São os eventos de março fechando o verão… Calendar of ELT Events – março 2017

…é a promessa de CPD no meu coração! Bem, acabou nosso carnaval, ninguém ouve cantar canções, mas ouve falar sobre MUITOS eventos nesse mês recém-chegado!

E é claro que vamos ter que começar esse post falando sobre a grande volta do nosso BrELT chat dia 8 de março às 22hs horário de Brasília Não percam e votem no tópico aqui!

Além do nosso chat lindo estar de volta, olhem só o que mais temos:

EVENTOS PRESENCIAIS:

  • 10.03: “Brain Friendly Teaching” com Simone Sanaiotte e “How to Teach Speaking” com Carmen Castellani, Disal Pinheiros, São Paulo, SP.
  • 17.03: “The Sounds of Writing” com Malu Sciamarelli pelo BRAZ-TESOL Intercultural Language Education SIG e”Beyond Flashcards and Vocabulary Notebooks” com Fernando Sobral; Disal Higienópolis, São Paulo, SP. 
  • 18.03: Amplifica em São Paulo capital, com desconto para membros do BRAZ-TESOL
  • 18.03: evento em Belo Horizonte “Embracing Differences in ELT”, organizado pelo BRAZ-TESOL Belo Horizonte Chapter junto ao BRAZ-TESOL Teacher Development SIG
  • de 21 a 24: TESOL International e ICETI
  • 24.03: “O Bilingualismo e interculturalidade nas escolas brasileiras” pelo BRAZ-TESOL Bilingualism SIG e “Shaping Up English Pronunciation” com Rodolfo Mattiello; Disal Pinheiros, São Paulo, SP
  • 25.03: Trilha: Trends de Educação 2017, em Niterói, RJ
  • 29 a 31: Congresso Brasileiro de Gestão Educacional em São Paulo, SP.
  • 31.03: “Melhore seu desempenho com apoio da Tecnologia” com Silvia Consorti, e “Emotion and repetition as the core ingredients to your grammar and vocabulary recipies – Feed your students with the best! Part II” com Jose Luiz Sarmento; Disal Higienópolis, São Paulo, SP

Aliás, para mais informações sobre os eventos da Disal, clique aqui.

EVENTOS ONLINE:

E fiquem de olho que abril já entra com o pé na porta! Não, não é mentira não… Dois eventos logo no dia 1o de abril:

É isso aí, gente! Não percam esses eventos, participem e mandem fotos através da hashtag #RovingBrELT!

 

BrELT coLAB com Rosana Cabral sobre ‘Disrupting Class’

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De uma discussão na BrELT sobre o futuro do ensino de línguas, surgiu todo um debate acerca de “disrupting class“. Rosana Cabral, que tem estudado a ideia e experimentado trazê-la para o ensino de inglês, presenteia-nos com seu entusiasmo e sua visão de como ELT pode mudar. 

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Ro_Jan2017.jpgESL teacher desde 2006, empreendedora desde 2016 e sonhadora desde sempre, Rosana Cabral acredita que sua missão é não somente ensinar um idioma, mas também tocar vidas e ajudar seus alunos a realizarem seus sonhos. Focada em jovens e adultos, busca dinâmicas inovadoras e alternativas para desfazer as objeções comuns desse público, permitindo que o inglês faça parte do seu dia a dia. Desde 2013 tem pesquisado sobre o uso das tecnologias para o ensino, rompendo os paradigmas da sala de aula convencional. Trabalhou em diversas escolas de idiomas, lecionando cursos regulares, inglês para carreiras, preparatório para exames de proficiência e inglês para viagens para jovens e adultos de todos os níveis. Recentemente se aventurou em novos desafios abrindo sua própria escola de idiomas, a Messiah Idiomas em Marília no estado de São Paulo, que oferece cursos presenciais e online e desenvolve materiais didáticos e conteúdos digitais.

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O futuro já chegou!! Alguém aí também tem esse feeling? Os quadros negros se foram e os retroprojetores também. Hoje temos quadros brancos, televisores, projetores, lousas digitais, laptops, tablets, e muitos outros equipamentos modernos na sala de aula. A internet chegou para ficar e num piscar de olhos, ou melhor em um touch, o mundo está em suas mãos. É incrível e às vezes até assustador, mas o que antes víamos nos filmes está no nosso dia a dia. Agora vamos parar pra refletir um pouco: Será que tudo isso realmente revolucionou a educação ou é só a mesma dinâmica com high-tech classrooms?

