BrELT Chat hoje sobre métodos e abordagens

Hoje o nosso chat vai discutir métodos e abordagens. O que sabemos e usamos de cada um? Qual a diferença? Essas e outras questões serão debatidas hoje às 22 horas, horário de Brasília.

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BrELTers pelo Mundo #12: Ruama Veras – Itália

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Acha que Itália é só pizza, gente bonita e outras gostosuras?

A querida BrELTer Ruama Veras nos concedeu esta entrevista e nos mostra o que a Itália realmente tem para os professores de inglês:

1. Há quanto tempo você trabalha nessa escola e quais suas funções?

O ano letivo aqui inicia em setembro, comecei a trabalhar no início de novembro de 2017. Faço um trabalho que aqui é chamado de ‘Letricce’, a tradução literal seria ‘leitora’, mas o trabalho consiste em preparar os alunos mais interessados do terceiro e do segundo ano do ensino médio (13 e 12 anos de idade) para os exames KET e MOVERS respectivamente.

2. Você já trabalhou em outros locais fora do Brasil?

Eu morava no Reino Unido, lá tive a oportunidade de dar aulas particulares a brasileiros que iam estudar inglês mas queriam um reforço, ou pessoas que não tinham como ir a escola em horário regular.

3. O que te levou a procurar emprego fora do país? E por que esse país em especial?

Depois de seis anos em Londres o plano era voltar ao país de origem do meu marido (Itália), foi aí onde começou meu projeto dessa nova e excitante carreira de professora.

4. Quais os requisitos que você precisou cumprir para conseguir esse emprego, em termos de qualificações, certificações, experiência prévia, etc.?

Eu vim morar em uma área remota da Itália, bem longe da realidade de cidades como Milão. Eu tenho uma graduação em Administração feita no Brasil, CELTA, cursos de pronúncia e fonética. Além disso fiz 3 meses de trabalho voluntário na escola primária local. E acho que as pessoas me conhecerem e gostarem do trabalho que eu fiz, foi a chave para ser chamada a trabalhar oficialmente.

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Ruama Veras

5. Como você ficou sabendo da vaga? Há algum site específico para saber de vagas na Itália?

Literalmente me ligaram oferecendo, como disse anteriormente, já conheciam meu trabalho. E ajudou também eu ter registro de autônoma, para este trabalho especificamente é essencial.

6. Tendo em vista o custo de vida, a remuneração é compatível, inferior ou superior ao que você recebia no Brasil?

Não posso comparar ao Brasil, nunca fiz este trabalho lá, nem no Reino Unido. Este trabalho é extracurricular e paga por hora em torno de 25 euros, porém não é fulltime, o contrato não é pago mensalmente e sim 2 pagamentos, o contrato dura pelo ano letivo, de setembro a fim de maio. Ainda estou no início da carreira, mas este contrato não seria suficiente para me manter.

7. Você sofreu algum preconceito por ser não nativo?

Sim, no início me foi oferecido um trabalho fulltime, como professora regular, quando fui assinar o contrato o sistema (software) da escola não aceitou minha nacionalidade, ligaram para a prefeitura e disseram que por ser estrangeira não poderia trabalhar como professora regular (substituta), então me ofereceram o cargo de letricce. Fiquei bem abalada no início, então eu resolvi ligar para a prefeitura, onde eu descobri a diretriz (de maio de 2017) que autoriza a contratação de estrangeiros. Foi uma situação muito delicada, mas hoje estou muito feliz com meu trabalho e certamente foi melhor assim.

8. Como está sendo a experiência de trabalhar na Itália sendo brasileiro?

Fora o episodio narrado anteriormente, me sinto muito bem recebida, aprender uma terceira língua na está sendo fácil, mas é muito prazeroso.

9. Qual conselho você daria a professores brasileiros que querem trabalhar aí?

Tudo vai depender de qual cidade você escolher e da aérea de atuação. Escolas particulares de inglês exigem CELTA, escolas regulares exigem C1-2 e de preferência CLIL. Tudo vai depender da demanda da cidade e de seus dirigentes. Na região que eu moro abriram concurso para mais de 200 vagas para professores de línguas, inglês e alemão, mas ainda há demanda por professores.

10. Algo mais que você queira dizer aos BrELTers?

Mudar de país e continuar na sua profissão, seja ela qual for, é uma questão de bom planejamento financeiro, estratégico e legal. Eu tenho muito que agradecer a esta comunidade, que sempre me inspira e motiva. Qual quer dúvida podem ficar a vontade para perguntar. Obrigada pelo convite. Thank you! Grazie!

