BrELT no BRAZ-TESOL Rio Chapter

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A cariocada que vinha reclamando de falta de eventos no Rio de Janeiro está que é só sorrisos. Afinal, o BRAZ-TESOL Rio Chapter está com novo fôlego e evento marcado. Em sua nova configuração, o chapter conta com o trabalho de dois moderadores da nossa comunidade, os queridos Bruno Andrade e Priscila Mateini. E já há evento marcado: dia 29 de outubro será um dia de sessões bem interessantes.

O tema do evento é “Educating learners to become competent language users, critical thinkers and constructive social change agents”. E claro que a BrELT não poderia ficar de fora. Bruno e Priscila vão falar sobre desenvolvimento profissional continuado on-line com destaque para as iniciativas de nossa comunidade, lógico.

Confira o endereço e a programação na tabela abaixo e corra para fazer a inscrição antes que acabem as vagas!

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BrELT/TD SIG Panel in the Braz-TESOL Conference

If you are coming to the 15th Braz-TESOL Conference in Brasilia next week, don’t forget there is going to be a BrELT/BT TD-SIG Panel about Teacher Development, named “Teacher Development in Brazil: Challenges & Achievements“, on Friday, July 15, from 3.50 to 5.20 pm, in Room #13.

We will dedicate those 90 minutes to discussing the initiatives and difficulties of teacher development in Brazil in different contexts. First, the BrELT Team will talk about our community, of course, and its efforts to bring free Continuing Professional Development (CPD) closer to English Language Teachers in Brazil. Then, Andreia Fernandes, from Rio de Janeiro, will dispel myths (or maybe confirm some suspicions? We shall see!) about teacher development in state/public schools. She will be followed by the Pernambucana Roseli Serra, who will introduce us to the booming market of bilingual schooBRELT_TD SIG PANEL names-1.pngls and the teacher development issues it raises. Last but not least, the Paulista Bruna Caltabiano, who is both a teacher and a manager/owner, will focus on the reality of CPD in private language institutes. Finally, there will be plenty of time for questions and debate, effectively turning the panel into our first face-to-face BrELT Chat ever. Unmissable! 

The panel will be moderated by Edmilson Chagas, treasurer of the Braz-TESOL Teacher Development SIG, consolidating a cherished partnership between BrELT and Brazil’s largest ELT association. 

After the panel, don’t leave in a hurry: this is a rare opportunity to take a photo with your fellow BrELTers!

Glossário de Desenvolvimento Profissional de Profs de Inglês

Hoje tivemos um bate-papo sobre as etapas de desenvolvimento profissional dos professores de inglês e, como era de se esperar, surgiram nomes de exames, qualificações, associações de professor, etc. Muitos desses nomes são siglas que espantam qualquer um que não esteja familiarizado. O que é CELTA? Qual a diferença entre um TKT e um CPE? Um M.A. é o que exatamente? Aqui um guia rápido dessas siglas com links para você aprender mais sobre elas.

1. Provas de proficiência

CAE e CPE – exames de proficiência em língua inglesa da Cambridge. CAE é nível avançado (C1 na CEFR) e CPE é nível proficiência (C2 na CEFR, o nível mais alto) http://www.cambridgeenglish.org/exams/advanced/
http://www.cambridgeenglish.org/exams/proficiency/


IELTS – prova de proficiência em inglês com validade de 2 anos, elaborada pelo British Council, Cambridge e IELTS Australia. https://www.ielts.org/ O seu certificado IELTS lhe confere uma nota, e essa nota é que indica o nível que você tem. Espera-se que uma pessoa de nível avançado (C1 da CEFR) tire mais de 6.5 no IELTS, enquanto uma pessoa de nível pós-avançado/proficiência tiraria acima de 8 (o máximo é 9).

TOEFL, TOEIC – outras provas de proficiência em inglês, elaboradas pela ETS nos EUA, com validade de 2 anos https://www.ets.org/toefl e https://www.ets.org/toeic O seu certificado TOEFL/TOEIC lhe confere uma nota, e essa nota é que indica o nível que você tem. Espera-se que uma pessoa de nível avançado (C1 da CEFR) tire 95 pontos ou mais no TOEFL IBT (a versão online, em que o máximo de pontos é 120).