Na época da revolução industrial, surgiu a necessidade de massificar o ensino. O professor era o dono do saber, e a sala de aula estava superlotada de alunos repetidores de informações. Ok, isso já mudou muito, mas vamos analisar uma situação “hipotética”… Um professor de inglês de uma escola de idiomas tem uma turma de 12 alunos. Fez seu planejamento de aula, organizou uma super dinâmica, trouxe vídeos, flashcards, games and so on. Até achou um site onde os alunos podem praticar o conteúdo em casa através de um jogo super divertido que vai ser homework. Great job!!

Vamos mudar o ângulo da câmera. Dentre os 12 alunos, quatro deles já aprenderam isso antes, não foram desafiados com algo novo, ficaram entediados durante a aula com o conteúdo que já conhecem e irritados com os alunos “lerdos” (rolou até um bullying). Outros quatro não tinham compreendido por completo o conceito da aula anterior. Com isso não conseguiram acompanhar o que estava acontecendo naquela aula. Sentiram-se incomodados, desmotivados e até se questionaram se tinham mesmo capacidade de aprender. Os outros quatro alunos adoraram a aula. Acharam super dinâmica, divertida, e realmente entenderam aquele conteúdo.

Essa é uma situação hipotética, mas sei que há uma grande possibilidade de você, que está lendo esse artigo, já ter passado por isso (muitas vezes). Já aconteceu comigo. Ficava pensando o que fazer com aquele aluno que não acompanha e como motivar aquele que está à frente, bem no estilo “Onde foi que eu errei?”. Aí chega na hora de corrigir as provas, ficamos com o coração na mão. “É um menino tão esforçado, falta pouco pra chegar no 7. Ele merece, vou dar um empurrãozinho.” E lá vai mais um aluno para o próximo nível com um gap de conteúdo.  

Agora vamos imaginar outra situação. Uma escola de idiomas possui uma estrutura diferente de ensino: personalized and mastery based. Quando o aluno se matricula, ele faz um teste que identifica quais são as habilidades da língua que ele já domina e quais ainda precisam ser trabalhadas (nada de carimbar na testa iniciante, intermediário ou avançado). Com isso, ele segue sua própria trilha de aprendizado direcionada por um sistema online que indica, através de um mapa do conhecimento, quais são as opções de atividades que ele pode escolher fazer em seguida. Para passar para a próxima etapa, o aluno precisa master aquele conceito (esquece aquela ideia de “passou com 7 tá ótimo”. Afinal, o que acontece com os 3 pontos de conteúdo que perdeu em todos os semestres?).

As atividades são variadas: vídeo-aulas gravadas (Pra que ficar ouvindo um tempão de explicações em sala de aula, se dá pra assistir um vídeo mais objetivo sobre isso?), exercícios online, jogos, cenas de filmes, músicas, desafios, etc. O próprio sistema dá a pontuação das atividades e também tem uma classificação de badges em que o aluno pode ir conquistando níveis diferentes, sendo mais motivado através da gamificação. Tudo isso feito no computador, tablet ou celular, em qualquer lugar com acesso à internet. Espera um pouco… isso está parecendo bem solitário, não acha? E o que aconteceu com o professor? Evaporou? Calmaaaa!! Claro que não!! Vamos para outra parte interessante.

Os alunos não pertencem a turmas específicas divididas por níveis, e sim a uma comunidade de aprendizado. Nessa comunidade, eles interagem com outros alunos, tutores e professores, que fazem um networking motivacional, tiram dúvidas e apoiam uns aos outros. Além disso, a cada etapa conquistada nas atividades online, o aluno pode agendar um encontro presencial. Nesse momento ele tem a oportunidade de praticar o conteúdo, que já dominou anteriormente, através de atividades dinâmicas, comunicativas, desafios, projetos em grupos e outras coisinhas divertidas. Também pode rolar uns hangouts no estilo book club, movie session, Let’s go to the restaurant and speak only English, até onde a criatividade alcançar e os alunos estiverem dispostos a fazer.

