Resumo Chat BRELT: De “monitoring” a “mentoring”: porque e como? (06/07)

Muito obrigada a Priscila Mateini (http://www.facebook.com/pmateini?fref=ts) e ao Ramon Silveira (http://www.facebook.com/ramon.silveira.777?fref=ts)

http://linoit.com/users/pmateini/canvases/%23BRELTCHAT%3A%20

O nosso chat como sempre foi agradável e muito frutífero. Além da nossa querida moderadora Raquel de Oliveira, Valeria Benévolo França e entre outros companheiros que participaram como: Roseli Serra, Silvia Gubert, Nina Ridd, Marina Macedo, Adriane Dutra, Shirley Rodrigues, Teresa Gomes de Carvalho e nós, Ramon Silveira e Priscila Mateini que fizemos esse resumo com muito carinho e dedicação e esperamos termos expressado através dele a qualidade de nosso papo no último dia 06 de Julho.

Já de inicio foi logo indagado: o que é Monitoring e Mentoring, muitos dos participantes expressaram sua opinião sobre o tema, usando as palavras: INTERVENÇÃO, INTERFERÊNCIA, COMPREENSÃO E FEEDBACK.

Nas nossas salas de aula, muita das vezes, fazemos esses dois papeis (Monitoring e Mentoring), sendo que o Monitoring está bem mais frequente na nossa realidade por termos que seguir os currículos e calendários letivos; para muitos professores a ideia de monitoring seria a grosso modo uma checagem de conteúdo, compreensão de como funciona a aquisição dessa língua, interferência e o fator psicológico é bem mais evidenciado por conta da exposição desse aluno.

Por outro lado, o Mentoring para muitos de nós possui pontos bem mais positivos, como a facilidade de interação com o aluno, seja num bate-papo produtivo na sala de aula ou num feedback de um exercício, guiando-os para o próprio desenvolvimento (seja por indução ou associação do conteúdo aprendido), uma vez que não pode haver interferência na concentração do aluno. A interação professor x aluno em aulas particulares (one-to-one) será mais evidenciada a questão dos afetos e desafetos.

Com isso, foi colocada em questão se possuíamos diretrizes em como monitorar, se algo intuitivo, institucional e se ocorre reuniões de troca de experiências com outros professores. A principio foi levantado o aspecto estrutural da sala de aula, para que haja o monitoramento básico, as salas precisam estar arrumadas de forma que o professor possa monitorar seus alunos; outro ponto, a realidade do professor está mais para monitor do que mentor, porém, muitos de nós por conta própria já fazem o papel de Mentor em nossas salas de aula (apoiando e dando suporte a alguns alunos que nos procuram); e último ponto que foi colocado, os Encontro Pedagógicos, onde é situações ocorridas em aula são discutidas e também a troca de idéias para aprimorar a qualidade do ensino. Esses encontros podem ser bem produtivos, que podem ocorrer uma vez ao mês ou até mesmo virtualmente.

Para finalizar, esse tema é bem abrangente e atual, existem vários artigos, blogs e livros sugeridos pelos participantes.

Referencia bibliográfica:

Newmark, L. (1966). How not to interfere with language learning. Reprinted in Brumfit, C., and Johnson, K. (Eds.) Newmark, L. (1966).
How not to interfere with language learning. Reprinted in Brumfit, C., and Johnson, K. (Eds.) (1979).
The Communicative Approach to Language Teaching. Oxford: Oxford University Press.
Stevick, E. W. (1976). Memory, Meaning & Method: Some psychological perspectives on language learning. Rowley, MA.; Newbury House

Os links compartilhados foram:
http://scottthornbury.wordpress.com/2011/08/07/n-is-for-not-interfering/
http://www.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fscottthornbury.wordpress.com%2F2011%2F08%2F07%2Fn-is-for-not-interfering%2F&h=oAQHb2mUI
http://roseliserra.blogspot.com.br/
http://linoit.com/users/pmateini/canvases/%23BRELTCHAT%3A%20

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Resumo do chat: Como ensinar vocabulário de forma memorável

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Um super obrigado ao Luiz Otávio Barros (http://www.facebook.com/luizotaviobarros) que escreveu este resumo. Vocês também podem ler o blog dele aqui: http://www.luizotaviobarros.com/

Assunto 1: Relevância do vocabulário novo
Cecilia Lemos narra o caso de um aluno adulto que disse não ter o menor interesse pelo vocabulário de “physical description”, já que jamais precisaria descrever alguém. Cecilia contornou a situação dizendo que o vocabulário seria útil em uma eventual viagem de negócios.

Carol Luz concorda e diz que é nosso papel despertar o interesse e ter, na ponta da língua, uma lista de situações em que o aluno precisaria falar da aparência de alguém. Bruno Andrade aponta uma sensação de já saber o bastante como explicação possível para a resistência dos alunos.

Para Gisele Santos, relevância é crucial. Ela cita uma cena do filme The Color Purple: http://www.youtube.com/watch?v=FLI6S2rENxs. Nesse sentido, Bruno Andrade tem focado em emergent language, mas se preocupa com o ponto de equilíbrio ideal. Gisele fala da importância do suporte linguístico pré-duvida no repertório do aluno.
Para tornar o vocabulário relevante para young learners e fomentar um sense of ownership da palavra, segundo Raquel de Oliveira, é importante envolver todos os sentidos, principalmente a visão. Silvia Gubert diz que, em aulas particulares, o contexto acaba tendo mais primazia, o que facilita as coisas.

Assunto 2: Memorização
Natália propõe um momento no final da aula onde o professor possa elicit tudo que foi visto. Bruno, ao final da aula, pede aos alunos que criem frases novas com o vocabulário visto. Raquel propõe um vocabulary corner que possa ser revisitado com frequência.

Cecilia Lemos costuma voltar ao vocabulário visto 3, 4 aulas depois, às vezes como warmer, expandindo o contexto e aumentando o nível de desafio (por exemplo: ordinal numbers falando de casa inicialmente e, durante a reciclagem, falando de datas.) Outra técnica: apresentar uma lista de palavras a serem utilizadas durante X tempo e o aluno risca da lista as palavras conforme elas são utilizadas.

Priscila Mateini, uma vez por mês, promove uma aula de conversação utilizando algum video snippet + um texto baseado no que foi aprendido.

Vários professores acham importante o aluno manter um vocabulary notebook, mas não parece haver um único modelo: grupo no twitter (Raquel), Linoit (Priscila), murais (Marina), procurar frases interessantes no google (Luiz Otávio), google images (Cecilia Nobre). Valéria recomenda o link http://www.slideshare.net/redinbrazil/lexical-notebooks-and-collocations.

Cecilia Lemos, Luiz Otávio, Teresa e Marina falam da dificuldade de convencer o aluno a manter um vocabulary notebook, mas dizem que a disciplina tende a aumentar desde que haja maior cobrança por parte do professor. Por exemplo, Teresa pede aos alunos que utilizem determinadas palavras em uma discussão e Cecilia, no começo de cada aula, pergunta “How are you?” e proíbe “I’m fine”, o que gera várias outras possibilidades. Raquel volta a falar sobre a importância de input visual para young learners.

Assunto 3: Vocabulário e leitura
Raquel diz aprender melhor quando o vocabulário novo é ancorado por associações, inclusive visuais. Valéria concorda e diz que ensinar o vocabulário chave de um texto pré-leitura pode ter efeito “âncora” descrito por Raquel e, assim, facilitar o processo de leitura. Gisele e Marina tentam elicit esse vocabulário chave pré-leitura via situações, figuras ou, por exemplo, headlines. Teresa Carvalho é, também, a favor de apresentar vocabulário pré-leitura, para que o aluno possa ir além de reading for gist and guessing meaning.

Natália, a despeito de uma experiência negativa como aluna de francês, se diz a favor da pré-apresentação de vocabulário desde que (1) o contexto do texto já tenha sido explorado e (2) não haja palavras em excesso.

Teresa também fala da importância de livros e short stories para aumentar o repertório do aluno.

Assunto 4: Apresentando vocabulário novo
Cecilia Lemos se preocupa com o overload de vocabulário e com a previsibilidade das técnicas de apresentação. Raquel, por sua vez, se preocupa com a artificialidade das situações propostas. Para fugir da mesmice, Cecilia Nobre, por exemplo, apresenta “cheers” como alternativa para “thanks”, mesmo para beginners.

Cecilia Nobre faz uso de pre-viewing / while-viewing activities para contextualizar o vocabulário novo. Marina Macedo foca no vocabulário novo antes de começar a unidade, utilizando jogos ou até mesmo recorrendo a jornais e revistas. Natalia, por outro lado, teme que esse tipo de técnica acabe tirando o vocabulário do contexto original.

Bruno e Cecilia Nobre falam da importância de explorar vários aspectos do vocabulário novo (parts of speech, pronunciation etc). Bruno, por outro lado, questiona o tempo que às vezes é gasto com esse tipo de apresentação.

Natália aponta duas técnicas que, segundo Penny Ur, mais confundem o aluno do que ajudam: 1. Ensinar pares de sinônimos (a menos que os alunos já conheçam uma das palavras) e 2. Ensinar palavras por campo lexical (e.g.: cores).

Assunto 5: Uso da L1
Natália, citando Penny Ur, questiona até que ponto tradução não é uma forma mais econômica de se apresentar o vocabulário novo. Gisele, Carol, Silvia saem em defesa do uso consciente da L1. Carol fala do aluno que, às vezes, finge ter entendido a explicação. Silvia diz que não podemos ignorar a L1 dos alunos – e a nossa também! Gisele nos lembra que português, mesmo para nós, é a língua que vem primeiro à mente e a língua por meio da qual organizamos nossos pensamentos.

Marina Macedo utiliza a L1 mais frequentemente com os alunos teens, para otimizar o tempo. Cecilia Lemos utiliza a L1 com beginners e, paulatinamente, recorre à L2 mais e mais, embora, na maioria das vezes, prefira lançar mão de outros recursos como desenhos, mímicas, explicações na L2. Carol, em contra partida, diz que tais recursos são, em certa medida, uma espécie de tradução. Priscila fala de palavras que só podem ser ensinadas via tradução. Bruno concorda que tradução pode ser útil, mas questiona até que ponto recorrer à L1 pode tornar a palavra em questão menos memorável.

Outros assuntos relevantes:

1. Awareness raising
Para mostrar para o aluno a importância do vocabulário, Carol sugere pedir à classe que coloque na negativa a frase “Pan griveled the buk to fin”, o que todos conseguem, mesmo sem entender o que foi dito. Moral da estória: não basta saber as regras gramaticais.

2.Vocabulário do professor
Gisele questiona até que ponto o professor não acaba ficando preso a palavras muito simples em seu próprio repertório. A partir daí surgem questionamentos sobre (1) a importância (ou não) de se morar fora; (2) a importância de ser lecionar vários níveis diferentes e (3) a viabilidade de um grupo de conversação avançada para professores, possivelmente via Skype. Luiz Otávio fala da importância do professor de níveis mais avançados incluir no planejamento itens de vocabulário que ele utilizará na aula, da forma mais natural possível. Raquel concorda e fala da importância do professor como modelo – nesse caso, em particular, linguístico. Luiz Otávio conclui, então, que low TTT e high TTT nem sempre são conceitualmente úteis para falar do input que o professor deve dar ao aluno.

3. Formula mágica?
Marina acredita na importância de adaptar o ensino do vocabulário novo para cada perfil de grupo.

4. Pronúncia
Teresa e Silvia falam da importância de expor o aluno a vários sotaques diferentes, de tal forma que a experiência do uso real do idioma seja menos traumática.

5. Palavras vs. expressões
Luiz Otávio ressalta a importância de se ensinar expressões compostas por palavras conhecidas (set the example / place demands / way too much) e não só palavras “novas”.

6.Links e leituras
http://zuguide.com/#Spanglish para awareness raising
http://m.guardian.co.uk/education/2013/mar/26/leixical-approach-revolution
http://www.macmillandictionary.com/
Results on ReadWriteThink – ReadWriteThink
http://www.readwritethink.org
Bringing Words to Life by Isabel Beck
Vocabulary Games for the Classroom by Lindsey Carlton and Robert J. Marzano
Words, Words, Words by Janet Allen
Teaching Basic and Advanced Vocabulary: A Framework for Direct Instruction by Robert J. Marzano
Bringing Words to Life by Isabel Beck
Vocabulary Games for the Classroom by Lindsey Carlton and Robert J. Marzano
Words, Words, Words by Janet Allen
Vocabulary Activities, by Penny Ur
Vocabulary in language teaching, de Schmitt.

Resumo do Chat: COMO USAR AS REDES SOCIAIS PARA APRIMORAR O APRENDIZADO DE INGLÊS.

Este resumo e o linoit foram elaborados pela Professora Priscila Mateini (http://facebook.com/pmateini). Agradecemos pela dedicação e o trabalho.

Photo by  @aClilToClimb from eltpics

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“algumas vantagens do meio eletrônico são, por exemplo, o rompimento de limitações espaciais e temporais, propiciando o acesso a um grande número de participantes para interagir, o que faz com que a aprendizagem seja favorecida pelas trocas interacionais e pela colaboração entre os participantes”. (FIGUEIREDO, 2006, p. 28).

No último dia 09 de maio, estivemos novamente reunidos para o nosso #BRELTCHAT com o tema: COMO USAR AS REDES SOCIAIS PARA APRIMORAR O APRENDIZADO DE INGLÊS. Com a participação de vários professores da área, pudemos observar que a utilização das redes sociais e de novas ferramentas digitais está bem mais presentes nas nossas salas de aula do que imaginávamos.

Com o avanço da tecnologia, muitas ferramentas tecnológicas (celulares, computadores) e plataformas (Facebook, blogs e etc) tornaram-se imprescindíveis na sala de aula para aprimorar o ensino da Língua inglesa em diversas Instituições.

Para muitos professores, o propósito da criação de um grupo ou evento no Facebook contribuiu para o processo ensino-aprendizagem com a mediaçao pedagógica, onde nesse espaço virtual “de sala de aula”, os alunos podem aprender por meio de feedback sobre conteúdo de uma aula (Nina Ridd), ou por um “Helping Class” para ajudar os alunos com dificuldades em alguns conteúdos (Priscila Mateini) e também para a interação de professores de inglês de outros países (Danilo Pereira).

Assim como o Facebook, o youtube é uma das ferramentas que muitos professores utilizam para facilitar o processo de ensino-aprendizagem. Nele, pode-se assistir vídeos para a interação do conteúdo, como também criar o próprio vídeo sobre o conteúdo aprendido.

A criação de um vídeo, com o uso do recurso do Youtube para aprimorar nas habilidades de fala e escrita foi mencionado por um dos participantes (Raquel de Oliveira), onde exemplificou uma atividade sobre o fim do mundo chamada “The Thing”; entretanto, toda atividade que envolva a participação de alunos, é necessária a autorização de áudio e imagem dos mesmos, conforme ressaltou (Valeria Benevolo França).