Por sinal…

CEFR – Common European Framework of Reference, não é prova, mas muitas avaliações fazem referência a ele, que é o quadro comum europeu com os níveis de proficiência http://www.cambridgeenglish.org/cefr/

2. Provas de conhecimento sobre ensino

TKT – provas de conhecimento sobre ensino, com módulos especializados http://www.cambridgeenglish.org/teaching-english/teaching-qualifications/tkt/

3. Qualificações para professores

(Obs.: Claro que no chat também falamos de bacharelados e licenciaturas em Letras e em outras áreas, mas como esses termos são amplamente conhecidos no Brasil e não são siglas, não se julgou necessário explicar.)

CELTA (Certificate in Teaching English to Speakers of Other Languages) – Qualificação inicial da Cambridge para professores com duração de 1 mês intensivo ou 6 meses regulares  http://www.cambridgeenglish.org/teaching-english/teaching-qualifications/celta/ (Apesar de ser uma qualificação *inicial*, muita gente já faz quando tem tempo de estrada e adora.)

ICELT (In-Service Certificate in English Language Teaching) – qualificação da Cambridge intermediária entre CELTA e DELTA, para profs que já estão na sala de aula http://www.cambridgeenglish.org/teaching-english/teaching-qualifications/icelt/

DELTA (Diploma in Teaching English to Speakers of Other Languages) – qualificação da Cambridge para profs experientes, com um módulo que é uma prova, um módulo que é uma monografia e um módulo prático em sala de aula http://www.cambridgeenglish.org/teaching-english/teaching-qualifications/delta/

CertTESOL – qualificação da Trinity equivalente ao CELTA, dificil de ocorrer no Brasil http://www.trinitycollege.com/site/?id=201

DipTESOL – qualificação da Trinity equivalente ao DELTA , inexistente no Brasil
http://www.trinitycollege.com/site/?id=202

M.A. – Master of Arts – os mestrados no exterior na nossa área (seja M.A. in TESOL, M.A. in Applied Linguistics, etc) costumam ter essa sigla. No entanto, se vc for querer usar o título no Brasil, cuidado: nem todos os M.A. valem como mestrado de verdade no Brasil, alguns serão revalidados como especialização.

B.A. – Bachelor of Arts (ex.: B.A. in English) – o equivalente ao nosso nível superior em qualquer faculdade da área de Artes e Humanidades

4. Associações

Braz-TESOL – a maior associação brasileira de profs de inglês, que organiza um congresso internacional a cada 2 anos (este ano vai ter em Brasília agora em julho)
http://www.braztesol.org.br/site/view.asp

Braz-TESOL Chapters – as organizações locais subordinadas ao Braz-TESOL, que promovem eventos na cidade ou estado em que estão baseadas.

AP(L)Is – as associações estaduais de professores de inglês no Brasil. Há uma lista aqui do lado no blog, mas temos como exemplo a APLIERJ, a APIES e a APIRS.

IATEFL – associação internacional de profs de inglês com sede no Reino Unido, que organiza um evento anual, quase sempre no Reino Unido http://www.iatefl.org/

TESOL – associação internacional de profs de inglês com sede nos EUA, que organiza um evento anual, quase sempre nos EUA ou Canadá http://www.tesol.org/

SIG – Special Interest Group. Em associações como o Braz-TESOL e o IATEFL, grupos de interesse em tópicos específicos, que se organizam para debater esse tema e promover eventos sobre ele. Entre nos sites das associações, e você encontrará SIGs em áreas como materials development, pronunciation, bilingualism, assessment, teacher development, etc.

5. Outras siglas relacionadas

PLN – Personal/Professional Learning Network, as pessoas com as quais você se relaciona e com as quais aprende https://en.wikipedia.org/wiki/Personal_learning_network

CPD – Continuing professional development, tudo que fazemos para nos aperfeiçoarmos como profissionais

BrELT Chat 30/06/16: Os estágios de desenvolvimento profissional e como avançar

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Pergunte para uma colega advogada e ela tem todo um plano até chegar a ser sócia de escritório ou juíza. Fale com médicos e engenheiros e há vários desejos: especializações, áreas de atuação, um artigo num congresso, trabalhar em um outro lugar, etc. Converse com alguns professores e parece que a profissão se encerra pouco depois do estágio… “Ah, não, professor morre na sala de aula igualzinho entrou. Só muda se deixar de ser professor.”

