Tutor Henrique Moura tira dúvidas sobre o CELTA

henrique moura.jpgRecentemente a comunidade teve várias discussões sobre o CELTA, o “Certificate in Teaching English to Speakers of Other Languages” da Cambridge. Foram dúvidas sobre se é melhor fazer o CELTA de um mês ou de um semestre, se vale a pena fazer no exterior, se CELTA garante emprego lá fora, etc. Entre os comentários, destacou-se o do Henrique Moura, que além de um experiente tutor de CELTA e ICELT na Seven Idiomas, é um dos poucos tutores no Brasil de DELTA. Pouca coisa o rapaz, né?  #sóquenão 

Um dos orgulhos da BrELT, o Henrique não só se deu ao trabalho de escrever um extenso comentário sobre tudo o que havia sido perguntado, como ainda nos autorizou a reproduzi-lo aqui e até respondeu a mais perguntas. (Porque, né, deu a mão, a gente quer o braço.) ❤ Thanks, Henrique! You rock!

1. É melhor fazer o CELTA intensivo ou extensivo?

Tanto faz. Depende mais da sua disponibilidade de tempo e localização do que qualquer outro fator. Se você não mora em uma cidade que tem um centro autorizado, talvez a opção intensiva seja a única. Se você mora em uma cidade que tem um centro autorizado, depende da sua escolha – ou você tira um mês para se dedicar, ou separa algumas boas horas da sua semana por quatro meses (vinte semanas). Depende de como você lidará com o stress e a pressão, mas não vejo como uma escolha pensando em aproveitamento acadêmico. Mas lembre-se: se você optar pelo intensivo, vai ser um mês em que você só poderá se dedicar ao curso. Não vai dar para ir ao cinema no final de semana, não vai dar para tirar um dia off para fazer algo importante, não vai dar para chegar em casa e arrumar as coisas. Você terá que se organizar muito bem antes do curso começar para que tenha a disponibilidade que o curso exige.

O resultado é o mesmo! Percebo o mesmo desenvolvimento dos candidatos nas aulas finais do curso em cursos extensivos e intensivos, e quando recebo candidatos para cursos mais adiantados (ICELT ou Delta), candidatos que fizeram o curso de ambas maneiras acabam tendo perfis similares, então, de maneira geral, sinceramente não acredito que o curso regular proporcione maior possibilidade de assimilar o conteúdo aprendido do que o intensivo.

2. No curso intensivo as exigências são menores?

A demanda dos tutores será a mesma em qualquer modalidade do curso. Sendo o curso intensivo, extensivo, presencial ou online, o que é esperado do candidato é exatamente a mesma coisa.

3. É melhor fazer o CELTA no Brasil ou no exterior?

Fazer o curso no exterior pode não ser interessante porque você não terá tempo de aproveitar nada da cidade, então eu sugeriria guardar o dinheiro para fazer uma viagem de férias depois e focar no CELTA no Brasil. O curso será o mesmo em qualquer centro autorizado porque esta é uma das vantagens do curso: cada curso é moderado por um avaliador externo apontado por Cambridge que deve garantir que os padrões do curso sejam aqueles propostos por Cambridge.

(Comentário da BrELT: para saber outra opinião, leia o post da Narayhana Pereira, que está adorando o CELTA em Torbay, na Inglaterra e não está gastando muito.)

4. A vantagem de fazer o CELTA no exterior é ter experiência com grupos multilíngues, correto?

Fazer o CELTA no exterior não é garantia que você terá experiência com alunos de diversas nacionalidades. Pode ser que você tenha grupos em que todos os alunos falem árabe, ou chinês, ou coreano. A princípio, não conhecer a língua dos alunos pode, eu disse PODE, dificultar você a antecipar problemas que os alunos possam ter, mas na minha opinião, quando você começar a dar aula em um determinado país, você logo aprenderá a identificar algumas questões específicas de um determinado grupo. Além disso, acho um pouco ingênuo acreditarmos que porque conhecemos a língua do aluno seremos capaz de anteciparmos todos os problemas para agirmos preventivamente. Cada aluno tem um desenvolvimento diferente e muitas vezes o seus erros são únicos. É mais importante desenvolver uma boa habilidade de ouvir o aluno e entender as suas necessidades do que listar possíveis problemas que alunos que falem a língua X, Y ou Z possam ter. Mas sim, é uma experiência enriquecedora, porém não fundamental.

5. Se todo curso é igual, como escolher o centro? 

Todos os cursos cobrirão o mesmo conteúdo programático e darão aos candidatos a oportunidade de desenvolver habilidades-chave, porém, há outras coisas que podem ajudar o candidato a escolher o centro.

  • Localização: Lembre-se que estar próximo de transporte público pode ser muito útil – chegar em casa 1 hora mais cedo pode fazer muita diferença na sua qualidade de vida. Além disso, pense no que a região tem a oferecer, por exemplo, se você precisar de cópias, de algum material para suas aulas, se quiser comer alguma coisa… Essas coisas contam muito durante um mês (ou um dia, no caso de quem faz o curso extensivo) atribulado.
  • Infraestrutura: Pense que este vai ser o prédio onde você vai passar boas horas do seu dia. Tem espaço para você trabalhar em silêncio quando precisar? Se você quiser trazer uma marmitinha para economizar no restaurante, tem um lugar onde você pode guardar e aquecer? Você tem acesso a materiais que vai utilizar durante o curso? Essas coisas parecem bobas, mas fazem muita diferença durante o curso.
  • Cursos oferecidos: O centro tem uma variedade de cursos? Muitas vezes, você pode ter um problema e não conseguir terminar o seu curso ou precisar perder alguma aula. O centro oferece outras opções de cursos, dias, horários e modalidades para se adequar às suas necessidades? Se o centro tem apenas um curso por semestre, e você ficar doente, por exemplo, você só vai conseguir terminar seu curso no outro semestre.
  • Tutores: Pesquise quem são os tutores como o Ricardo disse. Os tutores têm experiência com CELTA? Qualificações?Às vezes um determinado curso pode ser um pouco mais barato, mas você vai acabar gastando muito mais com outras questões (transporte, alimentação, materiais, etc.) que acabam não compensando.

(Comentário da BrELT: clique aqui para ver os centros de CELTA no Brasil.)

6. E o CELTA online?

É tão puxado quanto o convencional. Em algumas modalidades, grande parte do input é dado antes das aulas práticas, mas isso não quer dizer, em hipótese alguma, que os candidatos terão de ter assimilado todo esse conteúdo quando começarem a dar as aulas. Os critérios são os mesmos de um curso regular: nas primeiras aulas, os tutores estarão mais interessados no rapport dos candidatos com os alunos e no classroom management. Em seguida, focarão no planejamento de aula e atividades, depois, em como os professores reagem aos alunos – para exemplificar. Funciona igualzinho ao presencial. A exigência aumenta à medida que os candidatos vão praticando e ganhando confiança. Ah, e não é porque o curso é online que o tutor não fica no pé. Tem prazos, atividades em grupo, em pares… Então tem que cumprir prazos e exigências como no curso regular.

7. Tendo o CELTA, eu consigo trabalhar como professor de inglês no exterior?

É a mesma coisa que perguntar: se eu me formar em administração, vou trabalhar em uma multinacional? Depende de muitos fatores. A primeira coisa que você tem que saber é que, se você quiser trabalhar legalmente no exterior, sua documentação deve estar em dia. Você deverá tem um visto ou cidadania que te permita trabalhar legalmente em um país, caso contrário é difícil. São pouquíssimos os lugares que contratam estrangeiros e se responsabilizam pela documentação, porque além de ser custoso, é uma grande responsabilidade para a escola. Como alguém também disse, a mão de obra na Europa, por exemplo, é abundante. Então se o seu nível de inglês ainda não é um bom C2, precisa investir. Mas sim, dá pra trabalhar fora, apenas não pense que só com o CELTA será possível. O CELTA é uma das coisas de que você precisará.

(Comentário da BrELT: Leia também o thread sobre essa questão e aguarde as novidades — a BrELT está preparando uma série de entrevistas com brasileiros que estão lecionando no exterior.)