Além de Facebook, Youtube foram apresentados pelos participantes, novas ferramentas para alguns e já bem conhecidas por outros como: Posterous, (Roseli Serra), Muzy, slideshare, Web 2.0 (Juan Alberto Lopez Uribe), Instagram (Humberto Baltar), twitter ( Raquel Oliveira), Edmodo, Scoop it, Lino it (Priscila Mateini), Skype (Higor Cavalcante), Blogs, Newpapers websites (Elivan Souza) e entre outros.

Para finalizar, vale ressaltar que as mídias devem ser vistas como um recurso a mais para enriquecimento dos conteúdos ministrados, por isso, nós professores precisamos estar sempre atentos para adaptar e selecionar para a realidade de nossa sala de aula, caso contrário serão simplesmente para cobrirem buracos de um planejamento malfeito. E também, que nossos alunos são parceiros nessa nova abordagem educacional e que os recursos tecnológicos são hoje fundamentais para uma aula mais instigante e prazerosa.

Para saber mais informações, sobre os links mencionados no chat entre nesse endereço:
http://linoit.com/users/pmateini/canvases/%23BRELTCHAT%20%3A%20

Referência:
FIGUEIREDO, F. J. Q. A aprendizagem colaborativa de línguas: algumas considerações conceituais e terminológicas. In: ______ (org). A aprendizagem colaborativa. Goiânia: Ed. da UFG, 2006, p. 11-45.

Resumo BRelt Chat: Dicas para minimizar o gap entre as 4 habilidades linguísticas.

Este resumo foi escrito pela Professora Marina Macedo e consegue sintetizar os pontos que surgiram durante o chat. Super obrigada Marina.
https://www.facebook.com/marinasmacedo

Photo taken by @sandymillin - ELTpics

Photo taken by @sandymillin – ELTpics

Nossa discussão começou com o questionamento acerca do que, especificamente, é este gap entre as habilidades linguísticas. Muitos de nós acreditam que o maior vilão para a fluência oral e escrita é a vergonha e a falta de prática dos alunos, como apontaram Priscila Mateini e outros. Ainda nessa linha, vimos alguns exemplos de maior qualidade na produção escrita em detrimento da produção oral, e podemos notar que em alguns momentos esse gap se torna nulo quando o aluno não se sente cobrado a produzir. Como sugestão, foi apresentada a ideia de “trabalhar com atividades de formas mais naturais, ou seja, não tornar o contato com a língua acadêmico demais” (Rose Bard).
Foi levantado o questionamento sobre a influência dos outros níveis, já trabalhados, com a insegurança ou falta de conteúdo apropriado, como também o nivelamento de alguns alunos, sua forma de avaliação e aplicação. Seria a melhor forma de avaliar o aluno com prova de múltipla escolha, redação e entrevista, como dado no exemplo de Shirley Rodrigues, ou existe alguma forma mais adequada para tal?!

Próximo questionamento levantado pela Raquel Oliveira foi se conseguimos trabalhar com todas as estratégias de leitura e práticas orais em nosso tempo de aula e qual a melhor forma para incentivar nossos alunos a compreender criticamente o que leem e escutam. Alguns de nós mencionaram que, com base no tempo de aula, optam trabalhar somente com algumas destas estratégias por aula.

Outro ponto importante discutido foi se os nossos “gaps em assessment” geram problemas de aprendizagem para nossos alunos. Será que damos aos nossos alunos chance de participar ativamente tanto das atividades escritas, quanto das orais? Notamos que a busca em tornar os alunos mais ativos é crescente, e aí a criatividade deve andar de mãos dadas com os conteúdos. Mas também vimos que também devemos dar liberdade aos alunos, em um determinado momento, falar sobre o que os agradam no intuito de obtermos melhores resultados com a produção e participação destes, segundo Ramon Silveira e Marina Macedo.

Seguindo o chat, versamos sobre a importância que o planejamento de aula tem para possibilitar melhora nesse gap, e se temos devido tempo para preparação de um planejamento de aula eficaz. Tendo em mente que o planejamento é primordial, para otimizarmos nosso tempo e conseguirmos dar enfoque as pré activities, e com isso facilitar o entendimento do aluno sobre os propósitos da aula e muitas vezes se faz necessário adaptar, ou personalizar, o material didático à realidade de nossos alunos.

Não se pode pensar em obter resultado nos alunos, sem antes pensar nas nossas próprias habilidades. E assim, Raquel propôs uma reflexão positiva sobre este aspecto. Norah Dietrich apontou que assim como nossos alunos, nós temos que acompanhar as inovações do século 21 e com isso fazer uso de uma abordagem colaborativa. Embora capacitados, muitos não estão abertos a mudanças e outros se sentem perdidos destro de um universo repleto de opções de atualizações. Assumirmos um papel como mediador auxilia na exploração de conteúdo, dando oportunidade de participação ativa dos alunos na abordagem do conteúdo, e não podemos jamais deixar de lado nossa percepção para com cada aluno e a turma como um todo, assim sempre seremos capazes de adaptar cada conteúdo a cada aluno/turma com maior qualidade.
O que, de fato ensinamos? Língua? Leitura? Através da citação feita por Raquel Oliveira, “Nas escolas (Ensino Fundamental e Médio), de acordo com os PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais), estudados nas disciplinas de pedagogia das faculdades que oferecem cursos de licenciatura, como é o caso da Faculdade de Letras, a ênfase é no uso instrumental da língua estrangeira. Em outras palavras, nas escolas se ensina leitura.” >>> concordam??”, essa questão foi levantada, e em resposta Marina Macedo mostrou discordar, alegando que tanto nas escolas, quanto nos cursos de idiomas além da abordagem linguística, existe a abordagem de cultura e comportamento dos países falantes da língua estrangeira foco da aula. Mas ainda existe dificuldades de criar situações positivas para fornecer as 4 habilidades em escolas públicas, e que no ensino privado existe melhor possibilidade, como citado por Priscila Mateini.

Com um ponto de vista bem pontual, Elivan Souza, versou sobre a importância de desenvolver bem o listening comprehension, pois, em suas palavras, “se ele não entende o que escuta ele não vai saber responder Por outro lado, ele pode até ter um vocabulário limitado, mas se ele entendeu o que é esperado dele, com certeza ele encontrará formas de se fazer entendido”, e também contribuiu atribuindo que o aluno travar no momento de falar também se faz por falta da pouca exposição que tem com o idioma.

Nos momentos finais, versamos sobre o tema tradução em sala de aula, que ao ponto de vista de Tiago Santos não é bom para a produção oral dos alunos, e a tática de Marina Macedo para lidar com ela é, além de desenhos no quadro, tentar várias formas de ilustrar o conteúdo sem recorrer a esta ferramenta.

Para encerrar, Raquel Oliveira coloca que “este gap é nosso também… porque não conseguimos identificar onde há estes entraves no processo de aprendizagem do aluno”, deixando um questionamento na nossa mente, e Tiago Santos, acertadamente coloca que devemos sim tentar preencher esses gaps, mas sem esquecer que eles também existem nas línguas maternas, e que aconselhá-los sobre hesitação pode ser a chave. Outro ponto abordado no final do chat foi a importância da observação das nossas aulas, e a contribuição que isso tem em nosso processo de evolução pedagógica, no que tange a sinalização de possíveis problemas, ou até mesmo apresentação de novos caminhos possíveis na elaboração de nossas aulas.

E assim encerro este resumo dizendo que nossa função está além de meramente cobrir gaps que venham interferir no aprendizado dos nossos alunos, mas em conjunto com o aprendizado do aluno, devemos sempre estar abertos a nossa evolução, e assim proporcionar momentos de aprendizagem e prazer, pois estes juntos possibilitaram cada vez mais um ambiente ideal para melhores resultados.

Resumo: “DÊ EFICIÊNCIA”- Que atire a primeira pedra aquele que não tem necessidades especiais.

Este resumo do chat foi escrito pela professora Shirley Pires Rodrigues. Agradecemos imensamente pelo trabalho dela em redigindo este resumo que facilita o entendimento das ideias que surgiram durante nosso chat.
(@shirleyteacher and http://www.facebook.com/shirley.rodrigues.18).

“A qualidade mais universal é a diversidade.” (Michel de Montaigne)

Nossas experiências:
Nosso BRELTchat foi um misto de confessionário, troca de experiências, dicas e, como sempre, muito aprendizado para todos nós .Todos os participantes tinham alguma história de inclusão/exclusão para contar, envolvendo gente muito próxima a cada um. Começamos contando nossas experiências com alunos com necessidades especiais em nossas escolas. Casos de diversas origens já passaram em nossas salas de aula e em nossas famílias: cadeirantes, TDAH, deficientes visuais, auditivos e intelectuais, entre outros. Diante de tantos testemunhos, podemos ter certeza do que disse o filósofo francês Montaigne, citado logo no início: a diversidade é universal! Sem medo de cair no cliché, ainda digo que “ser diferente é normal” e mais corriqueiro do que se imagina.

Nossas aflições:
O maior questionamento de todos foi em relação à maneira correta de lidar com estes alunos. Não há orientação formal, ou matérias específicas na faculdade, por exemplo. Algumas instituições realizam algum tipo de treinamento, mas, muitas das vezes, nada que possa dar segurança aos professores para ter certeza do trabalho a realizar com alunos PNE (Portadores de Necessidades Especiais). Nesta empreitada, nós acabamos por fazer tudo de maneira solitária e intuitiva, buscando leituras e informação no assunto por conta própria, à medida que alunos PNE chegam a nossas escolas. Segundo os relatos dos participantes, todos acabavam sempre por lançar mão de recursos próprios, na maioria das vezes com pouco ou nenhum suporte das instituições de ensino ou governos, para que o trabalho com PNEs fosse bem sucedido.

Nossos percalços:
A pior coisa mencionada pelos participantes foi exatamente a não-participação daqueles que são peça primordial na inclusão de PNEs: a família. Ainda há pais e responsáveis que se negam a enxergar a condição do filho ou que tratam de maneira errada ou mais conveniente, dando altas doses de remédios, para crianças ainda muito pequenas, numa tentativa de minimizar sintomas e, consequentemente, diminuindo o tempo necessário de dedicação à criança. Os casos onde a família se exime da responsabilidade são os maiores entraves apontados pelos participantes. Diagnósticos errados ou seguindo “a moda”, onde qualquer aluno mais ativo e cheio de energia é considerado TDAH, por exemplo, também são corriqueiros. Por outro lado, o contrário também acontece, quando familiares protegem demais os filhos PNE e demandam da escola um tratamento de igual superproteção, criando uma tendência a que este último se esconda atrás de sua necessidade especial, impedindo ou retardando sua inclusão e desenvolvimento.

Nosso orgulho:
A parte positiva de todos os depoimentos é que tivemos muitas histórias bem sucedidas, onde professores puderam abrir os olhos da família para a real necessidade de seu filho, ajudar a resolver diagnósticos errados, negociar informações e opiniões com o próprio aluno PNE, dispensar intérpretes ou outro profissional de amparo, quando este chegou já com adiantado do ano letivo, porque o aluno PNE já estava totalmente incluído no grupo. Casos em que a ajuda de um profissional de área específica – psicologia, saúde ou fisioterapia – não foi mais necessária porque nós, professores, já havíamos, grosso modo, assumido todas estas funções, usando inclusive a TIC aplicada a Educação. Na grande maioria dos casos, o professor foi capaz de incluir o PNE, mesmo que com recursos ou apoio limitados.

Nossas conclusões:
A inclusão é hoje uma realidade e dela já não se pode mais escapar. Há que se disponibilizar mais treinamento e orientação formal aos profissionais. A criação de matérias na universidade para futuros educadores e profissionais ligados a Educação também se faz necessária. A atualização de profissionais de áreas como saúde e psicologia também mudaria o cenário da inclusão de PNEs para melhor. Todos concordaram que é um trabalho constante e muito desafiador, uma vez que cada PNE, além de ter uma necessidade especial, é um indivíduo, único em sua constituição física, herança familiar e histórico médico e social. E este indivíduo, como qualquer outro, é cada vez mais parte do grande organismo que é a nossa sociedade.
Em nossos alunos PNE, o que procuramos é nada mais, nada menos que o mesmo que procuramos em nossos alunos ditos “normais”: que eles tenham a oportunidade de descobrir e desenvolver suas capacidades e talentos individuais em sua plenitude, fazendo, de cada um, parte indispensável do todo que é o grupo social onde está inserido.

Michel de Montaigne, em seus Ensaios escreveu, entre outras coisas, sobre a desigualdade que existe entre nós. É desta parte dos escritos de Montaigne que vem a frase que acho perfeita para terminar o nosso resumo: “o que se procura é o valor da espada, não o da bainha que a cobre…”

Nossas sugestões de leitura:

http://www.teachingvillage.org/2011/03/07/about-mountains-challenges-and-teaching-by-cecilia-lemos/ (sugestão de Cecilia Lemos)
http://www.tes.co.uk/autism-spectrum-disorders-and-asperger-syndrome-sen-teaching-resources/ (sugestão de Valéria França)
http://www.youtube.com/watch?v=G43qNZjmfz0 (sugestão de Giselle Santos)
http://www.templegrandin.com/ (sugestão Prisicila Mateini)
http://httpcreceeducacaooespecialblogspo.blogspot.com.br/2012/11/facilitando-alfabetizacao-facilitando.html (sugestão de Valéria França)
http://carlysvoice.com/home/ (sugestão de Shirley Rodrigues)
https://www.facebook.com/carlysvoice?fref=ts (sugestão de Shirley Rodrigues)
:http://www.ted.com/talks/temple_grandin_the_world_needs_all_kinds_of_minds.html (sugestão de Mila Navarro)
http://specialed.about.com/od/managementstrategies/a/dyslexic-friendly-classroom.htm (sugestão de Valéria França)
http://www.pedagogiaaopedaletra.com.br/posts/manual-para-pais-sobre-educacao-especial-inclusao/ (sugestão de Valéria França)
Nossa transcrição:

Para ver um a compilação em vídeo de alguns comentários dos participantes, siga o link:

http://www.videolog.tv/shirleyteacher/videos/950971

14/03/2013 – Discussion Thread: Inclusão na escola: como podemos e devemos ter alunos com necessidades especiais

