“São Paulo, uma cidade educada e tecnológica. Ou: o que rolou no Braz-Tesol Technology Seminar”

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São Paulo tem muitos atributos e lados positivos. Tem um serviço de primeira, restaurantes incríveis, uma gente super simpática e receptiva. Além poder curtir isso tudo, tive a oportunidade de participar do 1º Braz-Tesol Tech Seminar. Um seminário “devoted” aos estudos e práticas sobre o uso da tecnologia no ensino de inglês. Maravilha, não é mesmo? Uma perfeita combinação.


A organização do evento foi super cuidadosa! Tudo muito organizado e prático. O evento contou com um formato bastante interessante que alternava entre plenárias, mini-cursos, BYOD (Bring Your Own Device) happenings e momentos de troca de ideias entre professores. Tudo muito proveitoso e interessante! Parabéns, Braz-Tesol!


De todos os aspectos que rolam num congresso, aquele que sempre mais me encanta é o networking. Além de poder rever queridos colegas, conhecer gente nova e saber o que está acontecendo fora da minha sala é sempre proveitoso! A partir dessas conversas e bate-papos, discussões, argumentações e trocas o que me tocou mais como professor foi:


Games
“Games are the new literacy”
Há um movimento muito forte para inserção de games em contextos de aprendizado de línguas. Porém, discutimos bastante sobre os fatores de empolgação, durabilidade do interesse dos alunos e interação. Chegamos a uma conclusão de que os jogos por si só trazem um ganho linguístico que não é duradouro. É importante que os alunos/gamers tenham um espaço para troca de informações e socialização onde o inglês seja meio de comunicação.


Maker Movement
É uma outra vertente forte no mercado. Giselle Santos encantou a audiência quando trouxe ideias sobre Hacking Learning, ou seja uma forma de transformar o aprendizado com missões que não necessariamente envolvem tecnologia digitais mas sim a capacidade dos alunos de solucionar problemas com materiais do dia-a-dia como copos de plástico, papelão, corda, papel e caneta. Giselle sugeriu vários projetos internacionais que podemos incentivar nossos alunos a participar ou, então, criarmos a nossa própria versão deles. Alguns são: Prêmio Samsung Resposta do Amanhã, Intel Education Projects, Destination Imagination, Global Cardboard Challenge, Technovation, 3M Education Projects, Google Science Fair, Lego Education e Maker Camp.

Muito discutido ainda e trás muitas vantagens para a instituição como economias na compra de aparelhos tecnológicos. Cada aluno usa o seu device a também traz um cuidado maior para com ele. Porém, é extremamente importante que seja criada uma política de uso consciente para que funcione. É preciso pensar em investimento em Wi-fi nas salas (ou áreas comuns das filiais), politica de perda e roubo, treinamento de professores etc.
Atividades que podem ser utilizadas com BYOD são: QR codes, uma treasure hunt pela filial da sua escola. Ou então, em grupos de 3 os alunos leem um texto cada um e tem que report back para o grupo. Ou até mesmo, um aluno grava sua voz no aparelho e passa para outro que tem que escrever o que foi gravado pelo colega.

Já estou ansioso pelo próximo Braz-Tesol TechSeminar! Mas antes disso teremos a National Conference em Brasília em 2016!

Até lá, Bruno Andrade.

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