8. O que devo fazer primeiro: o CELTA ou o CAE (prova de inglês avançado da Cambridge)?

Para fazer o CELTA, o candidato precisa ter um nível de inglês C1+, o que significa um avançado forte. Não é necessário o certificado, mas certamente o nível, que será avaliado na entrevista do curso. Se o seu inglês ainda não estiver no nível, precisa correr atrás antes de começar o curso. Se você vai tirar o CAE ou não antes do CELTA, indifere, mas o inglês tem que estar afiado – tanto oral quanto escrito. Para a sua empregabilidade, é interessante que você tenha comprovação do nível linguístico também, então, antes ou depois do CELTA, o CAE (ou CPE) é necessário.

9. O que conta mais: fazer o CELTA ou o TKT? Quais as diferenças?

Se você já tem um nível avançado de inglês, o CELTA. O CELTA é um certificado que comprova que você saber dar aula. O TKT é um certificado que comprova que você sabe a teoria básica de ensino de inglês como língua estrangeira, mas não necessariamente sabe aplicar este conhecimento em sala de aula. O TKT é um grande glossário sobre ensino de inglês. É como aprender a dirigir: o TKT seria como o curso teórico – em que você aprende o que são as placas de trânsito, os tipos de infração etc –, mas o CELTA é a parte prática, em que você entra no carro e dirige. O TKT é interessante para quem ainda não atingiu um nível avançado de inglês, alguém que no momento não pode dispender de tanta energia e tempo quando o CELTA exige mas busca uma qualificação, alguém que queira estudar por conta e não pode investir (tanto) no momento etc – mas deve ficar claro que o TKT não ensina prática de ensino, e sim o básico teórico.

(Nota da BrELT: Lembrando que o CELTA é um curso, que inclui uma boa parte de aulas práticas como disse o Henrique, e o TKT em si é só prova, embora haja cursos preparatórios para ela. Ambos conferem um certificado da Cambridge, mas em níveis diferentes, como ele explicou.)

 

10. Já sou prof experiente e vi que o CELTA é para quem quer começar a dar aula. Vale a pena fazer o CELTA?

O CELTA é um curso para pessoas que nunca deram aula, para pessoas que têm pouca experiência, ou para pessoas que têm 20 anos de profissão. Cabe todo mundo! Muitos professores experientes nunca foram formalmente treinados e não possuem qualificação formal, muitos professores têm vícios que adquiriram ao longo da carreira que nunca perceberam ou nunca foram alertados, muitos professores experientes querem ideias novas – O CELTA contempla todas essas questões. Professores novos aprendem com o CELTA pois têm o constante suporte dos tutores para experimentar com as novas técnicas a refletir sobre os resultados, e professores experientes também. Muitas vezes o professor experiente não percebe suas necessidades de desenvolvimento e com o CELTA passa a perceber. Outro dia, recebi feedback de uma pessoa que já está há muito tempo no mercado e está fazendo o CELTA. Perguntei o porquê do curso, e ele me disse que tinha muito conhecimento sobre ensino de inglês, mas o CELTA o ajudou a organizar e formalizar estes conhecimentos, e muitas coisas que ele sabia intuitivamente passaram a fazer sentido.

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Dica da BrELT: Se você quer saber mais sobre o CELTA, leia o que a Cambridge oferece de material, confira as discussões na BrELT sobre isso (1, 2, 3, 4 e nosso último chat), ouça o podcast que o TEFLShow fez, contate os centros de seu interesse e tire suas dúvidas com os tutores (há centros que até oferecem palestras gratuitas), converse com colegas que já fizeram o curso (na BrELT temos vários!) e aguarde o livro virtual que vai sair pela The Round.

Se ficar alguma dúvida, jogue lá na BrELT. Como você pode ver pelas respostas do Henrique, o que não falta na nossa comunidade é gente competente querendo ajudar.

Update 05/11: O Henrique avisou lá na BrELT que a própria Cambridge está com um curso on-line gratuito para quem quer se inteirar do mundo ELT e planejar a carreira: https://www.futurelearn.com/courses/explore-elt

BrELT Chat 30/06/16: Os estágios de desenvolvimento profissional e como avançar

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Pergunte para uma colega advogada e ela tem todo um plano até chegar a ser sócia de escritório ou juíza. Fale com médicos e engenheiros e há vários desejos: especializações, áreas de atuação, um artigo num congresso, trabalhar em um outro lugar, etc. Converse com alguns professores e parece que a profissão se encerra pouco depois do estágio… “Ah, não, professor morre na sala de aula igualzinho entrou. Só muda se deixar de ser professor.”

Será mesmo que estamos condenados a uma inércia? O que podemos fazer para, dentro do turbilhão do dia-a-dia de um professor, nos desenvolvermos?

No próximo BrELT Chat vamos discutir os estágios da carreira de professor de inglês, fazer uma auto-avaliação de onde estamos e para onde queremos ir, e discutiremos como chegar nas outras etapas. Para tanto, poderemos usar como base dois quadros: o British Council’s CPD Framework e o Cambridge English Language Teaching Framework (mais aqui).

Já até sabemos que o assunto não vai se encerrar em uma hora, não é mesmo? Ainda bem que vai ter um painel BrELT/BT Teacher Development SIG no congresso internacional do Braz-TESOL em Brasília no dia 15 de julho. Não perca! Vai ter tempo para debate e também temos de tirar foto para registrar o momento histórico, claro.

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Entrevista com Ana Maria Roveri, ganhadora de uma bolsa para ir ao congresso do IATEFL em abril de 2016

profile

1. Primeiramente, gostaríamos de saber um pouco mais de você como professora.
a) Em que contexto(s) você atua no momento?
Trabalho há quatro anos como professora de Língua Inglesa e Língua Portuguesa na EE Professor Antônio Berreta, uma escola de Ensino Médio Integral da rede estadual de SP, situada na cidade de Itu.

b) Você pode falar brevemente de seu histórico profissional?
Iniciei meu trabalho como professora de Inglês ainda bastante jovem, com apenas 16 anos de idade. Naquela época, trabalhava com turmas de crianças e adolescentes em uma escola de idiomas. Quando iniciei o curso de Letras, continuei atuando em escolas de idiomas, posteriormente lecionei em uma escola particular de Educação Infantil e Ensino Fundamental, mas a educação pública ainda era um desafio para mim. Após muita insistência de uma tia, que já atuava na rede pública, prestei o concurso e fui aprovada, vindo a ingressar e me efetivar como PEB II no ano de 2005, na EE Professor Pery Guarany Blackman, também em Itu. Por um tempo consegui conciliar o trabalho nessa escola e também em escolas de idiomas; porém, em 2013, fui selecionada para integrar o corpo docente da Escola Antônio Berreta e,nesse modelo de ensino, temos regime de dedicação exclusiva, vindo a deixar então, as demais aulas.

2. Parabéns pela bolsa que você ganhou! Você poderia falar um pouco mais dessa bolsa para quem não a conhece?
Muito obrigada!! Na verdade, eu também não conhecia essa bolsa. Tive a oportunidade de saber mais a respeito no momento em que me inscrevi no Concurso Cultural, a convite do British Council. Juntamente com outros professores da rede estadual, participo de um curso online e presencial em parceria entre essa entidade e a Secretaria da Educação do Estado de SP. A premiação que recebi foi um convite para participar da 50ª Conferencia IATEFL (International Association of Teachers of English as a Foreign Language) que acontecerá em Birmingham, Inglaterra, no mês de abril. Serão quatro dias participando de palestras, oficinas e fóruns que tem como público-alvo os professores de Inglês como Língua Estrangeira, com todas as despesas pagas.