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Bruno Andrade: Prontos Pra começar?
Roseli Serra: Todinha!
Priscila Mateini: Pronta
Adir Ferreira Sim!
Shirley Rodrigues opa!
Shirley Rodrigues finalmente vou conseguir participar de novo!
Roseli Serra Pri Priscila Mateini bjo pra vc, flor
Shirley Rodrigues Hey everybody!
Adir Ferreira Hey!!!
Priscila Mateini: Beijoca Roseli Serra!!! Oi Shirley!!!
Roseli Serra uhuuu Shirley Rodrigues!
Priscila Mateini: Adir!!
Cecilia Lemos Boa noite, pessoal!
Bruno Andrade Entao, pessoal! Qual a experiência de vocês com alunos especiais? a instituição onde trabalho eh super inclusiva. Temos alunos cadeirantes, nao-videntes, nao-ouvintes, etc… Como vcs lidam com isso?
Roseli Serra Adir Ferreira bom te ver por aqui
Valeria Benevolo França Boa noite
Adir Ferreira Tive uma aula não-ouvinte, há muitos anos. A direção recomendava que falássemos sempre olhando para frente, para que ela pudesser ler nossos lábios.
Teresa Gomes de Carvalho Boa noite!
Priscila Mateini:Bom vou dizer que comecei a trabalhar com uma turma de TDAH e crianças com autismo no ano Passado aqui em Niteroi
Giselle Santos Boa noite
Cecilia Lemos A minha escola também é super inclusiva… temos alunos cadeirantes, cegos, com dificuldade de audição…. além de vários com outros tipos de dificuldade
Cecilia Lemos Giselle sua linda!!! Que bom te ver aqui!
Roseli Serra A que trabalho tb aceita e é adptada pra cadeirantes, mas não temos recursos para deficientes visuais,
Teresa Gomes de Carvalho Pildamos com isso a cada aula, a cada dia, um dia é diferente do outro e um aluno não é igual ao outro, Bruno Andrade.
Teresa Gomes de Carvalho Lidamos
Priscila Mateini: Foi um experiencia muito importante para meu lado profissional, pois nunca tinha trabalhado com um colegio inclusivo
Cecilia Lemos A experiência mais marcante que tive foi uma aluno com várias coisas que o tornavam especial
Giselle Santos Thanks, Ceci…I am really happy to be here!
Shirley Rodrigues tb já tive… mas, olha, esse é um tema que me traz umas lembranças terríveis: fiz formaçãod e professores no E.Medio e, com 17 aninhos, fui estagiar em uma sala onde havia uma não-ouvinte, um TDAH (só hoje sei que ele era) e tb um AUTISTA!! (na E.E Monsenhor João Musch)
Cecilia Lemos Shirley, como o professor lidava com isso?
Cecilia Lemos E os outros alunos?
Priscila Mateini: trabalho com material adaptado que é o TEACCH e ABA
Roseli Serra Que coisa, Shirley Rodrigues!
Bruno Andrade Uhm Priscila Mateini, no meu ver alunos com distúrbios psico-motores são mais desafiadores do que os com dificuldades físicas. As dificuldades físicas podem ser contornadas em formas adaptáveis. Os psico nao tenho muita experiência. Como eh Pra vc como professora?
Adir Ferreira Acredito que o importante é não deixar tal aluno se vitimizar nem que o professor/escola o vitimize ou o trate com pena. As adaptações são uma luta diária – falo porque também fui um aluno com limitação motora.
Shirley Rodrigues A professora da turma simplesmente não lidava,Cecilia! As criança ficavam lá como objeto decorativo! E eu super frustarada sem ter o q fazer…
Cecilia Lemos Quando tenho um aluno especial, sempre involvo os outros alunos e os torno responsáveis também… temos que ensinar inclusão e compreensão a outras realidades também, não é?
Bruno Andrade Ponto excelente, Adir Ferreira!
Cecilia Lemos Que pesadelo, Shirley!
Giselle Santos Acho que o meu maior desafio for dar aula para uma pessoa que sofre de narcolepsia crônica. Mesmo tendo passado por um momento de orientação, talvez por pouca experiência, senti muita dificuldade para lidar com a situação.
Adir Ferreira Exatamente, Cecilia. A responsabilidade tem de ser dividida.
Valeria Benevolo França Poís é, se a questão da escola inclusiva é permitir a socialização e integração da criança dentro do que ela/ele é capaz e permitir que esta integração se reflita de forma completa dentro do ambiente escolar….como é que possamos garantir isso uma vez que nós mesmos temos tão pouca orientação sobre isso? Como professores, é claro.
Adir Ferreira Em Bebedouro, até os anos 80 tinha a tal da “classe especial”, coisa deprimente. Nos EUA ainda tem.
Roseli Serra É verdade Valeria Benevolo França …
Bruno Andrade Pois eh. Podemos achar que ha muito preconceito ainda, mas quando os outros alunos recebem um aluno especial, ele se torna parte do grupo de uma forma especial tambem. Tive uma aluna cadeirante que era o xodó da turma. Todos os outros adolescentes a ajudavam e davam forca! Bonito de ver o involvimento deles
Priscila Mateini:Nossa abordagem é completamente diferente para um aluno com autismo ou sindromes já que precisamos buscar o interesse na aula mas ele precisa estar ao mesmo tempo com os alunos ditos normais.
Shirley Rodrigues mas, vcs se sentem preparados? Quero dizer, a inclusão é somente algo intuitivo e que todos devem fazer pra ser legal? Matérias que ensinem osfutros professores em relação a isso não deveriam ser obrigatórias em nossas univesidades?
Roseli Serra Nossa! Vi muito isso na minah vida Adir Ferreira! Super deprimente !
Cecilia Lemos Acho que além da responsabilidade dividida, existe a questão de se vivenciar o respeito as diferenças também, Adir… E ensinar os alunos a ver as “especialidades”, o que os especiais tem a agregar e acrescentar ao grupo
Shirley Rodrigues E treinamento? q tipo de treinamento vcs já tiveram?
Shirley Rodrigues (viram q voltei cheia de peguntas)
Priscila Mateini: Concordo com Cecilia Lemos, todos precisam estar junto para que haja a inclusao e como se dá
Adir Ferreira Tive um “mini” treinamento uma vez que recebemos um aluno com dislexia. Mini mesmo.
Priscila Mateini: precisamos do apoio escolaxpaisxterapeutas nosso trabalho está atrelado ao conjunto
Giselle Santos no meu caso, a própria aluna trouxe um material para nos informar sobre Narcolepsia.
Cecilia Lemos Shirley, acho que você tocou num ponto essencial… Não, não me acho preparada. A escola proporciona alguns treinamentos principalmente em relação as dificuldades mais comuns… Mas muito do que sei vem de leituras e estudos que faço no meu próprio tempo
Roseli Serra Concordo Cecilia Lemos ! O legal é que tenho visto que os alunos já me parecem mais preparados pra ver as ‘ especialidades” do especial. Algumas vezes sinto que os pais dos alunos “normais” acham que isso vai ser problema pra seus filhos. o fato de ter um “especial” na sala
Teresa Gomes de Carvalho Como professores muitas vezes usamos a intuição na falta de maior conhecimento, mas temos um tempo restrito com o aluno enquanto na escola há outros professores envolvidos e um tempo maior de convívio e acaba tendo que ser trabalhado de forma mais completa. É um desafio diário, mas que pode ser vencido e o aluno pode aprender.
Bruno Andrade Ha de haver treinamento sim, Shirley Rodrigues. Principalmente Pra que se conheçam como cada aluno especial responde ao aprendizado. O que eh tambem importante eh q professores nao se tornem médicos e saim diagnosticando os alunos por ai. Isso eh coisa seria e deve ser feita por especialistas
Roseli Serra Bem , Shirley Rodrigues o meu treinamento foi o fato de eu ter sido psicóloga clinica por um bom tempo e lidado com crianças com necessidades especiais … no mias, nenhum treinamento
Roseli Serra no mias* =no mais
Priscila Mateini: mas existe treinamentos específicos
Cecilia Lemos Concordo que melhorou, Roseli… mas muito pelo esforço dos pais desses alunos…
Cecilia Lemos Acho que o treinamento ainda é muito pouco e superficial
Giselle Santos Bruno Andrade, concordo com você. Achismo é sempre o pior diagnóstico.
Valeria Benevolo França Na verdade, o que eu acho que acontece com alunos especiais é que, aqueles que estão dentro de um quadro que tem um diagnóstico ou cujos pais já falam sobre as dificuldades enfrentada pela criança, procuramos lidar com eles de acordo com o que é nos dito. Porém, cada criança “especial” vai apresentar reações e comportamentos muito variados e eu acho que é isso que pode tornar a questão complexa.
Shirley Rodrigues vem pro chat Mila Navarro
Cecilia Lemos Além disso, tenho visto cada vez mais pais de alunos especiais que ou se recusam a ver que o filho/a é especial ou força que ele seja tratado como qualquer aluno – o que é um grande erro
Priscila Mateini: existe um grupo na UFRJ que faz trabalhos em grupos com professores
Teresa Gomes de Carvalho como lidar com um aluno com TDAH e comodidade de TOD ( transtorno desafiador opositor) ? assisti recentemente uma aula com este aluno. O caminho é conquistá-lo porque claramente ele não conseguia se conter durante a aula, fala o que quer e quando quer. Tira o sapato, não consegue aceitar autoridade. O jeo
Adir Ferreira Trabalhei com um prof. estagiário numa escola municipal aqui em Bebdouro que fazia um trabalho de ensinar matemática para os não-videntes. Era impressionante e louvável.
Roseli Serra Pois é Cecilia Lemos! ISso é complicado.. Quando os pais dos alunos com necessidades especiais não colaboram, como faremos pra conseguir a inclusão por parte dos outros?
Bruno Andrade Verdade Valeria Benevolo França, como disse, mesmo com dificuldades semelhantes, cada aluno vai responder de forma diferente. Por isso, acho que o contato constante com os pais eh fundamental Pra entender melhor como cada aluno funciona e onde podemos ajudar em cada caso…
Valeria Benevolo França Um aluno diagnosticado com dislexia pode ter comportamentos, dificuldades e reações bem diferente de outro. E isso vai criar o desafio para o professor que talvez achasse que já havia descoberto como lidar com um aluno com dislexia. Sim, algumas técnicas vamos poder repetir, exemplo, isolando o texto em livros dentro de um “frame” para que eles não percam o foco na leitura, quebarndo as tarefas em mini-pedaços, mas quando entra na parte da escrita…bem, aí vai ser muito variado.
Priscila Mateini: A inclusao hj é uma realidade, não tem mais como fechamos os nossos olhos e as instituições precisam adaptarem e infelizemente nós professores que estamos na linha de frente para mediar a situação entre escola e aluno
Roseli Serra Tê Teresa Gomes de Carvalho , será que isso tb não passa um pocuo pela falta de educação mesmo ou de acúmulo de ausência parental?
Roseli Serra Bingo, Bruno Andrade e Priscila Mateini!
Adir Ferreira Meu aluno com dislexia se dava muito bem com as explicações orais – se eu perguntasse algo do que tinha explicado ele sabia tudo. Agora, na parte da escrita e leitura não tinha muito sucesso.
Shirley Rodrigues sim, trabalho em uma instituição publica e outra privada e cada um a delas me dá um suporte diferente: na Cultura já tive um TDAH severo (se é que tal termo existe) e tive auxilio da instituição na visita de psicopedagoga para conversas com os pais , junto comigo. J´na escola publica, depois do estagio ainda no E.Medio, ainda não tive nenhum caso para o qual necessitasse de ajuda profissional.
Cecilia Lemos Tive um aluno certa vez, que a mãe me dise que tinha sido diagnosticado com aluno de Alta Habilidade, que na verdade acredito que tinha lagum grau de autismo… Ignorei o que a mãe tinha me dito, pesquisei, estudei e usei meu instinto… Depois a mãe apareceu com outro diagnóstico (bem diferente) e até hoje ela é impressionada porque sou uma das poucas pessoas que ele abraça… mesmo 3 anos depois.
Teresa Gomes de Carvalho Concordo, Cecilia Lemos. é importante confiar no trabalho da instituição e dar condições especiais para aquele aluno não é a mesma coisa que discriminá-lo. pelo contrário, é reconhecer que as pessoas têm necessidades únicas e diferentes umas das outras.
Priscila Mateini Os pais são a chave primordial para o desenvolvimento do aluno na escola, hj muitas crianças sao diagnosticadas bem cedo como autistas, asperger e outras sindromes e transtornos, mas nós na nossa formação nao tivemos nenhuma experiencia ou contato com esse tipo de aluno,
Valeria Benevolo França Isso Adir Ferreira, é uma questão de descobrir os outros talentos que o aluno vai de fato desenvolver para compensar suas dificuldades. Mas isso para aaum aluno só fica mais claro quando o mesmo vai ficando mais velho. As estratégias são ensináveis.
Adir Ferreira Eu não tive nenhum “treinamento” sobre isso na faculdade. Como a Cecilia, corri atrás e fui ler a respeito.
Roseli Serra Mas o problema da dislexia é muito complexo mesmo,Adir Ferreira! Passa por questões neurológicas e até mesmo visuais. Alguns disléxicos têm de usar óculos com lentes epesciais, tipo lentes de prisma, que, seugundo meu oftalmohusband são extremamente desconfortáveis
Cecilia Lemos Exatamente, Valeria! Temos que ensinar (e aprender!) as estratégias…
Bruno Andrade Pois eh, Adir Ferreira mas como essas podem ser questões as vezes muito abstratas, ler somente nao adianta. E ca entre nos, muita coisa nao se aprende na faculdade…
Priscila Mateini nós só vamos estar cara a cara com eles nas nossas salas de aula, mas isso é o que vivo, não adianta ter inclusão sem treinar, aperfeiçoar o professor hj
Valeria Benevolo França Hoje já tem alguns cursos de formação de professor de língua que tem matérias sobre educação especial…mas ainda são poucas.
Cecilia Lemos Vocês acham que a experiência traz mais tranquilildade quando lidando com alunos especiais? (um professor mais antigo tem mais facilidade?) Porque eu acho que é uma das poucas coisas que experiência não conta tanto…
Roseli Serra Acho que a questão do treinhamento pro educador de modo greal é muito muito pouquinho ainda
Raquel de Oliveira Lendo e aprendendo muito
Shirley Rodrigues Posso abrir meu coração? Acho muito mais difícil vc integrar alunos cuja deficiência causa algum tipo de “deformidade” (notem as aspas) física ou intelectual . Já tive cadeirantes e um menino com deficiencia auditiva q tinah interprete. A interprete dele entrou de licença medica e demoraram a mandar outra. Quando veio outro interprete, nem ele nem a turma queriam mais – um odigo de comunicação já havia sido etablecido.
Adir Ferreira Acho que são situações distintas. Igual dizer que ensinar crianças é mais fácil que adolescente ou adulto, há mutias variantes.
Bruno Andrade Isso eh muito encouraging, Shirley Rodrigues
Roseli Serra Humm Cecilia Lemos.. sei não.. Acho que professores mais habilidosos e mais conhecedores do assunto sim . Não necessariamente os mais experientes. Alguns se desesperam , eu ja vi
Shirley Rodrigues Por outro lado, tive uma turma onde a menina tinha alopecia. http://www.saudeesportiva.com.br/alopecia-areata.php Essa foi dificil pq as crianças expressavam repudia pela menina careca e sem qualquer pelo no corpo…
Alopecia Areata – O que é, causa da perda de cabelos: http://www.saudeesportiva.com.br
Valeria Benevolo França Na verdade não acho que tem haver com idade, acho que saber lidar com um aluno especial exige de cada professor um confronto interno e psicológico de como você exerga suas próprias habilidades ou diificuldades…acho que mexe muito com questões de afeto e seu próprio estado psicológico…e por isso acho que é mais fácil ou difícil para cada um de nós. Isso é meu ponto de vista, gente, voces podem descordar.
Cecilia Lemos Learner training ajuda nesses casos? Acho que sim
Priscila Mateini concordo com Adir, existem situações distintas. Um cadeirante ele pode participar por completo na sala de aula, mas um autista não ele precisa de mediador e nós professores temos que ser facilitador
Roseli Serra ISso mesmo Valeria Benevolo França! Nem todo mundo se sente confortável.
Bruno Andrade Super ajuda, Cecilia Lemos! Ajuda tambem aos alunos que nao são especiais a buscar estratégias para ajudar os colegas especiais.
Priscila Mateini entandam aqui que facilitador na forma de trazer o conhecimento para o aluno e não deixando de lado.
Teresa Gomes de Carvalho Pois é, Roseli Serra, há outros componentes mas a pior coisa é que os pais não dividem tudo com a gente. claramente no caso deste aluno com TOD percebemos que ele respeita mais o pai que a mãe, mas temos que trabalhar em cima do que temos. a professora não dá colher de chá para ele, afinal há os outros alunos que precisam também da atenção dela. Foi a primeira coisa que eu disse para ela quando ela pegou esta turma. A grande armadilha é o professor ‘esquecer’ os demais alunos, que também têm, cada qual, as suas necessidades únicas.
Adir Ferreira Até mesmo o aluno com dificuldade cognitiva “leve” desestrutura a alguns.
Roseli Serra Digo confortável, com condições emocionais e psicológicas pra lidar com alunos com necessidades especiais
Roseli Serra Com certeza Adir Ferreira
Cecilia Lemos Concordo DEMAIS, Valeria… Se o próprio professor no fundo sente que o aluno é deficiente, assim os outros alunos perceberão… Se você vê como o aluno especial é realmente especial, é mais fácil engajar os outros alunos.
Roseli Serra IMpressionante né Teresa Gomes de Carvalho? Absurdo até!
Giselle Santos Acho que saber quando e como intervir depende sim (de alguma forma) de experiência e sobretudo do professor conhecer suas próprias limitações.
Bruno Andrade A deficiência muitas vezes esta na cabeça de quem ve a deficiência como obstáculo!
Priscila Mateini Se já entramos na sala de aula com um pre conceito sobre nossos alunos, não seremos capazes de ajudá-los
Roseli Serra Ainda temos o lado reverso: Alunos sem necessidades especiais e com puro mal comportamento mas os próprios pais diagnosticando TDAH, dislexia . etc
Teresa Gomes de Carvalho Eu mesma tenho um grande desafio em sala de aula: um aluno com TDAH e com muitas dificuldades de interação com os demais. não tem fórmula, não tem receita de bolo, pois ele é diferente de todo e qualquer aluno com ou sem TDAH que eu já tenha tido.
Raquel de Oliveira Como é o canal de comunicação entre Prof-alunos-família? Acho que deve ser crucial… Teresa Gomes de Carvalho Priscila Mateini Roseli Serra Valeria Benevolo França Cecilia Lemos Bruno Andrade
Valeria Benevolo França Isso Priscila Mateini, e isso é verdade para qualquer aluno.
Roseli Serra Sempre que pego um pai assim eu pergunto: Vc tem o diagnostico do neuro, do psicopedagogo? etc?
Cecilia Lemos Outro ponto importante, Roseli! Já tive um aluno absolutamente normal que os pais davam ritalina porque achavam ele hiperativo…
Roseli Serra Menina! Ritalina virou tão moda quanto rivotril
Roseli Serra Ceci, eu tive um aluno que tomava medicação controlada desde 6 anos. Um horror1 INdo a um psiquiatra organicista ppuro, tomando dozes altas de remédios pra dormir
Cecilia Lemos Ele ficava apático a aula inteira… conversei com os pais, que ignoraram o qe falei…
Adir Ferreira “Achavam”? Na boa, hoje em dia muitos pais querem amenizar as coisas com remédio. Muitos não querem “viver” = dias bons, dias ruins, frustrações etc.
Valeria Benevolo França E Teresa lidar com estas crianças as vezes torna-se difícil dependendo no tipo de dia que a criança teve. Se houve algum tipo de desiquilíbrio na rotina deles ou no emocional deles, até rotinas e comportamentos já estabelecidos não vão funcionar ou aparecer.