Será mesmo que estamos condenados a uma inércia? O que podemos fazer para, dentro do turbilhão do dia-a-dia de um professor, nos desenvolvermos?

No próximo BrELT Chat vamos discutir os estágios da carreira de professor de inglês, fazer uma auto-avaliação de onde estamos e para onde queremos ir, e discutiremos como chegar nas outras etapas. Para tanto, poderemos usar como base dois quadros: o British Council’s CPD Framework e o Cambridge English Language Teaching Framework (mais aqui).

Já até sabemos que o assunto não vai se encerrar em uma hora, não é mesmo? Ainda bem que vai ter um painel BrELT/BT Teacher Development SIG no congresso internacional do Braz-TESOL em Brasília no dia 15 de julho. Não perca! Vai ter tempo para debate e também temos de tirar foto para registrar o momento histórico, claro.

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Entrevista com Ana Maria Roveri, ganhadora de uma bolsa para ir ao congresso do IATEFL em abril de 2016

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1. Primeiramente, gostaríamos de saber um pouco mais de você como professora.
a) Em que contexto(s) você atua no momento?
Trabalho há quatro anos como professora de Língua Inglesa e Língua Portuguesa na EE Professor Antônio Berreta, uma escola de Ensino Médio Integral da rede estadual de SP, situada na cidade de Itu.

b) Você pode falar brevemente de seu histórico profissional?
Iniciei meu trabalho como professora de Inglês ainda bastante jovem, com apenas 16 anos de idade. Naquela época, trabalhava com turmas de crianças e adolescentes em uma escola de idiomas. Quando iniciei o curso de Letras, continuei atuando em escolas de idiomas, posteriormente lecionei em uma escola particular de Educação Infantil e Ensino Fundamental, mas a educação pública ainda era um desafio para mim. Após muita insistência de uma tia, que já atuava na rede pública, prestei o concurso e fui aprovada, vindo a ingressar e me efetivar como PEB II no ano de 2005, na EE Professor Pery Guarany Blackman, também em Itu. Por um tempo consegui conciliar o trabalho nessa escola e também em escolas de idiomas; porém, em 2013, fui selecionada para integrar o corpo docente da Escola Antônio Berreta e,nesse modelo de ensino, temos regime de dedicação exclusiva, vindo a deixar então, as demais aulas.

2. Parabéns pela bolsa que você ganhou! Você poderia falar um pouco mais dessa bolsa para quem não a conhece?
Muito obrigada!! Na verdade, eu também não conhecia essa bolsa. Tive a oportunidade de saber mais a respeito no momento em que me inscrevi no Concurso Cultural, a convite do British Council. Juntamente com outros professores da rede estadual, participo de um curso online e presencial em parceria entre essa entidade e a Secretaria da Educação do Estado de SP. A premiação que recebi foi um convite para participar da 50ª Conferencia IATEFL (International Association of Teachers of English as a Foreign Language) que acontecerá em Birmingham, Inglaterra, no mês de abril. Serão quatro dias participando de palestras, oficinas e fóruns que tem como público-alvo os professores de Inglês como Língua Estrangeira, com todas as despesas pagas.

3. Como foi o processo seletivo? Foi muito trabalhoso e custoso?
O processo seletivo exigiu bastante estudo e dedicação, mas não houve custo, pois todo o processo aconteceu via e-mail. A proposta do Concurso Cultural “Shakespeare lives in the classroom” foi a de elaborar uma redação de 500 palavras para discursar sobre a importância de se ensinar Shakespeare para os alunos e também um plano de aula de 50 minutos, utilizando uma obra do autor, à minha escolha. Como a Literatura Inglesa não é trabalhada diretamente nas escolas de educação básica, precisei rever conceitos que havia aprendido na Faculdade, ler diversas análises de obras Shakesperianas, assistir a vídeos sobre o autor, enfim, eu precisava ter um embasamento literário para poder escrever meu texto. Quanto ao plano de aula, consegui colocar em prática o conhecimento adquirido nas aulas presenciais do curso; escolhi o poema “All the world’s a stage”, o qual vim a saber depois que será um dos temas de um evento da Conferência, o que me deixou imensamente feliz.