Com essa proposta, cada aluno aprende no seu ritmo, no seu tempo, conforme a sua necessidade de aprendizado e de acordo com a sua agenda pessoal de atividades, sem perder a interação com o grupo e engajamento com a escola e o professor. Sem contar que os encontros presenciais podem sair das 4 paredes da sala de aula e ganhar o mundo. Até aquela velha estrutura da sala de aula com lousa, mesa do professor, mesas e cadeiras dos alunos, pode mudar de setting dependendo das atividades do dia.

Sim! O professor precisa mudar seu papel. Todo mundo sabe que o professor não é mais o único dono do saber. Temos muitas experiências para compartilhar, muito conhecimento para oferecer, nos preparamos muito para chegar onde chegamos. Foram horas incansáveis de estudo da língua, preparação de aulas, noites mal dormidas… Tudo isso tem muito valor e continuará tendo, mas é preciso mudar as lentes e perceber qual é o nosso papel diante das transformações que estão acontecendo e ainda estão para acontecer no mundo.

Está na hora de oferecer aos nossos alunos a chance de serem protagonistas do seu processo de aprendizagem e passarmos a ser diretores nessa história. Dessa forma damos a eles a chance de alçar vôos muito mais altos.

Acho que já escrevi demais. Poderia ficar horas discursando sobre minhas ideias malucas. Pois é, já fui chamada de louca, mas cheguei à conclusão que isso só me motiva ainda mais pra fazer acontecer e mostrar pra todo mundo que funciona. Se você chegou até aqui, com certeza está cheio de question marks na cabeça sobre como seria esse processo na prática. Realmente essa logística de informações dá um nó na ideia. Sinto lhe informar que não tenho todas as respostas (AINDA). Tudo o que escrevi aqui surgiu como resultado de muitas pesquisas, leituras, vídeos e algumas ideias que desenvolvi durante minha experiência diária como teacher. Esse é só um exemplo. Existem vários outros modelos para personalização do ensino que podem ser explorados de diversas formas.

Sonho em um dia ver tudo isso acontecendo. Difícil? Certamente!! Impossível? DUVIDO!! Realmente creio que estamos vivenciando a chegada de uma revolução educacional como nunca vista antes. Amo a ideia de colaboração e compartilhamento, por isso quero te convidar a fazer parte dessa loucura. Que tal ajudar a escrever uma nova história nas páginas do desenvolvimento educacional? Se você quiser embarcar comigo, pode ser que esse futuro fique menos distante. Let’s?

https://www.ted.com/talks/salman_khan_let_s_use_video_to_reinvent_education

https://www.ted.com/talks/sal_khan_let_s_teach_for_mastery_not_test_scores

https://www.khanacademy.org/

https://pt.khanacademy.org/exercisedashboard

https://www.coursera.org/learn/blended-learning

http://www.fundacaolemann.org.br/ensino-hibrido/

https://www.facebook.com/ensinohibrido/

http://www.saraiva.com.br/blended-usando-a-inovacao-disruptiva-para-aprimorar-a-educacao-8889819.html

http://www.christenseninstitute.org

https://www.youtube.com/watch?v=lIh4jJlvF44

https://www.youtube.com/watch?v=GQzTODkYr5s

http://www.qmagico.com.br/

 

BrELT on TEFL Equity

badge-new-i-support.pngIt’s no secret that BrELT supports TEFL Equity, an initiave that aims to reduce inequality in English language teaching, particularly in terms of hiring practices that discriminate against non-native speakers. It could be no different, seeing that we are a community of ELT professionals in Brazil or from Brazil, meaning most of us are non-native speakers of the language.

Now we are proud to say our name is on the TEFL Equity blog following our contribution to the #AccentPride campaign. You can read the post here: https://teflequityadvocates.com/2017/02/26/brazilian-english-is-beautiful-by-brelt/

And if you like what you see, please join us! Drop us a line there showing your suppport. Record a video of your own reaffirming your pride or telling us your language learning story. Show that we are not alone in having great English that was and is #madeinBrazil.

BrELT Chat está de volta!