Roseli Serra Sugeri que procrasse uma psicanalista infantil pq saquei que era problema puramente de afetividade , fata de
Priscila Mateini Existem pais que fazem seus filhos ficarem doentes e jogam na escola para não terem o trabalho de educar
Roseli Serra Não deu outra! Tadinho! Os pais precisavem de ritalina sim sr. Aff
Shirley Rodrigues Acho q a deficiencia intelectual é a mais dificil gente… Integrar um aluno cadeirante, ou “surdo”, ou “mudo” (notem as aspa) não é um trablho de Hércules. Se vc constrói uma relação baseada em respeito pelo ser humano com seu grupo, a coisa flui.
Cecilia Lemos Gente, não é self-promotion… mas o caso mais challenging que já tive… escrevi sobre ele. Quem tiver interesse…http://www.teachingvillage.org/2011/03/07/about-mountains-challenges-and-teaching-by-cecilia-lemos/
Roseli Serra Com certeza Shirley Rodrigues!
Cecilia Lemos Concordo demais, Shirley!
Roseli Serra THanks for sharing Cecilia Lemos!
Valeria Benevolo França Isso é um dos maiores problemas da atualidade Cecilia, crianças dopadas por ingestão de Ritalina…é muito melhor as vezes ter um criança com um diagnóstico e tomando remédio do que aceitar que existe algo no esféra familiar que deve ser trabalhada…isso tem sido tema de muitos congressos de psicologia e psicanálise…o excesso de crianças tomando Ritalina sem precisar.
Adir Ferreira De modo paralelo, uma vez sugeri a uma mãe que levasse o menino no oftalmo pq percebi que ele apertava muito os olhos durante a aula. A mãe acabou comigo com a frase, “do meu filho cuido eu”. Um mês depois o menino apareceu com os óculos. Vcs ja passaram por isso?
Roseli Serra POis é Valeria Benevolo França.. muito triste
Cecilia Lemos Ai, Valeria, as vezes dá vontade de sacudir alguns pais e mandar eles acordarem pra Jesus!
Roseli Serra FAço parte de um grupo de estudos psicanalíticos e vira e mexe esse assunto vem à tona
Priscila Mateini Ritalina, Rivotril e outras tarjas pretas já fazem parte de 30% dos alunos da minha escola
Cecilia Lemos Qualquer menino com um pouco mais de energia vira TDAH… Ai que dor no coração!
Roseli Serra LOL issaê Cecilia Lemos! Eu Costumo brincar dizendo que são pais de liquidificador = a gnet devia moer no liquidificador.. sorry pela piada.
Priscila Mateini infelizmente tende a crescer e é poir isso que temos que estar preparados, daqui pra frente vejo que seremos Psico-professores
Cecilia Lemos Pelo jeito teremos que ser, né Priscila?
Teresa Gomes de Carvalho na maioria dos casos, Raquel de Oliveira, os pais são parceiros, mas muitas vezes também procuram soluções porque também sentem dificuldades, mas realmente TDAH e TDAH não tem nada a ver com falta de educação. os alunos com TDAH (pelo menos os que tive até agora — e foram muitos, eram todos educados e cooperativos na medida do possível mas eram ‘helpless’pois não conseguiam se controlar ou prestar atenção.
Cecilia Lemos Até a minha cunhada, educada, estudada, veio conversar comigo que achava que meu sobrinho (de 1 ano) era hiperativo)…. Senhor, dai-me forças!
Cecilia Lemos Aliás, dai-me apciência, porque se me der força eu bato até matar! Kkkk
Roseli Serra Com ceteza. Acho que a idéia é a de Cecilia Lemosmesmo: quem não é profisional de psicologia e medicina ou psicopedagogia, ou whatever, ou mesmo sendo, tem de ir atrás de ler , ler e ler , buscar self training upon the theme
Adir Ferreira Tá fácil diagnosticar agora né?
Cecilia Lemos paciência!
Priscila Mateini Pessoal vou contar a minha história
Priscila Mateini Comecei a da aula 5 anos atrás e há 2 anos descobrimos que meu filho menor é autista
Shirley Rodrigues (pegando a pipoca prá ouvir a Priscila Mateini)
Priscila Mateini como, aonde e o que fazer? Essa é a minha vida, participo de váras palestras, congressos e seminarios sobre o tema
Cecilia Lemos Ou assim eles acham, né Adir???
Roseli Serra ( Cecilia Lemos não te imagino matando nem formiguinha, quanto mais batendo em alguém)
Giselle Santos Muito interessante a pausa que se fez, o virtual replicando o real enquanto esperávamos pelo depoimento de Priscila Mateini.
Roseli Serra Impresionante né Giselle Santos:?
Cecilia Lemos Hahaha… tento frear a vontade, Roseli! Acredito que o mundo manda de volta o que a gente joga para ele… então procuro ser o mais positiva possível… e tem funcionado bem, viu?
Priscila Mateini pq sei que quando meu filho estiver na idade de 6 anos que sera sua alfabetização terá que ter uma mediadora e a escola onde estuda precisou utilizar material adaptado
Cecilia Lemos Quantos anos ele tem hoje, Priscila?
Roseli Serra Claro, Cecilia Lemos!
Priscila Mateini foi ai que descobri que o que posso ajudar meu filho e tb como professora vou ajudar outros alunos
Cecilia Lemos E qual o grau de autismo dele?
Priscila Mateini hj ele tem 5 anos
Priscila Mateini autismo clássico
Cecilia Lemos Ok…. Com o que (ou quem) ele se solta mais?
Priscila Mateini ele não fala até hj e faz tratamento com fono, psicologo e terapeuta 3x na semana
Roseli Serra Pri, Priscila Mateini eu tenho um primo de 20 anos que é autista e é um doce, genial , tem toda a asistência do mundo e creia-me , termonou o ensino médio em Slavador
Cecilia Lemos Ok… quando ele parece mais feliz e a vontade?
Bruno Andrade Caramba, Priscila Mateini! E vc ve isso de uma maneira diferente das outras mães por ser professora? Ou melhor, vc ve os outros alunos de forma diferente por ser mae de uma criancd especial?
Roseli Serra Entendo Priscila Mateini … o meu priminho era assim tb e desabrochou
Priscila Mateini por incrivel que pareça, ele interage com a gente pelo IPAD
Valeria Benevolo França Fala-se de um “spectrum” de autismo… porque várias características compõe o quadro de uma criança…
Priscila Mateini temos vários app que o ajuda
Roseli Serra Ta vendo Pri? O meu primo aprendeu falr inglês pelo computador .
Priscila Mateini e ele está comecando a soltar uma palavrinhas…
Priscila Mateini ai que foi incrivel, eu tendo um filho autista não identifiquei
Shirley Rodrigues autismo classico? isso q me deixa muito ansiosa gente… Não sei os termos… Tenho conhecimento de leituras, feitas por curiosidade ou inteuição. Tenho alguma ajuda de orientadores, mas, não sei explicar ou reconehcer autismo classico, ou se há outros tipos , entendeu? aí é que bate aquela tensão de estar fazendo o correto para que crianças como o seu pimpolho Priscila, possam se desenvolver. e se eu, em minha boa vontade e inocência/ignorância no assunto estiver fazendo algo que freie ao invés de promover o desenvolvimento da criança?
Shirley Rodrigues como mensurar isso?
Valeria Benevolo França Isso tem sido fato constato por vários pais de filhos dentro do spectrum autista….o meu Gbariel mesmo começa a aprender a swipe no iPad…e consegue foco, que ele não consegue com o papel já que existe um desejo fenomenal de “comer” o papel…
Roseli Serra Isso , Priscila Mateini! Internet e tecnologia em si têm sido uma bênção para pessoas autistas por conta dos seus apps fantásticos
Priscila Mateini não achava e eu tendo contato como outros
Valeria Benevolo França Shirley Rodrigues depois olha este site, é maravilhoso: http://www.tes.co.uk/autism-spectrum-disorders-and-asperger-syndrome-sen-teaching-resources/
Adir Ferreira Vou dar o meu exemplo: tive polio com 9 meses de idade (vacina estragada) e ando com muletas e aparelhos ortopédicos nas pernas. Acho que hoje levo uma vida normal porque meus pais, sem muita instrução, seguiram o instinto e nunca me trataram com diferença. Todos os 4 irmãos tínhhamos chores em casa e eu sempre soube que nada cairia do céu, então fui “correr” atrás. (pun intended!).
Priscila Mateini Isso aí Adir não temos que tratar com diferença, temos que incluir
Giselle Santos http://www.youtube.com/watch?v=G43qNZjmfz0Recomendo esse filme, ele me ajudou a entender muitas coisas …tanto pelo lado dos pais quanto dos educadores e das crianças.
Bruno Andrade Adir Ferreira, que história!!!
Shirley Rodrigues a histopria desta menina aki é fantastica! Outro dia passou em algum programa d Tv , mas, por conta de , como disse antes, curiosidade e pesquisa por conta propria, ela já está em mnha friends list no FB faz tempo: https://www.facebook.com/carlysvoice?fref=ts
Cecilia Lemos Que maravilha que ele usa o iPad para se comunicar,Priscila! É um meio!
Priscila Mateini não sou muito fa da palavra especial, pq todos nós somos especial, temos habilidades diferentes, vejo que são crianças com potenciais
Roseli Serra Valeria Benevolo França eu tive um aluno como o Gabriel. Ele já está no ensino médio 1o ano. Interage bem e mãe não pega leve não pq ele tem consciência que é espcial. sabe? E se deixar, ele se aproveita. Danadinho em tecnologia e tudo!
Cecilia Lemos Não se culpe por não ter visto.. casa de ferreiro…
Priscila Mateini Vc conhecem Temple Grandin? Já fui nas palestras dela e aprendo com ela e vejo que o Lucas consiguira pq tudo é o apoio de pais x escola x tratamento
Priscila Mateini http://www.templegrandin.com/
Cecilia Lemos Adir, só me lembro de seu problema quando você está entrando ou saindo de um lugar mais difícil… o resto do tempo, nem lembro
Adir Ferreira Eu vi o filme da Temple Grandin.
Cecilia Lemos Obrigada pelo link, Priscila!
Roseli Serra POis é Cecilia Lemos.. Meu pai e marido são médicos e meu filho tem uma doença no esofago, congenita que só descobrimos acidentalmente aos 21 anos quando ele foi fazer uma tomografia de pulmão por conta de uma pneumonia . Doença rara, um caso em cada 100mil e nunca os sintomas chamaram a atenção de nenhum médico a família
Adir Ferreira Você e todo mundo, Cecilia! Não sou de reclamar pq tb nao adianta muito, less whining and more action!
Cecilia Lemos Adirrrrr, tenho uma prima que não escuta desde que nasceu que minha tia foi commo seus pais… ela estudou nas mesmas escolas que a gente, e nunca aprendeu Libras… fez faculdade como todo mundo, e hoje é ceramista…
Priscila Mateini Adir!!! Vc é um exemplo pra mim!!!
Roseli Serra Adir Ferreira, que testemunho!
Priscila Mateini No caso do Autistas e Sindromes esse site me ajuda muito com material adaptado que É TEACCH e ABA todos como estimulação, repetição e
Priscila Mateinihttp://www.universoautista.com.br/autismo/modules/works/index.php?cid=2
Valeria Benevolo França Segue um link de um material fabuloso de alfabetização multisensorial…a escola do Gabriel está se baseando nisso para trabalharmos as letras com ele…http://httpcreceeducacaooespecialblogspo.blogspot.com.br/2012/11/facilitando-alfabetizacao-facilitando.html
Adir Ferreira Mas esse trabalho de conscientização dos limites – físicos ou psiquicos – não é de uma hora pra outra e requer apoio de muita gente, familia, amigos, escola. E ter sempre em mente que sempre há alternativas. Viajo muitas vezes sozinho, no Brasil e pra fora e uma amiga sempre diz, “Eu nunca conseguiria viajar sozinha”. Daí olha a limitação dela, tida como “perfeita”.
Valeria Benevolo França Desculpe, segue o link do post que fala deste material:http://www.cemespi.blogspot.com.br/2012/11/facilitando-alfabetizacao.html
Roseli Serra Ta vendo só Adir Ferreira!
Roseli Serra Super obrigada pelos links Valeria Benevolo França! Serão de grande ajuda, certamente
Mila Navarro olá, perdi muito desta conversa… já assistiram a temple Grandin no TED?:http://www.ted.com/talks/temple_grandin_the_world_needs_all_kinds_of_minds.html
Priscila Mateini E tb recomendo para meu amigos um livro muito bom – do Eugenio Cunha Doutorando http://www.eugeniocunha.com/
Adir Ferreira Great links, Valeria!
Valeria Benevolo França Segue mais um link bom que facilita um pouco o nosso pensar de como podemos abordar certas questões de dislexia na sala de aula:http://specialed.about.com/od/managementstrategies/a/dyslexic-friendly-classroom.htm
Shirley Rodrigues Priscila, tb não gosto do termo “especial”. Adir, sua familia fez um otimo trabalho, podicrê, babe! Mas, se esconder atrás de uma “deficiência” é muito comum em casos onde as pessoas começam a proteger demais.
Adir Ferreira Shirley, é o que eu falei da vitimização, bem fácil a criança se achar coitadinha ou os outros a tratarem como coitadinha e spoonfed them emotionally.
Priscila Mateini Estamos andando como formigas, lutando para uma escola mais inclusiva, porem vai também do nosso esforço. Precisamos ajudar essas crianças, alertando os pais como eu fui alertada, conversando com a criança, trazer ela para o convivio das outras e não abandona-las
Bruno Andrade Pessoal, vou ter q deixa-los! Um grande beijo no coração de cada um! Obrigado Cecilia Lemos e Valeria Benevolo França pela moderação! Raquel de Oliveira e eu aprendemos bastante ne?
Valeria Benevolo França Mas gente, a nossa cultura Brasileira é um de super proteção de qualquer maneira, nós vamos sempre ter um “cuidado” maior com nossos filhos…faz parte de nossa cultura….acho que devemos realmente não aceitar é uma atitude de “pena”. Isso é um desastre.
Priscila Mateini Concordo com vc Valeria Benevolo França!
Roseli Serra Priscila Mateini Shirley Rodriguese Adir Ferreira, tudo oqu se fala soa preconceituoso né? Epecial, necessidades espciais… è que nem boa idade, melhor idade.. que complicado!
Shirley Rodrigues lembro de uma menina que NÃO era deficiente – era epilética! Essa estudou comigo e não tomava o remedio de propóstio só para chamar a atençõ , principalmente da familia que usava o discurso do “deixa ela que ela é epilética”.
Mila Navarro Shirley, acredito que todos somos especias . Mas o que realmente vale a pena é estudar o assunto e, principalmente, perder o medo de tudo que é diferente
Priscila Mateini Pessoal no dia 02 de abril é o dia da Consciencia do Autismo no mundo inteiro, nesse dia teremos várias oficinas e vou postando aqui para quem quiser participar, okay!
Adir Ferreira Roseli, aprendi muito cedo que eu era diferente no sentido de que a única coisa que eu não poderia fazer seria correr. O resto seria possível e como é!
Giselle Santos vai ter uma caminhada em Copa!
Roseli Serra Isso Valeria Benevolo França! Essa é a atitude dos pais do meu aluno com síndorme de Down. Eles fazem de tudo mas não pegam leve nele não. Fazem como os pais de Adir Ferreira : Lutam por ele sem sentir pena dele.
Valeria Benevolo França Bom, falar de exemplos “close to home” sempre é bom já que ajuda a contextualizar a questão. Mas acho que o nosso diálogo mostra que a diversidade neste questão e a amplitude e complexidade é tanta que mesmo tendo algum tipo de treinamento básico a questão da inclusão é bastante desafiadora. Cada caso é um caso…é muito difícil generalisar.
Priscila Mateini Sim terá!! E estaremos tb no Cristo!
Adir Ferreira Num outro âmbito, vejo muita gente “deficiente” emocionalmente, como meu irmão André cuja vida não sai do lugar. Struggle after struggle, e perfeito fisicamente. A questão é olhar de frente para a limitação, seja ela física ou qualquer outra, e trabalhar junto com familia, amigos e escola.
Roseli Serra Adir Ferreira , todo mundo tem alguma limitação. Eu tenho um desvio raro de visão que limita meu campo visual, por exemplo, ISso me impedde de fazer certos exercicios e dirigir alguns carros que eu gostaria, por ex.
Valeria Benevolo França E no dia 24 tem a caminhada no Arpoador para o movimento RJDown onde vamos caminhar com nossos filhos e levantar a questão da SD e necessidade de inclusão.http://www.facebook.com/pages/RJ-Down/254999901188781
Adir Ferreira Exatamente e acho que, quando possível, mostrar isso para a criança.
Priscila Mateini Nesse dia usamos a cor azul para mostrar que existem 6 milhoes de crianças com autismo no Brasil
Valeria Benevolo França Vou postar mais um link bem interessante aqui para lermos sobre inclusão escolar:http://www.pedagogiaaopedaletra.com.br/posts/manual-para-pais-sobre-educacao-especial-inclusao/
Teresa Gomes de Carvalho não há como julgar, Shirley Rodrigues. cada um lida do jeito como pode. Nem todas as pessoas conseguem lidar com isso da mesma forma. Por isso, que é tão subjetivo apesar de haver diagnóstico, laudo, exame. Eu mesma tinha uma dificuldade absurda com a matemática, quase uma discalculia, e me ressentia muito da minha escola me enquadrar num modelo igual aos demais. A questão é que eu precisava do concreto, eu precisava visualizar para entender os números. Já na escola primária, a professora ficava comigo depois da aula porque eu tive dificuldades na alfabetização. Ela percebeu que eu precisava de ajuda. sonho com uma educação que perceba as diferenças e diferentes necessidades de cada um e que não massifique.
Roseli Serra BINGO, Adir Ferreira!
Valeria Benevolo França Minha gente, falt 1 minuto para o fim de nosso chat.
Giselle Santos Recentemente, um caso me chamou a atenção. Não sei se viram a campanha ‘Vem, Sean Penn’. Os comentários e motivos que levaram muitas pessoas a se engajarem me fascinaram.http://www.youtube.com/watch?v=bHNTPdy0CIM
Roseli Serra Que pena… a festa sempre acaba no melhor momento
Adir Ferreira Bom, eu adorei o chat. Nunca tinha participado, só tinha lido. Vou me esforçar para participar mais.
Priscila Mateini Pessoal adorei estar com vcs, mas estou ainda de repouso da minha cirurgia que vai me impossibilitar de participar esse ano IATEFL um grande abraço e vamos tentar incluir mais crianças nas nossas salas de aula. Bjos
Valeria Benevolo França Logo após o chat eu subo este “thread” para o nosso blog: https://breltchat.wordpress.com/
Valeria Benevolo França Mas alguem gostaria de fazer uma resenha do chat? Na resenah temos uma chance de falar de um ponto que talvez tenha nos chamado mais a atenção.
Shirley Rodrigues amei, tava com saudade disso aki gente!
Roseli Serra Muito legal essa campanha Giselle Santos!
Valeria Benevolo França Agradeço a presença de todos vocês e dos moderadores Bruno Andrade, Cecilia Lemos e Raquel de Oliveira. É bom termos a chance de trocar idéias, de refletir…mesmop que não temhamos respostas…mas é da reflexão que criamos novas possibilidades.
Shirley Rodrigues Posso fazer o resumo? Já q tô há muito sem vir aki, quero “the full monty” riririri
Roseli Serra Sempre muito proveitosa acompanhia de vocês. Adir Ferreira, volte sempre , please!
Adir Ferreira Voltaray!
Roseli Serra Manda ver Shirley Rodrigues!
Giselle Santos Muitas leituras e links para explorar. Boa noite e muito obrigada, pessoal.
Roseli Serra Bjão Giselle Santos! Boa noite a todos!
Shirley Rodrigues Resumo, memsmo esquema de sempre Valeria?
Valeria Benevolo França Oba Shirley Rodrigues super obrigada. Logo mais subo a thread no blog e posto na nossa página. Valeu.
Adir Ferreira Nighty night!
Valeria Benevolo França Boa noite a todos. Um grande abraço.
Roseli Serra Nighty night, you all!
Shirley Rodrigues bjks gente! Até o próximo!
Mila Navarro sweet dreams
Cecilia Lemos Gente, minha innternet morreu… só voltei agora….. Vou ler o que foi dito. Obrigada a todos!!!! Adorei!