3. Como foi o processo seletivo? Foi muito trabalhoso e custoso?
O processo seletivo exigiu bastante estudo e dedicação, mas não houve custo, pois todo o processo aconteceu via e-mail. A proposta do Concurso Cultural “Shakespeare lives in the classroom” foi a de elaborar uma redação de 500 palavras para discursar sobre a importância de se ensinar Shakespeare para os alunos e também um plano de aula de 50 minutos, utilizando uma obra do autor, à minha escolha. Como a Literatura Inglesa não é trabalhada diretamente nas escolas de educação básica, precisei rever conceitos que havia aprendido na Faculdade, ler diversas análises de obras Shakesperianas, assistir a vídeos sobre o autor, enfim, eu precisava ter um embasamento literário para poder escrever meu texto. Quanto ao plano de aula, consegui colocar em prática o conhecimento adquirido nas aulas presenciais do curso; escolhi o poema “All the world’s a stage”, o qual vim a saber depois que será um dos temas de um evento da Conferência, o que me deixou imensamente feliz.

4. Na sua opinião, qual é a importância do uso de literatura no ensino de inglês?
Considerando que ao aprender uma língua, o aluno deve também desenvolver o pensamento autônomo e crítico, compreender e interpretar expressões de acordo com as visões sociais e culturais e entender como as manifestações da linguagem exprimem as formas de ser e pensar do indivíduo que as produz, o ensino da Literatura Inglesa torna-se indispensável ao processo de aprendizagem.

5. O que você espera do congresso?
Ao analisar a programação da Conferência, pude ver que os temas são bastante variados, abordando a formação continuada do professor, as estratégias de ensino diferenciadas, aliando a tecnologia ao nosso trabalho, o estímulo à criatividade dos professores e alunos, a autonomia do estudante na aquisição da língua estrangeira, enfim, temas diretamente relacionados ao meu cotidiano profissional. Espero, portanto, que esse aperfeiçoamento venha a contribuir à excelência da educação pública no estado de SP.

6. Esperamos que você volte para nos contar como foi o congresso. Mas, antes disso, você gostaria de deixar um recado para seus fellow BrELTers?
PERSISTÊNCIA e DETERMINAÇÃO são duas palavras-chave quando penso no caminho que percorri até aqui. Em 2010 fui a 11 ª colocada em um Programa do Governo Federal, o ILEP (International Leaders in Education Program), que premiou 10 participantes com uma bolsa de estudos em Washington DC. A frustração foi muito grande, pois por apenas uma vaga eu não consegui. Fiquei um tempo sem me inscrever em programas assim, mas finalmente a minha chance chegou. Passei a pensar que “o não” eu já tinha, e que, me inscrevendo, corria o risco de ter “o sim”.  Espero poder estar novamente aqui para contar sobre essa experiência única!

Mensagem a mensagem: Como nasce o professor de inglês – 18/10

O chat desta semana foi diferente: poucos participantes ( vale lembrar que era a penúltima noite da novela Avenida Brasil), mas o que surgiu durante nossa conversa foi muito rico e valioso. Partilhando o chat com todos vocês e vamos ficar super felizes em receber suas idéias e sugestões nos comentários deste blog post.

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Valeria Benevolo França Olá gente, vamos começar em 5 minutos.

Juan Alberto Lopez Uribe Boa noite Raquel e Valeria!

Bruno Andrade Boa noite Juan! Bem-vindo!

Nina Ridd Where do we click to take part in it?

Juan Alberto Lopez Uribe Vamos lá Bruno!

Valeria Benevolo França Hi Nina Ridd aqui mesmo.

Nina Ridd Thank you!

Valeria Benevolo França Boa noite Juan Alberto Lopez Uribe

Bruno Andrade Então gente, como nasce o professor de Ingles? Como vocês se tornaram um? Que caminhos percorreram?

Nina Ridd Acredito que muitos tenham passado pelo mesmo processo que eu passei, de pais/professores notarem uma preocupação estranha em relação às palavras e à comunicação, aprender uma palavra em outra língua e acertar a pronúncia com facilidade, pegar sotaque quando viaja… mesmo enquanto criança… podem ser indícios de um potencial… o que acham?

Juan Alberto Lopez Uribe Comecei do zero. Para mim a minha primeira formacao foi essencial. Aprendi tambem muito pelo exemplo de outros professores e principalmente dos donos da escola. Tive sorte em comecar em uma escola séria.

Valeria Benevolo França Bom ponto Nina, então gosto pela língua é um primeiro ponto e depois vem a parte do gosto por lecionar?

Bruno Andrade Verdade Nina… Mas acho que a vontade vem sempre de dentro de nos mesmos. Se vier de fora não é autentico e acaba sendo passageiro.

Valeria Benevolo França Juan, então o aprender como um “aprendiz” é um modelo interessante, você acha?

Nina Ridd O gosto por lecionar, no meu caso foi inspirado pelos meus professores, eu me sentia muito bem quando via a alegria deles ao perceber nosso progresso, isso fazia eu me sentir tentada a fazer o mesmo.

Bruno Andrade Sua primeira formação vc diz graduação, Juan? Pra vc alguém só pode ser considerado professor quando sai da faculdade?

Juan Alberto Lopez Uribe Eu adorava e ainda gosto muito do inglês. Bom ponto! Acho que é bem mais dificil uma pessoa comecar se nao gosta da lingua.

Juan Alberto Lopez Uribe Fornacao inicial de professores na escola de ingles em que trabalhava Bruno.

Bruno Andrade Tb concordo. Sempre gostei da língua mas jurava pra mim mesmo que não seria professor pq não queria passar por tudo que via minha mãe passar. Não deu muito certo. Little did i know que ela sempre amou o q faz

Bruno Andrade Entendi, Juan.

Juan Alberto Lopez Uribe No momento que alguem ensina essa pessoa é professor. Ainda mais dentro de uma escola.

Nina Ridd Concordo, Bruno Andrade, a facilidade e o interesse estão nas crianças, mas cabe a quem as observa desenvolver uma sensibilidade em relação a isso para que sejam trabalhados os potenciais. Acredito que o estímulo ao interesse faz diferença no processo.

Juan Alberto Lopez Uribe Nao gosto do termo treinamento, pois o vejo um tanto depreciativo e alienante para um professor com P maiusculo.

Valeria Benevolo França Bom, me parece que todos nós tivemos esta mesma experiencia de assistir um colega e depois dar aula…então me parece também que este acaba sendo um modelo interessante de desenvolvimento “learn as you teach” vocês diriam que é quase indispensável em nossa carreira?

Valeria Benevolo França Concordo com você Juan Alberto Lopez Uribe que devemos diferenciar entre treinamento e desenvolvimento. Então, o “million dollar question” – será que tem algumas coisas que não sâo de fato treináveis? Exemplo: como é que aprendemos a dar instruções de uma forma eficaz?

Nina Ridd Sim, Valéria, pelo menos na minha carreira foi assim.

Bruno Andrade Acho que podemos sempre evoluir, Valéria. E apesar que o “Learn as you Teach” existe e é valido, o treinamento é essencial.

Juan Alberto Lopez Uribe Acho que sim Valeria. Assistir e ser assistido faz parte do oficio. Acho que um novo professor pode se desenvolver na relacao mestre-aprendiz ao mesmo tempo que vivencia outras formas o seu aprender a ser professor.

Bruno Andrade O que acham?

Nina Ridd Eu me sentia estranha por não criar nenhuma atividade quando comecei a dar aulas. Depois vi num documentário que isso é uma constante, até em música.

Nina Ridd Não existe nada COMPLETAMENTE NOVO, tudo o que se cria vem influenciado pelas crianções anteriores. Acredito que em todas as profissões/cursos seja assim o processo de criação.

Juan Alberto Lopez Uribe Otima pergunta Valeria! Acho que sim pode haver um treinamento, uma formacao maos diretiva em relacao a certos procedimentos. O meu receio é o treinamento que traz um modelo unico e o professor simplesmente o segue, sem poder refletir, criar, e tomar decisoes de acordo com seu contexto.

Valeria Benevolo França O que me chama muita a atençaõ que este processo de “mestre” e “aprendiz” exige bastante tempo para maturação..é mais lento, tem que ter tempo para digerir tudo, não acham? Ainda tem tempo para isso no mundo corrido de hoje onde “time is money”? Estou sendo advogada do diabo aqui, gent.

