BrELT Chat 11/06/2015 Resumo em português

Nosso BrELT Chat de 11/06/2015 foi resumido pela Juliana Mota em inglês para o blog TEFLReflections de Marek Kiczkowiak e em português aqui para nosso espaço. Agradecemos à Juliana por seu excelente (e duplo!) trabalho e a todos que garantiram o sucesso desse debate tão interessante!
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BRELTCHAT 11 JULHO
De forma resumida, os pontos mais relevantes levantados pelos participantes durante a discussão foram:

  • Importância de se fazer um planejamento.
    A necessidade e importância de se fazer um planejamento que guie as práticas em sala de aula, mesmo que não seja um plano formal, foram ressaltadas de forma quase que unânime pelos participantes.
  • Importância de ter um objetivo em mente.
    A maioria dos participantes concordou que ter um objetivo que norteie as condutas em sala, seja estabelecendo um assunto a ser tratado no dia ou os tópicos a serem discutidos em sala de aula, é fundamental para se iniciar o planejamento.
  • Uso de ferramentas digitais para auxiliar o planejamento
    O uso de ferramentas como Power Point, Evernote e Lino, em substituição ao tradicional planejamento em papel, também foi sugerido.
  • O planejamento pode mudar de uma instituição para a outra (ex: escolas regulares x cursos de idiomas).
    Existem diferenças entre o planejamento de uma escola regular e cursos de idiomas, e essas diferenças devem ser levadas em consideração ao se planejar uma aula, pois o público alvo e a abordagem são diferentes.
  • Ter em mente a personalização do planejamento.
    Apesar de algumas escolas não permitirem alterações, sempre que possível, o professor deve “dar a sua cara” ao planejamento, ou seja, personalizá-lo de acordo com a turma e com suas necessidades, sendo possível assim, exercer a sua autonomia.
  • Não ter um planejamento linear e único do ínicio ao fim.
    Tendo em mente que uma aula não é única todos os dias e nem única no seu próprio acontecer, pensar que o planejamento não pode ser sempre igual para todas as turmas e todos os alunos e também não deve ser feito item a item, de forma mecânica, pois o que funciona para uma turma pode não funcionar na outra.
  • Estar a atento à identificação de problemas
    Ressalta-se aqui a necessidade de fazer um mapeamento do plano de aula e da aula em si e uma reflexão contínua do pré-aula e do pós-aula, para que arestas sejam aparadas e novas estratégias e soluções sejam alcançadas, não tornando assim a aula um acontecimento único e sem variações, mesmo na presença de erros ou possíveis mudanças a serem feitas..
  • Estar atento aos objetivos do aluno e/ou da turma para não haver um choque entre os planejamentos.
    Estar atento aos objetivos dos alunos facilita o sucesso da aula pois nem sempre o objetivo do professsor é o da turma e vice-versa, fazendo assim com que a motivação e o interesse estejam sempre que possível presentes em sala de aula. Ter sempre o aluno como foco assim como suas necessidades.
  • Apesar de importante no início da carreira, não se fixar no livro do Professor.
    Para os iniciantes, o livro do Professor é um norteador valioso, porém, após um tempo de experiência, segui-lo à risca pode ser um perigo, pois há grande chances de tornar a aula padronizada e sem engajamento por parte dos alunos, sem contar a falta de identidade do professor na mesma.
  • Ter, sempre que possível, um plano alternativo.
    Ter um plano alternativo facilita muito nos casos em que o nosso objetivo não bate inicialmente com os dos alunos e temos então que tomar uma iniciativa para que aquela aula não falhe.
  • Ubd
    Uma das participantes chamou atenção para o uso do Ubd (Understanding by Design) como uma forma de organização do plano de aula. Chamado de “Backward Design”, UdD foca nos resultados trabalhados de forma a guiar o plano de aula.

  • Inteligências múltiplas e estilos de aprendizagem
    Outro ponto mencionado foi a necessidade de se atender e estar atento as múltiplas inteligências e estilos de aprendizagem durante o planejamento de aula, porém o assunto foi bem controverso.

Links compartilhados:

http://en.linoit.com/
https://evernote.com/intl/pt-br/

https://breltchat.wordpress.com/2015/06/11/brelt-chat-110615-lesson-planning-interesting-reads/
http://malingual.blogspot.com.br/2012/10/learning-styles-facts-and-fictions.html
http://www.hltmag.co.uk/nov03/sart1.htm
http://pt.m.wikipedia.org/wiki/Taxonomia_dos_objetivos_educacionais
http://www.deltapublishing.co.uk/content/pdf/teaching-unplugged/TU_TEFL_review.pdf
http://www.teachingenglish.org.uk/article/teaching-unplugged
http://itdi.pro/itdihome/advanced_courses.php

http://www.sdkrashen.com/content/articles/nontargeted_input.pdf
http://www.richmondshare.com.br/learning-to-learn/

https://teflreflections.wordpress.com/2015/06/07/lesson-plans-a-waste-of-time/
http://www.ascd.org/research-a-topic/understanding-by-design-resources.aspx
http://www.ascd.org/ASCD/pdf/siteASCD/publications/UbD_WhitePaper0312.pdf
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HeadShotJuliana Alves Mota nasceu em São Paulo capital, mas se mudou para o interior em 2012. Antes fonoaudióloga, descobriu seu amor pelo ensino de inglês em 2010. Possui o certificado CAE e cursa Letras Português-Inglês na UNESP Araraquara. Dedicada ao desenvolvimento profissional contínuo, está sempre frequentando cursos on-line e presenciais, bem como webinars, e participa da BrELT desde 2014.

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