28/02/2013 – Discussion Thread – Learner Training: o que é e como pode ajudar no aprendizado e em classroom management

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Natália Guerreiro: Ready? Set. Go!

Valeria Benevolo França: Olá Natália Guerreiro

Raquel de Oliveira: vamos que vamos

Danielle Tavares: Olá..boa noite

Natália Guerreiro: Boa noite, Valeria Benevolo França! E todos os colegas!

Roseli Serra: OLá Valeria Benevolo França

Karine Melo: Sim

Valeria Benevolo França: Olá, bom estar de volta.

Raquel de Oliveira: Feliz com tanta gente apaixonada por Educação aqui hoje

Roseli Serra :Pois é Raquel de Oliveira! eita grupo bom né?

Natália Guerreiro: Votei neste tópico pq tive uma experiência mto legal neste mês. Peguei uns alunos q devem ter vindo de experiências mais tradicionais com ensino de língua e, ao encontrar um curso mais comunicativo, pareciam perdidos ou resistentes às vezes. Só de explicar por que fazer pair work, por que ter atividades em q eles ficassem mais soltos para falar, por que não tinha resposta certa, em suma, só de explicar/elicitar tudo o q se fazia em sala, eles ficaram tão felizes e tão mais envolvidos! Senti um ganho enorme!

Priscila Mateini :Olá Valeria Benevolo França, Natália Guerreiro

Valeria Benevolo França: Bom, nosso tema de hoje “Learner Training” é um que vai trazer uma boa discussão. Talvez possamos começar conceituando exatamente o que entendemos como “learner training”?

Valeria Benevolo França: :Ótimo Natália, então acho que você já começou nos dando um exemplo….

Cecilia Lemos: Boa noite, pessoal! desculpem o atraso!

Juan Alberto Lopez Uribe: Olá a todos!

Raquel de Oliveira: Juan Alberto Lopez Uribe, poste aqui Rose Bard tb

Valeria Benevolo França: Olá Cecilia, que bom ter você aqui novamente como moderadora.

Raquel de Oliveira: Ceci welcome back

Rose Bard: Boa noite a todos!

Cecilia Lemos: : Acho que Learner Training é trabalhar com os alunos para eles entenderem o processo de aprendizagem, necessidades, abordagens… é treinar o aluno para que ele aprenda melhor.

Roseli Serra :OI Cecilia Lemos .

Raquel de Oliveira: Learner Trainning é crucial com crianças… mas o que são adultos senão crianças de idade, né?

Cecilia Lemos :Obrigada Valeria, Roseli e Raquel! Bom estar de volta!

Roseli Serra :E levá-los a serem mais independentes no seu processo de aprendizagem e reconhecerem senso de progresso

Natália Guerreiro : outro exemplo seria tb strategy training. como é um curso intensivo só em fevereiro, era importante estimulá-los a continuar estudando e ensinar como. apesar de novos (18-20 anos), eles pareceram apreciar mto essas dicas de aprendizado de língua.

Muita gente q vem aprender inglês nunca estudou outra língua estrangeira, então é bom trabalhar com como se aprende uma língua, ajudá-los a descobrir o q funciona para eles, desfazer uns mitos (ex.: depois de certa idade não se aprende), etc.

Cecilia Lemos: Raquel, eu não tenho muita experiência com crianças, e para minha Learner Training é essencial com adultos, principalmente aqueles que estão iniciando pela 415a vez e tem grande ansiedade (e bloqueios)

Cecilia Lemos: Obrigada Valeria, Roseli e Raquel! Bom estar de volta!

Natália Guerreiro ; engraçado, Raquel de Oliveira, nunca cogitei learner training com criança! hahaha sempre com adulto! acho q ficava pensando q era abstrato demais pra eles. adoraria saber como vc faz!

Roseli Serra: E se a gente focassse o learner training em aquisição de linguagem mais do que aprendizado de uma outra língua?

Valeria Benevolo França: Se, como Natália exemplificou, learner training involve permitir que o aluno tenha um entendimento melhor da razão pela qual ele faz algo, como é que isso irá facilitar seu processo de aprendizagem? E qual é esta relação com a questão de autonomia?

Priscila Mateini: concordo com a Natalia, porem com as crainças a utilização do ludico tem ajudado muito!!

