Mês dos professores BrELT: entrevista com Marina Macedo & Ricardo Barros

Quando me perguntam o que é a BrELT, respondo que é uma comunidade de mais de 7500 professores de inglês. Prossigo explicando os objetivos e os projetos, mas sinto que o número impressiona, ecoando na mente do meu interlocutor. Mas cá entre nós, o mais impressionante da minha fala não é o “7500”, é os “professores de inglês”.

A gente celebra os marcos numéricos, mas o que importa mesmo são os membros em si, qualitativamente. Na nossa comunidade, agregamos profissionais do ensino de língua inglesa de todo o Brasil, verdadeiros educadores comprometidos com o desenvolvimento profissional próprio e dos colegas, e por extensão com o desenvolvimento dos alunos, lógico. E não só porque o chefe disse que tem de se desenvolver (afinal, participar de BrELT chat nem dá certificado ou conta no currículo), mas porque eles realmente veem o ganho em trocar com seus pares experiências e reflexões, leituras e dicas, dúvidas e informações. É isso que enriquece e justifica a BrELT.

E para conhecer melhor essas pessoas incríveis que são os BrELTers, entrevistamos alguns membros da comunidade e vamos publicar aqui duas vezes por semana durante o mês de outubro. Que seja assim nossa celebração do dia não, do mês dos professores. Uma celebração concreta de professores reais. E que professores!

Com vocês, nossos primeiros entrevistados: Marina Macedo, professora do Rio de Janeiro, e Ricardo Barros, professor em Jundiaí, SP, e autor do blog https://ricardobarroselt.wordpress.com/.

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1. Em que contextos você atua?

Marina Macedo: Atuo como coordenadora pedagógica e professora no Centro Britânico Taquara, no Rio de Janeiro.

Ricardo BarrosEu trabalho como professor freelancer e teacher trainer. Meu foco atual é em exames como CAE ou TOEFL e treinamento de professores no CELTA.

2. O que motivou você a seguir carreira no ensino de inglês?

Marina: Além de gostar muito de inglês, fui conquistada por duas profesoras que tive e me fizeram ver quão bonito é transmitir conhecimento. Uma delas era moderadora BrELT, Raquel Oliveira.

Ricardo: Decidi que queria ser professor ainda na escola, mas fiz faculdade de história. Eu sabia que queria trabalhar com pessoas. No meio da faculdade, tive um professor de inglês incrível e por causa dele eu abandonei a história e vim para a área de inglês. Eu queria inspirar alunos da mesma forma que ele me inspirou.

3. Como foi sua trajetória profissional?

Marina: Comecei dando aulas no curso em que me formei, depois fiquei com aulas particulares por quase 6 anos e, em 2011, voltei à faculdade e a lecionar em cursos de idiomas. Também fui obtendo alguns certificados, e este ano de 2015 foi marcado por mudanças profissionais, como o cargo de coordenadora, e minha preparação para o CPE.

Ricardo: Comecei trabalhando como professor no CNA em Jundiaí/SP quando estava no último ano da faculdade. Nessa mesma época, eu ainda era aluno em um curso de inglês e fiz o CPE.
Depois mudei para o Rio de Janeiro/RJ e também trabalhei no CNA. Fui muito bem recebido pelos professores mais experientes e aprendi bastante nas duas escolas.
Entrei na Cultura Inglesa no Rio de Janeiro/RJ em 2005 e trabalhei lá como professor por quase 4 anos. Tive a oportunidade de fazer o Celta e cresci muito profissionalmente.
Em 2009, voltei a morar em Jundiaí/SP, onde também trabalhei na Cultura Inglesa. Aqui fiz o Delta e trabalhei como coordenador depois de alguns anos trabalhando como professor.
Atualmente eu sou um Celta tutor in training e trabalho como teacher trainer para o British Council. Também trabalho como professor particular, focado em exames.

4. Por que você participa da BrELT?

Marina: A possibilidade de aprender com profissionais da área e a possibilidade de compartilhar minhas inseguranças, erros e acertos com pessoas que entendem a maioria dos dilemas que encontro foram as maiores motivações para meu ingresso no grupo há uns 4 anos.

Ricardo: Eu entrei na comunidade no início do ano, mas comecei a participar mais ativamente nos últimos meses. Tenho a impressão que, quando eu trabalhava em uma grande instituição, eu vivia dentro de uma bolha, onde as coisas que eram feitas por outras empresas e pessoas não me importava. Participar da comunidade abriu meus olhos para muita coisa e me fez perceber que eu tenho muito a aprender e também que posso ajudar outros professores com as minhas experiências.

5. No que a BrELT auxilia/auxiliou no sua formação profissional?

Marina: Com a BrELT eu pude perceber que não basta falar inglês para ser uma boa professora, e isto me estimulou a voltar a faculdade, a fazer provas de certificação, a pensar em um Celta ou Delta.

Ricardo: As discussões na comunidade são muito ricas e me permitem ouvir idéias de pessoas de todo o Brasil. Gosto bastante dos dias de chat, já que professores de outros contextos têm experiências e problemas muito diferentes dos meus. Até agora participei só de um webinar, do Higor Cavalcante, que foi inspirador.

6. Há alguma mensagem que você queira deixar aos membros da comunidade?

Ricardo: O respeito que há entre os membros da comunidade foi uma coisa que me chamou a atenção quando comecei a participar dos chats e discussões. Acredito que isso seja ‘fostered’ pelos moderadores, que fazem um trabalho excelente.

Moderação BrELT: *blushing*

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Agradecemos a Marina e Ricardo pela disposição em participar da entrevista. Ao sabermos da trajetória de outros profissionais, todos temos insumo para repensar a própria carreira. E agradecemos, sobretudo, pela participação sempre enriquecedora de vocês na comunidade. Feliz mês dos professores!aber a trajetória de outros profissionais, a gente tem insumo para repensar a própria carreira. E agradecemos, sobretudo, pela participação sempre enriquecedora de vocês na comunidade. Feliz mês dos professores!

7 thoughts on “Mês dos professores BrELT: entrevista com Marina Macedo & Ricardo Barros

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