Alô, foliões deste Brasil! Dizem que o ano no Brasil só começa depois do Carnaval, mas que nada! As férias do BrELT Chat acabaram bem no Carnaval mesmo. Dia 8 de março retornaremos com nosso bate-papo às 22h sobre algum tema premente do ensino e aprendizagem de língua inglesa ou da nossa carreira. Qual será esse tópico? Deixe suas sugestões no post afixado na comunidade.

Lembrem-se de que o tema deve ser em português e ser um título curto que caiba na enquete. Mas você tem toda a liberdade de explicar melhor o que espera da discussão, claro.

 

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Delta Module 1 with Distinction? Done!

The DELTA Module 1 results were out last week, and BrELT was extremely proud to see some very dear members among the ones to celebrate their success on what is possibly the most difficult methodology exam for English language teachers. One of those members was Sérgio O. Pantoja Jr, who not only passed, but also got a distinction, which is the highest mark you can get. Not too shabby, huh? He’s also been kind enough to let us know how he prepared for Module 1.

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Sérgio’s a sweet BrELTer who has been in the ELT field since 2002, having worked for several language schools in Brazil as an English teacher. He has mostly worked with young adults and adults in the areas of general English, business English and exams preparation. Sérgio holds, among others, the CPE, a degree in Languages, a postgraduate degree in English Language Teaching and Translation and a TESOL Certificate from the University of Oregon, USA. He is now working on his Delta Module 2 and we’re sure he’s going to waltz through it. 


Congratulations again, Sergio! Now over to you:

Passing Delta Module 1 with Distinction: I did it and so can you!

This is my first post for BrELT and I can barely put into words how delighted I am to have been invited by Natália Guerreiro to share some of my experience with Delta Module 1 and how I got a Distinction in it. The reason why I felt truly honored is because I have the utmost respect for her and the other moderators who invest a lot time and effort to help us all become better teachers. By sharing my experience here, I do hope to incentivize other teachers to consider taking the Delta in the foreseeable future.

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After a long two-month wait – undoubtedly, the longest two months of my life – I finally got my results last Friday and I couldn’t believe my eyes when I saw that I’d passed Delta Module 1 with distinction. Between you and me, I was so astonished as soon as I laid my eyes on the statement of results that I felt compelled to refresh the page just to make sure that it was really accurate and that my mind wasn’t playing any tricks on me. I know that it might sound like I’m embellishing the facts here, but it did take me some time to believe it. In all honesty, the word Delta used to conjure up fear and dread every time I stumbled upon it. That’s why it took me so long to make up my mind and go for it. Just for the record, I started my Module 1 prep course last September, but had been toying with the idea of studying for it since 2014.

Before embarking on my Delta journey, I spent a couple of months reading every blog post, article, tips or anything Delta related that I could get hold of. The most useful blogs that I found, which helped me summon up the courage and take the bull by the horns, were  Sandy Millin’s , Ricardo Barros’s and Sue Swift’s. In additon to these incredible blogs, I also strongly recommend the book “How to Pass Delta” by Damian Williams, which addresses every single aspect of the exam and provides candidates with invaluable tips.

Having spent a great deal of time reading about the exam and other people’s experiences, I came to realise that there are no shortcuts. If you want to pass Module 1, you must study intensively as well as consistently. When it comes to Delta Module 1, cramming for the exam just won’t cut it! Understanding it in advance helped me a lot and prepared me psychologically for the 3 most intense months of my life. Believe it or not, I studied every single day from August, 28th to December, 6th in preparation for it. Therefore, it’s important to  bear in mind that on a weekly basis, you’ll need to allocate 12 hours or so to study all the areas tested on the exam or at least pick the areas that you are weak in and focus on them. For those of you who are unaware of the areas tested, Module 1 covers:

  • ELT Terminology
  • Grammar knowledge
  • Vocabulary knowledge
  • Pronunciation
  • Knowledge about assessment
  • Discourse knowledge
  • ELT History and Methodology

As you probably know, you don’t have to take a prep. course for Module 1. However, I can’t stress enough how helpful it can be to have a tutor marking your work and giving you feedback. In my case, being unable to go to São Paulo every week, I  decided to take a 3-month prep course for Module 1 with Distance Delta, which means that the entire Module 1 course was provided online. In short, every week they’d send us input on the areas above-mentioned which we were supposed to read and then do a series of tasks related to all the exercises tested on the exam. Subsequently, we’d send the tasks to our tutors so they could mark them and give us feedack on the areas where improvement was required. Although there were strict deadlines to be met, having the opportunity to receive feedback is key to improve whatever you’re doing so whenever I received mine, I always tried to take the comments on board.