4. Na sua opinião, qual é a importância do uso de literatura no ensino de inglês?
Considerando que ao aprender uma língua, o aluno deve também desenvolver o pensamento autônomo e crítico, compreender e interpretar expressões de acordo com as visões sociais e culturais e entender como as manifestações da linguagem exprimem as formas de ser e pensar do indivíduo que as produz, o ensino da Literatura Inglesa torna-se indispensável ao processo de aprendizagem.

5. O que você espera do congresso?
Ao analisar a programação da Conferência, pude ver que os temas são bastante variados, abordando a formação continuada do professor, as estratégias de ensino diferenciadas, aliando a tecnologia ao nosso trabalho, o estímulo à criatividade dos professores e alunos, a autonomia do estudante na aquisição da língua estrangeira, enfim, temas diretamente relacionados ao meu cotidiano profissional. Espero, portanto, que esse aperfeiçoamento venha a contribuir à excelência da educação pública no estado de SP.

6. Esperamos que você volte para nos contar como foi o congresso. Mas, antes disso, você gostaria de deixar um recado para seus fellow BrELTers?
PERSISTÊNCIA e DETERMINAÇÃO são duas palavras-chave quando penso no caminho que percorri até aqui. Em 2010 fui a 11 ª colocada em um Programa do Governo Federal, o ILEP (International Leaders in Education Program), que premiou 10 participantes com uma bolsa de estudos em Washington DC. A frustração foi muito grande, pois por apenas uma vaga eu não consegui. Fiquei um tempo sem me inscrever em programas assim, mas finalmente a minha chance chegou. Passei a pensar que “o não” eu já tinha, e que, me inscrevendo, corria o risco de ter “o sim”.  Espero poder estar novamente aqui para contar sobre essa experiência única!

Entrevista com Patricia Carneiro dos Santos, ganhadora de uma bolsa para ir ao congresso do IATEFL em abril de 2016

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Primeiramente, gostaríamos de saber um pouco mais de você como professora.

a) Em que contexto(s) você atua no momento?
Sou professora do primeiro segmento de uma escola municipal no Rio de Janeiro. Tenho turmas de 6/7 anos até os 12/13.

b) Você pode falar brevemente de seu histórico profissional?
Sou Psicóloga de formação e professora de coração, comecei a dar aulas porque gostava muito de inglês e sabia falar bem numa época em que muitos ainda não valorizavam inglês tanto assim (nos anos 90)
Sempre fui professora de cursos de inglês, fiquei no IBEU por 10 anos e escolas particulares. Em 2011 fui convocada para o concurso que havia prestado e toda a minha visão de alunos de inglês teve que ser readaptada para aquele realidade, em que é imposto ao aluno o estudo de uma língua que ele nada sabe e acha que não precisará nunca. Minha maior tarefa é mostrar a esse aluno que aprender inglês pode engrandecê-lo em diversos aspectos de sua vida, desde culturalmente até mesmo num futuro econômico. Mas o que desejo mesmo é que ele desenvolva uma consciência crítica e possa se inquietar com a predeterminação de um futuro sem sucesso que a sociedade da aos alunos de escolas publicas, e que a partir dessa inquietação ele possa agir.

Parabéns pela bolsa que você ganhou! Você poderia falar um pouco mais dessa bolsa para quem não a conhece?

Em primeiro lugar quero agradecer muito a BRELT. Fiquei sabendo da bolsa pelo grupo do Facebook e lembro de pensar que era impossível conseguí-la. Era apenas uma bolsa para todo o Brasil. Eu me sentei e resolvi dar o primeiro passo para esse sonho.
A bolsa é para assistir 5 dias da conferência de 50 anos da IATEFL em Birmingham, na Inglaterra. Com despesas pagas mais uma graninha para gastar lá. E o melhor de tudo? Fui aprovada para dar uma pequena palestra (30 minutos) numa conferência com pessoas que admiro e sigo há anos! Eu me sinto lisonjeada e muito feliz.
Claro que deu trabalho, mas ensinar nossos alunos dá trabalho também e estamos lá todos os dias felizes e contentes.