Bruno Andrade Que interessante vc fazer essa analogia entre profissões, Nina. Será que tanto em música quanto em Teaching somente treinamento, pratica, repetição que se atinge a “perfeição” (falta uma palavra melhor pra definir isso)? Ou será que o “dom” entre no jogo?

Nina Ridd Vou ser bem sincera. (Ops!) É ruim às vezes você escutar sempre, em todas as observações que “there is always room for improvement”, mas só é ruim porque é uma verdade BEM GRANDE. Mas que dá desânimo, dá de vez em quando.

Juan Alberto Lopez Uribe Valéria, acho que o mestre-aprendiz acontece na formação contínua na relação com o coordenador. Na formação inicial um processo mais diretivo traz mais resultados. Mas sempre gosto de pensar com os novos educadores, colocá-los para refletir.

Nina Ridd Eu às vezes esqueço que nem meus professores que eu mais amava eram perfeitos. Porque pra mim, eles eram.

Juan Alberto Lopez Uribe Nina, acho que criam-se sim coisas novas em uma área ao transpormos experiências em outras áreas para ELT. Conheço uma pessoa que criou um método que se chama Psicodrama Linguístico, onde trouxe seu conhecimento do Psicodrama para a educação.

Valeria Benevolo França Iih Nina Ridd mas infelizmente, sempre teremos algo que possa ser melhorado. Primeiro que o olhar do observador, se for uma pessoa diferente cada vez, vai ver coisas de uma forma diferente…cada um sempre vai ter sua quedinha por certas práticas e maneiras de fazer as coisas, e depois porque de fato sempre podemos melhorar…num bom sentido. Eu sei que hoje se fosse dar aula qualquer colega seria capaz de identificar algo que eu poderia fazer melhor…more than natural.

Nina Ridd Sim, Juan, o que eu quis dizer, é que ela com certeza leu sobre drama, teatro, técnicas, sobre psicologia, e sobre linguística, se inspirou em muita gente e criou em cima do que existe. Entende agora o que eu quis dizer?

Juan Alberto Lopez Uribe Que bom que algo pode ser sempre melhorado. Somos imperfeitos e estamos sempre em processo de criação. Isto nos dá vida!

Juan Alberto Lopez Uribe Sim Nina, entendi!

Bruno Andrade Concordo, Valéria. Eh um processo tão subjetivo. Mas não podemos negar que eh uma das armas mais poderosas quando ambos observador e observado estão de abertos as sugestões

Juan Alberto Lopez Uribe Na minha experência na escola, tenho sempre tido modelos de formação PPP com módulos, prática com alunos não pagantes e depois supervisão intensa nas aulas iniciais. Vcs têm experiências diferentes?

Nina Ridd É natural mesmo, hoje, depois de 10 anos de sala de aula, eu sou mais tranquila, percebo o tal “room for improvement” em muito mais coisas do que a sala de aula… esse “room” tem vindo pra mim atualmente como um estímulo para não para de estudar.

Valeria Benevolo França Isso, se pensarmos em nossos professores que nos inspiraram para ser educadores, vou lembrar de momentos ruins também ans aulas deles, mas o que fica é que eles me ajudavam a crescer, e no fim isso é uma aspecto mais forte.

Bruno Andrade Nosso antigos professores tem grande influencia na nossa carreira. Tanto os bons quanto os ruins.

Juan Alberto Lopez Uribe Gostaria de desenvolver algo mais holistico em cima das indagaçoes do grupo, mais Dogma, mas fico com receio de não dar conta de todo o conteudo. Vcs já pensaram nesta possibilidade?

Nina Ridd Explica melhor o Dogma, Juan? Não entendi direito.

Bruno Andrade Dogme eh com a Valéria! Eu acho que é grande desafio. Muito pelo sistema educacional que nos encontramos.

Juan Alberto Lopez Uribe Dogma é uma linha de ensino em que se valoriza muito o momento real com o aluno e usa-se o que existe na sala. Busca-se uma relação mais autêntica e menos pasteurizada. Me ajude Valéria, por favor.

Valeria Benevolo França Juan Alberto Lopez Uribe eu tenho cada vez mais trabalhado com o desenvolvimento de professores com uma base dialógica…amanhã mesmo vou ter uma sessão com os mentores (trabalhamos com cascade teacher development) e iremos abordar error treatment and monitoring dentro de uma sessão dialógica usando Open Space…o diálogo irá trazer as opções e soluções para dificuldades e assim podemos refletir em questões de desenvolvimento profissional.

Nina Ridd Ah, Dogme Language Teaching? Saquei, achei que estávamos falando dos DOGMAS da linguística aplicada, agora peguei o fio da meada, obrigada!

Juan Alberto Lopez Uribe Me conta mais! Acredito tanto neste caminho, ele modela muito a relação que queremos ter com os alunos, os professores tem formação na forma e no conteúdo!

Valeria Benevolo França Agora, acho que uma abordagem “unplugged” com alunos vai depender de várias questões, inclusive as políticas institucionais, os desejos de cada professor, uma vontade de fazer algo fora da zona de comforto…tudo isso, e não é tudo mundo que está pronto para isso ou gostaria de tentar. Mas eu acho uma experiência super válida.

Nina Ridd Thornbury na veia me lembra muito a Paula Colaço, todo exemplo que leio me traz à memória as práticas dela de sala de aula.

Juan Alberto Lopez Uribe Open Space é uma ferramenta online?

Bruno Andrade Pois eh, Valéria. Ao meu ver o dificuldades maior de ensino mais dialogico, mais holistico, mais Dogme o sistema ainda tem que mudar. Concepções tem que ser mudadas. Atitudes tem que ser repensadas…

Valeria Benevolo França Open Space technology é um formato de encontro/reunião onde o encontro acontece de forma orgânica, baseada nas pessoas e o que eles trazem para o espaço:http://en.wikipedia.org/wiki/Open-space_technology

Juan Alberto Lopez Uribe Vocês têm tido experiências de flipping na formação inicial? Acho que isto já é uma tendência, de pedirmos para os professores lerem ou assitirem um video antes das sessões. A questão é que nem sempre todos se preparam.

Nina Ridd Na minha formação universitária sim.

Valeria Benevolo França O criador é Harrison Owen e dentro de ELT OS tem sido muito usado nas reuniões em IATEFL e outros encontros. É muito interessante: http://en.wikipedia.org/wiki/Open-space_technology

Valeria Benevolo França Sorry wrong link:http://www.bkconnection.com/ProdDetails.asp?ID=9781576757758

Valeria Benevolo França Eu não tenho experiência de flipped classrooms, Bruno Andrade ja tentou?

Nina Ridd Na Cultura, atualmente no nosso grupo de estudos, mediado pela nossa mentora Livia, temos de nos preparar para as sessões com leitura e tem dado certo. Mas já fiz outros cursos em que as pessoas não liam e/ou enrolavam.

Juan Alberto Lopez Uribe Penso em um sistema de formação em que o centro da formação seja a observação de muitos professores, muitas aulas supervisionadas, seguidos de reflexão e dialogo com o coordenador. Os modulos seriam dados quando o professor/coordenador sentem a necessidade. Estes poderiam ser até online.

Bruno Andrade Já tentei sim. Na faculdade com um grupo de amigos. Coisa experimental no curso aberto a comunidade. Foi bastante interessante

Valeria Benevolo França Pois é Nina Ridd faz toda a diferença quando o grupo é comprometido e se prepara, e então as discussões acontecem em outro nível.

Nina Ridd Inclusive o fato de que a criação do grupo foi feita graças à vontade dos professores foi o que nos manteve lendo sem reclamar de nada. hahaha!

Bruno Andrade Poxa Nina, de onde vc eh? Que maravilha!

Valeria Benevolo França Legal a proposta Juan Alberto Lopez Uribe.

Bruno Andrade Eu sempre tento envolver os profs da minha filial, mas nenhum se prontifica.

Bruno Andrade Que barreira há? (Hoje sabemos que foi a novela. Rs)

Nina Ridd De Brasília, da filial da Asa Sul, essa ideia é recente, mas garanto que temos experienciado muito do que o Juan ta mencionando aqui. O open-space já foi usado, o Flipping é necessário para alguns encontros… a Lívia ia saber explicar melhor.