Raquel de Oliveira: Ceci, concordo com vc… por isto afirmei que adultos são crianças de idade

Juan Alberto Lopez Uribe: A palavra training me incomoda, pois traz a idéia de algo já fechado. Gosto da idéia de conversar com os alunos sobre o aprender. Faz sentido para vocês?

Rose Bard: Tenho como prática no primeiro dia de aula encorajar os alunos a encarar a experiência de aprendizagem como uma jornada aonde aprendiz e professor caminham juntos. A assumir uma postura pro-ativa diante do seu objetivo.

Natália Guerreiro: sim, learner guiding talvez, né, juan? até pq não há uma forma única, magic bullet, pra aprender.

Cecilia Lemos: Acho que um dos benefícios é mais emocional, principalmente com o aluno adulto… ele entender o processo muitas vezes baixa o affective filter e ele se permite fazer as coisas, mesmo que sejam muito diferentes de metodos que eles já conheçam, mesmo que as atividades pareçam sem utilidade ou bobas

Raquel de Oliveira: Natália Guerreiro, eu converso com eles sobre o como estão aprendendo, como melhorar… as regras de comportamento em sala de aula são construídas em conjunto tb…

Roseli Serra: EXatamente mas acho que Juan tem uma certa razão… Talvez , para alguns públicos de alunos a palavra training soe como algo muito fechado

Valeria Benevolo França: Perfeito Rose, a diferença entre estimularmos um posicionamento pro-active em vez de reactive.

Natália Guerreiro: Raquel de Oliveira, acho q aí vc tá fazendo a ponte com o classroom management do tópico! bem legal!

Juan Alberto Lopez Uribe: Rose Bard, como você conversa com os teus alunos sobre a jornada?

Cecilia Lemos: Juan, faz muito sentido! Mas Learner Training é só a denominção, para todo mundo no mundo todo saber sobre o que é… Muito do meu LT é feito de conversas com meus alunos…

Karine Melo: Os alunos brasileiros são um pouco dependente dos professores, acham que eles tem obrigação de ensinar e eles só de fazer alguns exercícios orais e escritos. Esquecem que aprendizagem é algo que exige esforço de ambas as partes.

Raquel de Oliveira: Valeria Benevolo França, para mim autonomia caminha paralelamente à segurança… e quando sabemos o que estamos fazendo, para que estamos fazendo… nos sentimos mais seguros, com autonomia de vôo.. Pensei alto aqui

Cecilia Lemos: As vezes é um simples “Gente, qual vocês acham que é o objetivo dessa atividade? O que vocês estão praticando, que habilidade?”etc…

Natália Guerreiro :isso, sem a explicação (q o prof às vezes não dá por parecer óbvio pra ele), as coisas q se fazem em aula podem parecer gratuitas e daí o aluno pode não aproveitar tanto.

Roseli Serra :Ótima a sua colocação Cecilia em relação a training ser apenas um nome

Rose Bard :Juan, procuro ouvir as expectativas deles, medos e tudo mais que eles trazem para o grupo.

Raquel de Oliveira : Awareness, né? Como a sala é parte do mundo, nosso aluno não pode ser alienado

Natália Guerreiro : what’s in a name, though. concordo com o juan q training dá mesmo arrepio.

Rose Bard: E que juntos vamos alcançar o objetivo que eles almejam.

Juan Alberto Lopez Uribe: Concordo com vc Cecilia Lemos, é importante trazer consciência sobre o que acontece na sala, trazer tangibilidade para a rotina.

Cecilia Lemos: Isso Natália!

Priscila Mateini: acho que é o aprendizado naõ individualizado e sim em conjunto com o professor e aluno, as atividades que utilizamos vai depender de cada grupo

Roseli Serra: SS expectations no primeiro contato. Isso! É crucial que o professor saiba e trabalhe essas questões ao loongo do processo

Valeria Benevolo França: Concorod com Cecilia temos o lado emocional e o lado de “skills” em Learner training.

Cecilia Lemos :Saber o porque fazemos algo normalmente motiva a gente, traz ânimo!

Karine Melo: Uma coisa que faço é deixar uma deixa para próxima aula… uma pergunta a ser pensada em casa, pesquisada.

Natália Guerreiro: então learner training passa por uma needs analysis, Roseli Serra?

Cecilia Lemos: Nossos alunos não estão acostumados a refletir sobre o aprendizado, então por isso eles precisam ser “treinados”

Roseli Serra: Começando por aí Natália Guerreiro

Valeria Benevolo França : E saber porque fazemos e depois saber o que eu faço melhor…a soma destes dois olhares ajuda em muito.

Danielle Tavares: pode dar um exemplo natália guerreiro?

Raquel de Oliveira: e a busca por estratégias de aprendizagem,Natália Guerreiro

Vinicius Lemos: Bacana o tema, não conhecia formalmente mas acho que nós fazemos um pouco de learner training no dia a dia. Concorod com afirmações anteriores relacionando o termo com classroom management.

Teresa Gomes de Carvalho: Olá boa noite!

Roseli Serra: Mas essa needs analysis pode ser feita das mais variadas maneiras. Inclusive de maneiras muito informais

Juan Alberto Lopez Uribe: Bacana também é termos eles trocando como aprendem, o que os estimula e motiva. Esta conversa com os alunos sobre learning awareness é essencial para o professor ver e rever suas posturas e como elas afetam os alunos.

Raquel de Oliveira :Valeria Benevolo França, e aí a autoestima ajuda o desenvolvimento do aluno…

Roseli Serra: BINGO, Juan Alberto Lopez Uribe

Roseli Serra :Teresa Gomes de Carvalho! Que bom ter vc por aqui!

Raquel de Oliveira: Afetivo, de afetar… boa Juan Alberto Lopez Uribe!

Vinicius Lemos: Acho que uma maneira de trazer a pro-ativdade dos alunos é conversar sobre como eles gostam de aprender e elicitar o porquê

Natália Guerreiro: então juntando tudo q todo mundo disse até agora, LT envolve: (1) busca conjunta estratégias de aprendizagem; (2) trabalho com os medos e ansiedades e expectativas; (3) explicação dos objetivos das técnicas e tarefas utilizadas em sala.

e isso pode ser iniciado desde a 1a aula, com um papo e/ou com uma needs analysis.

è isso?

Priscila Mateini: sim!! Natália Guerreiro

Teresa Gomes de Carvalho : Na primeira aula com meus alunos discutimos assuntos relacionados ao aprendizado de uma língua. Acho essencial que eles saibam que nós conhecemos um pouco de como este aprendizado se dá. Muitos alunos acham que nós ‘só ensinamos inglês,’ poucos sabem que podemos ajudá-los a aprender melhor.

Juan Alberto Lopez Uribe: Boa Natália Guerreiro! Gostei do teu resumo.

Karine Melo: Tabém podemos ajudá-los a a fazer uso das redes sociais pra melhorar a aprendizagem, usando learner trainer.

Rose Bard: Sem dúvida Juan.

Natália Guerreiro: resumo ainda não, juan! temos mto papo ainda.

Roseli Serra: É um trablaho de formiguinha esse de learber training. A gente envolve tudo isso aí que Natália Guerreiro mencionou e ainda temos de estar bem aware dos learning styles dos alunos a fim de que o LT seja mais efective.

Raquel de Oliveira: E o papel da coordenação pedagógica tb é crucial… pq ajuda a montar as peças do quebra cabeça…

Roseli Serra: Isso! E pense num trabalho trabalhoso , viu Raquel de Oliveira?

Rose Bard: O que acham do professor como role model? Aonde precisamos ter uma atividade de Learner também?

Juan Alberto Lopez Uribe: Importante no learning awareness é desconstruir modelos mentais que os alunos trazem. Estes incluem não tenho talento, minha familia não consegue, e muitos outros.

Vinicius Lemos: A ideia do Learner Training parece ser um método eficaz de envolver mais o aluno no processo.

Raquel de Oliveira: http://iteslj.org/Techniques/McCarthy-Autonomy.html >> achei este artigo interessante

Roseli Serra: hummm food for thought Juan

Priscila Mateini : Juan essa eh uma realidade constante em muitas salas

Juan Alberto Lopez Uribe: Fiz até uma manualzinho de orientação para pais, seria um “parent training”, já que os pais influenciam muito a aprendizagem das crianças.

Ramon Silveira: Boa noite pessoal! Desculpem o atraso! Tentando acompanhar os posts.

Cecilia Lemos: Muito importante tb o LT acontecer não só no início do semestre, mas ao longo de todo o processo de aprendizagem…

Valeria Benevolo França: De certa forma é auxiliar o aluno a criar seu próprio “framework” ou “scaffold” para direcionar seu processo de aprendizagem – ajudar ele/ela a ter uma clareza das atividades, recursos que o auxliliam na aprendizagem.

Roseli Serra: EXatamente Cecilia Lemos! è aí onde mora o segredo do sucesso

Valeria Benevolo França : Perfeito Cecilia, é um processo….

Raquel de Oliveira: Atualmente, tenho pensado em LT em plataformas online… Pq o aluno precisa ter a autonomia de responder questões em L2 num ambiente sem “mediação”

Teresa Gomes de Carvalho : Muito bem colocado, Juan Alberto Lopez Uribe Vi os conceitos que os meus alunos tinham do aprendizado e do inglês em geral e fiquei surpresa com alguns mitos que eles têm.

Karine Melo: Atualmente, os alunos tem um mundo de informações mas não sabem como usar em favor próprio pra aprender o que desejam incluindo um novo idioma.

Cecilia Lemos: Com alunos mais fluentes e avanaçados, vejo que LT ajuda muito em eles preceberem que estão aprendendo, ao invés de ter aquela sensação de estagnação comum em níveis mais avançados.

Roseli Serra: ISso me lembra mentoring Ss , Valeria Benevolo França!

Priscila Mateini: eu sempre pensei que o professor é uma facilitador, ajudar nossos alunos é essencial para a autonomia de cada um

Roseli Serra : Ramon Silveira! Salve !

Valeria Benevolo França: E como já começamos a sugerir alguns exemplos, talvez possamos pensar em mais exemplos conxretos de como desenvolvemos este “awareness” do processo de aprendizagem….

Teresa Gomes de Carvalho: Com crianças podemos fazer algo semelhante, como experimentar diferentes formas de se fazer uma atividade e como aprendemos a fazê-la, etc.

Natália Guerreiro: isso, Raquel de Oliveira, com EaD, learner training/awareness se faz ainda mais importante pois não é uma modalidade ainda usual para as pessoas.

Juan Alberto Lopez Uribe : Isso mesmo Valeria Benevolo França, dar ao aluno um menu com opçoes que ele pode escolher e deixa-lo perceber criar e rever suas próprias formas é um excelente caminho.

Vinicius Lemos: Um dia desses conversando com uma amiga que estava estudando inglês ela estava reclamando da atitude da professora em dizer que não poderia dar as respostas de mão beijada e que eles tinham de descobrir significados e que isso tornaria o aprendizado mais eficaz. Minha amiga, como aluna, queria saber todas as respostas e não estava pagando para descobrir nada. Acho isso um reflexo do jeito que aprendemos no passado e precisamos mudar os paradigmas. Acho que learner training seria interessante para trazer a consciência da importância da autonomia.

Valeria Benevolo França: ótimo Teresa Gomes de Carvalho e como você faria o follow-up? Via uma conversa informal?

Ramon Silveira: Bem…tentando acompanhar ainda mas acho que tenho um exemplo. Na minha unidade temos a carta de apresentação que entregamos na primeira aula aos alunos explicando coisas da escola, inclusive como funcionam as aulas etc. O professor é treinado a explicar na primeira aula esse processo aos alunos.

Raquel de Oliveira: Valeria Benevolo França. gostaria de saber se alguém já pensou em LT como forma de rmedial work… Alguém?

Teresa Gomes de Carvalho: É importante mostrar e demonstrar para os alunos a importância da atenção e da memória para o aprendizado através de hands-on.

Roseli Serra: Isso fa-los-ia reconhecer seus L styles e discernir suas strategies Juan Alberto Lopez Uribe?

Cecilia Lemos: Como remedial work, Raquel?

Juan Alberto Lopez Uribe: Teresa Gomes de Carvalho, trazer estes conceitos para a mesa, desconstruí-los e reconsctruí-los com os alunos é fundamental. Faço isso bastante de forma indireta também por meio de quotes que escrevo na lousa.

Natália Guerreiro: Raquel de Oliveira, acho q é essa hora q o LT vem mais fácil nas nossas cabeças, né? qd a gente vê q o aluno não tá se desenvolvendo…

Teresa Gomes de Carvalho : É verdade, Vinicius Lemos, os alunos têm certas expectativas em relação ao aprendizado e querem aprender tudo de uma vez e respostas prontas. Este é o modelo mais antigo em que o professor responde as perguntas dos alunos. Na minha escola a vida toda foi assim. Perguntávamos e o professor respondia.

Karine Melo: Uma coisa que faço com as turmas do Município é trabalhar com palavras que usamos, vindas do inglês, logo no primeiro dia de aula. Isso ajuda a mostrar o quanto eles já sabem e como o inglês é importante hoje em dia.

Cecilia Lemos: Sempre faço isso com meus alunos adultos iniciantes tb, Karine! Ajuda muito!

Raquel de Oliveira : Cecilia Lemos, quando identificamos alunos com dificuldade de aprendizagem, ou com tempo de aprendizagem mais prolongado, diagnosticamos isto e fazemos um plano de açao, certo? Será que já incluimos LT nisto?

Valeria Benevolo França : Perfeito, e o quanto que learner training é influenciado por learning styles? Será que isso fica claro para os alunos?

Cecilia Lemos: Juan Alberto Lopez Uribe, adorei a ideia de um manual de “Parent Training”!

Roseli Serra : Será que nesse momento uma nova needs analysis não seria util Natália Guerreiro?

Vinicius Lemos: Verdade Karine Melo e Raquel de Oliveira , e eles sempre ficam surpresos com o tanto que já sabem !!

Cecilia Lemos: Devemos com certeza incluir LT nisso, Raquel de Oliveira, mas do que nunca, acho eu!

Rose Bard : Um exemplo concreto Valeria. uhmmm no semestre passado fiz uma atividade com vídeo e vocabulário que evoluiu para uma discussão sobre a questão da memória, observação, estratégias e das habilidades pessoais de cada um. Os alunos discutiram em pares após a atividade sobre quais estratégias usaram para lembrar das palavras.

Natália Guerreiro : bem, eu tenho uma resistência à ideia de learning styles como se costuma apresentá-la. parece uma profecia autorrealizável q limita mais do q liberta.

Roseli Serra: Nossa manual de prente training se for segudios pelos parents . UAU! EStaremos no céu!

Raquel de Oliveira: Cecilia Lemos, mas acho que na correria do dia a dia isto ainda fica muito superficial, sabe?