Before the course begins, you’ll receive a reading list with loads of books that can help you during your preparation for Module 1. As much as you may want to buy and read all of them, it may not be really feasible. For starters, ELT books are rather expensive and as an English teacher, I dare say that time will be limited. Ergo, you should choose your books wisely. Luckily, I already had some of the books suggested for Module 1 so I ended up buying a just few of them. Perhaps, the rule of thumb  here is to have – at least – one great book on each of the areas tested on Module 1. Here’s the list of the books I used for my preparation and every and each one of them proved to be extremely helpful:

  • ELT Terminology – Scott Thornbury: An A-Z of ELT
  • Grammar knowledge – Martin Parrott: Grammar for English Teachers
  • Vocabulary knowledge – Norbert Schmitt and Michael McCarthy: Vocabulary: Description, Acquistion and Pedagogy
  • Pronunciation – Adrian Underhill: Sound Foundations
  • Knowledge about assessment – Arthur Hughes: Testing for Language Teachers
  • Discourse knowledge – Scott Thornbury: Beyond the Sentence
  • ELT History and Methodology – Diane Larsen-Freeman and Marti Anderson: Teaching and Principles in Language Teaching.

Last but not least, I highly recommend you buy Scott Thornbury: About Language and do all the tasks available. Seriously, go through this book from cover to cover. The tasks provided here bear some resemblance to some of the exercises that you are going to face in the exam. Not to mention that you’re bound to learn a lot about English and English Teaching as you make your way through the book

In summary, there’s no denying that Delta Module 1 is utterly challenging – albeit, achievable. Honestly, I’m not entirely sure whether I can pinpoint how I passed it with distinction. I don’t think that I can single out one thing in particular that contributed to my result, but rather a combination of factors.  In restrospect, I think that a big part of it comes down to having a great tutor, enough discipline to study and read everything that you’re supposed to, willingness to complete all the tasks assigned and gracefully accept negative feedback and unflagging motivation to carry on. What’s next? Well, Delta Module 2 is about to begin and I’m really looking forward to it. This time, I’m doing the face-to-face course at Seven, São Paulo. Wish me luck!

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Best of luck, Sérgio! We have a feeling you won’t need it, though. =) And thank you for all these great tips! 

Interview with Mariana Ferreira, a CELTA-certified BrELTer

1959761_10202163794109633_907277852_nA BrELTer from Sete Lagoas, Minas Gerais, Mariana Ferreira has just passed the one-month CELTA. Yay!!! Mariana, who holds a B.A. in History from UFMG, had the whole community rooting for her after she told us about her initial struggles of being a CELTA candidate with disability.

1. Could you tell us a little about your pre-CELTA experience and qualifications as a teacher?

I’ve been in the teaching field for 3 years. However, before the CELTA, I had never dealt with groups of students. I used to teach one-to-one, but in an informal way, teaching mostly people I knew quite well. About my qualifications, I have studied History at UFMG and done CAE in 2011.

2. What made you decide to take the CELTA?

I decided to take the CELTA course because I wanted to boost my CV in order to get a good job teaching English.

3. What obstacles did you face? What did you do to overcome them?

First it was the language issue. I thought I wasn’t eligible for the CELTA because I didn’t have the amount of language necessary to take part in it.

After two interviews and some teaching observations recommended by the interviewer just to make sure I really wanted to do that, I landed in an unknown place, just as far from the CELTA dream as the Earth from the moon. Yes, it felt like it.

Most of my colleagues were highly qualified, coming from a Letras background or with years into the teaching field. I felt really out of place — not necessarily because of my disability, but mostly due to my lack of experience. I wondered what I was doing there so many times I can’t even count! During the course, I felt I was on the “fail” threshold throughout, although my overall grades were “standard”.