Bruno Andrade Muito bacana! Estão de parabéns!

Juan Alberto Lopez Uribe Na universidade funciona. No meu mestrado tivemos discussões ótimas onde a professora usava as nossas indagaçoes, que mandavamos antes da aula por e-mail, para conduzir as discussões. Foi maravilhoso! Ela usava as nossas palavras no discurso dela e nos guiava com muita graciosidade. Eu me senti sempre muito envolvido e valorizado. Ai de alguém se nao lesse, boiava mesmo.

Nina Ridd Eu ainda sou leiga nessa terminologia. Sorry,

Juan Alberto Lopez Uribe Obrigado pelo link do Open Space Valéria! Amanhã vou estudá-lo.

Valeria Benevolo França Este é um bom ponto Juan que me fez pensar…falamos que as pessoas não acompanham etc, mas se o professor de fato insiste e instiga, não acabamos cedendo e seguindo o modelo e fazendo o trabalho? Talvez.

Nina Ridd No meu é assim que as aulas acontecem. Temos de entregar um paper sobre cada artigo lido antes da discussão começar. Quem não entrega nem entra na sala. hahahahaha! #radicalismonauni

Juan Alberto Lopez Uribe Penso que para termos um bom professor, a seleção é fundamental. O que vocês buscam em um professor durante a entrevista e durante a formação inicial?

Juan Alberto Lopez Uribe Não entendi claramente o seu ponto Valéria. Vc me explicaria melhor?

Nina Ridd Eu acredito que o processo de profissionalização dos iniciantes deve ter muita observação de aula. Simplesmente para desenvolver segurança e costume com o ambiente.

Valeria Benevolo França Bom, eu sempre busco um bom nível de língua, o brilho no olho, o conhecimento que aquele profissional poderia ter diante do tempo de experiência que tem (se for recem formado, ´o que um recem formado pode trazer e se tiver 10anos de experiência, espero ver este indício) e habilidade de refletir sobre a prática.

Bruno Andrade Vc fala o iniciante observar mais experientes ou um mentor observar o iniciante? Qual deve ser o peso entre as duas formas, Nina?

Valeria Benevolo França Acho que observar aula e ser observado é algo muito rico mesmo…sei também que é um momento tenso…mas acho que é uma maneira bem boa de tentar entender “the bigger picture”.

Nina Ridd Eu entrei na sala de aula quase que somente com a minha memória dos meus professores, eles viraram quase uns arquétipos religiosos na minha cabeça. Quando eu entrava em sala, me inspirava neles, porque não tive treinamento muito hands-on, não me sentia calma.

Juan Alberto Lopez Uribe Valorizo também a língua e o brilho no olho. Gosto de gente interessante, que gosta de gente. Muitas vezes estas pessoas não são as pessoas que fizeram letras ou pedagogia.

Bruno Andrade Pedagogia do Oprimido do Freire, Juan. Muito bom vc pensar assim

Nina Ridd Bruno, as duas coisas, se possível, mas acho que o iniciante deve entrar em sala mais vezes do que só nas próprias aulas, para observar muitas aulas.

Juan Alberto Lopez Uribe Paulo Freire está tão dentro de mim, que já nem mais percebo.

Valeria Benevolo França Verdade Juan Alberto Lopez Uribe, embora eu tenho visto cada vez mais candidatos de Letras também…mas eu mesma não sou formada em letras, vim de pedagogia e História…a nossa área agrega profissionais que vieram de outras áreas e se encantaram pelo ensino da língua inglesa…mas depois acho importante formalizar o conhecimento e adquirir algumas qualificações também.

Juan Alberto Lopez Uribe Gostei da tua pergunta sobre o peso do observar e ser observado Bruno. Acho que isto se constrói na confiança com o novo professor. Dar a ele/ela a possibilidade de conhecer/ser conhecido é o começo de uma ótima relação.

Nina Ridd As qualificações ajudam muito em muitos aspectos, pessoais e coletivos, mas tem algumas áreas intimamente relacionadas com a educação que me faz ver a utilidade de profissionais de áreas diferentes no dia-a-dia da escola, uma das melhores professoras que eu já vi dá aula na minha filial e é psicóloga de formação.

Juan Alberto Lopez Uribe Concordo plenamente Valéria. Os conceitos pedagógicos são fundamentais para uma atuação institucional alinhada. Todos têm que poder sentir, ver e falar a mesma língua compartilhada. E não me refiro ao pedagogês. Pelo contrário, quanto mais claro melhor.

Juan Alberto Lopez Uribe Essa troca é super bacana Nina! Na escola temos fono, psicologa, sociologo, pedagogas, historidores, etc. A troca é intensa e consegue-se harness collective intelligence.

Nina Ridd Ela sempre nos mostra um viés de interpretação de um aluno, de uma dificuldade, de um conflito que não conseguimos exergar sozinhos. Fico me perguntando, como teria sido minha vivência (e a de outros) sem essa abertura ângulo de visão. Uma escola com profissionais variados por um lado perde o foco acadêmico inicial, mas por outro talvez traga a multidisciplinaridade na sua forma mais bela e eficaz.

Valeria Benevolo França E eu acho que esta diversidade na nossa área é uma das coisas que torna a nossa interação e trabalho tão rica…e se pensarmos, nós acabamos tendo que lidar com uma variedade de tópicos absurdo em sala de aula…e isso é bem instigante.

Juan Alberto Lopez Uribe Vcs têm experiência tendo parte da formação online na formação inicial?

Bruno Andrade na Cultura a extensão do treinamento inicial eh feita online. Funciona muito bem, Juan.

Juan Alberto Lopez Uribe Caberia bem na parte de flipping a formação.

Nina Ridd Eu já fiz 2 cursos online na minha capacitação profissional, os dois utilizando a plataforma moodle, que para uma pessoa que não teve uma educação digital das melhores, foi relativamente simples de manusear.

Juan Alberto Lopez Uribe Bacana Nina. Estou estudando Moodle agora no meu curso.

Valeria Benevolo França Sim Juan Alberto Lopez Uribe nós buscamos o desenvolvimento presencial ao lado dele feito online…mas não acredito que ele feito somente online é a melhor opção…alias, eu tenho buscado uma abordagem “minimalista” – one to one quase, estou muito impactada coma dificuldade das pessoas acharem o tempo para se relacionarem face to face….e acho isso tão importante.

Juan Alberto Lopez Uribe Que bom Bruno. Acho que é um super recurso se bem utilizado.

Nina Ridd Exato, Bruno Andrade, eu lembrei do Induction e do Inset. A melhor parte pra mim foi experienciar uma intimidade de pensamento, de viés filosófico com alguns seres que moram longe e nunca nos vimos ao vivo, alguns se tornaram meus amigos online e continuamos discutindo…

Juan Alberto Lopez Uribe Blended é um excelente caminho. A presença olho no olho é muito forte. O poder estar realmente com o outro é uma experiência única.

Bruno Andrade Queridos, vamos chegando fim do chat… Muito bom trocar com vocês!  voltem sempre e espalhem o amor que vcs tem com a profissão!

Juan Alberto Lopez Uribe Interessante NIna este lado que você coloca. As vezes o online traz disto.

Juan Alberto Lopez Uribe Foi muito bacana, como sempre é, estar aqui com vocês.

Juan Alberto Lopez Uribe Que bom que podemos sempre compartilhar o que discutimos.

Valeria Benevolo França Hoje foi uma discussão intimista e bem gostosa, bom ter esta oportunidade de trocar idéias assim. Muito obrigada Nina RiddJuan Alberto Lopez Uribe e Bruno Andrade, foi ótimo mesmo.

Nina Ridd Obrigada. Deixou food for thought pra minha cabeça… obrigada mesmo. Boa noite pra vcs!

Juan Alberto Lopez Uribe Compartilhar com os membros que não puderam participar.

Valeria Benevolo França Vou subir tudo no nosso blog. Depois é só divulgar. Boa noite.

