lembrado, Ramon Silveira.

Roseli Serra: Gosto da conversa mas gosto tb do inventories.

Cecilia Lemos: Gente, desculpa… minha internet ficou péssima!!!

Valeria Benevolo França: Talvez a questão de lidar com Listening activities seja um tópico para um futuro chat?

Ramon Silveira: Um professor uma vez me disse…lembre-se sempre que eles nunca fizeram listening activity na vida deleees! Não é comum no ensino regular fazer atividades de listening.

Vinicius Lemos: Pelo que aprendi hoje acho que uma das coisas masi importantes é botar o aluno no spotlight no sentido de dar voz a ele, deixar ele expressar suas ideais e discutir como ele está aprendendo. Os alunos são muito acostumados a terem atitude passiva e quando eles tomam as rédeas do processo muita coisa positiva pode acontecer!

Roseli Serra: Para listening gosto de model e de mijme instruction enquanto falo L2

Rose Bard: Tenho que ir também, mas espero ansiosa para ler o resumo e reler o chat também. Tive dificuldade de acompanhar o chat (coisa de aprendiz… alguém tem alguma dica? risos). E também porque estou com o filho por perto. Boa noite a todos e obrigada pela oportunidade de participar em um chat tão rico como esse e conhecer outros professores que trabalham em realidades diferentes no nosso Brazilzão. Abraço apertado da carioca do Sul!

Juan Alberto Lopez Uribe: Gosto da idéia de analisar conceitos junto com os alunos. Um por aula.

Natália Guerreiro: acho q o inventory tem muita coisa de q eles podem não ter consciência, mas só de saber q tem tanta estratégia tvz estimule a variar… sei lá.

Roseli Serra :Bjo minha Flor de Criciuma. Rose Bard

Priscila Mateini: mesmas situação Rose Bard!!!

Roseli Serra: FAlamos amanha . Rose Bard

Juan Alberto Lopez Uribe :Vou checar o inventory! Thanks!

Ramon Silveira: Gosto da ideia da conversa mas um jounal me parece muito interessante.

Natália Guerreiro :é difícil de acompanhar msm. mts vezes trava!

Juan Alberto Lopez Uribe: Beijo Rose Bard! Boa noite!

Valeria Benevolo França: Rose Bard o chat hoje foi bem rápido, pela complexidade do tópico e número de participantes…difícil para todos nós acompanhar…

Vinicius Lemos: Espero participar de mais chats! Super interessante, e obrigado a todos pelas ideias , sugestoes e opinioes! csuper experiencia!

Roseli Serra: Eita Pri , vc tb Priscila Mateini? So sweet dreams, dear

Ramon Silveira :Gente, muito bom falar com vocês sobre um tópico tão interessante. Não pude focar muito pois estava ao mesmo tempo preparando umas atividades.

Roseli Serra: O meu ta ranquilo. Net aqui tá ótima

Natália Guerreiro: muito obrigada, pessoal, por mais uma conversa estimulante e rica. boa noite a todos!

Juan Alberto Lopez Uribe: Que bom que tivemos muita gente hoje! faz o papo bem rico. Aprendi bastante.

Cecilia Lemos: Afff… consegui voltar. Agora vou ler o que perdi!

Juan Alberto Lopez Uribe: Breltchat começando com força total!!!

Valeria Benevolo França: Gente, logo mais subo em nosso blo do #BRELTChat o “discussion thread” de hoje. Mas seria
super importante alguem querer fazer uma síntese do que foi discutido hoje, com base no “discussion thread”. Alguem se anima?

Roseli Serra: Ceci, ainternet da GVT ta danada essa semana aqui na nossa área da Z Norte aff

Ramon Silveira: Roseli Serra, como sempre um grande prazer! Boa noite a todos e fiquem com Deus!

Valeria Benevolo França: Nosso blog é este:https://breltchat.wordpress.com/

Priscila Mateini :Pessoal pelo que consegui captar de vc, adorei o Chat, mas tenho que ir!!!Depois vejo os post!! Boa noite!!!

Juan Alberto Lopez Uribe: Adoro fazer resumo, mas desta vez estou bem ocupado. Passo a vez.

Bruno Andrade: Queridos, perdoem me a ausência hoje! Tive um problema domestico de ultima hora! Nos vemos daqui a 15
dias!