Como foi o processo seletivo? Foi muito trabalhoso e custoso?
O processo foi todo escrito. Eu tinha que escrever porque eu merecia essa bolsa, falar sobre minha experiência e mandar uma proposta de palestra. Escrevi ao longo de uma semana e enviei no último dia. Depois de um pouco mais de um mês recebi o e-mail que eu havia sido selecionada. Eu gritava em casa sem parar numa alegria absurda.

O que você espera do congresso?
Já recebi a programação e já sublinhei todas as palestras em que quero estar. Junto com a bolsa ganhei também a pré-conferencia (que e bem custosa) e um ano de anuidade do IATEFL. Recebo textos, notificações de webinars, posso fazer download de vários artigos.

Esperamos que você volte para nos contar como foi o congresso. Mas, antes disso, você gostaria de deixar um recado para seus fellow BrELTers?
Diria que tem que se inscrever para tudo que parecer interessante. Você acaba conhecendo pessoas, fazendo conexões, aprendendo coisas novas. Depois de ter sido selecionada eu estou fazendo parte de dois projetos, um deles com 4 lovely ladies do mundo todo! Uma experiência sem igual. Por mais que dê trabalho, agora eu me inscrevo para todas as bolsas que acho relevantes. Algumas vezes vou conseguir, um milhão de vezes não conseguirei, mas com isso vou conhecendo gente. E participem da página da BRELT no Facebook. Ótimos profissionais e ótimas dicas.

BrELT @ IATEFL : entrevistas com profissionais do British Council sobre assessment literacy

por Natália Guerreiro

Uma das possibilidades no IATEFL Online é assistir, gratuitamente, a entrevistas curtas que os organizadores do congresso fazem com alguns participantes. Acabei de assistir a uma entrevista com o Mark Walker e uma com Barry O’Sullivan sobre os projetos do British Council.

Eles anunciam que o British Council está com uma iniciativa muito legal de assessment literacy. A instituição está gravando vídeos para explicar conceitos complexos de  avaliação de idiomas para professores sem background nessa área. Assessment literacy, que parece ser a buzz word do momento entre quem trabalha com avaliação de idiomas, trata-se dos conhecimentos sobre avaliação de que um professor necessita para sua prática pedagógica. Quer dizer, tenho visto o termo sendo aplicado mais a professores e administradores da educação, mas creio que em princípio daria para estender o conceito para toda a sociedade. Afinal, com a importância que avaliação tem no mundo, todos os envolvidos (alunos, pais, empregadores…) deveriam entender o que estamos fazendo quando estamos avaliando.

Mark Walker também fala da relação dos professores com a avaliação: ou acham que saber ensinar já é saber avaliar e que não precisam aprender sobre avaliação, ou veem a teoria e a temem.

Vocês se sentem confortáveis com seu conhecimento sobre avaliação? Se sim, esse tópico foi discutido na formação (inicial ou continuada) de vocês ou vocês aprenderam na marra? O projeto do British Council seria útil para professores no Brasil ou vocês acham q vai ficar muito focado no APTIS, o teste desenvolvido por essa instituição para avaliar o inglês de alunos e professores pelo mundo?

Pena que só vai sair no fim do ano… Queria ver logo. :/

Ficou curios@? Assista às entrevistas aquiaqui.

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Parece que o Harmer também falou sobre testing no congresso. Pena que o volume da gravação está quase inaudível.

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Se quiser saber mais sobre assessment literacy, aqui estão alguns artigos:

New Zealand Ministry of Education, TKI. Assessment literacy. In Assessment Online. Retrieved from http://assessment.tki.org.nz/Assessment-in-the-classroom/Assessment-for-learning-in-practice/Assessment-literacy 

White, E. (2009). Are you assessment literate? Some fundamental questions regarding effective classroom-based assessmentOnCUE, 3-25

Stiggins, R. J. (1995). Assessment literacy for the 21st century. Phi Delta Kappan, 77(3), 238. Retrieved from http://search.proquest.com/docview/218532914?accountid=8113

Popham, W. J. (2006). All about accountability/ needed: A dose of assessment literacyEducational Leadership, 63 (6), 84-85.

Popham, W.J. (2009). Assessment literacy for teachers: Faddish or fundamental?. Theory Into Practice, 48 (1), 4-11, DOI: 10.1080/00405840802577536 (Este é pago.)

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