Bruno Andrade

Juan Alberto Lopez Uribe Obrigado a vocês, Valeria Benevolo FrançaNina Ridd, e Bruno Andrade! Boa noite!

Bruno Coriolano Vixi… Já vi que cheguei depois da festa já ter acabado….

Bruno Andrade  Bruno! As 22:00

Mensagem a Mensagem: A formação de professor de línguas: como se manter atualizado? 06/09

Bruno Andrade Prontos para começar? Em meio a falta de tempo e dinheiro, como voces se mantém atualizados?

Valeria Benevolo França Olá e boa noite. Hora de começarmos a refletir juntos sobre como podemos nos manter atualizados.

Bruno Andrade O nosso chat já é uma forma de se manter atualizados

Claudia Martins Boa noite, gente.

Bruno Andrade a troca é sempre intetressante quando diversos pontos de vista se encontram

Claudia Martins Com certeza Bruno Andrade.

Bruno Andrade olá Claudia Martins!

Valeria Benevolo França Boa noite Claudia.

Claudia Martins Mas, também acredito que participarmos de conferências, seminários, treinamentos é de fundamental importância. Temos sempre algo para aprender.

Bruno Andrade uma coisa que toma pouco tempo e que traz uma visao mais ampla de ELT é ler um artigo por dia. sempre interessante, o que acham?

Claudia Martins Boa Noite Valéria.

Valeria Benevolo França Bom, por enquanto somos nós 3. Uma das coisas que eu faço para memanter atualizada é sempre procurar a ler blogs da nossa área.

Bruno Andrade Verdade, Claudia Martins… mas nem todos tem a grana pra isso, infelizmente…

Claudia Martins Acho que um artigo por dia nem sempre consigo, mas um por semana com certeza.

Valeria Benevolo França Boa sugestão Bruno Andrade, um artigo por dia acaba não impondo tanto em nosso tempo.

Valeria Benevolo França Sim Claudia, na verdade vai sempre depender de nossa carga horária e tem aqueles momentos típicos de orreção e relatórios…sempre exige muito do professor.

Claudia Martins Por isso acho que quanto mais compartilharmos tudo com nossos colegas, essa coisa de guardar conhecimento não é bacana.

Claudia Martins Amigos, será que seremos só nós três?

Bruno Andrade Esse site tem artigos otimos e uns bem curtos:http://hltmag.co.uk/index.htm

Humanising Language Teaching (HLT) Free Online EFL Magazine for Teachers of English

Teresa Gomes de Carvalho Boa noite.

Claudia Martins Ah, bem bacana. Gosto de receber artigos por email.

Valeria Benevolo França No site do British Council tem um recurso para nós professores que nos ajuda muito em termos de pensarmos o nosso próprio desenvolvimento profissional.http://www.teachingenglish.org.uk/continuing-professional-development

Continuing professional development | TeachingEnglish | British Council | BBC

Claudia Martins Oi Teresa Gomes de Carvalho

Bruno Andrade Acho que por enquanto sim, Claudia Martins – o pessoal deve estar tomando cerveja ou engarrafados pra ida a praia

Valeria Benevolo França Boa noite Teresa Gomes de Carvalho

Teresa Gomes de Carvalho acho que qdo falo de atualização tb falo de lingua, o ingles que esta sendo falado por aí.

Claudia Martins e eu deixei de ir pra farra pq tô curtindo muito nosso chat!!!

Claudia Martins ah com certeza, precisamos sempre nos atualizar.

Valeria Benevolo França Também Teresa, isso sem dúvida também é importante para nós.

Claudia Martins e o incrível é quanto aprendemos com nossos alunos.

Valeria Benevolo França Pensando no ponto da Claudia Martins, é possível dentro do nosso grupo no Face termos artigos, e isso me faz pensar em termos um “article of the week” onde um de nós escolhe um artigo que nos marcou , explica a razão e partilhamos o link.

Claudia Martins excelente idéia!!!!

Teresa Gomes de Carvalho estou usando meu celular minha filha e mais 3amigas sequestraram o computador e i laptop.

Teresa Gomes de Carvalho boa ideia valeria!

Bruno Andrade Verdade, Teresa Gomes de Carvalho! Muita gente deixa de se atualizar na propria lingua… Eu me sinto um eterno aluno. Sou “casado” com um cenógrafo e tudo que ele ve ele pensa na forma, no material e no como atingir aquele objeto. Eu professor presto atencao em tudo que ouço e leio. to sempre muito curioso com o modo de falar, as escolhas linguisticas e as nuances da fala.. isso eh uma forma de se manter atento a lingua e aprender sempre

Claudia Martins Ah, por falar em atualização eu e mais 11 profs. da CI Salvador começamos o ICELT próxima sexta!!!

Bruno Andrade otima ideia, Valeria Benevolo França! Article of The Week

Bruno Andrade e vcs, como se mantem atualizadas com a lingua?

Teresa Gomes de Carvalho a gente esta sempre antenado bruno

Valeria Benevolo França Isso, temos formas de nos atualizar de forma mais autonoma e individual, mas sempre tem a opção do curso e certificação que traz outra experiência.

Claudia Martins Temos os nativos que nos ajudam bastante, os sitcoms que vem recheados de expressões.

Teresa Gomes de Carvalho sim valeria todas as formas de atualizacao valem a pena mas é preciso tempo e trabalho intelectual demanda tempo. precisamos ser seletivos e tb dar um intervalo pra reflexao senao vira info em cima de informação

Claudia Martins Agora confesso a vcs que curto muito quando nossos alunos trazem a novidade, poxa é bacana perceber como eles também estão antenados para a língua.

Bruno Andrade verdade, Claudia Martins.. eu sempre copio as expressoes que ouço nos sitcoms. a minha ultima foi: to cut someone some slack que vi no sitcom THE big bang theory

Teresa Gomes de Carvalho sim claudia mas nada como ter feedback de um native speaker e interacao direta alem da tv por assinatura e viagens se possível

Valeria Benevolo França Concordo Teresa Gomes de Carvalho. A reflexão acaba sendo as vezes tão importante…é onde juntamos os nossos pacotinhos e formamos um novo pacote, que faz sentido para nós.

Cadu Souza Boa noite, pessoal. Só agora consegui chegar.

Teresa Gomes de Carvalho agora temos acesso a tanta informacao q precisamos respirar um pouco

Valeria Benevolo França Poís é Bruno Andrade, mais uma idéia para o nosso espaço aqui, estas expressões que ouvimos, são tão importantes.

Valeria Benevolo França Olá Cadu. Welcome.

Claudia Martins Eu também registro Bruno pq é um volume de expressões e palavras. É uma loucura.

Bruno Andrade ola Cadu Souza!

Teresa Gomes de Carvalho Tem uma pagina no facebook chamada grammar girl q eu gosto muito e ja indiquei com varias discussoes sobre gramatica e vocab interessantes e as vezes nem eles chegam a uma conclusão

Valeria Benevolo França Pensando sobre a questão de artigos, segue mais um link interessante de artigos bons (mais antigos, mas algumas dos escritores são importantes no mundo de ELT): http://www.tttjournal.co.uk/index.php?page=back_articles

Claudia Martins Agora, tenho percebido que cada vez mais temos tido a procura de professores da rede pública e privada vindo atrás do curso para estarem atualizados com seus alunos.

Cadu Souza Estou lendo o que já foi postado, mas posso adiantar que busco me atualizar como professor lendo artigos e participando de conferências, fazendo cursos – existem uns ótimos nowww.coursera.org – e buscando trocar com meus amigos.

Cadu Souza Enquanto eterno aluno, me atualizo vendo séries, ouvindo música e conversando com meus amigos – nativos ou não.

Teresa Gomes de Carvalho o blog do scott thornbury é muito bom

Valeria Benevolo França Este Coursera é muito bom mesmo.

Claudia Martins E percebo que as Universidades Federais tem melhorado muito o currículo no tocante a língua inglesa, hj percebo que os alunos estão sinceramente preocupados em concluir o curso falando inglês.