Nós que agradecemos, sua maravilhosa!

BrELT Chat hoje sobre abordagens de correção

O BrELT Chat de hoje vai ser sobre um desses tópicos que nunca se esgotam: abordagens de correção. Vemos discutir as diferentes abordagens de correção da fala dos alunos não só durante aulas em grupo, mas individuais também.
O chat acontece neste tópico e se você quiser receber aquele lembrete maroto do Facebook é só confirmar presença neste evento.

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BrELT Calendar – novembro ’17

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Já é quase Natal e os eventos ELT não param! Vejam o que vai rolar em novembro:

05/11 – [WEBINAR] Teaching pronunciation in global settings, via bELTa (Belgium ELT Association) http://www.beltabelgium.com/heather-hansen-webinar-teaching-pronunciation-global-settings

11/11 – BRAZ-TESOL Espirito Santo Chapter Launch, Vitória, ES. https://www.facebook.com/braztesoles/

11/11 – Entrepreneurship in ELT, BRAZ-TESOL São Paulo. http://braztesol.org.br/site/view.asp?p=242

16-17/11 – ELT: New and Adapted Approaches Towards a New Era, BRAZ-TESOL Rondônia http://braztesol.org.br/site/view.asp?p=237

18/11 – [WEBINAR] Extensive Reading – ‘The story’s the thing’, via IATEFL Webinars. https://www.iatefl.org/web-events/webinars

24-25/11 – IATEFL Web Conference https://conference.iatefl.org/webconference/

25/11 – Educational Leadership: building a learning community, BRAZ-TESOL Sergipe. http://braztesol.org.br/site/view.asp?p=237

26/11 – [WEBINAR] Research in the primary English classroom: Collecting informed consent from children, via IATEFL Webinars. https://www.iatefl.org/web-events/webinars

 

BrELT Chat hoje sobre TTT

Quando saber se ultrapassamos o limite entre input e estamos privando nossos alunos de oportunidades para que eles falem? Como lidar com essas e outras inquietações?

Pois é, vamos discutir tudo isso hoje à noite, 10 horas, horário de Brasília. Se você quiser participar deste debate é só ficar de olho neste tópico, no qual você também encontra um link para o evento, assim o Facebook manda aquele lembrete para ninguém perder a hora. Nos vemos lá!

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BrELT Queer Day 2 – Dec 10, 2017.

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Queer equals gay, right? Wrong!

Queer covers any type of gender or sexual attitudes that are outside of the mainstream of one man one woman monogamy.  In other words, queer is a reaction against what is called – in the literature – heteronormativity.

What do we aim to achieve with a queer approach in ELT?

Not surprisingly, in ELT books – an in ELT as a whole – heteronormativity is rife and given the global conservative wave that has been gaining force, Education requires for more inclusive teaching practices.

Queer pedagogy is a development from feminist pedagogy which are both influenced by critical pedagogy. Crooks (2009, p, 193) claims that queer pedagogy functions as a “liberatory environment, in which students also teach, and are subjects not objects; and in which consciousness could be changed, and the old weaknesses (racism, classism, homophobia, etc.) expelled”. To achieve that, teachers must be as inclusive as possible.

With a day devoted to the discussion of gender, sexuality and identities in the foreign language classroom we are looking for presentations that:

• explore and interrogate the relationships between students and teachers;
• identify the roles of identities in the classroom;
• deal the nature of disciplines and curriculum, and the connection between the classroom and the broader community with a goal of being both a set of theoretical tools for pedagogical critique;
• provide a set of practical tools for those doing any teaching related work to develop LBGTQIA-friendly pedagogies;
• examine how language and culture work with regard to all genders, sexualities and identities thus including all minorities;
• to challenge some of the assumptions inherent in much published teaching material regarding sexual orientation, identities and gender;
• make people be aware of the fact that the way that the learner is represented (or not represented) in the materials they use or in the discussions led in class, has strong ideological ramifications.

(Or anything in line with this mindset)

 

With that in mind, we would like to invite you to our second Queer Day In ELT which will take place online on December 10, 2017.

Even if you’re not part of the LGBTQIA community but feel strongly motivated to have your voice heard, submit a proposal having in mind the principles above mentioned.

And if you are part of the LGBTQIA, join us in the attempt to make this a more inclusive, more understanding and better world.

Click here to submit your proposal.

The BrETL Team:

  • Barbara Furtado
  • Bruno Andrade
  • Eduardo de Freitas
  • Fernanda Machado
  • Priscila Bordon
  • Thiago Veigga