Also, while some of my colleagues were able to spend the night preparing their lessons, I needed a five-hour night sleep to be able to teach the next morning… and I wasn’t used to it! So, for me, it was a real struggle to have that limited amount of sleep.

Things got better when I moved to the beginners group. To be able to drill was magic. Everyone did as I asked!  And during the second half of the course, I felt more comfortable and was able to deliver better lessons, although the students could produce less because of their level.

About the disability itself, in relation to the course, all I have to say now is that I had the amount of support I needed to get around. Surely, if I could stand and move easily like the rest of my colleagues, it would have been easier, especially on the issue of classroom management. Monitoring students was hard but I managed it. In fact, if there is a thing I really improved throughout the CELTA, this thing is classroom management. I feel like I really mastered the pairing up thing!

I had a hard time with other obligatory items of the course such as ‘Instruction Checking Questions’ (ICQs) and “Meaning – Pronunciation- Form” (MPF), but since in my last lesson I was able to do it properly I guess I’m on the right track, or I wouldn’t have passed.

Another silly problem I had during my TPs [Teaching Practices, the assessed lessons during the CELTA] was to look into students’ eyes. Yes, as silly as it may sound, I had this as an area to work on. Only after I returned home did I realize why I didn’t do it during the course. It’s because most most people would avoid my gaze, so as a way to protect myself I would also avoid students’ gaze as well.

 4. What did you like the most about the course?

Although the hardships were several, what I really enjoyed at the CELTA was to watch  experienced teachers live. I could learn a lot from those observations.

5. What are your post-CELTA plans?

I’ll get in touch with the person whose lessons I observed before the CELTA, and hopefully I’ll get a job in that language school. About my long-term plans, I want to take Letras and keep on qualifying myself to give better lessons.

6. What are the adaptations that a teacher with reduced mobility may need in the classroom?

First of all, if possible, get someone to help out with the board. I had one of my fellow colleagues during the course, but others may ask a student to come to the board and write if this doesn’t upset him or her.

Second, make sure there is enough room for you to move around (if the person is in a wheelchair) especially in crowded classes. If the class is smaller, it is easier to manage.

7. Have you ever felt any resistance from students, colleagues, or employers?

During the  CELTA,  students, colleagues and tutors had no resistance to my presence or to the wheelchair… it was almost an ideal place. But you know that in the real world things are quite different. I tried to get a job in my city and I have been declined so far in all my attempts. In a certain school, I was told I’d get a place in the training program if I passed the grammar test and, even though I got 80% of that test right, they did not let me in.

8. Would you like to leave BrELTers a message?

I’d highly recommend the CELTA for more experienced teachers, at least here in Brazil. If you have an open mind , go for it without fear, you will probably have lots of fun, even if you don’t get so much sleep!

And for those fellow English teachers who happen to have a disability as I do, I’d recommend it as well if you observe some things. First, your health must be checked so you’re sure you can do it. CELTA is a really tiring course and you really need to be confident about yourself concerning your body; make sure you are able to go to the course every single day! Get some sleep if you can’t stay awake and try to sleep more on the weekends. All your needs have to be met by the center concerning the disability. You need to remain calm and not let small details spoil your whole course. And last but not least, ask yourself if you have any fear of getting in front of people when you’re a person with a disability. Try to build rapport with the students you’ll be teaching from day one, engage on feedback sessions as much as you can, and success during the CELTA!

Colabore com uma pesquisa sobre a BrELT para um mestrado em Columbia!

Vocês lembram da Taísa Nunes, a BrELTer que nos contou como conseguiu bolsa para cursar um mestrado na Universidade de Columbia na área de “Adult Learning and Leadership”?

Para o projeto final, a Taísa vai focar no uso de comunidades on-line por professores brasileiros de inglês, começando pela BrELT! Estamos chiques, né, pode dizer.

Para isso, ela precisa que os membros da BrELT colaborem respondendo um rápido questionário, de 10 minutos no máximo. E ela promete divulgar conosco os resultados depois que ela se formar, claro.

O link para o questionário é https://bit.ly/breltsurvey

Bora lá, pessoal, que ajudar com pesquisa é ajudar a todos nós do meio!