BrELT Queer Day Part 2 – Starting Now: Sergio Viula’s and Luciana Rocha’s Talks and Debate

Don’t miss Sergio Viula’s and Luciana’s Rocha talks on LGBT issues in the ELT classroom. Join us on the Hangout https://hangouts.google.com/hangouts/_/ytl/RpvqJff3q6jawsTE822VnGKhGzGsVLxDTaB6BOzewyw=?hl=pt_BR&authuser=0 or on YouTube http://youtu.be/fUQKzpUe8O4 

14:45 14086264_1673497276304879_8281793484367987678_oSérgio Viula – “My Teacher is an LGBT activist”

On one hand, it is not always easy to approach issues related to LGBT people in class. On the other hand, it should not be way too complex. After all, human beings are varied in their sexual orientation and gender identities. Oddly enough, sexual orientations and gender identities still accounts for a lot of fuss. In this conversation Sergio Viula will be sharing some of his own experiences on this subject. None of them should be seen as a paradigm, but they will hopefully inspire some good ideas among the participants.

15:15 Luciana Lins Rocha – “Queerizando a Sala de Aula de Línguas na Escola Pública em Tempos de Conservadorismo”

A seleção de conteúdos a serem ensinados e o modo como são apresentados se relacionam profundamente com o tipo de pessoa que se espera formar. Essa função constitutiva da escola está agora em foco com uma onda de conservadorismo que tem crescido pelo mundo. No Brasil, uma preocupação com “doutrinação ideológica” fez surgir o projeto “Escola sem Partido”, que parece se utilizar da função formadora de vidas da escola da maneira mais sórdida: legitimando apenas um tipo humano, a saber, homem, branco, classe média, cisgênero e heterossexual. Vemos nesse desejo de cercear discursos divergentes o efeito de uma tradição que há tempos estabeleceu certas narrativas como naturais por meio de sua repetição exaustiva, legitimando certas vidas e desumanizando outras. C14086474_1673497722971501_6342949328243202128_oonsiderando o papel importante da escola na constituição de vidas e a orientação de desnaturalizar discursos causadores de sofrimento das teorias queer, defende-se aqui a coadunação entre a sala de aula de línguas e o pensar queer. Em decorrência de metodologias de ensino de língua estrangeira que consideram linguagem como um sistema ao qual recorremos, e não como performance, a sala de aula de línguas é, tradicionalmente, o local onde menos ainda se considera que a discussão sobre gêneros, sexualidades e processos de racialização deva acontecer. Entretanto, se a linguagem não é apenas um sistema de regras que descreve o mundo, mas sim constitui aquilo de que fala, se somos seres da linguagem, a sala de aula de línguas se mostra o local mais apropriado para repensar a vida social, especialmente os tipos de vida que a escola (des)legitima.

15:40 Q&A with Sérgio Viula and Luciana Lins Rocha

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