Karine Melo: Trabalha auto-estima que é bem baixa em alguns!Vinicius Lemos !

Valeria Benevolo França: Karine Melo, interessante o seu ponto. A valorização do conhecimento prévio do aluno é fundamental. Quantos alunos em média tem em sua turma no Município? Voce acha que learner training facilita o processo para eles?

Cecilia Lemos: Valeria, acho que se os learning styles não está claro (ou a gente sentir que não está) temos que fazer LT para remediar isso!

Juan Alberto Lopez Uribe: Cecilia Lemos, aqui vai o mini manual para pais:http://childrenlearningenglishaffectively.blogspot.ca/2012/10/a-mini-manual-for-parents-of-children.html

Teresa Gomes de Carvalho: Valeria Benevolo França, eu geralmente discuto com os alunos sobre o propósito de algumas atividades no decorrer do curso. Acho importante eles saberem porque estão fazendo isso e não aquilo, etc. Fiquei feliz porque consegui demonstrar para a minha turma avançada a importância de anotar vocabulário para lembrar melhor em uma atividade de ditado.

Roseli Serra: POis é gente.. de repente essa correria deixa nossas práticas meio nubladas em relação às nosas idéias né Raquel de Oliveira?

Roseli Serra: Thanks Juan Alberto Lopez Uribe

Juan Alberto Lopez Uribe : Que bacana Rose Bard como você trabalhou a atividade de video e vocabulário com o teu grupo.

Vinicius Lemos : Obrigado por compartilhar Juan Alberto Lopez Uribe!!

Karine Melo Com alunos da rede particular indico aplicativos que podem baixar, discionários, coisas que fazem parte do cotidiano deles. Assim aprendem fazendo o que gostam.

Natália Guerreiro: : isso, apontar para recursos online é uma ótima ideia, Karine Melo!

Natália Guerreiro: aliás, poderíamos como grupo desenvolver uma lista só com o creme de la creme desses recursos, né?

Cecilia Lemos: Partindo para a prática, que tal compartilharmos exemplos de atividades, formas que fazemos LT em sala?

Raquel de Oliveira: E o quanto de habilidades não congnitivas (motivação, controle emocional, disciplina ou capacidade de interação) incluimos no LT? E como fazê-lo? > pensando aqui na realidade das escolas públicas, Karine
Melo, Valeria Benevolo França e tdos?

Rose Bard: Fiz isso ainda essa semana com os meus adolescentesKarine. E fico impressionada com a imagem que eles trazem de si mesmos nos grupos iniciantes. Um dos alunos (um menino de 12 anos) disse quando viu a sala cheia com as mochilas, ” todos esses alunos vão estudar aqui (eram 9)?” eu disse que sim, e ele disse em seguida, “bom se eles não souberem nada, eu to feliz, porque eu não sei nada.”

Roseli Serra: Nossa! Apps , web tools, recursos online, nossos alunos amam!

Teresa Gomes de Carvalho: Fazer um paralelo com os alunos com outras experiências de aprendizado pelas quais tenham passado também ajuda e tira a ansiedade (ex: algo que eles aprenderam e agora dominam), isso tudo pode e deve ser discutido se não com o grupo como um todo pelo menos com os alunos mais ansiosos. A ansiedade impede que o aluno consiga aprender, pois em pânico você não retêm informação.

Juan Alberto Lopez Uribe: Alguns livros didáticos tinham um pouco de LT em caixinhas que falavam como algumas pessoas aprendem. Outros tinham checklists ou listas de perguntas para guiar os alunos.

Roseli Serra : è verdade Juan. Usei muitos deles

Ramon Silveira: Fiz uma atividade em que os alunos deveriam tirar fotos na escola de alguns objetos em uma lista. Era a primeira aula de adultos. Um aluno me perguntou, professor, isso vai nos ajudar a memorizar esse vocabulário e identificá-lo futuramente quando o vermos não é? Fiquei impressionado!

Vinicius Lemos: AS vezes muitos alunos têm um rendimento baixo por não saberem como estudar de maneira eficaz! Um pouco de orientação pode fazer muita diferença!

Cecilia Lemos: Uma coisa que eu faço são self-assessments periodicos com meus alunos, com checklists de “Can do” com as functions, gradações… e antes trabalho a cabeça deles que não é pra ser perfeito, que aquisição de língua é um processo em espiral…

Natália Guerreiro: uma q eu fazia (q acho q era do jack sh… esqueci o nome agora, da disal) era, no 1o dia de aula, espalhar pelo chão folhas coloridas cada uma com uma quote. eles tinham de escolher uma e justificar em pares p q escolheream, tentando inferir a ligação daquelas frases com aprendizado de língua. as frases eram como “a ship in the harbor is safe, but that’s not what ships are made for” e “it’s ok to make misteaks (sic)”.

Roseli Serra: Dependendo do grupo Journal diaries são de muita ajuda. è algo meio libertador pro aluno saber q o prof vai ouvi-lo / lê-lo sem julgamento de valor e respodenr-lhe a fim e encorajá-lo. Agora que é super time consuming,isso é!

Cecilia Lemos: Jack Scholes, Natália Guerreiro

Karine Melo: Estamos chamando os alunos um a um, na escola onde trabalho, para montar o plano de estudo deles.

Juan Alberto Lopez Uribe: Interessante Natália Guerreiro, imagino que esta atividade revela muito logo de cara.

Roseli Serra: Nossa Cecilia! Gosto de fazer esse tipode prática com meu alunos tb

Ramon Silveira: Uma amiga professora fez Journal com alunos do Município que estudam à noite! Eles adoraram!

Valeria Benevolo França: Karine eles tem quantos anos?

Teresa Gomes de Carvalho: Mesmo os conceitos de que inglês britânico é mais correto que o inglês americano acabam sendo discutidos e os alunos saem com ‘menos peso.’ Agora mesmo eu baixei um curso do U-Tunes sobre o inglês como língua franca e fiquei surpresa com alguns fatos e é lógico pretendo incluir esta discussão com os meus alunos em algum momento.

Natália Guerreiro: obrigada, Cecilia Lemos

Karine Melo: são do ensino fundamental segundo segmento, Valeria Benevolo França

Cecilia Lemos: LT serve até para trabalhar na cabeça dos alunos como a tradução pode ser negativa em níveis um pouco acima do zerado…

Juan Alberto Lopez Uribe: O livro da vida do Frenet é similar. Os alunos registram coletivamente tanto o que aprenderam e como foi a experiência de fazê-lo coletivamente. É muito bonito.

Roseli Serra: Adorei Natalia!

Vinicius Lemos: Uma atividade interessante seria botar os alunos para discutirem mitos e verdades em relação ao aprendizado de uma língua. Muitos , principalmente adultos acham que têm de fazer mil coisas ao mesmo tempo e nem sempre são as melhores altermativas. Uma boa conversa e discussão deixaria todos melhor informados para tomare mdecisões mais acertadas.

Valeria Benevolo França: Pois é…a questão de escrever “journals” é bem sofisticada mesmo, não é Ramon, e mostra um alto grau de entendimento e reflexão do processo de aprendizagem….

Raquel de Oliveira: 1) Eu costumava gravar meus alunos e eles se assistiam e comentam o que deviam melhorar… e discutíamos juntos o como chegar lá. 2) o uso da agenda com os objetivos da aula e a volta a ela no final da aula para que eles se conscientizem do que foi aprendido

Teresa Gomes de Carvalho: Eu nunca dei aula no município, mas eu acho que deve ser importante discutir LT com eles assim como é importante discutir com qualquer aluno em um grau menor ou maior.

Roseli Serra :You mean Celestine Frenet , Juan Alberto Lopez Uribe?

Raquel de Oliveira: 3) peer correction com sugestões 4 ) autoavaliação

Juan Alberto Lopez Uribe: Sim Roseli Serra!

Ramon Silveira: O que ela mais se surpreendeu é que ela estava um pouco cética pois eram adultos praticamente sendo alfabetizados na língua materna e algo assim para eles fosse muito desafiador. Eles adoraram expressar sua opinião sobre algo tão interessante quanto educação!

Roseli Serra: Gosto da idéia Raquel de Oliveira

Natália Guerreiro: Cecilia Lemos, acho q ando na contramão um pouco. os alunos (este ano não, mas em anos anteriores) estavam vindo com tradução como tabu. eu tenho tentado mostrar pra eles q a L1 é um grande recurso q não se precisa deixar de lado.

Raquel de Oliveira :5) o uso de portfólios que são debatidos com os alunos.. para que eles reflitam sobre sua produçã… exemplos que me vieram a mente, Cecilia Lemos

Valeria Benevolo França: E o que torna tudo isso mais interessante, haja visto que estamos falando de processo, é poder comparar o início, meio e fim – seja ele num semestre ou um ano escolar. Assim entende-se o que realmente fez a diferença e quanto o aluno realmente se desenvolveu usando habilidade ou estratégia X de aprendizagem.

Teresa Gomes de Carvalho: Eu gosto de Frenet.

Natália Guerreiro :caramba, Raquel de Oliveira, a learning awareness machine!

Vinicius Lemos: Outra ideia seria enviar feedbacks personalizados aos alunos seja por meio de e-mail ou mensagens de audio reconhecendo as atitudes positivas do aluno e apontando o que ele está fazenod de positivo e sugerir outras ideias.

Valeria Benevolo França: Elabora um pouco mais Teresa.

Juan Alberto Lopez Uribe: Acho que LT pode passar também em proporcionar diferentes experiências de aprendizagem e com estas levar o aluno a refletir como foi aprender com cada uma. Muitos alunos tem certo condicionamento nas formas como aprender uma língua. E estas estão sempre mudando, ainda mais com toda a tecnologia atual!

Cecilia Lemos :Mas eu uso a L1 nos níveis mais baixos, Natália. Acho que a L1 tem sim um papel importante… mas mostro que não pode virar uma dependência.

Raquel de Oliveira :Usamos Journal com as turmas de Bilingue hj em dia… Os alunos do pre-k registram suas experiências via desenhos num Journal… e tb desenham a percepção que tiveram do resultado das mesmas…

Roseli Serra: Gente isso tudo postado aqui é muito valioso! S epensarmos em cada contexto, nos diferentes perfis dos nossos alunos, há espaço pra todas essas idéias.

Teresa Gomes de Carvalho: Gostaria de ter tempo para fazer journals e portfolios principalmente com os meus alunos mais novos. Revisitar os estágios anteriores do aprendizado e compará-los é muito motivador.

Karine Melo: Já montei um portifólio que iniciava com uma palavra que sabiam e terminava com um texto. encadernei e entreguei a eles na última aula.

Roseli Serra: POis é Teresa Gomes de Carvalho! Tempo tempo tempo1 Sempre ele nos puxando a perna

Teresa Gomes de Carvalho: Adorei Karine Melo!

Vinicius Lemos: Vcs acham que é mais difícil aplicar LT em níveis mais avançados , quando o aluno já está condicionado a hábitos específicos? ou isso não faz diferença?

Juan Alberto Lopez Uribe: Concordo com Cecilia Lemos, que para falarmos de LT podemos usar L1. Os alunos precisam poder se expressar livremente para desenvolver as competencias cognitivas, sociais, e afetivas.

Raquel de Oliveira: e os pais precisam mais de concreto do que as crianças/teens em si… engraçado isto, não?

Teresa Gomes de Carvalho: Eu acho que depende da nossa abordagem Vinicius Lemos, nós temos uma relação de confiança com os nossos alunos e se eles realmente confiarem e nós apresentarmos argumentos válidos, eles podem mudar e muito.

Ramon Silveira: Acho Vinicius Lemos que talvez leve um pouco mais de paciência, porém, traz a possibilidade também de uma troca de experiências!

Natália Guerreiro: no meu contexto, há mto vocabulário técnico a ser ensinado. acho legal a cada unidade fazer um exercício de retomada/record-keeping do vocabulário e discutir com eles qual lhes parece mais útil, o q vai ajudar a lembrar, o q eles já usam… nem sempre eu faço, mas qd faço, sempre me bato por não fazer sempre. haha

Cecilia Lemos: Faço LT com adultos sobre o mito de que é mais fácil para Young Learners aprenderem uma língua, mostro pesquisas que mostram que a facilidade é mais fonética, que eles não precisam ter uma pronúncia perfeita, questiono eles sobre o que afinal é a pronúncia perfeita – a de quem, mostro que o que importa é inteligibilidade… E que o aluno tem motivação, pois sabe porque está ali

Roseli Serra :Outro dia li um link compratilhado pela Cecilia Lemosspbre os tão criticados portifólios. NO entanto, conheço o trabalho da instituição onde ela trabalha com portifólios e sei a eficácia deles. Só acho que o nosso alunato precisa ter várias dessas culturas aqui ( portifólios. journals) inculcadas e absorvidas como positiva e não como algo que vai roubar o tempo deles.

Juan Alberto Lopez Uribe: Acho mais fácil Vinicius Lemos, pois o alunos já tem um caminho a analisar e compartilhar com o grupo.

Natália Guerreiro: isso, Cecilia Lemos! sempre falo dessas pesquisas. eles ficam chocados!

Cecilia Lemos :Com os adolescentes faço até um tipo de LT sobre a importância do homework!

Roseli Serra :Aê Cecilia Lemos! Bingo de novo!

Roseli Serra: Yes , again!

Natália Guerreiro :achei interessante como, neste assunto de LT, feedback e assessment apareceram bastante!

Raquel de Oliveira: Construir regras logo no início, e ensinar a aprender / aprender a ensinar : importante que o
fazemos logo no início do semestre.

Cecilia Lemos: Quando tiver tempo coloco num post o LT com adolescentes sobre homework… Com muitos funciona!

Ramon Silveira :Algumas instruções podem até ficar nos murais pela escola.

Natália Guerreiro: pf fale mais desse LT do homework, Cecilia!

Vinicius Lemos: Estou adorando o chat pois nem conhecia nada a respeito do termo LT e estou absorvendo bastante da discussão!

Roseli Serra: MAs é que tem a ver com o que alguém de vocês mencionou: começo, meio e fim de processo, Natália

Juan Alberto Lopez Uribe :Como trabalham com as inteligencias multiplas no learner training? O conceito é bom pois quebra a idéia de tenho talento/não tenho talento.

Ramon Silveira: Raquel de Oliveira, assisti um workshop sobre the importance of class zero. Muito bom!

Raquel de Oliveira: O quanto o LT decorre do Professor e o quanto ele é institucionalizado em alguns casos??

Roseli Serra: eu fiz isso na minah primeira monografia através de needs analysis, Juan

Teresa Gomes de Carvalho: Ótimo, Juan Alberto Lopez Uribe. Este é um outro mito que pode ser derrubado. O aluno que acha que não tem talento não vai aprender nunca, enquanto que o que tem talento, não vai se esforçar nunca.