Cadu Souza Sim, Valéria. É ótimo. Estou fazendo um curso no momento sobre “Model Thinking” que está abrindo bastante meus olhos…

Teresa Gomes de Carvalho o scoopit esta repleto de bons artigos

Claudia Martins Agora temos várias opções on line.

Teresa Gomes de Carvalho infelizmente no momento nao tenho como fazer uma pós a noite mas eu adoraria se pudesse. e muito bom se reciclar aprender e trocar experiências

Claudia Martins Acho que é preciso ler, refletir para podermos concordar,discordar dos vários tópicos, idéias que nos são apresentados dia a dia.

Teresa Gomes de Carvalho Cadu como é esse curso?

Bruno Andrade O coursera é otimo! Um nivel incrivel de EAD. To gostando muito de um curso que estou fazendo pela universidade da Pensilvânia

Cadu Souza Uma outra coisa que tenho percebido é que não precisamos gastar muito para nos atualizarmos. Vira e mexe, através de contatos ou buscando na internet, aparecem oportunidades de cursos gratuitos, bolsas de estudo e coisas do tipo. Esse ano mesmo fiz um curso de Critical thinking pelo Dpto de Linguística da Universidade de Oregon que ganhei a bolsa pelo RELO Brazil – http://exchanges.state.gov/englishteaching/reg-el-officers.html

Valeria Benevolo França Mas Teresa Gomes de Carvalho você pode procurar cursos online.

Raquel de Oliveira Cheguei no chat… 🙂 Lendo e jantando… já já começo a ser mais ativa no chat

Cadu Souza ‎Teresa Gomes de Carvalho, melhor que te explicar é te convidar a acessar o site. Existem diversos cursos em diversas áreas. Vai lá. Esse curso que estou fazendo iniciou essa semana e ainda dá tempo de ‘join’

Bruno Andrade Muito bem, Claudia Martins! Pensamento critico é vital na hora de se manter atualizado. Avaliar as possibilidades e ter insumo pra discutir é part and parcel do processo

Claudia Martins Nem me fala Teresa Gomes de Carvalho, mas eu e Cris aqui em Salvador fizemos o curso on line da Pearson com David Nunan e foi muito bacana.

Claudia Martins Temos o ITDI que tb é fantástico e o super acessível.

Cadu Souza Sim, o iTDi é muito bom!

Teresa Gomes de Carvalho eu tenho itdi mas ainda nao fiz curso. por La

Valeria Benevolo França Como Teresa Gomes de Carvalhomencionou o blog do Thornbury mas eu sei que está apenas no celular, estou postando o link do blog dele para os outros: http://scottthornbury.wordpress.com/

Bruno Andrade vcs já compraram alguma lesso do www.itdi.pro ?

Claudia Martins O blog é maravilhoso.

Bruno Andrade o projeto é muito interessante e tem supervisao do Scott Thornbury

Teresa Gomes de Carvalho o modulo 1 do delta é um tratamebto de choque de reciclagem:)

Claudia Martins ainda não, estou me organizando pra comprar um esse mês. Mas, acho que a CI está pensando em comprar pra os teachers daqui. Quando mostrei o site pra Jackie ela amou.

Cadu Souza Agora, também tenho uma pequena reclamação. Há tempos venho tentando montar um grupo de estudo e sempre recebo respostas negativas. Minha amiga que é médica, já formada há anos, tem um grupo de estudo a cada quinze dias. Acho o máximo e adoraria fezr o mesmo, mas a verdade é que escuto tanta desculpa das pessoas que convido que até fico desmotivado.

Raquel de Oliveira Todo o material que nossa PLN compartilha sempre é válido. Conversar via skype com amigos nativos nos faz perder aquele ranso de Inglês ‘de sala-de-aula’, sabe? E gostei muito da idéia de termos artigos aqui como um “article corner”, Valeria Benevolo França. Há a opção de fazermos upload no grupo de files 🙂

Claudia Martins Eu sei como é isso Cadu Souza

Bruno Andrade É verdade, Cadu Souza – acho que os professores mais voltados pra academia fazem grupos de estudos constantes…

Raquel de Oliveira ‎Teresa Gomes de Carvalho, o M1 do DELTA foi um divisor de águas na minha vida profissional. Hj, por exemplo, fui dar feedback de atividades pedagógicas assistidas e o fiz através de perguntas, pq será, hein? Risos

Valeria Benevolo França ‎Cadu Souza posso compreender seu ponto, mas acho que nunca devemos desistir. A questão é encontrar pessoas que são like-minded…e então o grupo vai funcionar sim.

Cadu Souza Por exemplo, a Teresa Gomes de Carvalho mencionou o DELTA. Pensei em fazer o online DELTA, mas seria ótimo ter um grupo estudando juntoss…

Teresa Gomes de Carvalho e mesmo, e uma avalanche Raquel

Raquel de Oliveira ‎Cadu Souza, se sistematizarmos, pq não vermos o nosso chat como um grupo de estudos tb?

Cadu Souza Vou continuar tentanto, Valeria. Quem sabe agora não consigo?

Claudia Martins Nós temos que lembrar uma coisa: fazemos parte de uma instituição que em muito investe na nossa formação profissional, no nosso desenvolvimento

Bruno Andrade Verdade, Raquel de Oliveira – é uma forma que temos de nos encontrar e trocar ideias

Cadu Souza É verdade Raquel de Oliveira, não tinha pensado por esse lado.

Raquel de Oliveira Aprendo muuuuuuuuuuuito qd observo e quando sou observada. E pensar no PORQUÊ de determinada ação em cada estágio da nossa prática faz a nossa cabeça ferver, mas ao mesmo tempo nos convida a buscar respostas, sair do lugar comum.

Bruno Andrade Conte comigo, Cadu Souza! ja somos 2

Claudia Martins Eu acho que o nosso chat é de certa forma um grupo de estudos.

Claudia Martins Tenho aprendido muito com vcs!!!

Teresa Gomes de Carvalho a nossa realidade no brasil em EFL eh um tanto diferente da realidade de muitos autores portanto nos precisamos de referencias no brasil Tb

Raquel de Oliveira ‎Bruno Andrade e Cadu Souza > somos 3… chega mais gente, vamos montar um grupo de estudos online!!!

Cadu Souza É isso. Um grupo de estudos online seria amazing. Cada um escolhe um tema ou um artigo e discutimos. Bem similar ao que fazemos aqui, mas com uma leitura de pano de fundo.

Teresa Gomes de Carvalho claro, tb vejo o chat desta forma nosso grupo. Estamos de fato sub-utilizando as funcionalidades do Facebok.

Claudia Martins Fico feliz por ter essa oportunidade de conversar com pessoas tão bacanas, com experiência n área e que não estão aqui apenas para um bate papo,já reparou como refletimos após nosso chats?

Teresa Gomes de Carvalho eu tambem fico Claudia

Valeria Benevolo França O que fica claro é que o chat pode rolar mesmo com poucas pessoas…quality, not quantity.

Claudia Martins Podemos vir para os nossos chats munidos de material referente ao tópico da semana.

Claudia Martins termos um debatedor, um moderador

Raquel de Oliveira feliz feliz aqui com o rumo que nossa prosa está tomando :):):)

Cadu Souza Eu curto essa ideia!

Raquel de Oliveira ‎Claudia Martins e Valeria Benevolo França e cada um contribuir com o que tem de melhor…

Claudia Martins sério, se chegarmos aqui com artigos lidos sobre o tópico escolhido da semana nossa conversa será mais focada e acredito que devemos sair daqui com algo para refletir e deixarmos um canal aberto para escrevermos sobre nossas reflexões, o que acham?

Valeria Benevolo França Sem dúvida, a questão é que quando terminamos a votação, em geral já está bem perto do dia do chat. Então fica difícil ter o tempo de leitura…mas é claro que podemos repensar isso tudo.

Teresa Gomes de Carvalho BTW so anunciando aqui q vou fazer uma apresentaçao no teachers meeting intl ( mais ou menos o nome) chamada Im all ears…am I? nao sei a hora ainda apenas me inscrevi e depois mando os detalhes das apresentacoes online

Claudia Martins kd vcs?