Roseli Serra: Vc tb Ramon Silveira! Sempre muito bom encontrá-lo aqui

Valeria Benevolo França :Bom, vou um enorme parzer estar aqui novamente, partilhando idéias com vocês…agradeço aos moderadores Raquel de Oliveira e Cecilia Lemos pela participação hoje e todos vocês. O chat não acontece sem vocês, é claro.

Juan Alberto Lopez Uribe: Bom te ver Bruno Andrade nem que seja para mandar um abraço!

Cecilia Lemos :Gente, que chat ótimo! Talvez possamos fazer um só com idéias práticas de como fazemos LT?

Bruno Andrade: Outro pra vc, Juan Alberto Lopez Uribe!!!

Cecilia Lemos :Amei voltar!!!! Senti falta disso!

Juan Alberto Lopez Uribe: Obrigado a todos pelo chat de hoje. Este espaço é realmente precioso!

Roseli Serra: Obrigada a todos. Adorei revê-los . tava morta de saudades dessas conversas tão frutíferas!

Roseli Serra : Show de bola Cecilia Lemos!

Rose Bard: Oi Bruno.

Cecilia Lemos: E obrigada pela sua moderação tb, Valeria!

Cecilia Lemos : Obrigada a todos pela participação

Roseli Serra: Bruno Andrade sentimos saudades!

Juan Alberto Lopez Uribe : Cecilia Lemos, gostei de trocar com você. Acho que a gente nunca tinha participado de um
chat junto!

Roseli Serra : Muito legal vc ter voltado Cecilia Lemos

Cecilia Lemos : Roseli, a minha tb é NET, mas vou pedir para virem dar uma olhada… ela tem dado umas falhadas!

Rose Bard: Tem deadline para o resumo? Se me derem um tempinho eu faço com o maior prazer até porque é o que vou acabar fazendo mesmo quando começar a ler o transcript.

Valeria Benevolo França: Até minha gente e em 15 minutos já estarei com o blog pronto com nosso discussion thread. Beijos para todos e uma ótima noite.

Cecilia Lemos: Tb acho que não, Juan! E o sentimento de partilhar foi mútuo!

Roseli Serra: Minha é GVT e andou dando muitos problemas aqui nas Graças Aflitos, etc. Cecilia Lemos

Cecilia Lemos: Alguém se interessa em fazer uma resenha sobre o chat de hoje?

Bruno Andrade: Rose Bard!! super beijo!!! Que bom q vc esteve aqui tb!

Juan Alberto Lopez Uribe : Como funciona isso Cecilia Lemos? Conta mais!

Bruno Andrade : A Rose Bard se candidatou, Cecilia Lemos.

Rose Bard: Fiz tudo o que pude para estar aqui, mas vai levar um tempo para que eu possa me acostumar. daqui a 15 dias to aqui de novo.

Roseli Serra: Uhuuuuuuuuuuuuuu creio que todos nós estaremosRose Bard

Cecilia Lemos: Que ótimo Rose e Bruno!

Bruno Andrade: Ao vezes de um resumo, estamos procurando por colaboradores para escrever uma resenha sobre o tema. Uma visão mais pessoal sobre o que foi compreendido do chat, Juan Alberto Lopez Uribe. Como se fosse um artigo ou um blog post….

Rose Bard : Aff, eu tenho que ir mesmo. risos! Cecilia eu me candidato para escrever, mas preciso de um tempinho. Se tudo bem, me deem um toque em inbox. Agora eu fui. beijãoooooooo pessoal ótimo final de semana para vocês.

Bruno Andrade: *ao invés, sorry

Lemos: Thank you, my beloved Bruno for explaining that!

Cecilia Lemos: Sem pressão, Rose!

Valeria Benevolo França: Super thanks Rose Bard, vai ser ótimo ter uma resenha sua. Valeu.

Juan Alberto Lopez Uribe: Interessante Bruno Andrade. Dá um ângulo diferente.

Juan Alberto Lopez Uribe: Nos vemos em 15 ou no cyberespaço! Abraços! Fui!

Rose Bard : O prazer é meu. Combinado então.

Cecilia Lemos: Gente, uma delícia estar nesse chat com vocês hoje! Vou jantar! Beijo!!!!!

Roseli Serra: Amores, um grande beijo em todos vocês! Muito muito muito bom esse esapço e toda essa maravilhosa discussão! Privilégio enoooooooooorme estar aqui! BJo queridos todos! See ya around

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