Roseli Serra :Esse questionário de needs analysis envolvia perguntas sobre multiplas inteligências de forma muito sutis mas muito eficientes

Juan Alberto Lopez Uribe :BINGO Raquel de Oliveira! LT é uma questão institucional e não pode ser trabalho de um professor isoladamente. Precisa ter continuidade, os alunos se desenvolvem ao longo do tempo não só na língua, mas também como aprendizes.

Cecilia Lemos :Num primeiro momento faço eles se arrependerem (por si mesmos) de não ter feito. Por exemplo: se o homework foi praticando o vocabulário visto na aula anterior, faço uma competição usando as palavras do homework. Quem fez vai estar com elas bem fresquinhas… Depois faço uma atividade elicitando deles os benefícios do Homework, o que é diferente para quem faz o homework?

Vinicius Lemos: Onde trabalho damos uma lista aos alunos adultos de sugestões para aprenderem de forma eficaz durante o semestre. Dicas de comportamento como aluno, dicas de estudo, como estudar, etc. Isso é uma forma de LT, certo? Já tinha contato com a prática mas não tinha consciência de toda essa filosofia por trás!

Roseli Serra: Great idea Cecilia!

Cecilia Lemos: Vinicius Lemos, vou dar uma olhada nos artigos que tenho sobre LT – e possíveis atividades, para postar aqui. Quer que eu te marque quando conseguir fazer?

Teresa Gomes de Carvalho: Que pena, tenho que ir. Boa noite para todos. O chat está tão bom mas… Amanhã leio os posts.

Ramon Silveira: Seria possível incluir algo do tipo em um coursebook ?

Vinicius Lemos: Boa ideia Cecilia Lemos , eu confesso que fico muito bravo quando entro em sala e vejo vários alunos querendo fazer o dever ali na hora.

Juan Alberto Lopez Uribe :Teresa Gomes de Carvalho, até mesmo porque talento e’ relativo, pois esta associado a oportunidades e esforço. Quanto mais nos empenhamos e suamos, mais talento vamos tendo.

Natália Guerreiro :Vinicius Lemos, tenho um artigo da Rebecca Oxford sb a históra das pesquisas em learning strategies. Se quiser, posso te mandar. pra quem quiser, aliás.

Cecilia Lemos: Eu diria que isso é uma forma passiva de LT, Vinicius Lemos. Um inicio… Mas não LT de verdade.

Roseli Serra: BJks Teresa Gomes de Carvalho! Sweet dreams

Ramon Silveira: Me marque também Cecilia Lemos por favor.

Valeria Benevolo França: Pois é, eu fico muito ambivalente quando falamos da “institucionalização” de learner training….eu acredito que isso é uma habilidade que deve ser estimulada para auxiliar o processo de aprendizagem. Acho que podemos orientar professores a fazer e até mostrar formas diferentes de fazer, mas acho que “at the end of the day” isso realmente fica no relacionamento estabelecido entre professor e aluno….but this is me.

Vinicius Lemos: Por favor Cecilia Lemos , adoraria aprender mais a respeito desse assunto!

Natália Guerreiro: os coursebooks da cultura inglesa têm. era ótimo. treinava aluno e treinava professor.

Juan Alberto Lopez Uribe: Boa noite Teresa Gomes de Carvalho! Beijo!

Rose Bard: Vinicius não acho que seja uma questão de nível línguistico, mas a atitude do aluno, que tem que ser trabalhada. Já tive alunos em níveis que procuraram desenvolver suas habilidades de aprendizagem experimentando differentes formas de aprender, porque em geral sempre temos aquela idéia de que eu aprendo melhor assim e acabamos por nós acostumar com um jeito X or Y de fazer as coisas. E alunos que tinham muita resistência e acabavam por continuar fazendo sempre da mesma forma, e queriam homework e aulas bem estruturadas.

Raquel de Oliveira :Amores, preciso ir… Feliz que estamos Elevando o Nível de Consciência do Aluno … E o nosso também :):) beijos a todos!!

Roseli Serra: Concordo Valeria Benevolo França. De repente institucionalizar Lt seria meio, engessá-lo , seria isso?

Vinicius Lemos: Thanks Natália Guerreiro , adoraria!

Rose Bard :uhmm ótima dica Cecilia. Boa estratégia.

Roseli Serra: Vai Sra da alegria Raquel de Oliveira! Sweet dreams, dear!

Natália Guerreiro: concordo q o institucionalizado pode ser 1 dos LT, mas não o único. afinal, LT tem de ser personalizado pra dar certo.

Ramon Silveira: Acho que talvez algo conversado entre os professores em conselhos de class por exemplo mas não institucionalizar.

Karine Melo :Tenho que ir! Let´s increase Critical Thinking!

Ramon Silveira: Boa noite Raquel de Oliveira!

Roseli Serra: è uma idéia Ramon Silveira

Juan Alberto Lopez Uribe: Valéria e Roseli, acho que talvez tenha usado a palavra errada, quero dizer que é fundamental que a escola viva a idéia de LT. Espaço para que cada professor crie e deixe sua marca com seus grupos é fundamental.

Ramon Silveira: Conselho de class foi ótimo…rsrsrs

Roseli Serra: Great idea KArine!

Valeria Benevolo França: Teresa, Karine obrigada pela presença hoje e nos vemos aqui em breve.

Roseli Serra: Perfeitamente Juan! Sendo assim é perfeito!

Natália Guerreiro: um strategy inventoryhttp://www2.education.ualberta.ca/staff/olenka.Bilash/best%20of%20bilash/SILL%20survey.pdf

Valeria Benevolo França: Bom gente, faltando apenas 8 minutos para terminarmos, gostaria de saber de cada um aqui sua preferida estratégia de LT.

Juan Alberto Lopez Uribe: LT pode ser um MEGA diferencial para escolas!

Valeria Benevolo França: ótimo Natália.

Ramon Silveira: Uma pergunta legítima, como vocês dão instruções para o PRIMEIRO listeling de uma turma de iniciantes ?

Roseli Serra :BINGO de novo Juan Alberto Lopez Uribe

Natália Guerreiro: a minha estratégia favorita é mesmo ir conversando com os alunos sobre o q estão/estamos fazendo à medida q as tarefas e os problemas vão surgindo.

Priscila Mateini: geralmente uso a L1

Natália Guerreiro: vixe, strategy for listening é sempre mto importante! bem lembrado, Ramon Silveira.

Roseli Serra: Gosto da conversa mas gosto tb do inventories.

Cecilia Lemos: Gente, desculpa… minha internet ficou péssima!!!

Valeria Benevolo França: Talvez a questão de lidar com Listening activities seja um tópico para um futuro chat?

Ramon Silveira: Um professor uma vez me disse…lembre-se sempre que eles nunca fizeram listening activity na vida deleees! Não é comum no ensino regular fazer atividades de listening.

Vinicius Lemos: Pelo que aprendi hoje acho que uma das coisas masi importantes é botar o aluno no spotlight no sentido de dar voz a ele, deixar ele expressar suas ideais e discutir como ele está aprendendo. Os alunos são muito acostumados a terem atitude passiva e quando eles tomam as rédeas do processo muita coisa positiva pode acontecer!

Roseli Serra: Para listening gosto de model e de mijme instruction enquanto falo L2

Rose Bard: Tenho que ir também, mas espero ansiosa para ler o resumo e reler o chat também. Tive dificuldade de acompanhar o chat (coisa de aprendiz… alguém tem alguma dica? risos). E também porque estou com o filho por perto. Boa noite a todos e obrigada pela oportunidade de participar em um chat tão rico como esse e conhecer outros professores que trabalham em realidades diferentes no nosso Brazilzão. Abraço apertado da carioca do Sul!

Juan Alberto Lopez Uribe: Gosto da idéia de analisar conceitos junto com os alunos. Um por aula.

Natália Guerreiro: acho q o inventory tem muita coisa de q eles podem não ter consciência, mas só de saber q tem tanta estratégia tvz estimule a variar… sei lá.

Roseli Serra :Bjo minha Flor de Criciuma. Rose Bard

Priscila Mateini: mesmas situação Rose Bard!!!

Roseli Serra: FAlamos amanha . Rose Bard

Juan Alberto Lopez Uribe :Vou checar o inventory! Thanks!

Ramon Silveira: Gosto da ideia da conversa mas um jounal me parece muito interessante.

Natália Guerreiro :é difícil de acompanhar msm. mts vezes trava!

Juan Alberto Lopez Uribe: Beijo Rose Bard! Boa noite!

Valeria Benevolo França: Rose Bard o chat hoje foi bem rápido, pela complexidade do tópico e número de participantes…difícil para todos nós acompanhar…

Vinicius Lemos: Espero participar de mais chats! Super interessante, e obrigado a todos pelas ideias , sugestoes e opinioes! csuper experiencia!

Roseli Serra: Eita Pri , vc tb Priscila Mateini? So sweet dreams, dear

Ramon Silveira :Gente, muito bom falar com vocês sobre um tópico tão interessante. Não pude focar muito pois estava ao mesmo tempo preparando umas atividades.

Roseli Serra: O meu ta ranquilo. Net aqui tá ótima

Natália Guerreiro: muito obrigada, pessoal, por mais uma conversa estimulante e rica. boa noite a todos!

Juan Alberto Lopez Uribe: Que bom que tivemos muita gente hoje! faz o papo bem rico. Aprendi bastante.

Cecilia Lemos: Afff… consegui voltar. Agora vou ler o que perdi!

Juan Alberto Lopez Uribe: Breltchat começando com força total!!!

Valeria Benevolo França: Gente, logo mais subo em nosso blo do #BRELTChat o “discussion thread” de hoje. Mas seria
super importante alguem querer fazer uma síntese do que foi discutido hoje, com base no “discussion thread”. Alguem se anima?

Roseli Serra: Ceci, ainternet da GVT ta danada essa semana aqui na nossa área da Z Norte aff

Ramon Silveira: Roseli Serra, como sempre um grande prazer! Boa noite a todos e fiquem com Deus!

Valeria Benevolo França: Nosso blog é este:https://breltchat.wordpress.com/

Priscila Mateini :Pessoal pelo que consegui captar de vc, adorei o Chat, mas tenho que ir!!!Depois vejo os post!! Boa noite!!!

Juan Alberto Lopez Uribe: Adoro fazer resumo, mas desta vez estou bem ocupado. Passo a vez.

Bruno Andrade: Queridos, perdoem me a ausência hoje! Tive um problema domestico de ultima hora! Nos vemos daqui a 15
dias!

Roseli Serra: Vc tb Ramon Silveira! Sempre muito bom encontrá-lo aqui

Valeria Benevolo França :Bom, vou um enorme parzer estar aqui novamente, partilhando idéias com vocês…agradeço aos moderadores Raquel de Oliveira e Cecilia Lemos pela participação hoje e todos vocês. O chat não acontece sem vocês, é claro.

Juan Alberto Lopez Uribe: Bom te ver Bruno Andrade nem que seja para mandar um abraço!

Cecilia Lemos :Gente, que chat ótimo! Talvez possamos fazer um só com idéias práticas de como fazemos LT?

Bruno Andrade: Outro pra vc, Juan Alberto Lopez Uribe!!!

Cecilia Lemos :Amei voltar!!!! Senti falta disso!

Juan Alberto Lopez Uribe: Obrigado a todos pelo chat de hoje. Este espaço é realmente precioso!

Roseli Serra: Obrigada a todos. Adorei revê-los . tava morta de saudades dessas conversas tão frutíferas!

Roseli Serra : Show de bola Cecilia Lemos!

Rose Bard: Oi Bruno.

Cecilia Lemos: E obrigada pela sua moderação tb, Valeria!

Cecilia Lemos : Obrigada a todos pela participação

Roseli Serra: Bruno Andrade sentimos saudades!

Juan Alberto Lopez Uribe : Cecilia Lemos, gostei de trocar com você. Acho que a gente nunca tinha participado de um
chat junto!

Roseli Serra : Muito legal vc ter voltado Cecilia Lemos

Cecilia Lemos : Roseli, a minha tb é NET, mas vou pedir para virem dar uma olhada… ela tem dado umas falhadas!

Rose Bard: Tem deadline para o resumo? Se me derem um tempinho eu faço com o maior prazer até porque é o que vou acabar fazendo mesmo quando começar a ler o transcript.

Valeria Benevolo França: Até minha gente e em 15 minutos já estarei com o blog pronto com nosso discussion thread. Beijos para todos e uma ótima noite.

Cecilia Lemos: Tb acho que não, Juan! E o sentimento de partilhar foi mútuo!

Roseli Serra: Minha é GVT e andou dando muitos problemas aqui nas Graças Aflitos, etc. Cecilia Lemos

Cecilia Lemos: Alguém se interessa em fazer uma resenha sobre o chat de hoje?

Bruno Andrade: Rose Bard!! super beijo!!! Que bom q vc esteve aqui tb!

Juan Alberto Lopez Uribe : Como funciona isso Cecilia Lemos? Conta mais!

Bruno Andrade : A Rose Bard se candidatou, Cecilia Lemos.

Rose Bard: Fiz tudo o que pude para estar aqui, mas vai levar um tempo para que eu possa me acostumar. daqui a 15 dias to aqui de novo.

Roseli Serra: Uhuuuuuuuuuuuuuu creio que todos nós estaremosRose Bard

Cecilia Lemos: Que ótimo Rose e Bruno!

Bruno Andrade: Ao vezes de um resumo, estamos procurando por colaboradores para escrever uma resenha sobre o tema. Uma visão mais pessoal sobre o que foi compreendido do chat, Juan Alberto Lopez Uribe. Como se fosse um artigo ou um blog post….

Rose Bard : Aff, eu tenho que ir mesmo. risos! Cecilia eu me candidato para escrever, mas preciso de um tempinho. Se tudo bem, me deem um toque em inbox. Agora eu fui. beijãoooooooo pessoal ótimo final de semana para vocês.

Bruno Andrade: *ao invés, sorry

Lemos: Thank you, my beloved Bruno for explaining that!

Cecilia Lemos: Sem pressão, Rose!

Valeria Benevolo França: Super thanks Rose Bard, vai ser ótimo ter uma resenha sua. Valeu.

Juan Alberto Lopez Uribe: Interessante Bruno Andrade. Dá um ângulo diferente.

Juan Alberto Lopez Uribe: Nos vemos em 15 ou no cyberespaço! Abraços! Fui!

Rose Bard : O prazer é meu. Combinado então.

Cecilia Lemos: Gente, uma delícia estar nesse chat com vocês hoje! Vou jantar! Beijo!!!!!

Roseli Serra: Amores, um grande beijo em todos vocês! Muito muito muito bom esse esapço e toda essa maravilhosa discussão! Privilégio enoooooooooorme estar aqui! BJo queridos todos! See ya around