Cadu Souza Acho a ideia de ler artigos para esse debate aqui muito boa, mas esse chat não deveria depender disso pois quem não tiver tempo de ler pode se ressentir e não participar. Acho que a ideia de termos textos seria para um segundo chat.

Cadu Souza O que acham?

Claudia Martins pois é….

Roseli Serra Gente, I’m sorry I’m so late! Minha filha chegou de Montreal hoje .. perdi a hora! What a shame!

Valeria Benevolo França Ou Cadu a idéia de termos dois espaços dentro do grupo, um onde acontece este chat e na parte de files os artigos..vou investigar e juntos podemos pensar em outras idéias.

Roseli Serra Boa noite a todos

Roseli Serra Nossa a conversa ta danada de boa …rss To tentando me achar aqui.. RSS

Claudia Martins bem pensado Valeria Benevolo França conte comigo para o que precisar, dentro do possível ajudarei.

Teresa Gomes de Carvalho que tal alguem se propor a ler um artigo e anunciar uma semana antes e convidar as pessoas para um debate ou ‘aula’?

Valeria Benevolo França Bom, como já estamos chegando ao fim, que tal cada um de nós partilhar uma meta de auto desenvolvimento nos próximos 4 meses?

Bruno Andrade Cadu, concordo que o chat nao deve depender de uma leitura previa. Tem gente que so chega pro chat mesmo e aproveita essa horinha do melhor modo possivel. Mas a ideia de escolheremos um artigo da semana é bem viável

Teresa Gomes de Carvalho é eu cheguei em cima da hora

Roseli Serra Muito bem , então o tópico é professional develpoment da gente é isso? e o que fazemos para tal?

Claudia Martins isso Roseli Serra

Roseli Serra ‎Bruno Andrade, me perdoe o atraso! eu tava com minah filha vaiajando ela chegou hje de férias famílai reunida, blablabla..

Bruno Andrade Meta pra os proximos 4 meses: continuar lendo muito (artigos, livros e blogs) e fazer meu CELTA!

Roseli Serra Obrigada Claudia Martins.

Claudia Martins Espero poder contar com a ajuda de vcs durante o meu ICELT!!!

Cadu Souza Apenas uma última ideia, às vezes subestimamos as pessoas perto da gente. Promovermos troca entre os colegas de onde trabalhamos também é uma grande forma de crescimento. Fazermos umas sessions do tipo ‘it works in practice’ onde cada um pode mostrar o que vem fazendo é uma boa ideia – e todos aprendem!!!

Raquel de Oliveira Minha meta: aprender mais sobre ensino para educação infantil e ensino fundamental em escolas

Valeria Benevolo França A minha meta é voltar a estudar e me aprofundar na fonologia, IPA chart e tudo mais.

Cadu Souza Bruno, você vai adorar fazer o CELTA!

Claudia Martins De nada Roseli Serra! Que bom que sua filha chegou bem!!!

Cadu Souza Minha meta é trocar muito com meus colegas professores – pros próximos 4 meses acho que só consigo isso

Claudia Martins Tenho investido muito nessa area Raquel de Oliveira.

Roseli Serra OK! eu ja fiz DELTA e to fazendo MA. Suoervisionei CELTAs, Adoro! MAs é impressionante que, quanto mais a gnet estuda e apresenta trablahos , mais tem asensação de que agnet não sabe muito e tem muito caminho a percorrer…

Teresa Gomes de Carvalho minha meta édesemvolver a minha mentoria e processos e praticas pra desenvolvimento de outros profissionais

Carminha Pimentel Com que frequência seriam esses chats?

Claudia Martins Nossa Roseli Serra eu tenho a mesma sensação;

Valeria Benevolo França Olá Carminha Pimentel, acontecem de 15 em 15 dias e os tópicos são eleitos pelos participantes.

Roseli Serra Adoro repassar conhecimentos, treinar professores , dar aulas , whatever. Nasci pra isso.. rsss

Raquel de Oliveira ‎Claudia Martins, vem para a minha ZDP … hahahahahaha

Valeria Benevolo França Bom, estamos todos com maravilhosos planos de desenvolvimento profissional e isso é fundamental, já que assim sempre acabamos entusiasmando colegas.

Claudia Martins Bem, temos apenas 3 minutos

Roseli Serra Esses chats são maravilhoso se o grupo é sensacional! Tenhoconhecido muito gent bacana e pegado excelentes idéias aqui!

Carminha Pimentel Desculpe, eu me referi ao grupo de estudos! Sorry!

Roseli Serra ‎:( que pena…

Roseli Serra Me convida tb Raquel de Oliveira! LOL 🙂

Claudia Martins Queridos preciso me despedir. Um feriado maravilhoso pra vcs!!! Bom descanso amigos!!!

Valeria Benevolo França Vou subir logo mais nosso chat para o blog e posto o link. Vou um enorme prazer trocar idéias com vocês hoje. Bom poder partilhar com vocês.

Roseli Serra Então, como ficamos? Quaias os planos para o próximo chat? Algum homework?

Valeria Benevolo França Olá Carminha Pimentel estamos pensando adicionar este elemento aqui no nosso grupo do BRELTchat mas vamos dar uma pensada de omo fazer isso e depois vamos comunicar a boa nova.

Cadu Souza Pessoal. Boa noite e bom feriado. Vamos alimentar essa ideia do grupo de estudos. Contem comigo. Será um prazer!!!

Raquel de Oliveira vem todo mundo :):):):) Roseli Serra

Carminha Pimentel Obrigada Valeria Benevolo França

Cadu Souza Me despeço feliz que minha singela ideia tenha resultado numa conversa tão boa – e com a chance de se tornar real. Beijos

Teresa Gomes de Carvalho boa noite pra todos! gostei da ideia do gripo de estudos

Valeria Benevolo França Super boa noite a todos, obrigada pela presença e bom feriado. Don’t work too hard!

Roseli Serra Bom , por hora a minha meta principal é conseguir ler e escrever tudo que o mestrado demanda, além de trablahrm, claro!

Roseli Serra Boa noite Valeria Benevolo França e todos os meus colegas e amiigos daqui. MAis uma vez, desculpem o atraso :-

Teresa Gomes de Carvalho boa noite pra todos voces e bom feriado:)

Raquel de Oliveira Boa noite, pessoal!! Que possamos ser sempre curiosos e instigar a curiosidade ao nosso redor. Deixo um video que gosto muito a vcs:
http://www.youtube.com/watch?v=_OsYdePR1IU

Roseli Serra Teresa, me aatualiza sobre a idéia do grupo de estudos

Bruno Andrade Queridos, muito obrigado pela otima conversa!!! Um super abraço e otimo feriado. Obrigado especial a minhas colegas de luta Valeria Benevolo França e Raquel de Oliveira – tenham todos um otimo feriado!

Roseli Serra Bom feriado, Bruno Andrade! Da próxima vez chegarei no iniciozinho. Promise!

Teresa Gomes de Carvalho roseli a ideia e manter um grupo que debate um artigo ou um texto, um autor especifico, etc com um foco especifico

Roseli Serra Rubem Alves é sempre muito bom né Raquel de Oliveira?

Roseli Serra Ahh tá! Então, será escolhido um texto ou artigo para o próximo chat?

Roseli Serra É isso teresa?

Teresa Gomes de Carvalho na verdade eh um grupo distinto Roseli

Roseli Serra Humm vc pode me explicar melhor, Teresa? ESse grupo é virtual ou face to face?

Teresa Gomes de Carvalho no proprio breltchat. e por enquanto uma ideia. ainda nao tem dia

Roseli Serra OK A gente vai ficar sabendo pelo Bruno Andrade mValeria Benevolo França ou Raquel de Oliveira, certo Teresa?

Teresa Gomes de Carvalho certo roseli, vamos sim mas de qq forma a gente ja pode começar a pensar em algum artigo:)

Roseli Serra OK Teresa. Muito obrigada pelas informações. Uma beijoca pra todos, um abaraço pernambucano quentinho e um bom feriado. Night night! 🙂

Teresa Gomes de Carvalho boa noite Roseli!